Valor FIPE Atual
R$ 7.120,00
↑ 1,6% vs mês anterior
FIPE: 062001-7
Ano: 2004-1
MêsPreço
Mar/26R$ 7.120,00
Fev/26R$ 7.008,00
Jan/26R$ 7.024,00
Dez/25R$ 7.038,00
Nov/25R$ 7.049,00
Out/25R$ 7.066,00
Set/25R$ 7.089,00
Ago/25R$ 6.850,00
Jul/25R$ 6.619,00
Jun/25R$ 6.626,00
Mai/25R$ 6.640,00
Abr/25R$ 6.646,00

Como a Tabela FIPE molda o valor de referência do Bugre Buggy IV e V 2004 para seguros e negociações

O papel da Tabela FIPE na avaliação de veículos usados

A Tabela FIPE é uma referência amplamente utilizada no Brasil para estimar o valor de mercado de veículos usados. Ela serve como base para seguradoras, financeiras e até para negociações entre compradores e vendedores. A ideia central é oferecer um parâmetro padronizado que capture, de forma agregada, as variações de preço ao longo do tempo, levando em conta fatores como idade do veículo, tipo de carro, configuração mecânica, histórico de uso e demanda no mercado. Para quem contrata seguros, esse índice ajuda a calibrar o valor segurável do bem, o que, por consequência, pode influenciar o valor da indenização em caso de sinistro. Já para quem pretende entrar ou manter-se no mercado de usados, a FIPE oferece uma referência útil para entender se o preço pedido está alinhado com o que, no momento, o mercado realmente aceita. No entanto, é essencial frisar que a FIPE é um referencial e não uma garantia de venda; particularidades do veículo, histórico de manutenção, modificações ou condições especiais podem provocar desvios relevantes em relação aos valores indicados pela tabela.

Para entender a sua aplicação em veículos especiais, como o Bugre Buggy IV e V de 2004, vale considerar que nem todos os componentes ou particularidades de um buggy esportivo aparecem com a mesma intensidade nos algoritmos de precificação. Itens como a originalidade das peças, estado de conservação, intervenções de mecânica ou de estética, bem como o uso de peças de reposição diferentes do esperado pelo fabricante, podem criar gaps entre o valor de referência da FIPE e o preço efetivo de mercado. Seguradoras costumam exigir uma avaliação adicional quando há modificações ou quando o exemplar não segue a configuração original da fábrica. Por isso, é comum que profissionais de seguros alternem entre a consulta à FIPE e inspeções técnicas para chegar a uma avaliação mais fiel ao veículo específico.

Tabela FIPE Bugre Buggy IV e V 2004

Bugre Buggy IV e V 2004: contexto, diferencial de versões e relevância para seguro

O Bugre é uma marca brasileira que entrou na memória de muitos entusiastas por meio de modelos orientados ao uso recreativo e esportivo. Em especial, o Bugre Buggy IV e o Buggy V de 2004 representam uma linha que privilegia leveza, estilo marcante e a ideia de pilotagem ao ar livre. Essas versões, associadas ao ano de 2004, são lembradas por uma proposta de uso mais descontraída, mas sem abrir mão de um apelo de desempenho que atrai quem busca um veículo com personalidade própria — diferente de modelos de fábrica mais comuns em vias urbanas. Do ponto de vista da seguradora, o Buggy IV/V tende a apresentar particularidades diferentes de um sedã ou hatch típico: o peso não necessariamente é reduzido de forma uniforme, a construção costuma privilegiar estruturas leves, e o uso costuma ser mais voltado a lazer, com possibilidades de trânsito em vias públicas, rodovias ou até em terrenos não pavimentados, dependendo das adaptações realizadas pelo proprietário. Tudo isso impacta o cálculo de prêmios, de cobertura possível e de exigências de documentação.

Entre as questões que costumam surgir quando se avalia o Bugre Buggy IV e V de 2004 para seguro, destacam-se a originalidade de componentes, o estado geral de conservação, o histórico de modificações (se houve alterações no motor, suspensão, carroceria ou sistema elétrico) e a disponibilidade de peças de reposição compatíveis no mercado nacional. Em muitos casos, a FIPE já terá refletido, de forma geral, a desvalorização de mercadoria associada a veículos relacionados a nichos de mercado. No entanto, quando há itens personalizados, adaptações ou uso intenso, o ajuste fino do valor segurável passa pela avaliação técnica e pela documentação apresentada pelo segurado. A boa prática é manter registros detalhados de manutenção, notas de serviço, comprovantes de substituição de peças críticas e, se possível, fotografias atualizadas que demonstrem o estado atual do veículo. Assim, a seguradora consegue compreender melhor como o Buggy IV/V se comporta em termos de valor, risco e custo de reconstrução.

Ficha técnica resumida do Bugre Buggy IV e V (2004)

A título de referência educativa, apresentamos uma síntese da ficha técnica de forma que leitores de seguros e curiosos possam ter um quadro rápido. Vale lembrar que variações entre unidades podem existir, especialmente devido a personalizações ou a diferentes provedores de peças. Para fins de comparação com o que aparece na FIPE, procure sempre a documentação específica do seu exemplar.

  • Tipo de veículo: buggy esportivo de uso recreativo, com cabine para dois ocupantes.
  • Motorização e alimentação: motor a combustão movido a gasolina, com disponibilidade de injeção eletrônica em versões IV/V.
  • Transmissão e tração: câmbio manual com tração traseira (propulsão).
  • Dimensões e peso: medidas e peso variam conforme exemplar, com carroceria leve típica de buggy, projetado para agilidade e dinamismo na pilotagem.

Observação sobre a ficha técnica: o Bugre Buggy IV e V de 2004 pode ter variações em itens como suspensão, sistema elétrico e acabamento externo entre as unidades produzidas. Por isso, ao avaliar para seguro ou para venda, é recomendável consultar a ficha técnica específica do veículo, bem como o histórico de manutenções e reformas que possam ter impactado componentes mecânicos, de segurança ou de conformidade com as normas vigentes na época de fabricação. A presença de peças originais, a autenticidade do motor, bem como qualquer intervenção que tenha modificado a configuração original, ajudam a estruturar um quadro mais sólido para a seguradora e, consequentemente, para o proprietário que busca proteção adequada.

Variações entre as versões IV e V: impactos práticos para seguradoras e proprietários

Quando uma frota de Bugre Buggy IV e V circula no mercado de usados, as versões costumam apresentar diferenças que importam na hora de cotar seguro. Em termos práticos, as seguradoras observam questões como o nível de originalidade, as alterações mecânicas feitas no motor ou na transmissão, a qualidade de manutenção, bem como qualquer modificação na carroceria ou nos sistemas de segurança. Em muitos casos, a versão V pode trazer melhorias de acabamento, ajustes de suspensão ou sistema elétrico mais estável, que reduzem certos riscos de falha. No entanto, alterações não estéticas podem eleva-los se não forem devidamente documentadas. Em termos de gestão de risco, esses pontos influenciam o valor segurável, as coberturas disponíveis (por exemplo, proteção para acessórios, kit de equipamentos especiais ou itens de modificação) e as condições de indenização. Por isso, a prática recomendada é ter um dossiê completo com fotografias atuais, notas de serviço, e um laudo técnico que ateste o estado de conservação do veículo antes da contratação.

Considerações para seguradoras ao avaliar o Bugre Buggy IV/V 2004

Para melhorar a precisão da avaliação de risco e do prêmio, as seguradoras costumam priorizar alguns aspectos-chave ao lidar com Bugre Buggy IV/V de 2004. Abaixo, apresentamos quatro pontos que costumam pautar a análise, sem pretender esgotar o tema, mas oferecendo um guia claro para quem busca compreensão do processo:

  • Condição geral e histórico de manutenção: registros de revisões, trocas de componentes críticos e histórico de acidentes ajudam a entender o nível de risco do veículo.
  • Modificações e itens de proteção: alterações no motor, no sistema elétrico, na suspensão, além de acessórios de segurança (cintos, aros, proteções de carroceria) influenciam o custo de restauração e a confiabilidade.
  • Conformidade com a FIPE e valoração de mercado: a seguradora usa a FIPE como referência, mas ajusta com base no estado real do exemplar e nas particularidades da versão IV ou V.
  • Documentação e identificação: certidões, número de chassi, comprovantes de homologação ou autorização para uso em vias são cruciais para validar a cobertura.

É comum que, nesses casos, a seguradora recomende uma inspeção prévia ou uma avaliação técnica independente para confirmar o valor segurável e as condições de cobertura. Esse procedimento, embora possa parecer um passo adicional, reduz o risco de divergências entre o que a FIPE indica e o que realmente está sendo assegurado, proporcionando maior tranquilidade ao proprietário e à empresa de seguros. Além disso, a clareza sobre as modificações e o estado do veículo facilita a determinação de franquias, coberturas específicas (como incêndio, vandalismo, roubo e colisão) e limites de indenização, sempre alinhados com o perfil de uso típico de um buggy esportivo em estradas e vias abertas ao tráfego.

A marca Bugre: inspiração, filosofia e presença no mercado

A Bugre, como marca, carrega uma história de nicho dentro da indústria automotiva brasileira. Seu enfoque em veículos leves, compactos e com estética marcante atrai entusiastas de carros “abertos” e de identificação regional. A filosofia de design costuma privilegiar simplicidade, prazer de condução e compromisso com uma experiência de pilotagem direta, sem depender de grandes inovações tecnológicas ou de luxo extremo. Essa combinação de fatores faz com que proprietários e colecionadores vejam o Bugre como um objeto de paixão: manutenção especializada, cuidado com peças originais e participação em encontros de entusiastas ajudam a preservar o valor emocional do veículo. Do ponto de vista do seguro, esse apelo pode se traduzir em uma base de clientes que valoriza seu patrimônio com uma visão de uso recreativo, ao passo em que exige uma cobertura que proteja tanto o veículo quanto os acessórios específicos do modelo. A comunidade de proprietários frequentemente compartilha dicas de preservação, fontes de peças compatíveis e relatos de experiências de uso, contribuindo para uma cultura de cuidado e valorização do objeto automotivo.

Como interpretar a Tabela FIPE ao planejar a proteção do Bugre Buggy IV/V 2004

Para quem tem ou pretende adquirir um Bugre Buggy IV ou V de 2004, a leitura da Tabela FIPE deve ser parte de um conjunto de informações que orientam tanto a decisão de compra quanto o seguro. A FIPE oferece uma referência de mercado que ajuda a perceber se o preço pedido está dentro de uma faixa aceitável para o veículo com seu estado de conservação. Entretanto, o universo dos buggy esportivos, especialmente de versões específicas como IV e V, pode exigir ajustes. Fatores como o grau de originalidade, a presença de acessórios especiais, a condição de itens de segurança e o histórico de uso (lazer, passeio, participação em eventos) costumam exigir uma avaliação mais apurada. Em síntese, a FIPE funciona como norte, mas não como regra inflexível: o valor segurável pode variar conforme as particularidades do exemplar, o histórico de manutenção e o cenário de mercado no momento da contratação. Ao alinhar FIPE com inspeção técnica detalhada e documentação, proprietários ganham mais clareza para proteger seu Bugre com a cobertura adequada e um prêmio justo.

Já para quem trabalha com corretagem de seguros, compreender a natureza do Bugre Buggy IV/V e seus desdobramentos na FIPE significa oferecer aos clientes uma orientação embasada: explicar o que a tabela mensura, quais as limitações, quais são as coberturas mais pertinentes e como documentar melhor o veículo para reduzir riscos e surpresas durante o sinistro. Em um mercado de nicho, o conhecimento técnico do consultor de seguros marca a diferença entre uma proteção adequada e uma cobertura subestimada que não cobre o real valor de reconstrução ou de reposta ao evento de risco.

Conclusão e próximos passos

O Bugre Buggy IV e V, anos 2004, permanecem como exemplo de como veículos de nicho podem exigir uma leitura cuidadosa de valores, coberturas e documentação para seguros. A Tabela FIPE continua sendo uma referência valiosa para entender o valor de mercado, mas não substitui a avaliação específica do veículo, especialmente quando se trata de modelos com modificações, história de uso particular ou configurações que fogem ao padrão. Ao planejar a proteção do seu Bugre, combine a referência FIPE com uma avaliação técnica, anotações de manutenção e uma documentação organizada — isso facilita a comunicação com a seguradora e pode resultar em um acordo de seguro mais alinhado com a realidade do veículo. Se você busca segurança com um toque de exclusividade para o seu Bugre Buggy IV ou V de 2004, pense na proteção certa para o seu patrimônio automotivo e considere fazer uma cotação com a GT Seguros.”

Nesta etapa, você encontra na GT Seguros uma opção para comparar coberturas, entender as opções disponíveis para veículos especiais e obter orientação especializada para o seu Bugressino. Faça uma cotação com a GT Seguros e descubra a proteção que melhor acompanha o seu estilo de conduzir.