| Mês | Preço |
|---|---|
| Jan/26 | R$ 8.953,00 |
| Dez/25 | R$ 8.971,00 |
| Nov/25 | R$ 8.985,00 |
| Out/25 | R$ 9.007,00 |
| Set/25 | R$ 9.036,00 |
| Ago/25 | R$ 9.056,00 |
| Jul/25 | R$ 9.071,00 |
| Jun/25 | R$ 9.081,00 |
| Mai/25 | R$ 9.100,00 |
| Abr/25 | R$ 9.109,00 |
| Mar/25 | R$ 9.123,00 |
| Fev/25 | R$ 9.129,00 |
Análise detalhada da Tabela FIPE para o Chrysler Cirrus LXi 2.5 V6 24V 1995
A Tabela FIPE é uma referência amplamente utilizada no Brasil para indicar o valor de mercado médio de veículos usados. Ela serve como base para negociações entre compradores e vendedores, bem como como referência para seguradoras, financeiras e avaliadores. Quando o tema é o Chrysler Cirrus LXi 2.5 V6 24V de 1995, entender como a FIPE classifica esse modelo ajuda proprietários e corretores a interpretar as variações de mercado, a planejar coberturas de seguro com mais precisão e a evitar surpresas ao acionar uma indenização ou avaliar uma indenização parcial. Este artigo explora a leitura da Tabela FIPE para esse exemplar específico, mergulha na ficha técnica do carro, discute a importância da marca Chrysler no cenário brasileiro e oferece uma visão prática de como essa referência impacta a cotação de seguros. Ao longo do texto, a ideia é construir conhecimento educativo sobre o funcionamento da FIPE e sobre as particularidades desse carro de 1995, sempre com foco no uso profissional por corretores de seguros e interessados em veículos clássicos ou de colecionador moderado. Vale destacar que os dados de preço aparecem no topo do post de forma automática, conforme o sistema da GT Seguros, portanto o conteúdo aqui se concentra em aspectos técnicos, históricos e operacionais para apoiar a compreensão do tema.
Ficha Técnica do Chrysler Cirrus LXi 2.5 V6 24V (1995)
- Motor: V6 2.5 L com 24V, configuração de alimentação multiponto, projetado para oferecer equilíbrio entre conforto e desempenho em sedã de porte médio.
- Desempenho: potência aproximada na faixa de 165 cv, torque próximo de 22 kgf.m, resoluções voltadas para uso urbano com boa resposta em estrada.
- Transmissão e tração: automática de 4 velocidades, tração dianteira, visando suavidade de pilotagem, consumo moderado e confiabilidade para a época.
- Dimensões, peso e capacidade: comprimento próximo de 4,7 m, largura em torno de 1,7 m, altura que favorece o espaço interno; peso em torno de 1,4 t; tanque de combustível com capacidade de aproximadamente 60 L.
Como interpretar a FIPE para o Cirrus LXi 2.5 V6 24V de 1995
A leitura da Tabela FIPE para o Cirrus LXi envolve entender que o valor apresentado representa uma média das transações de mercado observadas para o modelo, ano e faixa de combustível do período correspondente. Em modelos da década de 1990, a variação de preço na FIPE é impactada por fatores como estado de conservação, quilometragem, disponibilidade de peças de reposição, histórico de manutenção e se o veículo recebeu upgrades mecânicos ou visuais. Para corretores de seguros, esse valor ajuda a calibrar o valor segurado—que, em muitas apólices, não é apenas o preço de aquisição, mas uma referência de indenização em caso de perda total ou de danos relevantes. Quando a FIPE aponta flutuações, isso pode refletir tanto o impacto da escassez de peças originais quanto a percepção de utilidade do modelo no mercado de usados contemporâneo. Em síntese, compreender a FIPE para esse Cirrus específico envolve observar a posição do veículo no espectro de idade, condição geral e histórico de propriedade, sempre cruzando com informações técnicas disponíveis e relatos de especialistas em manutenção automotiva antiga.

A evolução da Chrysler e o contexto brasileiro do Cirrus
A Chrysler é uma marca americana com uma história marcada por inovações no design e na engenharia automotiva. Nos anos 1990, o portfólio global da Chrysler incluía sedãs amplos e confortáveis com foco em luxo acessível, desempenho suave e acabamentos interior bem trabalhados. No Brasil, a presença da marca teve fases de maior e menor intensidade, com importação e distribuição coordenadas por redes autorizadas que trouxeram ao público nacional modelos como o Cirrus, o Stratus e o Breeze. O Cirrus LXi 2.5 V6 24V de 1995 representa uma época em que o sedã de luxo acessível buscava atrair clientes que valorizavam conforto, espaço interno generoso eissionalilidade no rodar de longas viagens. A reconversão de peças e a disponibilidade de serviços autorizados variaram conforme o ciclo econômico, as mudanças nas políticas de importação e a estrutura de assistência técnica da época. Em termos de reputação, o Cirrus ficou associado a um conjunto de características desejadas por quem priorizava cabinagem silenciosa, bancos confortáveis e motorização que respondia bem ao ritmo de rodagem diário, sem abrir mão de um desempenho suficiente para trajetos rodoviários. Importante destacar que, apesar de a linha ter ficado menos presente no mercado atual, o Cirrus mantém valor histórico para entusiastas e para quem busca compreender a evolução dos sedãs médios da década de 1990 no Brasil.
Mercado de usados e leitura prática da FIPE para o Cirrus LXi 1995
O Cirrus LXi 2.5 V6 24V de 1995 ocupa uma posição particular no mercado de usados. Hoje, modelos dessa geração tendem a aparecer com menor frequência nas mesas de negociação, o que pode levar a uma maior volatilidade de preço na FIPE em relação a carros mais comuns da mesma época. A documentação disponível, o estado de conservação, o histórico de manutenção e a disponibilidade de peças originais pesam mais que em veículos de anos recentes. Em muitos casos, proprietários que preservaram o conjunto mecânico e a estética interna do veículo conseguem manter um nível de valorização estável, especialmente se o exemplar recebeu revisões preventivas em itens-chave como sistema de arrefecimento, sistema de alimentação de combustível e sistema de freios. Abaixo, apresento pontos práticos para entender como isso se reflete na prática de seguros e na leitura da tabela FIPE para esse modelo específico:
1) Estado do motor e manutenção. Um motor V6 2.5 L com 24V exige revisões periódicas, com atenção a vazamentos, consumo irregular de combustível e ruídos incomuns. A manutenção preventiva, com histórico confiável, tende a influenciar positivamente a avaliação FIPE e, por consequência, a base de cálculo de seguros.
2) Peças de reposição e disponibilidade. Modelos mais velhos podem ter peças menos disponíveis no mercado, o que impacta tanto o custo de reparo quanto a atratividade de seguradoras para propostas com valores de cobertura mais amplos. Em alguns casos, a substituição por peças usadas ou recondicionadas pode ser uma opção, desde que haja documentação adequada.
3) Condições estéticas e de interior. O Cirrus LXi se destacou pelo interior amplo e confortável. Danos na cabine, danos na tapeçaria e desgaste de itens como painel, frisos e estofados podem influenciar a percepção de valor pelo comprador e pelo segurador, afetando, consequentemente, a verificação da FIPE.
4) Histórico de propriedade. Um histórico limpo, sem acidentes graves, com registros de manutenção compatíveis com a idade do veículo, costuma favorecer uma posição mais estável na FIPE e, por consequência, em propostas de seguro mais equilibradas.
5) Consumo e uso. Embora o Cirrus seja de uma geração que preconiza conforto, um uso intensivo em estradas com consumo acima da média pode alterar a remuneração estimada pela seguradora em caso de sinistro ou de indenização parcial, especialmente se o veículo estiver gastando mais que o esperado devido a desgaste ou problemas mecânicos não resolvidos.
Ao trabalhar com a FIPE para um Cirrus de 1995, é essencial cruzar o valor médio apresentado pela tabela com a condição real do veículo e com o histórico documentado. Corretores de seguros costumam usar essa leitura para calibrar o valor segurado, a franquia aplicável em caso de sinistro e as coberturas recomendadas — sempre com o objetivo de oferecer proteção proporcional ao risco observado. A abordagem equilibrada envolve considerar as características técnicas, o estado de conservação e o histórico de manutenção, de modo a refletir de forma justa o valor de mercado atual e evitar subsegura ou supersegura do bem.
Para quem está pesquisando uma seguradora que entenda as especificidades de modelos antigos, há valor em consultar fontes especializadas e manter atualizados os registros de estoque de peças, bem como manter a manutenção em dia. Com a evolução das políticas de seguro e a diversidade de propostas no mercado, ajustar a cobertura de acordo com o perfil do veículo pode fazer toda a diferença em termos de custo-benefício ao longo do tempo. A FIPE, nesse contexto, funciona como uma bússola — não como o mapa definitivo, mas um norte confiável que orienta decisões importantes para quem possui ou negocia com o Cirrus LXi 1995.
Se o objetivo é avaliar com cuidado o seguro desse modelo, é fundamental entender que a Tabela FIPE oferece uma referência, enquanto a condição do exemplar, a gestão de riscos e as coberturas escolhidas definem o custo final da proteção. É por isso que corretores com domínio sobre veículos da década de 1990 e particularidades da Chrysler, como o Cirrus, costumam combinar conhecimento técnico com dados de mercado para propor soluções alinhadas com a realidade de cada veículo e do proprietário.
Ao considerar o Cirrus LXi 2.5 V6 24V de 1995, vale incorporar uma visão histórica e prática: o modelo carrega a tradição de um sedã confortável da época, com foco em espaço interior e refinamento de viajabilidade, ao mesmo tempo em que se insere em um universo de veículos usados que exigem planejamento prévio, especialmente no que diz respeito à manutenção, às peças e à verificação de seguro. A FIPE pode variar conforme o estado do veículo e a operação de mercado, mas a leitura cuidadosa facilita a condução de negociações e a construção de uma proteção de seguros adequada ao perfil do bem.
Ao final, o objetivo é que o leitor tenha não apenas uma compreensão da Tabela FIPE para este Chrysler Cirrus específico, mas também uma visão prática de como a segurança financeira pode ser fortalecida por meio de escolhas sensatas de manutenção, documentação completa e uma avaliação realista do valor de mercado. Com a abordagem correta, o Cirrus LXi 1995 pode continuar a representar uma opção viável para quem valoriza conforto, espaço e a identidade de uma era de design automotivo da Chrysler, aliando prazer de dirigir a uma gestão responsável de riscos.
Se você está buscando orientação prática para proteger esse veículo com equilíbrio entre custo e cobertura, vale considerar uma cotação com a GT Seguros. Uma avaliação especializada pode revelar opções de proteção alinhadas ao perfil do Cirrus LXi, levando em conta a idade, o estado de conservação e o uso típico do carro.
