| Mês | Preço |
|---|---|
| Jan/26 | R$ 23.854,00 |
| Dez/25 | R$ 23.900,00 |
| Nov/25 | R$ 23.936,00 |
| Out/25 | R$ 23.994,00 |
| Set/25 | R$ 24.072,00 |
| Ago/25 | R$ 24.123,00 |
| Jul/25 | R$ 24.162,00 |
| Jun/25 | R$ 24.187,00 |
| Mai/25 | R$ 24.236,00 |
| Abr/25 | R$ 24.258,00 |
| Mar/25 | R$ 24.295,00 |
| Fev/25 | R$ 24.310,00 |
Guia completo para entender a Tabela FIPE aplicada a um Chevrolet 19000 com 3 eixos, 2 portas e diesel, ano 1986
A Tabela FIPE é uma referência amplamente utilizada no Brasil para estimar o valor de mercado de veículos usados. Quando se trata de veículos comerciais e utilitários pesados, como um Chevrolet com configuração de 3 eixos, 2 portas e motor a diesel, a compreensão do código FIPE ganha ainda mais relevância para a correta avaliação de seguros, depreciação e reposição em caso de sinistro. Este artigo explora, de forma educativa e informativa, o que o código 19000, a característica de 3 eixos, as portas, o combustível diesel e o ano de 1986 significam na prática, além de oferecer uma visão clara sobre como esses elementos impactam a escolha de coberturas e o cálculo de prêmios com foco na atuação de corretores de seguros.
Contexto da FIPE e sua importância para seguros e negociações de mercado
A Tabela FIPE (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas) funciona como referência de valores médios de veículos usados no Brasil. Ela é alimentada por dados de transações reais e atualizada mensalmente para refletir variações de demanda, disponibilidade de peças e condições de circulação. Nas seguradoras, esse conjunto de números serve como base para estimar o valor de reposição ou de indenização em caso de sinistros, além de influenciar a classificação de risco, as coberturas disponíveis e as faixas de prêmio. Em veículos utilitários com configuração especial, como o Chevrolet 19000 de 1986, a FIPE ajuda a padronizar a avaliação em cenários de frota ou de uso particular, trazendo maior previsibilidade para clientes e corretores.

É importante entender que a FIPE não representa apenas o preço de venda de um veículo entre particulares. Ela funciona como um valor médio de referência que, na prática, pode variar conforme o estado de conservação, a quilometragem, a documentação, a região de uso e o histórico de manutenção. Em veículos com baixa circulação, como modelos de 1986, pequenas variações no estado técnico ou na disponibilidade de peças podem ter impacto relevante na indicação de cobertura, no valor segurável e, consequentemente, no custo do seguro. Por isso, a familiaridade com o código FIPE e com as categorias associadas ajuda o corretor a orientar o cliente de forma mais eficiente e transparente.
Desentraçando a designação: o que significam 19000, 3-eixos, 2p e diesel
Quando olhamos para uma combinação de termos como 19000, 3-eixos, 2p e diesel, estamos lendo uma referência de classificação que resume aspectos estruturais, de uso e de combustível do veículo. A seguir, desmembramos cada elemento para facilitar a compreensão prática na apólice de seguro e na cotação.
- 19000: código da classificação FIPE correspondente ao modelo específico dentro da base de dados. Esse número não é apenas uma etiqueta, mas sim uma referência consolidada que permite comparabilidade entre seguradoras e entre veículos semelhantes na hora de definir o valor de reposição.
- 3-eixos: indica que o veículo possui três eixos, o que geralmente caracteriza utilitários de carga maior, como caminhões leves ou chassis com carroceria preparada para transportar mercadorias. A presença de mais eixos está associada a maior capacidade de carga, maior peso bruto total e, em muitos casos, maior complexidade de manutenção e devida atenção a normas de trânsito.
- 2p (duas portas): configuração da carroceria. Em veículos utilitários, esse formato costuma privilegiar acesso rápido e robustez, favorecendo operações de entrega, transporte de materiais e atividades de obra. A presença de apenas duas portas pode impactar a praticidade de uso em certas situações de carga e descarga.
- Diesel: tipo de combustível. Veículos com motor a diesel costumam oferecer maior torque em baixa rotação, vantagem em tarefas de tração e transporte de carga, mas podem exigir manutenção diferenciada, consumos específicos e considerações sobre emissões. O diesel também influencia a forma como a seguradora avalia o risco de falhas mecânicas e o custo de peças de reposição.
Essa combinação de características ajuda o corretor a posicionar o veículo no portfólio de seguros mais adequado, considerando o uso previsto, a exposição ao risco e o valor de reposição. Para um Chevrolet 19000 de 1986, é comum que a análise leve em conta a idade do veículo, a disponibilidade de peças originais, o estado de conservação da carroceria e do motor, além do histórico de sinistros e de manutenção preventiva.
Ficha técnica resumida do veículo (referência histórica)
- Marca: Chevrolet
- Modelo/Versão: 19000 com 3 eixos, 2 portas, diesel
- Ano de fabricação: 1986
- Combustível e transmissão: diesel, transmissão manual
Observação importante: a ficha técnica apresentada é uma síntese voltada para referência histórica e para facilitar a compreensão do leitor sobre a relação entre FIPE, seguro e custo de propriedade. Em uma cotação real, o corretor poderá solicitar documentações que comprovem o estado de conservação, a quilometragem atual, as alterações de ficha técnica (se houver) e o registro de manutenção para ajustar com precisão o valor segurável e as coberturas disponíveis.
Por que esse conjunto de características afeta o seguro e a escolha de coberturas
A combinação de idade (1986), número de eixos (3), configuração de portas (2) e combustível (diesel) tem impacto direto em fatores técnicos e operacionais que influenciam a cotação do seguro. Entre os pontos relevantes estão:
- Risco técnico e de manutenção: veículos mais antigos exigem maior vigilância quanto a componentes críticos (motor, transmissão, sistema de freios) e podem ter disponibilidade de peças limitadas. Isso costuma impactar a percepção de risco da seguradora e, por consequência, o prêmio.
- Perfil de uso: utilitários com três eixos costumam trabalhar em jornadas de carga/descarga, possibilitando maior exposição a danos por colisões, sinistros de carga ou danos na carroceria. O uso frequente em obras, zonas de construção ou transporte de materiais aumenta a necessidade de coberturas de responsabilidade civil, colisão e proteção de carga.
- Valor segurável e substituição: a FIPE fornece o valor de referência para indenização em caso de perda parcial ou total e pode influenciar o teto de cobertura para reposição ou reposição parcial de peças originais, além de indicar limites de indenização adequados à idade do veículo.
- Custos de manutenção e peças: motores diesel, por vezes, exigem peças específicas e mão de obra especializada. A disponibilidade de peças originais pode impactar o custo total de propriedade e as opções de assistência.
Para corretores, entender esses aspectos ajuda a recomendar coberturas proporcionais ao risco, como cobertura contra roubo e furto, colisão, incêndio, danos a terceiros, proteção de carga, assistência 24h e eventuais coberturas adicionais para peças e componentes críticos. Em carros antigos, também é comum discutir opções de franquia, possibilidade de pagamento de parte do prêmio anual com 12 meses, além de esclarecer como o valor FIPE influencia a indenização em diferentes cenários.
Como a Tabela FIPE orienta a atuação do corretor na prática
Ao trabalhar com veículos como o Chevrolet 19000, o corretor utiliza a FIPE para estruturar a cotação de seguro com maior precisão. O processo envolve:
- Verificar o código FIPE correspondente ao veículo (19000) para confirmar o conjunto de características associadas.
- Confirmar a idade do veículo (neste caso, ano 1986) e a provável depreciação com o tempo, ajustando o valor segurável de forma adequada.
- Avaliar o uso pretendido do veículo (tráfego urbano, transporte de carga, obras) para selecionar coberturas que protegem de forma mais eficiente a atividade do cliente.
- Comparar diferentes pacotes de coberturas com base no valor segurável, nas franquias desejadas e nas condições de manutenção, garantindo custo-benefício sem abrir mão de proteção essencial.
O resultado é uma proposta de seguro mais alinhada aos riscos reais envolvidos na operação do veículo. Para clientes que possuem uma frota ou uso intenso, a margem de ajuste é maior, e a FIPE se mostra como uma referência indispensável para evitar subseguro (valor insuficiente para reposição) ou superseguro (valor acima da necessidade real). A prática de corretores qualificados envolve conversar com o cliente sobre o histórico de sinistros, o estado atual do veículo e as expectativas de uso, sempre conectando esses dados à informação de valor FIPE correspondente ao código 19000.
Dicas práticas para quem busca cotação com a GT Seguros
Se o objetivo é comparar opções de cobertura e obter uma cotação justa para o Chevrolet 19000 com 3 eixos, 2 portas e diesel de 1986, algumas orientações simples ajudam a facilitar o processo. Abaixo, apresento sugestões objetivas para melhorar a qualidade da cotação e a clareza das escolhas.
- Tenha à mão o código FIPE exato (19000) e o ano de referência (1986) para facilitar a localização do valor segurável correspondente.
- Informe o uso principal do veículo, incluindo a natureza da carga, a regularidade de deslocamentos e as zonas geográficas de atuação, para que a seguradora ajuste o nível de proteção de forma proporcional ao risco.
- Descreva o estado do veículo: conservação da carroceria, motor, suspensão e freios, assim como alterações ou adaptações na carroceria que possam impactar o perfil de risco.
- Solicite uma simulação que inclua opções de franquia, coberturas adicionais (proteção de carga, rastreamento/telemetria, assistência 24h) e diferentes limites de indenização para encontrar o equilíbrio ideal entre proteção e custo.
Ao considerar esses pontos, o cliente obtém uma visão mais clara de como o valor FIPE influencia o seguro, quais coberturas são mais relevantes para o uso específico e como negociações com corretores qualificados podem resultar em condições mais favoráveis, sem abrir mão da proteção essencial para um veículo de 1986 que opera em funções utilitárias com três eixos.
Considerações finais sobre o seguro do Chevrolet 19000 e a FIPE
A leitura da Tabela FIPE, associada às características de um veículo clássico ou de uso utilitário com configuração específica, permite ao corretor orientar o segurado de modo mais técnico e adequado. Ao discutir o caso do Chevrolet 19000 com 3 eixos, 2 portas e diesel, é essencial abordar não apenas o valor de reposição, mas também a disponibilidade de peças, a robustez do motor diesel, a confiabilidade do conjunto de transmissão e a capacidade de carga, elementos que impactam diretamente na perfis de risco aceitos pela seguradora. A FIPE funciona como bússola: ela aponta uma referência de valor que ajuda a calibrar o prêmio, o valor segurável e as coberturas necessárias, sem restringir a flexibilidade para ajustes conforme a realidade operacional do veículo e do segurado.
Para quem busca uma avaliação completa e uma cotação bem ajustada às necessidades, a GT Seguros oferece suporte com foco em veículos utilitários antigos e em operações de frota leve, combinando o conhecimento técnico com uma visão prática do mercado de seguros. Para uma cotação personalizada, com avaliação cuidadosa do código FIPE e das condições do veículo, pense na GT Seguros.
