Valor FIPE Atual
R$ 14.195,00
↓ 0,2% vs mês anterior
FIPE: 010002-1
Ano: 2001-1
MêsPreço
Mar/26R$ 14.195,00
Fev/26R$ 14.219,00
Jan/26R$ 14.251,00
Dez/25R$ 14.279,00
Nov/25R$ 14.512,00
Out/25R$ 14.547,00
Set/25R$ 14.594,00
Ago/25R$ 14.625,00
Jul/25R$ 14.625,00
Jun/25R$ 14.427,00
Mai/25R$ 14.456,00
Abr/25R$ 14.470,00

Chrysler Neon 2001: como a Tabela FIPE influencia a avaliação de mercado e a cobertura de seguros do LE/Highline 2.0

O Chrysler Neon, especialmente na versão LE/Highline 2.0 de 2001, faz parte de uma linha de sedãs compactos que marcou a década. Mesmo sendo um modelo com mais de duas décadas de mercado, ele continua sendo referência para quem busca conhecer a evolução dos padrões de condução, conforto e segurança de carros de passeio. Neste contexto, a Tabela FIPE desempenha um papel essencial para corretoras de seguros, proprietários e avaliadores, servindo como base de referência para o valor de mercado do veículo em situações de seguridade, indenizações e novas cotações.

A Tabela FIPE reúne dados de venda e aquisição de veículos usados no Brasil, consolidando um valor de referência que facilita a comunicação entre proprietários, seguradoras e oficinas. Embora essa referência não substitua uma avaliação técnica detalhada em caso de sinistro, ela oferece um balizamento claro para determinar o valor de indenização em muitos regimes de cobertura, como seguro total, seguro contra terceiros ou cobertura abrangente com proteção de valor de mercado. Para quem tem um Neon 2001, entender como esse índice funciona ajuda a alinhar expectativas sobre o custo do seguro e a cobertura adequada, levando em conta fatores como idade do veículo, histórico de uso e desgaste natural ao longo dos anos.

Tabela FIPE Chrysler Neon LE/Highline 2.0 2001

Ficha técnica do Chrysler Neon LE/Highline 2.0 2001

  • Motorização e desempenho: motor 2.0 de quatro cilindros, 16V; potência aproximada em torno de 140 cv (DIN); torque próximo de 18 kgf·m; alimentação a gasolina; configuração dianteira com tração dianteira (FWD); equilíbrio entre conforto e resposta ao motorista.
  • Transmissão e tração: disponível com câmbio manual de 5 velocidades ou automática de 4 velocidades; sistema de tração dianteira, com suspensão ajustada para uso urbano e rodoviário, buscando conforto de condução.
  • Dimensões, capacidade e ergonomia: comprimento próximo de 4,3 m; largura em torno de 1,7 m; altura ampla o suficiente para o segmento; entre-eixos que favorece o espaço interno; tanque de combustível com capacidade para conservar boa autonomia; capacidade do porta-malas compatível com o padrão de sedãs compactos da época.
  • Equipamentos de série e seguro-veículos: itens de conforto como ar-condicionado, vidros e travas elétricos, direção assistida; recursos de conveniência presentes em versões superiores, com ABS e airbags frontais em algumas unidades, variando conforme o lote de fabricação e o pacote de opcionais.

A marca Chrysler: história, presença e legado do Neon no Brasil

A Chrysler é uma montadora americana fundada no início do século XX, conhecida pela trajetória de inovação em design, tecnologia de motores e experiência de condução. Ao longo das décadas, a marca consolidou um portfólio que privilegiou segmentos variados, desde sedãs compactos até SUVs de maior porte, sempre buscando combinar desempenho com conforto, qualidade de acabamento e confiabilidade prevista para o uso cotidiano. No Brasil, a presença da Chrysler teve momentos marcantes, especialmente no fim dos anos 1990 e início dos anos 2000, quando modelos como o Neon chegaram ao mercado nacional para competir em um segmento formativo da indústria automotiva local.

O Neon, em sua geração de 2001, incorporou características de modernidade para a época: design aerodinâmico, interior espaçoso para um sedã compacto, bem distribuído entre os ocupantes e uma apresentação que mesclava praticidade com itens de conforto que agradavam a uma ampla faixa de público. Mesmo diante de mudanças estruturais na indústria automotiva global, a Chrysler manteve o foco em oferecer veículos com boa relação custo-benefício para o dia a dia, o que ajudou a consolidar a memória de confiabilidade e facilidade de uso associada ao Neon no imaginário de proprietários e entusiastas. Hoje, o legado da marca continua vivo através de suas diversas integrações ao grupo Stellantis, reforçando a dimensão histórica da Chrysler como uma referência no passado recente do mercado brasileiro de automóveis.

Essa conexão entre a história da marca e as peculiaridades do Neon 2001 é relevante para quem está avaliando o seguro do veículo. A percepção de valor, de manutenção e de disponibilidade de peças influencia não apenas o custo de reparo, mas também a facilidade de obtenção de assistência técnica ao longo do tempo. Em termos de seguros, entender o posicionamento da marca, aliando-se à FIPE como referência de mercado, ajuda o corretor a orientar o cliente quanto à cobertura adequada, à franquia e às condições de sinistro, especialmente em modelos fora da fase mais recente de produção.

Como a Tabela FIPE se relaciona com a cotação de seguros do Neon LE/Highline 2.0 2001

Para corretoras de seguros e proprietários, a Tabela FIPE funciona como um parâmetro objetivo que traduz a percepção subjetiva de valor em uma referência prática para negociações com seguradoras. Quando o valor de mercado estimado pelo FIPE é utilizado como base de indenização, o prêmio do seguro costuma refletir a realidade de mercado do veículo no momento da contratação ou renovação. Em veículos mais antigos como o Neon 2001, essa referência se torna especialmente relevante, pois o preço de reposição pode divergir significativamente do valor de compra original, devido à desvalorização natural e à disponibilidade de peças e serviço ao longo dos anos.

Além disso, a FIPE ajuda a padronizar o processo de avaliação entre diferentes seguradoras, reduzindo assim a margem de variação entre propostas. Em linhas gerais, quanto maior o valor referência do FIPE, maior tende a ser o custo do seguro, já que o valor segurado — que embasa o risco e a indenização — é proporcional. Por outro lado, quando o veículo está em condições ideais de conservação, com histórico de manutenção regular e poucas ocorrências de sinistros, o ajuste anual pela FIPE pode sinalizar uma tendência de estabilidade no prêmio ao longo dos meses, especialmente se o proprietário optar por coberturas com proteção de valor de mercado ou cláusulas de reposição por valor de mercado.

É importante lembrar que o FIPE não substitui avaliação técnica ou laudo de conservação. Em situações de sinistro, a seguradora pode exigir vistoria ou avaliação adicional para confirmar o estado do veículo e o custo das reparações. O objetivo central é que a referência de mercado sirva como norte para a negociação de valores, facilitando a compreensão entre o proprietário e a seguradora sobre o que está sendo protegido e quanto o seguro deverá responder em caso de necessidade.

Dicas práticas para quem tem um Neon 2001 e pensa em seguro

Para quem possui um Chrysler Neon LE/Highline 2.0 2001, algumas práticas simples ajudam a manter o seguro alinhado com a realidade do veículo e reduzem surpresas no momento de uma cotação. Considere as seguintes orientações, mantendo o foco na realidade de um modelo antigo, com potencial de desvalorização controlada e necessidades específicas de manutenção:

Primeiro, mantenha a documentação técnica atualizada e guarde os comprovantes de manutenção. Segundamente, realize vistorias periódicas para registrar o estado do veículo, especialmente itens de segurança e freios. Terceiramente, leve em conta que peças de reposição podem ter disponibilidade variável ao longo do tempo; manter um bom relacionamento com oficinas que possuam histórico com veículos da Chrysler pode facilitar reparos e manter custos sob controle. Por fim, revise as opções de cobertura com a sua corretora para escolher a combinação de proteção que melhor se adapte ao seu uso, ao estado do carro e às suas necessidades financeiras.

Ao planejar a proteção do Neon, vale considerar linhas de cobertura que contemplam danos a terceiros, colisões próprias e proteção de valor de mercado quando cabível. A combinação certa de coberturas, aliada a uma avaliação correta pela FIPE