| Mês | Preço |
|---|---|
| Mar/26 | R$ 14.936,00 |
| Fev/26 | R$ 15.015,00 |
| Jan/26 | R$ 15.094,00 |
| Dez/25 | R$ 15.232,00 |
| Nov/25 | R$ 15.543,00 |
| Out/25 | R$ 15.861,00 |
| Set/25 | R$ 16.185,00 |
| Ago/25 | R$ 16.516,00 |
| Jul/25 | R$ 16.449,00 |
| Jun/25 | R$ 16.377,00 |
| Mai/25 | R$ 16.314,00 |
| Abr/25 | R$ 16.162,00 |
Entenda como a Tabela FIPE envolve o Chrysler Neon Sport 1.8/2.0 de 1998, na prática de seguros
A Tabela FIPE é uma referência essencial no mercado automotivo brasileiro. Ela serve como base para avaliações de veículos usados, influenciando desde o valor de mercado até o cálculo de prêmio de seguros, indenizações em caso de sinistro e até a forma como oficinas e avaliadores enxergam o custo de reposição de peças. Quando falamos do Chrysler Neon Sport 1.8/2.0, ano de 1998, essa referência assume particular importância para quem precisa de proteção veicular para um modelo que carrega uma história de importação, nacionalização parcial de componentes e um conjunto tecnológico típico de sua época. Este artigo explora o que está por trás da Tabela FIPE nesse contexto, traz a ficha técnica do Neon Sport 1998 para subsidiar o entendimento técnico e discute a relação entre marca, mercado e seguro, tudo com foco educativo para quem atua na corretagem de seguros ou pensa em segurar esse modelo específico.
A relação entre FIPE e seguro não é apenas sobre números estáticos. A FIPE-Cola, como é comumente chamada pela indústria, funciona como referência para a avaliação de mercado, mas as seguradoras ajustam prêmios, franquias e coberturas com base em diferentes fatores: histórico do veículo, perfil do condutor, uso do carro, região de circulação e até o tipo de cobertura contratado. Assim, entender onde a Neon Sport se encaixa dentro da tabela ajuda o proprietário a dialogar com a corretora, a escolher coberturas adequadas e a compreender como pequenas variações de uso — urbano, rodovia, transferências entre estados — podem impactar o custo de seguro ao longo do tempo. Além disso, ao considerar a idade do modelo e a disponibilidade de peças, o segurado tende a buscar informações técnicas mais precisas para fundamentar a escolha de coberturas adicionais, como assistência 24h, carro reserva e proteção contra danos a terceiros.

Ficha técnica do Chrysler Neon Sport 1.8/2.0 1998
O Neon Sport, versão esportiva do compacto da Chrysler, chegou ao mercado com duas opções de motorização que marcaram sua identidade no fim dos anos 1990. Abaixo estão as linhas gerais da ficha técnica, com enfoque nos elementos que costumam interessar investidores, colecionadores e profissionais de seguro, sem perder a clareza para o leitor comum.
Motor e desempenho: o Neon Sport 1998 foi disponibilizado com duas opções de motorização, um motor de 1.8 litro e um de 2.0 litros. Ambos são quatro cilindros em linha, alimentados por injeção eletrônica, com características que privilegiavam a resposta em situações de tráfego urbano sem abrir mão da disposição para uso em rodovia. A potência e o torque variavam conforme a calibração técnica de cada mercado e pela configuração específica de cada versão, mas a faixa típica de potência ficava em patamares moderados a altos para a época, suficiente para proporcionar uma condução ágil sem comprometer o consumo de combustível. O torque, por sua vez, era compatível com a proposta do veículo: leve o bastante para manobras rápidas e estável em velocidades médias, com entrega de torque útil em retomadas.
Câmbio e transmissão: o Neon Sport oferecia opções de transmissão que variavam entre manual de múltiplas marchas e automática. O conjunto de câmbio, aliado ao motor, buscava um equilíbrio entre desempenho e conforto de uso diário, característica valorizada em um carro que se destinava tanto ao uso urbano quanto a viagens curtas em família. A configuração de tração era dianteira, o que favorecia a eficiência de consumo e a estabilidade em piso molhado, além de facilitar a manutenção em termos de infraestrutura de reposição de peças.
Dimensões e espaço interno: o Neon Sport segue o perfil de um sedã compacto com boa capacidade de passengers para quatro ocupantes e um porta-malas adequado às necessidades de dia a dia, viagens curtas e uso familiar. O desenho do interior prioriza ergonomia para o motorista e para os passageiros, com painéis simples, instrumentos legíveis e um conjunto de itens de conforto que, para a época, representava uma aposta adequada para o segmento. A carroceria de quatro portas consolidava a praticidade de uso em ambiente urbano, com abertura de porta fácil e acessibilidade aos bancos traseiros.
Consumo e eficiência: o conjunto motor‑transmissão do Neon Sport foi desenvolvido para um equilíbrio entre desempenho e economia. Em termos práticos, isso se traduzia em consumo moderado para o conjunto urbano e disponibilidade de boa autonomia para deslocamentos dentro de cidades médias e grandes, sem exigir um compromisso extremo entre potência disponível e gasto de combustível. Vale lembrar que o consumo efetivo depende de fatores como condição de manutenção, tipo de percurso, regime de condução e configuração de pneus, dentre outros.
Dados adicionais que ajudam na leitura da ficha técnica: o Neon Sport 1998 trazia o espírito de um veículo que buscava oferecer um pacote atraente para quem queria um compacto com apelo esportivo, sem perder a praticidade de uso diário. A disponibilidade de duas opções de motor ampliava o leque para o consumidor escolher entre desempenho mais contido (1.8) ou uma entrega de potência ligeiramente maior (2.0), mantendo a orientação de custo-benefício típica de modelos da época.
Resumo técnico em formato descritivo: quatro cilindros, injeção eletrônica, configuração de transmissão variando entre manual e automática, tração dianteira e foco no equilíbrio entre desempenho cotidiano e conforto de condução. Essas características ajudam a entender como a tabela FIPE abraça o Neon Sport 1998 na avaliação de mercado, depreciação e, por consequência, nos parâmetros de seguro aplicáveis ao veículo.
- Pontos-chave da ficha técnica: motores 1.8 L e 2.0 L com injeção eletrônica; opções de transmissão manual e automática; tração dianteira; carroceria sedã de quatro portas.
- Aplicação prática: comportamento urbano com boa ergonomia interna e desempenho suficiente para deslocamentos interurbanos ocasionais.
- Impacto na avaliação FIPE: dois conjuntos de motor variando entre desempenho e consumo, refletidos na faixa de valor referencial para o modelo.
- Considerações de seguro: facilidade de reposição de peças originais e disponibilidade de componentes após anos, influenciando a confiabilidade de assistência e o custo de cobertura.
A marca Chrysler e o Neon: contexto e legado
A Chrysler é uma antiga e reconhecida fabricante norte‑americana, uma referência em inovação e design na indústria automotiva mundial desde a sua fundação, em 1925, por Walter P. Chrysler. Ao longo das décadas, a marca consolidou uma linha diversificada de modelos, com foco em oferecer soluções para diferentes perfis de consumidores — desde sedãs compactos até SUVs e veículos de maior porte. No final do século XX, a Chrysler lançou produtos que buscavam combinar praticidade, estilo e tecnologia acessível para mercados amplos, incluindo o Brasil.
O Neon, apresentado originalmente como um compacto urbano, foi uma resposta da marca às demandas por um veículo com boa relação entre interior, aerodinâmica e eficiência. No Brasil, anos 1990 e início dos anos 2000 trouxeram carros com identidade distinta, impulsionados por redes de concessionárias que buscavam manter o apoio técnico e de peças para modelos de importação parcial e produção nacional. O Neon Sport 1.8/2.0 de 1998 está inserido nesse contexto: ele representa uma etapa em que a marca buscou oferecer uma opção mais esportiva dentro de um segmento acessível, sem perder o foco na funcionalidade e na confiabilidade.
Ao longo das décadas, a Chrysler também passou por mudanças empresariais significativas no cenário global, com reestruturações de portfólio, fusões e aquisições que moldaram a disponibilidade de peças, a rede de assistência técnica e a estratégia de distribuição de modelos em diferentes mercados. Em termos de seguridade, essa evolução influencia como as seguradoras percebem o custo de reposição de peças originais, a disponibilidade de serviços de reparo e a necessidade de coberturas que assegurem condições de uso contínuo para veículos com histórico de importação e circulação em diversas regiões do país.
Como a tabela FIPE influencia a prática de seguros para o Neon Sport
A Tabela FIPE funciona como uma referência central para a avaliação de valores de veículos usados no Brasil. Ela estabelece faixas que ajudam seguradoras a estimar o valor de reposição em caso de indenização total, a base de cálculo de depreciação de peças, e a configuração de limites de cobertura em apólices. Quando se trata do Chrysler Neon Sport 1.8/2.0 de 1998, a FIPE oferece uma referência que considera o estágio de envelhecimento do veículo, as particularidades do modelo (motorização, versão Sport, variações regionais) e a realidade do mercado de usados. No entanto, é importante reforçar que FIPE é uma referência estável, mas não é necessariamente o valor exato de venda ou o preço pago em uma transação específica, que pode variar conforme a condição do veículo, quilometragem, histórico de manutenção, modificações e a oferta disponível no momento da avaliação.
Para as seguradoras, a queima de dados da FIPE facilita a padronização de cotações, a comparação entre propostas e a definição de franquias que façam sentido para o perfil do seguro contratado. Por outro lado, condutores que desejam proteção adequada devem considerar que variações de uso, local de circulação e histórico de sinistros podem não estar plenamente refletidas pela referência FIPE. Em casos de sinistros envolvendo itens específicos — como vidros, bancos,
