| Mês | Preço |
|---|---|
| Fev/26 | R$ 25.590,00 |
| Jan/26 | R$ 25.647,00 |
| Dez/25 | R$ 25.696,00 |
| Nov/25 | R$ 25.735,00 |
| Out/25 | R$ 25.797,00 |
| Set/25 | R$ 25.880,00 |
| Ago/25 | R$ 25.935,00 |
| Jul/25 | R$ 25.977,00 |
| Jun/25 | R$ 26.004,00 |
| Mai/25 | R$ 26.057,00 |
| Abr/25 | R$ 26.081,00 |
| Mar/25 | R$ 26.121,00 |
Entenda como a Tabela FIPE classifica o Audi A4 Avant 2.8 V6 30V Quattro Mecânico de 2001
A Tabela FIPE funciona como referência para o valor de mercado de veículos usados no Brasil, sendo amplamente utilizada por seguradoras, concessionárias e compradores. Para o corretor de seguros, compreender como esse sistema avalia modelos como o Audi A4 Avant 2.8 V6 30V Quattro Mecânico de 2001 é essencial para orientar o cliente sobre coberturas apropriadas, cálculos de indenização e aspectos de risco. Em termos práticos, a FIPE não determina o preço de venda, mas oferece uma referência consolidada que serve de base para comparações, reajustes periódicos e validação de cenários em contratos de seguro de automóveis usados.
Neste artigo, vamos explorar a aplicação prática da FIPE para esse exemplar específico, destacando a ficha técnica, a relação da marca com o mercado europeu e brasileiro, bem como os impactos da configuração mecânica na avaliação de risco pelas seguradoras. O objetivo é oferecer uma visão educativa que ajude profissionais de seguros e proprietários a alinharem expectativas, escolhas de coberturas e estratégias de proteção financeira ao longo da vida útil do veículo.

Ficha Técnica do Audi A4 Avant 2.8 V6 30V Quattro Mec. 2001
- Motor: V6 2.8 L (2780 cm³) com sistema 30V
- Potência: 193 cv (142 kW) a aproximadamente 5.700 rpm
- Torque: 280 Nm entre cerca de 3.500–4.000 rpm
- Transmissão e tração: manual de 5 velocidades; quattro (tração permanente nas quatro rodas)
Sobre a marca Audi: tradição, tecnologia e presença internacional
Audi é uma marca alemã reconhecida pela combinação de engenharia avançada, design elegante e foco em qualidade. Desde o pós-guerra, a marca consolidou-se como símbolo de precisão, desempenho e inovação tecnológica. O trio “Quattro” – a sigla que identifica a tração integral permanente – é um marco histórico da Audi, introduzido nos anos 1980 para ampliar a aderência em diferentes condições de piso e melhorar a estabilidade em curvas. Essa herança tecnológica vem moldando a percepção de valor de muitos modelos da marca, incluindo o A4, que se tornou uma referência de porte médio premium no mundo inteiro.
No contexto do Audi A4 específico de 2001, é importante notar que a linha Avant (a versão de station wagon) foi pensada para oferecer versatilidade sem abrir mão de elegância e desempenho. Em termos de design, o A4 Avant harmoniza linhas limpas, boa silhueta e espaço interno generoso, características desejáveis para quem busca um carro familiar de alto desempenho. A percepção de luxo, aliada à engenharia alemã, contribui para padrões de manutenção e disponibilidade de peças. Com carros dessa geração, o desafio para os proprietários e seguradoras é equilibrar o desejo por desempenho com a necessidade de custo de conservação, especialmente devido à idade do veículo e à disponibilidade de peças originais no mercado nacional.
Do ponto de vista da seguradora, esse conjunto de atributos – motor V6, tração quattro, carroceria Avant e transmissão manual – influencia o perfil de risco de várias formas. Por um lado, o motor V6 2.8 é robusto e conhecido pela sua entrega de torque a regimes acessíveis, o que pode reduzir certos tipos de sinistros de alto desempenho em situações de alta velocidade. Por outro lado, a configuração quattro, associada ao peso adicional e à complexidade de componentes, pode impactar o custo de reparo e a disponibilidade de peças, fatores que entram na composição das margens de risco e, consequentemente, no cálculo de prêmios. É por isso que entender a ficha técnica é essencial para talk tracks com o cliente e para a avaliação de coberturas que façam sentido para esse tipo de veículo.
Como a configuração mecânica influencia a avaliação FIPE e o seguro
Quando olhamos para a FIPE, alguns elementos da configuração do Audi A4 Avant 2001 influenciam o valor de referência, ainda que não haja uma correspondência exata com um preço fixo para cada unidade. O motor V6, a tração integral e o carona de station wagon conferem características de desempenho e de uso que costumam refletir em maior valor de reposição relativo em relação a veículos compactos com motores menores e tração dianteira. A FIPE considera dados de mercado consolidados, levando em conta a disponibilidade de peças, o custo de mão de obra qualificada e a tendência de depreciação para veículos de maior porte e com motorizações mais sofisticadas. Em termos práticos, isso significa que, para modelos como o A4 2.8 Avant, o valor de referência pode comportar oscilações conforme a demanda de mercado, a idade do veículo, o estado geral de conservação e o histórico de manutenção.
Para o setor de seguros, esse contexto tem implicações diretas. O valor de referência da FIPE é utilizado como base para cálculos de indenização quando há cobertura de valor de mercado, bem como para a montagem de coberturas de reposição ou de pós-perdas. O conjunto de fatores a seguir costuma influenciar esse processo:
- Idade do veículo: carros com mais de 15–20 anos costumam sofrer depreciação acelerada, o que pode reduzir o valor de reposição, mas não elimina totalmente necessidades de reposição de peças originais, especialmente para itens de segurança e tecnologia obsoleta.
- Condição de conservação: a integridade da carroçaria, o estado da pintura, desgaste de interior, estado dos sistemas elétricos e mecânicos afetam o valor de referência na FIPE e a percepção de risco pela seguradora.
- Quilometragem e histórico de uso: veículos com histórico de uso mais intenso, manutenção irregular ou avarias não resolvidas tendem a ter menor valor de reposição, influenciando o prêmio.
- Disponibilidade e custo de peças: para um modelo alemão antigo, peças originais podem ter disponibilidade variável e custo elevado,
