Valor FIPE Atual
R$ 5.493,00
↑ 0,4% vs mês anterior
FIPE: 062001-7
Ano: 1996-1
MêsPreço
Jan/26R$ 5.493,00
Dez/25R$ 5.472,00
Nov/25R$ 5.450,00
Out/25R$ 5.431,00
Set/25R$ 5.387,00
Ago/25R$ 5.367,00
Jul/25R$ 5.346,00
Jun/25R$ 5.352,00
Mai/25R$ 5.363,00
Abr/25R$ 5.369,00
Mar/25R$ 5.317,00
Fev/25R$ 5.321,00

Entendendo a Tabela FIPE para as versões IV e V do Bugre Buggy de 1996: guia para avaliação, seguro e curiosidades

A Tabela FIPE é um referencial amplamente utilizado no Brasil para estimar o valor de mercado de veículos usados. Quando se trata de modelos menos planejados pela indústria automotiva de grande escala, como o Bugre Buggy IV e V, lançados no Brasil durante a década de 1990, a leitura da FIPE exige um olhar cuidadoso. Em muitos casos, veículos de nicho ou de produção mais limitada apresentam variações entre versões, calibrações de motor, opcionais e o estado de conservação que podem influenciar diretamente a avaliação na hora de fazer um seguro, por exemplo. Portanto, compreender como a FIPE trata as diferentes versões IV e V do Bugre Buggy, especialmente em 1996, envolve entender não apenas números, mas o contexto técnico do veículo, a história da marca, e como tais fatores impactam o custo de proteção contratado junto às seguradoras.

História da marca Bugre: origem, proposta e espaço no mercado brasileiro

A Bugre é uma marca brasileira que ganhou notoriedade por oferecer esportividade e alegria de guiar em um formato acessível, muito próximo de um carro-ponte entre o esportivo de rua e o veículo de passeio urbano. Fundada em um período de intenso interesse por modelos funcionais e leves, a linha Buggy da marca priorizou o conceito de veículo aberto, com chassis tubular e carroceria compacta, valorizando a simplicidade mecânica, a facilidade de manutenção e a possibilidade de customização por parte do proprietário. Esse espírito colaborou para que modelos como o Bugre Buggy IV e V se tornassem referência entre entusiastas de automobilismo artesanal e colecionadores brasileiros que valorizam o apego ao estilo retrô com componentes relativamente simples de encontrar no mercado de reposição. Ao longo dos anos, a marca consolidou uma identidade de confiabilidade prática, sem abrir mão de uma presença cativa no imaginário de quem busca uma experiência de condução mais direta, sem dependência de sistemas complexos que exigem diagnóstico avançado em oficinas especializadas.

Tabela FIPE Bugre Buggy IV e V 1996

É relevante observar que veículos como o Bugre Buggy IV e V, produzidos em séries limitadas, costumam apresentar variações de acordo com o lote de montagem, o ano-modelo específico e a configuração de motorização disponível na época. Por isso, ao consultar a Tabela FIPE para esses anos, é comum encontrar informações que exigem leitura crítica: diferenças entre versões, possibilidade de retrofits de motor e ajustes de desempenho, além de especificidades de acabamento que podem ter impacto nos cálculos de depreciação para fins de seguro ou financiamento. A compreensão da história da marca, portanto, acrescenta um componente humano à leitura estatística da FIPE, ajudando o corretor de seguros e o proprietário a estimar o valor de forma mais consciente e fundamentada.

Especificações técnicas da Bugre Buggy IV e V (1996): a ficha em 4 pontos-chave

Para facilitar a leitura técnica, apresentamos uma ficha técnica resumida, destacando aspectos relevantes para avaliação de uso, desgaste, manutenção e apetite de seguro. Abaixo estão os itens essenciais que costumam compor a configuração típica da Bugre Buggy IV/V de 1996, levando em conta as particularidades de produções de nicho e a prática comum de atualização de componentes ao longo da década.

  • Motor: configuração de quatro cilindros, deslocamento aproximado entre 1.0 e 1.6 litros, com potência estimada em intervalos de desempenho típicos de motores compactos da época; alimentação a gasolina, com opções de carburador ou injeção conforme a versão e o lote de montagem.
  • Transmissão e tração: transmissão manual de 4 marchas, com tração traseira, caracterizando uma dinâmica de condução aberta, leve e ágil, própria de carros esportivos de pequeno porte. O conjunto requer ajuste cuidadoso de embreagem, especialmente em uso urbano com paradas frequentes.
  • Dimensões e peso: carroceria compacta, com comprimento aproximado entre 3,2 m e 3,5 m, largura entre 1,3 m e 1,5 m, altura entre 1,2 m e 1,3 m; peso seco estimado em faixa de aproximadamente 550 kg a 700 kg, refletindo o uso de estrutura tubular e materiais leves típicos dos Buggy.
  • Chassi e carroceria: chassis tubular, com carroceria em fibra ou materiais compostos leves; design aberto, sem portas convencionais na maioria das configurações, o que influencia características de conforto, proteção e consumo de energia cinética em impactos. O conjunto costuma depender de acessórios de proteção, capota removível e opções de personalização exteriores.

Observação importante: as especificações acima são referenciadas a partir da prática histórica de modelos Buggy da época, e refletem uma leitura típica para versões IV e V em 1996. Em termos de FIPE, pequenas variações entre séries, opcionais ou mudanças de motor podem ocorrer. Por isso, ao usar a tabela para determinar o valor de mercado para seguro, é essencial confirmar a versão exata (IV ou V), o ano-modelo e o estado de conservação para alinhamento com a base de dados da FIPE. Esse alinhamento reduz a chance de divergências entre o valor informado pela seguradora e o valor efetivo de mercado no momento do sinistro ou da avaliação.

Como a FIPE estrutura a avaliação para Bugre Buggy IV e V em 1996

A Tabela FIPE organiza valores com base em uma série de filtros que ajudam a associar um preço de referência a um veículo específico. Entre os elementos considerados, destacam-se o código de identificação do veículo, o ano-modelo de referência, as versões disponíveis e o estado de conservação descrito pelos elos de idade. Quando se trata de versões IV e V do Bugre Buggy em 1996, a FIPE tende a levar em conta a raridade relativa da produção, a disponibilidade de peças de reposição, bem como a presença de opcionais que possam ter sido adotados na época ou em lotes específicos. Em veículos de nicho como este, o estado de conservação assume peso relevante: carros bem mantidos, com histórico de revisões verificáveis e documentação de manutenção costuma apresentar valores de referência mais estáveis dentro da faixa de mercado. Em contrapartida, instalações de motor atualizadas ou modificadas, melhorias não originais ou danos significativos podem influenciar a depreciação de forma mais acentuada, refletindo o custo de restauração ou a disponibilidade de peças originais.

Para os profissionais de seguros, entender como esses fatores são refletidos na FIPE é crucial. A seguradora usa o valor de referência da FIPE como base para calcular o valor segurado, o prêmio e as coberturas específicas. Além disso, a forma como a polícia, o perito de sinistros e a própria seguradora interpretam a versão IV ou V pode influenciar a granularidade da avaliação de risco. Em alguns casos, a seguradora pode solicitar documentação adicional para comprovar a versão exata, como manual do usuário, nota fiscal de manutenção, ou histórico de inspeções técnicas. A leitura integrada de FIPE com a ficha técnica oficial do veículo, bem como com o estado atual do automóvel, ajuda a construir uma visão de valor mais sólida durante a contratação de seguro.

Implicações para o seguro: o que proprietários e corretores devem observar

Ao considerar a Tabela FIPE Bugre Buggy IV e V de 1996 para a contratação de seguro, é preciso observar alguns aspectos práticos que costumam impactar o preço, a cobertura e as condições de contrato. Abaixo, apresentamos pontos-chave para orientar proprietários e corretores na tomada de decisão, com foco na aplicação real da curva de depreciação, na necessidade de documentação e nas escolhas de cobertura mais adequadas a esse tipo de veículo.

1) Identificação correta da versão: diferenciar IV e V é fundamental, pois pequenas diferenças entre séries podem influenciar a proporcionalidade de depreciação na FIPE e, consequentemente, o valor segurado. A correta atribuição de versão evita divergências entre o valor declarado e o valor de mercado real.

2) Estado de conservação e histórico de manutenção: peças originais, histórico de revisões, ausência de danos estruturais e registro de manutenções ajudam a manter o valor de referência mais próximo da realidade. Documentação completa pode facilitar a aprovação de coberturas específicas, como carro reserva, assistência 24h e cobertura para acessórios originais ou instalados pelo proprietário.

3) Peças de reposição e disponibilidade: para modelos de nicho, a disponibilidade de peças pode impactar custos de reparo e, por consequência, o prêmio de seguro. Em algumas situações, opções de peças compatíveis ou de reposição aftermarket podem ser consideradas, desde que previamente aprovadas pela seguradora.

4) Uso e finalidade do veículo: se o Bugre Buggy IV/V é utilizado como veículo diário, o risco de sinistro tende a ser maior do que quando é mantido como veículo de fim de semana ou de coleção. Segurar de forma adequada para um esportivo leve pode requerer coberturas específicas, com limites de cobertura diferenciados para danos a terceiros, danos ao veículo e acessórios, além de proteção para roubo e incêndio.

Em resumo, a leitura da FIPE para a versão IV e V do Bugre Buggy em 1996 não é apenas uma lista de números, mas uma ferramenta que, aliada à ficha técnica e ao estado do carro, fornece uma base sólida para a decisão de seguro. Corretores competentes cruzam as informações da FIPE com as particularidades do veículo, o estado da frota de peças disponíveis, além de eventuais customizações que possam ter sido realizadas pelo proprietário ao longo dos anos. Assim, o seguro oferece proteção adequada sem sobreposição de coberturas desnecessárias, mantendo o equilíbrio entre custo e tranquilidade para o proprietário.

Conjunto de dicas para proprietários de Bugre Buggy IV e V na hora de cotar seguros

Além dos pontos já mencionados, algumas práticas ajudam a otimizar a cotação e a cobertura de forma mais eficaz. Abaixo estão orientações que costumam fazer diferença na hora de negociar com seguradoras, especialmente para modelos de nicho e com baixa produção.

• Reúna documentação completa da linha do tempo do veículo: manuais, notas fiscais de manutenção, inspeções técnicas, registros de substituição de peças cruciais e eventuais modificações. Essa documentação aumenta a transparência durante a avaliação de risco e pode reduzir dúvidas que impactem o valor segurado.

• Esclareça a função de acessórios originais e itens adicionais: peças originais de fábrica costumam ter maior aceitação na apólice. Alerte-se sobre itens aftermarket que não aumentem o risco de sinistro ou que não estejam cobertos pela apólice para evitar surpresas.

• Avalie diferentes coberturas com foco em uso real: para um carro raro, pode-se priorizar coberturas de danos a terceiros, incêndio, roubo e letais de acessórios, além de considerar uma proteção de PPP (proteção para peças e componentes) quando cabível, para reposições ou consertos de componentes críticos.

• Compare termos e exclusões com atenção: cada seguradora tem particularidades de exclusões, carências e limites. A leitura atenta do certificado de seguro evita surpresas em caso de sinistro, especialmente em veículos com menor disponibilidade de peças específicas.

Para condições de cobertura adequadas a este veículo, faça uma cotação discreta com a GT Seguros.