| Mês | Preço |
|---|---|
| Fev/26 | R$ 30.262,00 |
| Jan/26 | R$ 30.051,00 |
| Dez/25 | R$ 29.754,00 |
| Nov/25 | R$ 30.362,00 |
| Out/25 | R$ 30.436,00 |
| Set/25 | R$ 30.535,00 |
| Ago/25 | R$ 30.600,00 |
| Jul/25 | R$ 30.650,00 |
| Jun/25 | R$ 30.369,00 |
| Mai/25 | R$ 30.430,00 |
| Abr/25 | R$ 31.052,00 |
| Mar/25 | R$ 30.924,00 |
Entenda o valor de referência da Chevrolet D-40 2p a diesel de 1991 na prática de seguros e cotação
Contexto da Tabela FIPE e como ela impacta o seguro de um veículo clássico
A Tabela FIPE (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas) funciona como uma referência nacional para o valor de mercado de veículos usados, por modelo, versão, ano e estado. Ela é amplamente utilizada por seguradoras para embasar o valor segurado, o cálculo de prêmios e a definição das coberturas. Quando se trata de veículos antigos, como a Chevrolet D-40 2p (diesel) de 1991, a FIPE pode servir como base para estimar o valor de reconstrução ou de reposição em determinadas localidades, sempre considerando as particularidades do veículo, o histórico de conservação, a originalidade de itens e eventuais modificações. Entender esse mecanismo ajuda o proprietário a alinhar o valor segurado com a realidade de mercado, evitando surpresas no momento de uma indenização ou de uma avaliação pela própria seguradora.
Para quem atua no setor de seguros, explicar como a FIPE reflete a “pilha de ativos” de um veículo antigo facilita a comunicação com o cliente. A curva de depreciação não é linear com o tempo: alguns exemplares bem conservados ou com raridade de configuração (em função da versão 2p diesel) podem ter valores de mercado diferentes do que o simples ano de fabricação sugeriria. Por isso, é comum que as seguradoras utilizem a FIPE como referência, mas façam ajustes com base em laudos técnicos, histórico de uso, quilometragem, condições do motor e estado da carroceria.

Ficha técnica da Chevrolet D-40 2p Diesel 1991 (visão genérica e baseada em dados de época)
A Chevrolet D-40 2p, na configuração de cabine simples com duas portas, foi um modelo utilitário da década de 1990 que atendeu a pequenas empresas, fazendas e uso urbano moderado. Abaixo, apresentamos uma síntese técnica que costuma constar em registros históricos e catálogos da época. Valores reais variavam conforme o veículo, oEdition, o estado de conservação e acessórios originais ou adicionados pelo proprietário. Consulte sempre a documentação do exemplar específico para confirmar os números exatos.
- Motor: diesel, quatro cilindros em linha, bloco simples, alimentação direta; configuração típica de 2.0 a 2.5 litros, com potência prática na faixa de desempenho modesto para trabalho leve a moderado.
- Transmissão: manual, geralmente com 4 a 5 velocidades, operação simples e robusta para uso diário em terrenos urbanos ou rurais; embreagem proporcional ao peso do veículo.
- Tração: principalmente 4×2 na maioria das versões de fábrica; algumas variantes de maior acabamento ou kits regionais puderam oferecer opções com tração 4×4 para uso em manejo de solo ou serviço pesado.
- Dimensões e capacidade: cabine simples com dois lugares (2p), comprimento aproximado entre 4,5 m e 4,7 m, largura próxima de 1,6 a 1,8 m, altura em torno de 1,6 a 1,9 m; entre-eixos e peso próprio variando conforme a configuração; capacidade de carga útil estimada em faixas entre 700 kg e 1.000 kg; capacidade de tanque de combustível na casa dos 60 litros.
Importante destacar que esses dados refletem um conjunto típico de especificações de época para a versão 2p a diesel de 1991. Peças como motor, transmissão e eixos podiam apresentar variações de acordo com o veículo específico, o país de exportação, adaptações locais e histórico de uso. Por isso, ao considerar a aplicação da FIPE à sua compra ou à avaliação de seguro, vale confirmar as especificações do exemplar identificado no documento do veículo (CRLV, manual e nota fiscal) para uma correspondência mais fiel entre o valor de referência e o estado real do automóvel.
Sobre a marca Chevrolet e seu papel no mercado de utilitários leves
A Chevrolet, marca com mais de um século de atuação global, possui uma presença expressiva no segmento de utilitários leves no Brasil. A história da marca no país remonta aos primeiros anos de fabricação de automóveis, quando as picapes começaram a ocupar espaços cruciais para empresas, ruralistas e trabalhadores autônomos. No contexto brasileiro, a linha de pickups da Chevrolet consolidou-se como opção de custo de aquisição competitivo, facilidade de manutenção e rede de assistência técnica abrangente, fatores que contribuíram para a popularização de modelos como a D-40 e seus contemporâneos na década de 1990.
O legado da Chevrolet em termos de confiabilidade não se resume apenas ao valor de compra; ele se sustenta na disponibilidade de peças de reposição, padronização de componentes com outras linhas GM e na experiência de manutenção com mecânicos treinados para veículos com motor diesel daquela época. Essa combinação de rede de suporte e performance prática reforça a percepção de que, para quem busca um veículo de utilidade com foco em custo-benefício e durabilidade, a D-40 diesel (na configuração 2p) pode ser avaliada com cuidado no quesito segurança, seguro e assistência técnica.
Mais do que um simples meio de transporte, essas picapes representaram uma solução de uso diário para frotistas e pequenos empreendedores. A identidade da Chevrolet nesse segmento também ajudou a estabelecer padrões de reparabilidade, disponibilidade de peças originais e pós-venda, aspectos que ganham relevância direta na hora de contratar um seguro. Em especial, veículos mais antigos costumam exigir um olhar técnico mais apurado para a cobertura, manutenção adequada e planejamento de custos com peças substitutas na eventualidade de sinistros.
Como a FIPE embasa o seguro: aspectos práticos para o proprietário da D-40 2p diesel 1991
A definição do valor segurado não depende apenas de uma etiqueta fixa. A FIPE funciona como referência, mas o seguro considera também o estado do veículo, o histórico de uso, a qualidade de manutenção e o perfil do condutor. Em termos práticos, isso se traduz em alguns impactos importantes no dia a dia da contratação:
- Prêmio: o valor segurado influencia diretamente o custo do prêmio. Um veículo com desvalorização moderada pelo tempo, conservado com manutenção regular e sem modificações que elevem seu valor pode apresentar prêmio mais estável dentro de faixas previsíveis pela seguradora.
- Coberturas: para carros antigos, muitas apólices oferecem coberturas específicas que contemplam peças originais, valores de reparo e eventuais reparos com foco na restauração, além de coberturas de terceiros, incêndio e roubo com cláusulas diferenciadas.
- Validação de sinistro: em casos de dano, a FIPE ajuda a estabelecer o valor de referência para indenização, mas a seguradora pode exigir avaliação técnica, especialmente quando há restauração ou peças não originais envolvidas.
- Plano de proteção: com foco em negócios que dependem do veículo, pode haver opções de franquias ajustáveis, extensão de garantia de peças e serviços de assistência veicular, tudo calibrado para veículos de uso comercial leve.
Cuidados com manutenção e fatores que impactam o seguro da D-40 2p diesel
Para obter uma proteção adequada, vale ter em mente alguns aspectos práticos que costumam influenciar o valor de referência e o custo do seguro ao longo do tempo. Primeiro, a regularidade na manutenção é crucial: trocas de óleo, filtros, correias, suspensão e freios devem ser registradas. Em segundo lugar, a originalidade de peças — ou a sua substituição por componentes equivalentes originais — pode impactar o valor segurado, especialmente se o veículo possuir itens históricos ou de carroceria que se destacam pela raridade. Terceiro, o histórico de sinistros, o estado da pintura e a condição da caçamba ou da cabine podem ser fatores que a FIPE, e por consequência a seguradora, consideram ao ajustar o prêmio. Por fim, a documentação do veículo, incluindo registro de manutenção e notas fiscais, facilita a comprovação de estado ao emitir a apólice.
Considerações finais sobre o valor de tabela e o seguro para a D-40 2p diesel 1991
Ao navegar por carros antigos como a Chevrolet D-40, usar a FIPE como referência de valor pode ser uma ferramenta poderosa para alinhar expectativas entre comprador, vendedor e seguradora. Lembre-se de que o mercado regional pode apresentar variações significativas: cidades com maior densidade de uso de veículos utilitários, ou áreas com maior disponibilidade de peças de reposição, tendem a manter valores diferentes da média nacional. A boa prática é consultar a ficha técnica do exemplar específico, revisar o histórico de manutenções e, se possível, obter uma avaliação técnica independente para entender se o veículo está apto a receber determinado valor segurado dentro da cobertura desejada. Assim, o processo de contratação de seguro fica mais assertivo, reduzindo chances de gaps entre a indenização e o valor de reposição real.
Para facilitar o próximo passo, avalie o conjunto de coberturas que melhor atendem à sua necessidade — proteção contra roubo, colisão, incêndio e danos a terceiros — e certifique-se de que a cotação reflita o uso do veículo para o negócio. Ao considerar o seguro da D-40, pense em termos de custo-benefício, disponibilidade de peças e eventual suporte técnico para este modelo específico da Chevrolet.
Se você está buscando tranquilidade e uma avaliação profissional para o seu veículo, faça uma cotação com a GT Seguros e compare opções que se adequem ao perfil do seu Chevrolet D-40 2p diesel 1991. Uma decisão bem informada pode significar menos surpresas no futuro e mais tranquilidade para conduzir seus dias de trabalho com confiança.
