| Mês | Preço |
|---|---|
| Jan/26 | R$ 30.049,00 |
| Dez/25 | R$ 30.201,00 |
| Nov/25 | R$ 30.353,00 |
| Out/25 | R$ 29.327,00 |
| Set/25 | R$ 29.475,00 |
| Ago/25 | R$ 28.867,00 |
| Jul/25 | R$ 29.105,00 |
| Jun/25 | R$ 29.562,00 |
| Mai/25 | R$ 28.690,00 |
| Abr/25 | R$ 28.835,00 |
| Mar/25 | R$ 27.860,00 |
| Fev/25 | R$ 26.918,00 |
Guia prático sobre a Tabela FIPE para o Chrysler PT Cruiser Classic 2.4 16V 143cv 4p 2006 e sua relação com o seguro
A Tabela FIPE é uma referência amplamente utilizada no Brasil para estimar o valor de mercado de veículos usados. Para corretores de seguros e proprietários, entender como funciona essa tabela facilita a definição de coberturas, cálculos de indenização e, principalmente, a comunicação entre cliente, corretora e seguradora. No caso específico do Chrysler PT Cruiser Classic 2.4 16V 143cv 4p, produzido na virada dos anos 2000, a tabela ajuda a situar o valor de referência desse modelo quando ele chega aos seus anos de uso, com particularidades próprias de um veículo com design retrô e linha de produção já encerrada. Abaixo, exploramos como a FIPE se aplica a esse carro, a ficha técnica relevante, a marca Chrysler e algumas orientações úteis para quem busca proteção veicular adequada.
Como a Tabela FIPE funciona e por que ela impacta o seguro do PT Cruiser Classic
A FIPE (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas) compila valores de mercado com base em transações reais de compra e venda de veículos usados, atualizando mensalmente suas estimativas. Esse valor de referência serve de base para diversos serviços automotivos, inclusive o setor de seguros. Para o PT Cruiser Classic 2006, a seguradora pode usar o valor FIPE como referência inicial para determinadas coberturas, especialmente nas modalidades de indenização integral ou reposição. Contudo, é importante entender que:

- O valor FIPE não é o preço de venda corrente; ele reflete uma média de mercado para veículos semelhantes na vinheta de tempo correspondente.
- As seguradoras podem ajustar o prêmio com base na condição do veículo, quilometragem, histórico de sinistros, uso (particular, comercial, fretamento) e itens de segurança instalados.
- Para indenização total, muitas seguradoras utilizam o valor FIPE como referência de reposição, mas podem considerar avaliações adicionais, peças originais e de terceiros conforme o contrato.
- Veículos com produção descontinuada, como o PT Cruiser, costumam ter variações de valor mais sensíveis à quilometragem, ao estado de conservação e a particularidades de cada exemplar.
Em termos práticos, isso significa que o FIPE atua como âncora de valor, ao qual a corretora e a seguradora associam fatores de depreciação, de acordo com o estado de conservação, histórico de manutenção e eventuais modificações. Ao orientar o cliente, o corretor pode explicar que o valor FIPE representa uma referência útil para o cálculo de cobertura, mas que o prêmio final depende de uma análise integrada do veículo e do perfil do segurado.
Ficha técnica do Chrysler PT Cruiser Classic 2.4 16V 143cv 4p 2006
Abaixo está uma síntese técnica para o modelo citado. Dados podem variar conforme o exemplar e o mercado, por isso é comum confirmar com o VIN específico durante a contratação de seguro. A ficha técnica ajuda a avaliar fatores de risco e a definir coberturas adequadas.
- Motorização: 2.4 L, inline four (4 cilindros), 16V
- Potência: 143 cv (gasolina)
- Transmissão: automática de 4 velocidades (há opções com câmbio manual de 5 velocidades em algumas configurações/mercados)
- Tração e dimensões: tração dianteira; comprimento próximo de 4,0 m, largura em torno de 1,74 m; configuração de 5 lugares e 4 portas
Outros elementos relevantes para a ficha técnica podem incluir capacidade do tanque, peso em ordem de marcha e capacidade do porta-malas. Em termos de cenários de seguro, a presença de sistemas de segurança, airbags e ABS, bem como o histórico de manutenção, podem influenciar a percepção de risco do veículo e, por consequência, o valor do prêmio. Este conjunto técnico ajuda o corretor a orientar o cliente sobre coberturas recomendadas, incluindo proteção contra roubo/furto, colisões, danos a terceiros e assistência 24 horas.
A marca Chrysler: identidade, trajetória e implicações para seguro
A Chrysler é uma fabricante icônica da indústria automotiva norte-americana, com uma história que remonta aos anos 1920. Ao longo das décadas, a marca ficou associada a modelos de desenho marcante, soluções técnicas robustas e uma certa presença histórica no mercado brasileiro, principalmente entre veículos importados e opções de segmento familiar. Em termos de seguro, alguns aspectos da marca influenciam a avaliação de risco e as condições de cobertura:
– Histórico de confiabilidade e disponibilidade de peças: modelos da Chrysler, especialmente de gerações mais antigas, podem apresentar maior complexidade para manutenção. A disponibilidade de peças originais pode variar por região, o que afeta o custo de reparo e, consequentemente, o prêmio. A inclusion de peças genéricas qualificadas pode oferecer alternativas, porém, a seguradora avaliará a qualidade dessas peças na hora de indenizar peças danificadas.
– Rede de assistência técnica: a experiência do proprietário com oficinas autorizadas ou especializadas pode impactar o tempo de atendimento em sinistros. Uma rede de reparo eficiente, com disponibilidade de ferramentas e manuais técnicos, tende a reduzir o tempo de reparo e a periculosidade durante o sinistro.
– Valor sentimental e histórico do modelo: o PT Cruiser, com design retrô, conquistou um público específico. Modelos com características diferenciadas costumam exigir avaliação cuidadosa de peças de reposição, acessórios originais e condições de conservação da carroceria. Isso pode influenciar tanto o valor de reposição quanto as opções de cobertura adicionais, como proteção de peças originais, valor agregado por itens de personalização e cobertura contra danos estéticos.
Do ponto de vista do seguro, compreender a identidade da marca ajuda o corretor a propor soluções alinhadas ao uso do veículo, ao perfil do proprietário e à expectativa de custo de reparo. A experiência do consumidor com veículos de marca importada com baixa disponibilidade de peças, por exemplo, pode orientar a escolha por coberturas extras de assistência, rastreamento e garantia de originalidade de peças, contribuindo para um prêmio mais adequado ao risco real.
Dicas rápidas para otimizar o seguro do PT Cruiser Classic 2006
Ao lado da ficha técnica e da leitura da FIPE, algumas práticas ajudam a obter uma proteção adequada sem comprometer o orçamento. Considere incorporar as seguintes ações durante a contratação:
- Informe com precisão a quilometragem atual, histórico de manutenções e itens de segurança instalados (rastreador, alarme, imobilizador) para orientar a seguradora na avaliação de risco.
- Analise a necessidade de coberturas adicionais, como roubo/furto, colisão, incêndio e acessórios, levando em conta o uso diário e a localização geográfica.
- Atualize o estado de conservação da carroceria e dos componentes mecânicos, mantendo comprovantes de serviços e manutenções periódicas para facilitar avaliações de sinistros.
- Considere incluir serviços de assistência 24 horas e rastreamento, pois podem reduzir o tempo de atendimento e oferecer maior tranquilidade em situações de colisão ou imprevistos.
É fundamental que a cobertura seja suficiente para reposição ou reparo conforme o valor de referência calculado pela FIPE, sem deixar lacunas que comprometam a proteção do bem. A ideia é equilibrar custo do prêmio com a tranquilidade de estar amparado contra eventos comuns no uso do veículo, como colisões, danos causados por terceiros e situações de roubo.
Como a FIPE se relaciona com o uso prático do PT Cruiser na corretagem de seguros
Para corretores de seguros, a integração entre a FIPE e a ficha técnica do veículo facilita a personalização das propostas. Ao apresentar o PT Cruiser Classic 2006 ao cliente, vale destacar:
- A FIPE oferece uma base objetiva para calibrar o valor de indenização em caso de perda total ou restituição de danos. Essa referência ajuda a estabelecer expectativas realistas entre segurado e seguradora.
- A ficha técnica aponta fatores de risco inerentes ao veículo, como motor 2.4 16V, dimensões, peso e configuração de câmbio. Esses dados ajudam a prever o comportamento em diferentes cenários de sinistro, bem como a avaliar a necessidade de coberturas adicionais.
- A presença de itens de segurança (ABS, airbags, alarme/ rastreador) pode influenciar o prêmio, especialmente em coberturas de roubo e danos a terceiros. Documentar essas características auxilia a precificação mais adequada.
- A descontinuidade de produção do modelo pode impactar a disponibilidade de peças originais e o tempo de reparo. Essa realidade deve ser comunicada ao cliente, com a sugestão de incluir opções de cobertura que facilitem a reposição de itens originais, se necessário.
Por fim, lembre-se de que o objetivo de uma boa cotação é oferecer proteção compatível com o valor de reposição e com a realidade de uso do veículo. A FIPE funciona como uma bússola, não como um limite rígido; a prática de avaliação deve considerar o estado do carro, a condução do proprietário e as condições de mercado de peças no momento do contrato.
Se você está avaliando a proteção do Chrysler PT Cruiser Classic 2.4 16V 143cv 4p 2006, vale conversar com a GT Seguros para compreender como as coberturas podem ser ajust
