| Mês | Preço |
|---|---|
| Mar/26 | R$ 3.971,00 |
| Fev/26 | R$ 3.980,00 |
| Jan/26 | R$ 3.989,00 |
| Dez/25 | R$ 3.997,00 |
| Nov/25 | R$ 4.004,00 |
| Out/25 | R$ 4.014,00 |
| Set/25 | R$ 4.027,00 |
| Ago/25 | R$ 4.036,00 |
| Jul/25 | R$ 4.043,00 |
| Jun/25 | R$ 4.048,00 |
| Mai/25 | R$ 4.057,00 |
| Abr/25 | R$ 4.061,00 |
Abordagem educativa sobre a Tabela FIPE para a Agrale Super City 150, ano 1995: história, ficha técnica e impactos no seguro
Este texto tem o objetivo de orientar leitores que atuam no varejo de seguros ou que desejam compreender melhor como a Tabela FIPE influencia a avaliação de valor de um veículo clássico ou de uso diário, no caso específico da Agrale Super City 150 de 1995. Ao tratar do modelo, exploramos tanto a ficha técnica quanto o contexto da marca, além de explicar de forma educativa como a FIPE é utilizada na prática por seguradoras, avaliadores independentes e compradores. Observação: os dados de preço não serão exibidos neste conteúdo, conforme a orientação de manter o valor da tabela ser inserido automaticamente no topo do post; o foco aqui é entender o que compõe o valor de referência, como interpretar a tabela e como isso impacta a contratação de seguro.
Contexto histórico da marca Agrale e o significado do modelo
Agrale é uma fabricante brasileira com raízes que remontam à década de 1960, reconhecida pela diversificação de produtos voltados a utilitários, agroindústria e, mais recentemente, projetos de mobilidade urbana e soluções de transporte com foco em economia e robustez. A trajetória da empresa inclui atuação em veículos leves, caminhões de pequeno porte, motores e componentes para usos agrícolas e urbanos, sempre buscando adaptar a engenharia brasileira às necessidades do mercado interno. A linha de motocicletas e scoote rs da marca ganhou espaço em determinadas épocas ao combinar simplicidade de operação com consumo moderado de combustível, algo que se tornou especialmente relevante em cidades brasileiras de tráfego intenso e distâncias médias diárias de deslocamento.

O modelo Agrale Super City 150, apresentado ao longo dos anos 1990, surgiu como uma resposta às demandas por mobilidade urbana eficiente e acessível. Em geral, destaca-se pela proposta de oferecer um veículo que aliava baixo custo de aquisição e manutenção com facilidade de uso, sobretudo para deslocamentos diários em ambientes urbanos. Nesse contexto, a Super City 150 consolidou-se entre modelos que buscavam aliar economia de combustível a uma manutenção simplificada, características valorizadas por usuários que utilizam o veículo para trabalho autônomo, entregas em curta distância ou simplesmente como solução de transporte diário. Embora o tempo tenha levado a evoluções no design e na tecnologia automotiva, o histórico do modelo permanece ligado ao conceito de mobilidade prática defendido pela marca. Compreender esse passado ajuda a entender por que a avaliação de valor na FIPE para esse veículo se baseia em parâmetros que consideram a idade, o uso típico, as características técnicas e a disponibilidade de peças de reposição na época de fabricação.
Ficha técnica da Agrale Super City 150 (1995)
Abaixo estão as características técnicas que costumam compor a ficha de um modelo como a Super City 150 lançado na metade da década de 1990. Vale destacar que variações específicas podem existir entre unidades de produção e ao longo de diferentes anos-modelo, mas as informações a seguir refletem o perfil técnico típico desse conjunto de veículo urbano de 150 cm³.
- Motor: Monocilíndrico de aproximadamente 149 cm³, arrefecido a ar, com alimentação por carburador. Configuração comum em scooters de baixa cilindrada da época, voltada para simplicidade, robustez e facilidade de manutenção.
- Transmissão: Automática CVT (transmissão contínua de variação), com correia, projetada para uso urbano sem necessidade de troca de marchas pelo motorista. Essa configuração facilita a condução em trânsito intenso e paradas frequentes.
- Peso e dimensões: Peso em ordem de marcha próximo de 110 kg, com comprimento típico em torno de 1,80 a 1,90 metros. Largura e altura compatíveis com scooters urbanas da década de 1990, resultando em boa manobrabilidade e ergonomia para o usuário.
- Capacidade e consumo de combustível: Tanque de combustível com capacidade de aproximadamente 4 litros. Foco histórico em economia de combustível para deslocamentos diários, o que era uma vantagem competitiva para o público-alvo da época.
Além desses itens, aspectos como o sistema de freios (tipicamente tambor nas duas rodas em muitos modelos dessa era), suspensão, iluminação e instrumentação básica compõem o conjunto de especificações que ajudam a compor a ficha técnica completa. Essas informações são úteis tanto para avaliação de mercado quanto para planejamento de seguro, pois ajudam a entender o nível de complexidade mecânica e o custo de substituição de peças. Quando falamos de um modelo de 1995, é comum que o estado de conservação, o histórico de manutenção e a disponibilidade de peças autênticas influenciem o valor de reposição de forma mais significativa do que em motocicletas modernas com tecnologia mais padronizada.
A Tabela FIPE para o modelo Agrale Super City 150 de 1995: como ela funciona e o que considerar
A Tabela FIPE é um referencial amplamente utilizado no Brasil para estimar o valor de veículos usados ou licenciados para seguro. Ela é atualizada com regularidade e leva em conta variáveis como ano de fabricação, modelo, versão, tipo de veículo, além de fatores de mercado que influenciam a demanda e a disponibilidade de peças. Para modelos como a Agrale Super City 150 (1995), a FIPE oferece uma referência de valor que ajuda seguradoras, compradores, vendedores e autorizadas a determinar valores de indenização ou de venda. Importante notar que o conteúdo deste artigo não exibe preços específicos, pois o objetivo é explicar como a referência é construída e utilizada no contexto de seguros e proteção do veículo.
Para entender a aplicação prática, é útil pensar na FIPE como um conjunto de dados agregados a partir de observações de mercado, de registros de circulação e de avaliações realizadas por equipes especializadas. A metodologia envolve a normalização de diferentes versões do veículo, a consideração de condições de preservação, histórico de disponibilidade de peças e tendências de mercado ao longo do tempo. Em termos simples, a FIPE traduz a percepção de valor de um veículo usado em uma referência estável para fins de seguro, compra e venda, bem como para a avaliação de indenizações. No caso de um modelo de 1995, o valor de referência pode refletir uma combinação de fatores: a idade, o acervo de peças de reposição, a demanda por modelos clássicos ou utilitários na região, além do estado de conservação da unidade avaliada.
É comum que leitores confundam valor de mercado com valor de reposição ou com o valor venal. A FIPE atua como um base de referência para o que é, em média, aceito pelo mercado em determinado momento. O valor de reposição, por sua vez, pode diferir, pois representa o custo atual de repor o veículo com itens equivalentes no estado mais próximo de novo, o que geralmente é mais alto do que a referência FIPE de um modelo usado. O valor venal, por outro lado, pode considerar depreciação adicional com base na idade, quilometragem e condições do veículo. Essas distinções são cruciais para seguradoras, que utilizam a FIPE como ponto de partida, ajustando com base no estado do veículo, histórico dinâmico de mercado e políticas internas de avaliação. Quando você está comparando propostas de seguro, entender esses termos ajuda a exigir coberturas que reflitam o real risco e a necessidade de reposição ou indenização em caso de sinistro.
Para quem trabalha com seguros, entender a distribuição de valores ao longo do tempo é fundamental. Veículos de produção antiga, como a Agrale Super City 150 de 1995, tendem a apresentar maior volatilidade de valor devido à disponibilidade de peças, à demanda por modelos clássicos e ao comportamento de colecionadores ou entusiastas. Em geral, a FIPE incorpora essa volatilidade por meio de correções sazonais, ajuste de categorias e segmentação por tipo de veículo, faixa de cilindrada e uso. Por isso, ao planejar a proteção com a GT Seguros ou qualquer outra seguradora, é essencial considerar não apenas o valor de referência FIPE, mas também fatores como histórico de manutenção, procedência, condições de conservação, eventual modificações mecânicas e a finalidade de uso do veículo (carreira de entregas, uso urbano, recreação, etc.).
Implicações práticas para seguro e planejamento financeiro
O valor referencial fornecido pela FIPE influencia diretamente o cálculo de prêmios, franquias e coberturas disponíveis em apólices de seguro. Em veículos de modelo antigo, a seguradora pode ajustar o prêmio com base em parâmetros adicionais de risco, como a disponibilidade de peças (que influencia o custo de reparo), a probabilidade de ocorrência de falsificações ou de dificuldades de reparo por técnicos especializados. Além disso, a FIPE ajuda a definir limites de cobertura para indenização total ou parcial em casos de sinistro, bem como a especificar o tipo de indenização acordada (valor de reposição versus valor atual com depreciação). Em termos práticos, o processo de cotação de seguro para uma Agrale Super City 150 (1995) envolve a comparação entre diferentes cenários de cobertura com base no valor de referência FIPE e nas condições reais do veículo, como o estado de conservação, a quilometragem, a presença de acessórios originais e o histórico de manutenção.
Para profissionais de seguros, a leitura correta da FIPE requer atenção para o seguinte: a tabela é um índice de referência que
