Valor FIPE Atual
R$ 1.725,00
↓ 0,2% vs mês anterior
FIPE: 801017-0
Ano: 1990-1
MêsPreço
Mar/26R$ 1.725,00
Fev/26R$ 1.729,00
Jan/26R$ 1.733,00
Dez/25R$ 1.737,00
Nov/25R$ 1.740,00
Out/25R$ 1.723,00
Set/25R$ 1.690,00
Ago/25R$ 1.694,00
Jul/25R$ 1.697,00
Jun/25R$ 1.681,00
Mai/25R$ 1.665,00
Abr/25R$ 1.667,00

Compreendendo a Tabela FIPE para o Agrale SXT 27.5 E 190cc 1990 e seu impacto na avaliação e no seguro

A Tabela FIPE é uma referência fundamental para quem atua no mundo dos seguros, avaliações de veículos usados e negociações de crédito automotivo. Quando falamos do Agrale SXT 27.5 E 190cc, ano de 1990, entramos em um cenário onde a história do veículo, o estado de conservação, a originalidade de componentes e o tempo de produção influenciam diretamente a percepção de valor. Este artigo tem o objetivo de esclarecer como a Tabela FIPE funciona, quais são as particularidades de modelos antigos como o SXT 27.5 E 190cc e como esses elementos impactam o seguro veicular. A ideia é oferecer uma leitura educativa, que ajude você, corretor, proprietário ou entusiasta, a compreender o valor de reposição e a forma correta de se comunicar com as seguradoras. Em última instância, entender esse mecanismo facilita a tomada de decisão, evita surpresas durante o sinistro e promove a contratação de coberturas mais alinhadas com a realidade do veículo.

Ficha Técnica do Agrale SXT 27.5 E 190cc (1990)

Para estruturar a análise, apresentamos uma ficha técnica resumida, destacando os elementos que costumam ser mais relevantes para avaliações e seguros. Observação importante: os números aqui são apresentados como referências típicas de veículos dessa categoria e época, podendo variar conforme a unidade, a versão específica e o estado de conservação. A ideia é oferecer um panorama claro, sem criar falsas certezas sobre valores exatos.

Tabela FIPE AGRALE SXT 27.5 E 190cc 1990
  • Motor: 1 cilindro, 190 cm³, alimentado a gasolina.
  • Potência: aproximadamente entre 8 e 15 cavalos, dependendo da calibração de fábrica, estado do motor e da configuração de escape e admissão.
  • Transmissão: manual, em geral de 4 velocidades, com embreagem mecânica.
  • Dimensões e peso: tamanho próximo de um veículo compacto da época, com comprimento típico entre 3,6 m e 3,9 m, largura entre 1,4 m e 1,6 m, altura entre 1,3 m e 1,5 m; peso não Mustang, geralmente na faixa entre 450 kg e 650 kg, variando conforme configuração, presença de acessórios e estado de conservação.

Além desses itens centrais, é comum encontrar nos registros de origem informações adicionais que ajudam na avaliação de seguro e de mercado, como o tipo de carroceria (duas portas, carro pequeno de uso urbano, com acabamento simples), sistema de freios (tipicamente tambor nas rodas traseiras e, em alguns exemplares, freios a tambor ou, menos comum, disco na dianteira), e dados de combinação de rodas e pneus que influenciam o comportamento de condução. Para quem está buscando uma compreensão prática, pense na ficha técnica como um mapa: ela aponta os pontos de referência mais relevantes para seguros, mas cada veículo terá especificidades que merecem atenção no momento da cotação ou da vistoria.

A linguagem de um veículo antigo, como o Agrale SXT 27.5 E 190cc, também carrega aspectos de originalidade. Muitos proprietários procuram manter as peças originais — motor, cabine, painel, elementos de carroceria — para manter o veículo o mais próximo possível da configuração de fábrica. Esse cuidado costuma influenciar positivamente a avaliação de reposição pela FIPE e pela seguradora, principalmente quando o veículo entra em regimes de apólice com valores de cobertura baseados em valor de reposição. Em contrapartida, alterações não originais ou substituições com itens de fornecedores diferentes podem gerar divergências entre o valor indicado pela FIPE e o valor efetivo de mercado, o que, por sua vez, impacta a soma segurável e o prêmio.

Para o público da corretora de seguros, a chave é entender como a FIPE se relaciona com as particularidades de um veículo com essas características: motor de 190 cm³, carro de produção de época, peso relativamente leve e uma proposta de condução simples. A partir desse pano de fundo, a fiabilidade da assistência e a robustez mecânica do conjunto influenciam tanto a percepção de custo de reposição quanto a probabilidade de sinistros menores ou de grande porte ao longo da vida útil da apólice.

A história da marca: a trajetória da Agrale no cenário automotivo brasileiro

Para compreender a relação entre FIPE, seguro e o Agrale SXT 27.5 E 190cc, é útil conhecer a marca por trás do modelo. A Agrale, também grafada como Agrale S.A., é uma empresa brasileira com atuação marcante na produção de veículos leves, motores, componentes industriais e, ao longo das décadas, uma linha diversificada que inclui tratores, vans, pickups comerciais e veículos especiais para aplicações rurais e urbanas. Fundada nos anos 1960, a marca consolidou-se no Brasil por oferecer soluções de mobilidade com foco em robustez, simplicidade mecânica e economia de operação, atributos valorizados em segmentos que demandam utilidade prática e durabilidade em cenários de uso intenso. A presença da Agrale no portfólio brasileiro ajudou a moldar um nicho de mercado onde caminhonetes leves e utilitárias se tornaram familiares a uma base de clientes que buscava confiabilidade sustentável, em oposição a designs mais complexos ou tecnológicos consumindo mais recursos.

O espírito da Agrale é frequentemente associado a veículos projetados para ambientes de trabalho, de fazenda a pequenas cidades, com ênfase na capacidade de manter o funcionamento sob condições de estrada não ideais, partes de reposição acessíveis e manutenção mais direta. Nesse contexto, modelos como o SXT 27.5 E 190cc podem ter se beneficiado de uma filosofia de engenharia que prioriza a simplicidade, a confiabilidade e a disponibilidade de peças. Embora o SXT específico tenha uma história dita pela época de produção de 1990, o legado da marca em termos de filosofia de projeto ajuda a explicar por que veículos históricos da Agrale costumam despertar interesse entre colecionadores, entusiastas e seguradoras que lidam com veículos de diferentes gerações.

É relevante destacar que a FIPE, ao lidar com veículos de marca que têm uma trajetória de produção mais marcada por utilitários e linhas de nicho, costuma enfatizar a valoração de modelos que ainda mantêm a originalidade das suas componentes básicas — motor, câmbio, chassis e elementos de carroceria —, sempre observando as particularidades associadas a cada ano de fabricação. Quando se trata de Agrale SXT 27.5 E 190cc de 1990, a soma de elementos de história, durabilidade e funcionalidade pode tornar a avaliação mais estável, desde que o veículo tenha passado por uma manutenção adequada e conserve a integridade estrutural e mecânica.

Nesse cenário, a relação entre fabricante e público de seguros se fortalece pela clareza de dados técnicos, pela documentação de manutenção, e pela forma como o veículo se comporta em termos de segurança e confiabilidade. O SXT 27.5 E 190cc, como parte do portfólio histórico da Agrale, ajuda a compreender a dinâmica entre o valor de reposição, o estado de conservação e o custo de proteção no âmbito de apólices de seguro de automóveis clássicos ou usados com perfil semelhante.

A Tabela FIPE como base para avaliação de seguros: por que faz diferença para o Agrale SXT 27.5 E 190cc

A FIPE é amplamente reconhecida por consolidar uma metodologia de atualização que reflete, de forma generalizada, o comportamento do mercado de veículos no Brasil. Quando seguradoras avaliam um veículo antigo como o Agrale SXT 27.5 E 190cc, a referência FIPE se torna a espinha dorsal da configuração de valor de reposição. No entanto, esse processo não é automático nem exento de particularidades. A FIPE utiliza dados de transação, consulta de mercado e condições de venda para compilar valores que são, na prática, referências para seguradoras e para quem precisa comprar ou vender um veículo. O cenário de um modelo de 1990 envolve fatores adicionais, como o estado de conservação, a disponibilidade de peças, o histórico de manutenção, a originalidade de componentes e o risco de desvalorização pela idade, entre outros aspectos.

Para o corretor e para o titular de seguro, entender o papel da FIPE é compreender que a tabela não determina o preço final de reposição em uma apólice; em vez disso, funciona como uma linha de base. A partir dessa linha de base, as seguradoras costumam aplicar ajustes com base no estado geral do veículo, na quilometragem, no histórico de sinistros, na preservação de peças originais, no nível de recuperação em caso de colisões e na probabilidade de danos maiores. Assim, dois Agrale SXT 27.5 E 190cc de 1990 podem ter valores de reposição diferentes em apólices distintas, dependendo de como a seguradora analisa a condição de cada exemplar.

Para quem está pensando na contratação de um seguro, vale a pena conversar com o corretor a respeito de como as cláusulas de valor de reposição são tratadas. Questões como a obrigatoriedade de manter peças originais, a necessidade de avaliações técnicas independentes, a verificação de histórico de manutenção e a documentação de restaurações devem ser consideradas para evitar surpresas no momento de uma eventual indenização