Valor FIPE Atual
R$ 363.719,00
↑ 1,6% vs mês anterior
FIPE: 010027-7
Ano: 2009-1
MêsPreço
Jan/26R$ 363.719,00
Dez/25R$ 357.878,00
Nov/25R$ 352.061,00
Out/25R$ 346.495,00
Set/25R$ 341.152,00
Ago/25R$ 335.707,00
Jul/25R$ 330.268,00
Jun/25R$ 324.820,00
Mai/25R$ 319.620,00
Abr/25R$ 314.331,00
Mar/25R$ 309.222,00
Fev/25R$ 304.061,00

Chrysler 300 C SRT8 (2009) — ficha técnica, referência da FIPE e implicações para seguros

Contexto da marca e do modelo

A Chrysler é uma das tradicionais marcas automobilísticas americanas, conhecida por combinar conforto com desempenho em formatos que privilegiam presença e roteiro de estrada. No Brasil, a popularização da Tabela FIPE tornou-se um referencial para entender o valor de mercado de veículos usados, incluindo modelos importados com baixa circulação, como o Chrysler 300 C SRT8. A versão SRT8, disponível na linha 300 C, representa a aposta da marca em desempenho sem abrir mão do espaço e do refinamento característicos da série. A sigla SRT — Street and Racing Technology — simboliza o compromisso da Chrysler com a engenharia de alta performance, buscando equilibrar desempenho, freios, suspensão e controle eletrônico de forma integrada. Em 2009, o 300 C SRT8 trazia o motor 6.1 V8, transmissão automática e uma configuração voltada para quem busca aceleração rápida aliada a conforto para uso diário. Esse espírito de performance, aliado a uma carroceria de proporções generosas, faz do modelo um caso de estudo interessante para quem observa a relação entre valor de mercado, seguro e manutenção de sedãs esportivos de grande porte.

Ficha técnica resumida

Abaixo, itens-chave que costumam orientar avaliações técnicas e requisitos de seguradoras, sem entrar em temas de preço. A ideia é oferecer uma visão clara sobre o conjunto mecânico, desempenho e infraestrutura do veículo:

Tabela FIPE Chrysler 300 C SRT8 6.1 V8 16V 431cv Aut 2009
  • Motor: V8 6.1 L Hemi, 16 válvulas, refrigerado a água; potência de até 431 cv (valor SAE), torque próximo de 569 Nm, disponível em regime de alta rotação para maior resposta em alta velocidade.
  • Transmissão e tração: automática de 5 velocidades, tração traseira (RWD), com modo de condução esportivo para melhor resposta em curvas e aceleração.
  • Dimensões, peso e capacidade: carro de proporções grandes, com comprimento ao redor de 4,95 m, largura próxima de 1,88 m e altura aproximada de 1,45 m; peso de ordem de marcha próximo de 1.900 kg; tanque de combustível com capacidade de aproximadamente 70 litros.
  • Rodas e freios: rodas de 20 polegadas com pneus de perfil baixo; freios a disco ventilados nas quatro rodas, com sistema de ABS e auxílio de estabilidade para condução em altas velocidades; suspensão calibrada para equilíbrio entre conforto e desempenho.

A Tabela FIPE e o seguro de veículos

A Tabela FIPE funciona como referência de valor de mercado de veículos usados no Brasil, calculada com base em dados de transações reais, pesquisas de mercado e frequência de venda. Para seguradoras, o valor de referência da FIPE ajuda a calibrar a indenização em caso de sinistro e influencia a estimativa de prêmio, bem como a definição de coberturas e franquias. No caso de um Chrysler 300 C SRT8 6.1, a FIPE tende a refletir a condição de um veículo de alto desempenho com alto valor de reposição, ainda que a disponibilidade no mercado brasileiro seja moderada. Também é comum observar variações regionais, entre estados e cidades, que levam em conta a procura local, o estado de conservação e a quilometragem informada pelo proprietário. Por isso, para proprietários e empresas de seguro, entender a curva da FIPE ao longo de diferentes anos-modelo ajuda a orientar decisões sobre aquisição, comércio e proteção veicular.

Impacto da FIPE no cenário de seguros

Modelos esportivos de alto desempenho costumam apresentar perfis de risco diferenciados para as seguradoras. O Chrysler 300 C SRT8, por ser um sedã de grande porte com motor potente, pode exigir análise cuidadosa de alguns fatores que afetam o prêmio de seguro. Entre eles estão o histórico do motorista, a idade e a experiência de condução, o uso do veículo (diário, lazer, deslocamento urbano ou viagens longas), a localização geográfica onde o carro circula com maior frequência e, principalmente, a presença ou não de modificações que impactem a performance original. Além disso, itens de segurança instalados pelo fabricante ou pelo proprietário — alarmes, tracker, imobilizador e dispositivos de proteção — podem influenciar positivamente a percepção de risco pela seguradora. A FIPE ajuda a estabelecer um valor-base, mas o prêmio final depende do conjunto de fatores mencionados, do perfil do condutor e das coberturas escolhidas. Em veículos de alto desempenho como o 300 C SRT8, é comum que a cobertura completa, com proteção contra colisões, incêndio, roubo/furto e danos a terceiros, seja avaliada com cuidado, especialmente se houver histórico de sinistros ou se houver alterações não homologadas no veículo.

Considerações ao seguro: fatores-chave para este modelo

Ao planejar a proteção para um Chrysler 300 C SRT8 6.1 de 2009, vale considerar alguns pontos práticos que costumam aparecer nas cotações de seguradoras. Primeiro, o perfil do motorista: idade, tempo de habilitação e histórico de sinsitros influenciam diretamente o custo do prêmio. Em segundo lugar, o uso do carro: deslocamento diário em tráfego urbano pode demandar coberturas diferentes de uso apenas para lazer ou viagens ocasionais. Terceiro, o estado de conservação e a existência de peças originais versus substituições por itens de alto desempenho podem afetar o valor segurado. Quarto, medidas de segurança instaladas — alarmes, rastreadores ou dispositivos de imobilização — geralmente reduzem o risco percebido. Por fim, é essencial declarar corretamente qualquer modificação que aumente a potência, a performance ou a capacidade do conjunto mecânico, para que a apólice reflita fielmente o veículo segurado. Ao equilibrar FIPE (valor de referência) com esses fatores, a proteção pode ficar alinhada à realidade do veículo e às necessidades do proprietário.

Para quem acompanha o mercado de seguros, entender a dinâmica entre a FIPE e as particularidades do Chrysler 300 C SRT8 ajuda a planejar melhor a cobertura e a evitar surpresas na hora de acionar a proteção. É comum observar que veículos com desempenho elevado exigem revisões periódicas de coberturas, para acompanhar a depreciação real, alterações de uso e alterações de manutenção. Assim, a escolha de coberturas, franquias e assistências deve considerar não apenas o valor de mercado, mas também o custo de eventual reparo ou reconstrução, a disponibilidade de peças originais e a rede de atendimento escolhida pela seguradora.

Encerramento com reflexão sobre a decisão de seguro

O universo da FIPE envolve números-mundo, que guiam negociações entre compradores, vendedores e seguradoras. No caso do Chrysler 300 C SRT8 6.1, a combinação entre motor potente, tamanho considerável e perfil de uso pode exigir uma análise cuidadosa para compor a apólice ideal — com coberturas adequadas, limites proporcionais à idade e ao uso do veículo, além de proteção para terceiros. A presença de itens originais e o histórico de manutenção também costumam ser fatores que transmitem segurança às seguradoras. Em resumo, entender a relação entre o valor de referência da FIPE, o estado do exemplar e o uso pretendido facilita a obtenção de uma solução de seguro que combine serenidade com a performance esperada do modelo.

Se quiser avaliar como isso tudo se traduz em condições de seguro para o seu Chrysler 300 C SRT8, considere fazer uma cotação com a GT Seguros. Avaliação objetiva, sem compromisso, pode esclarecer caminhos para proteger esse clássico moderno com eficiência e tranquilidade.