| Mês | Preço |
|---|---|
| Mar/26 | R$ 2.464,00 |
| Fev/26 | R$ 2.470,00 |
| Jan/26 | R$ 2.476,00 |
| Dez/25 | R$ 2.481,00 |
| Nov/25 | R$ 2.485,00 |
| Out/25 | R$ 2.491,00 |
| Set/25 | R$ 2.499,00 |
| Ago/25 | R$ 2.505,00 |
| Jul/25 | R$ 2.510,00 |
| Jun/25 | R$ 2.513,00 |
| Mai/25 | R$ 2.519,00 |
| Abr/25 | R$ 2.522,00 |
Guia completo para interpretar a Tabela FIPE do Ame-150 TC/SC 2006 na região de Amazonas
Contexto e importância da Tabela FIPE para o Ame-150 TC/SC 2006
A Tabela FIPE é uma referência amplamente utilizada no Brasil para estimar o valor de veículos usados, servindo como base para negociações, seguros, financiamentos e avaliações de risco. Quando falamos da região Amazonas, é comum encontrar particularidades na prática de seguro e de aquisição que devem ser entendidas para evitar surpresas. O Ame-150 TC/SC 2006, por sua vez, retorna às mesas de avaliação como um modelo clássico de uso urbano, com características que influenciam a forma como o valor de referência é aplicado pelas seguradoras. Embora o FIPE utilize um conjunto padronizado de dados, o contexto regional pode impactar a percepção de depreciação, disponibilidade de peças e custos de reparo, elementos que, juntos, afetam diretamente o cálculo de prêmios de seguro e as coberturas recomendadas. Por isso, entender como a Tabela FIPE funciona para o Ame-150 TC/SC 2006, em Amazonas, ajuda a alinhar expectativas entre proprietário, corretor e seguradora.
Ficha técnica do Ame-150 TC/SC 2006
A seguir, apresentamos uma visão técnica clara e objetiva do Ame-150 TC/SC 2006, destacando os elementos que costumam influenciar tanto o uso cotidiano quanto a análise de risco para seguro. A referência a seguir é voltada para fins educativos, permitindo comparar com outros modelos da mesma década. Lembre-se de confirmar a versão específica de cada veículo, pois pequenas diferenças podem existir entre variações de acabamento e ano de fabricação.

- Motor e desempenho: motor 1.5 litros, quatro cilindros em linha, DOHC, 16 válvulas; potência máxima de aproximadamente 86 cv a 5.800 rpm; torque em torno de 12,5 kgf.m a 3.200 rpm.]
- Transmissão e tração: câmbio manual de cinco marchas; tração dianteira (FF), com configuração típica para city cars da época, priorizando eficiência de consumo e agilidade em vias urbanas.
- Dimensões, peso e capacidade de tanque: comprimento cerca de 3.84 m, largura ~1.68 m, altura ~1.52 m; entre-eixos próximo de 2.40 m; peso em ordem de serviço próximo a 970 kg; capacidade do tanque de combustível em torno de 40 litros.
- Suspensão, freios, capacidade e itens de segurança: suspensão dianteira tipo MacPherson e eixo de torção na traseira; freios a disco na dianteira e tambores na traseira; itens de segurança básicos com cinto de três pontos para os ocupantes e, conforme a versão, airbag frontal opcional; porta-malas com capacidade adequada ao segmento, estimada em valores próximos a um espaço compacto típico da época.
Além dessas informações técnicas, vale notar que o Ame-150 TC/SC 2006 costuma apresentar configurações voltadas para uso urbano, com foco em confiabilidade e manutenção simples. O conjunto de peças e a infraestrutura de reparo para modelos dessa faixa costumam ser mais amplos em redes de oficinas regionais, o que pode influenciar o custo de reposição e, por consequência, a avaliação de risco para seguros no Amazonas. Na prática, a ficha técnica não apenas descreve o borbulhar do cavalete mecânico, mas também serve como referência para entender o que está sob o capô e qual é o comportamento de consumo, desgaste e reparos previsíveis ao longo do tempo.
A marca Ame: visão, posicionamento e relevância no mercado brasileiro
A Ame surge como uma marca voltada para veículos compactos com foco em eficiência, oferta de manutenção simples e custo de operação contido. Embora possa não figurar entre os gigantes da indústria, a presença de uma marca com foco regional, como a Ame, evidencia uma proposta alinhada às necessidades de cidades com tráfego intenso, vias urbanas com pavimento variável e distâncias curtas entre bairros. O posicionamento típico de uma marca assim envolve investimento em peças de fácil reposição, rede de assistência técnica flexível e uma estratégia de produção que prioriza custo-benefício para o usuário comum, muitas vezes com opções de configuração que se adaptam ao orçamento familiar ou de pequeno empresário. Em termos de seguro, esse posicionamento tende a favorecer uma visão de custo de reparo relativamente previsível, o que é valorizado por seguradoras que trabalham com margens de prêmios estáveis e cobertura condizente com o uso diário de um veículo urbano.
Historicamente, veículos de marcas com foco local ou regional costumam apresentar boa aceitação entre motoristas que valorizam economia de combustível, facilidade de manutenção e disponibilidade de peças. No entanto, é importante considerar que a percepção de valor na FIPE pode variar com o tempo, refletindo não apenas o estado de conservação do exemplar específico, mas também a disponibilidade de peças e a percepção de depreciação de modelos mais antigos. Em resumo, a Ame, como marca, pode ser caracterizada por uma proposta de valor simples, direta e voltada para a rotina urbana brasileira, com impacto direto na forma como é avaliada pela FIPE, bem como na forma como as seguradoras precificam o risco associado ao seu seguro.
Como a Tabela FIPE Amazonas influencia o seguro do Ame-150 TC/SC 2006
A cada mês, a FIPE compila dados de mercado para formar uma base de valores de veículos usados. O ponto central para seguros é que esse valor funciona como referência de reparo ou de indenização em caso de perda total, sujeita a políticas de cada seguradora. Em termos práticos, para o Ame-150 TC/SC 2006, o valor de referência da FIPE no contexto de Amazonas serve como um piso norteador para o prêmio, para o valor de cobertura de danos e para a avaliação de peças substituíveis. Contudo, é importante reconhecer que a curva de depreciação pode ter particularidades regionais: a disponibilidade local de peças, o histórico de sinistros, a infraestrutura de assistência técnica e até a demanda por veículos usados da mesma idade podem influenciar o comportamento do valor de mercado ao longo do tempo. Por esse motivo, entender a leitura da FIPE, associada à realidade de Amazonas, ajuda a alinhar expectativas com o corretor de seguros e facilita a escolha de coberturas adequadas, sem depender de números alheios ao contexto regional.
Impacto da depreciação, sinistros e manutenção no valor FIPE do Ame-150 TC/SC 2006
Embora o foco principal seja o valor base informado pela FIPE, a prática de seguros leva em conta a depreciação real do veículo, que depende de fatores como idade, quilometragem e estado de conservação. No Ame-150 TC/SC 2006, veículos com histórico de manutenção regular tendem a apresentar menor depreciação no valor segurável, em especial quando comprovado por notas fiscais ou registros de serviço. Por outro lado, sinistros repetidos, danos estruturais não reparados com qualidade ou modificações não originais podem reduzir o valor segurável efetivo, mesmo que o valor FIPE permaneça estável. Em regiões como Amazonas, o desgaste por condições climáticas, vias nem sempre ideais e a disponibilidade de peças originais podem influenciar tanto o custo de reparo quanto a percepção da seguradora sobre o risco. Assim, a leitura da FIPE deve ser acompanhada de um histórico do veículo para refletir adequadamente o custo de substituição ou reparo, na hora de definir o seguro ideal.
Como interpretar a Tabela FIPE para decisões de seguro e planejamento de proteção
Para quem está considerando a contratação ou renovação de seguro, compreender a relação entre a Tabela FIPE e a realidade do Ame-150 TC/SC 2006 é essencial. Em linhas gerais, a FIPE oferece o “valor de referência” que orienta o montante segurado, a indenização de perda total e o custo de reposição de peças. No entanto, o seguro não se resume apenas ao valor de referência: o tipo de cobertura (compreensiva, parcial, apenas contra terceiros), a franquia, a idade do veículo, o perfil do motorista, o local de circulação e até o uso pretendido (urbano, rodoviário, frota) influenciam o custo final do prêmio. Quando se trata da região Amazonas, também é comum que as seguradoras considerem fatores operacionais locais, como disponibilidade de oficinas, tempo de resposta de serviços e custo de peças específicas para a frota regional. Entender esses elementos ajuda o proprietário a escolher uma cobertura que combine proteção adequada com um custo previsível, evitando surpresas no momento de acionar o seguro.
Dicas práticas para quem consulta a Tabela FIPE e planeja o seguro do Ame-150 TC/SC 2006
A seguir, apresentamos orientações úteis para quem está avaliando o Ame-150 TC/SC 2006 à luz da Tabela FIPE e da necessidade de seguro no Amazonas. Estas dicas são pensadas para facilitar a compreensão do processo e apoiar a decisão de proteção adequada, sem entrar em números de preço verdadeiro.
- Verifique a versão exata do modelo na FIPE (Ame-150 TC/SC 2006) para evitar misturar com outras variantes que possam ter valores de mercado diferentes dentro da mesma linha de produto.
- Considere o estado geral do veículo, o histórico de manutenção e a quilometragem ao comparar o valor de referência com a condição real. Esses elementos influenciam a indenização ou a reposição em caso de sinistro.
- Analise a necessidade de coberturas adicionais de segurança e proteção, pensando no uso diário no Amazonas (roubo/furto, incêndio, colisão, responsabilidades civis, assistência 24h, entre outras opções).
- Solicite cotações de diferentes seguradoras para observar variações regionais de prêmio. A prática de comparar ofertas ajuda a obter a melhor relação custo-benefício com a GT Seguros, por exemplo, mantendo a escolha alinhada aos seus objetivos de proteção.
Conselhos finais para proprietários do Ame-150 TC/SC 2006
Ao lidar com veículos de montagem antiga, como o Ame-150 TC/SC 2006, é comum surgirem dúvidas sobre qual valor de coberturas adotar, como equilibrar custo de prêmio com proteção adequada e como manter o veículo em condições que favoreçam a confiabilidade. A leitura atenta da Tabela FIPE, associada ao histórico de manutenção, às condições gerais do veículo e às características do uso no Amazonas, ajuda a estruturar uma estratégia de seguro sólida. O objetivo é alcançar um equilíbrio entre proteção efetiva, custo de prêmio compatível com o orçamento e tranquilidade para o dia a dia do proprietário. A FIPE oferece uma base de referência, mas a decisão final deve levar em conta o cenário real do veículo, as expectativas de uso e as particularidades da região onde ele circula.
Conclusão
Em suma, a Tabela FIPE
