| Mês | Preço |
|---|---|
| Jan/26 | R$ 11.536,00 |
| Dez/25 | R$ 11.558,00 |
| Nov/25 | R$ 11.444,00 |
| Out/25 | R$ 11.576,00 |
| Set/25 | R$ 11.714,00 |
| Ago/25 | R$ 11.740,00 |
| Jul/25 | R$ 11.693,00 |
| Jun/25 | R$ 11.615,00 |
| Mai/25 | R$ 11.639,00 |
| Abr/25 | R$ 11.650,00 |
| Mar/25 | R$ 11.535,00 |
| Fev/25 | R$ 11.542,00 |
Entenda a Tabela FIPE para o Chrysler Stratus LE 2.0 1997 e como ela orienta a escolha do seguro
Quando pensamos em seguro de automóvel, a Tabela FIPE desempenha um papel crucial na avaliação de reposição e no dimensionamento de coberturas. No caso do Chrysler Stratus LE 2.0 fabricado em 1997, a leitura da tabela não se resume a um número isolado; ela é parte de um conjunto de referências que ajudam corretores, proprietários e seguradoras a entenderem o valor do veículo para fins de cobertura, indenização e prêmios. Este artigo explora a relação entre a Tabela FIPE, o Stratus LE 2.0 de 1997, a identidade da marca Chrysler e as implicações para quem busca proteção veicular adequada. Ao longo do texto, vamos apresentar a ficha técnica, aspectos históricos da marca, interpretação prática da FIPE no processo de seguro e orientações de manutenção para manter o veículo em bom estado de conservação.
Panorama histórico do Stratus no Brasil e o peso da marca
O Chrysler Stratus chegou ao Brasil no bojo de uma época de expansão de montadoras internacionais que desejavam oferecer sedãs médios com perfil moderno. O Stratus nasceu como uma plataforma norte-americana com objetivos de oferecer conforto, espaço interno e uma condução estável para famílias e usuários que buscavam um carro com perfil executivo. No Brasil, o modelo ganhou versões para o mercado local, incluindo a linha LE, que costumava privilegiar itens de acabamento e conforto sem abrir mão da robustez típica de um automóvel japonês ou alemão importado, mas com a personalidade de uma marca americana consolidada na indústria automotiva mundial. A presença da Chrysler, embora mais discreta do que a de outras marcas globais, deixou um legado relevante em termos de engenharia, usabilidade e disponibilidade de peças, aspectos que, no contexto de seguro, influenciam desde a depreciação até a disponibilidade de itens de reposição no mercado nacional.

É importante entender que a FIPE—Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas—elabora cotações com base em tabelas com valores médios de veículos usados, coletados periodicamente a partir de transações de venda de carros com diferentes estados de conservação. Para quem possui um Stratus 1997, esse índice traz uma referência prática para o cálculo do valor segurável, que, por sua vez, impacta a forma como o prêmio é entendido pela seguradora e como as coberturas respondem a eventuais sinistros. A marca Chrysler, associada a sedãs de construção sólida e linhas de design que priorizam conforto, costuma favorecer uma percepção de valor estável ao longo de anos, ainda que a idade do veículo imponha depreciação natural. Assim, compreender a história da marca e a própria trajetória do Stratus no Brasil ajuda a interpretar as variações da FIPE e, consequentemente, a planejar um seguro que respeite a realidade de uso do carro.
Ficha técnica do Stratus LE 2.0 1997
Para referência prática, listamos os principais itens que costumam compor a ficha técnica de uma versão Stratus LE 2.0 de 1997. Lembre-se de que a especificação pode ter variações leves conforme o lote de fabricação e o mercado, mas as informações a seguir ajudam a compor uma visão clara do veículo:
- Motor: 2.0 L, 4 cilindros, gasolina
- Potência: aproximadamente 120 cv
- Transmissão: manual de 5 velocidades ou automática de 4 velocidades
- Capacidade do tanque de combustível: cerca de 60 litros
Além desses itens-chave, o Stratus LE 2.0 1997 apresentava, de forma geral, um conjunto de características comuns aos sedãs médios da época: construção com suspensão robusta para absorção de irregularidades das vias brasileiras, painel com instrumentação legível e acabamento que priorizava conforto ao motorista e aos ocupantes, e uma cabine com espaço adequado para quatro adultos, além de um porta-malas compatível com a proposta de uso familiar. Em termos de consumo, a motorização 2.0 podia oferecer números que variavam conforme o estilo de condução, o significado prático de custo de manutenção e as condições de uso—fatores que, no seguro, ajudam a entender o risco de operação ao longo do tempo. A ficha técnica, nesse sentido, não é apenas uma soma de números: é um retrato funcional da máquina que estará na base do cálculo de coberturas, franquias e, é claro, da própria FIPE, que serve de referência para o valor segurável do veículo.
Como a FIPE orienta a avaliação de veículos usados no seguro
A Tabela FIPE funciona como um balizador de valores de referência para o mercado de carros usados no Brasil. Quando uma seguradora avalia um Stratus LE 2.0 1997 para fins de seguro, dois elementos costumam ser centrais: o valor segurável (ou seja, o montante que a apólice pode indenizar em caso de sinistro total ou de peças substituídas) e o prêmio anual, que é calculado com base nesse valor, além de outros fatores de risco. A FIPE não determina o preço de compra nem garante o valor de venda; em vez disso, oferece uma referência para o que o mercado tem considerado como valor médio de venda de modelos semelhantes, levando em conta idade, estado de conservação, quilometragem e região geográfica. Esse parâmetro é essencial para evitar subvalorizações ou supervalorização no momento da contratação do seguro.
Para proprietários de Stratus 1997, compreender a relação entre FIPE e seguro significa reconhecer algumas nuances práticas. Primeiro, o valor FIPE tende a ser mais conservador para carros com desgaste significativo ou com histórico de sinistros. Segundo, peças de reposição e disponibilidade de mão de obra em oficinas especializadas influenciam o custo de reparos, o que, por sua vez, pode refletir no prêmio e nas condições de cobertura. Terceiro, a idade do veículo implica maior probabilidade de falhas elétricas, desgaste de componentes mecânicos e aquisições de peças que, embora disponíveis, podem ter variações de preço conforme o mercado de reposição. Assim, a FIPE age como uma referência estável para o conjunto de coberturas, mas a seguradora pode estimar um valor segurável diferente, levando em conta o estado real do Stratus e o perfil do condutor.
É comum que proprietários que possuem veículos com mais de duas décadas de uso adotem coberturas que acompanhem a depreciação natural e, ao mesmo tempo, preservem o direito a reposições rápidas e peças originais ou equivalentes de qualidade. Nesse equilíbrio entre proteção e custo, a FIPE funciona como uma âncora, ajudando a definir o patamar de indenização em caso de perda total, roubo ou danos relevantes, sem transformar o seguro em uma cobrança inviável. A comunicação clara entre proprietário, corretor e seguradora, com base na leitura correta da FIPE, fortalece o entendimento sobre o que está coberto e como o valor de reposição é calculado a partir de dados reais de mercado.
Elementos práticos para seguro do Stratus 1997
Alguns aspectos merecem atenção específica quando se pensa na proteção de um Chrysler Stratus LE 2.0 1997. O primeiro é o estado de conservação: veículos com manutenção regular, registros de serviços e peças de reposição disponíveis costumam apresentar prêmios mais equilibrados. O segundo é a avaliação de riscos do dia a dia: uso urbano frequente, distância percorrida mensalmente e a ocorrência de traumas como estacione com impacto ou exposição a ambientes com corrosão ajudam as seguradoras a calibrar o risco. O terceiro é a proteção de itens de fábrica e opcionais que o Stratus possa ter recebido ao longo dos anos, como sistemas de segurança, alarmes, travas complementares e bancos com revestimento específico: esses itens podem influenciar a percepção de robabilidade de roubo e, consequentemente, o custo da apólice. Por fim, o quarto ponto envolve a escolha de coberturas: a FIPE pode orientar sobre o valor de reposição, mas o seguro pode oferecer opções como cobertura contra terceiros, colisão, incêndio, roubo e garantia estendida. Um corretor experiente pode auxiliar, com base na estrutura da FIPE, a montar um conjunto de coberturas que represente fielmente o uso e o valor do Stratus 1997, sem surpresas desagradáveis em eventual sinistro.
Manutenção, confiabilidade e custos de propriedade do Stratus LE 2.0
Um Stratus com mais de 20 anos de fabricação exige atenção especial à manutenção programada e à disponibilidade de peças. As oficinas locais costumam ter maior facilidade para atender motores com origem Mitsubishi, que era a base tecnológica de muitos modelos contemporâneos da época, inclusive em versões brasileiras. A confiabilidade de um veículo antigo depende de fatores como histórico de manutenção, qualidade das peças utilizadas, conservação da parte elétrica e bom estado de componentes críticos, como freios, suspensão e sistema de arrefecimento. Do ponto de vista financeiro, o custo de propriedade envolve não apenas o prêmio do seguro, mas também a manutenção periódica, o seguro adicional para itens como faróis, lanternas, para-choques e sistemas elétricos, além de eventuais substituições de componentes de desgaste natural. A FIPE, nesse conjunto, ajuda a estimar o valor de reposição para o veículo, o que, por sua vez, orienta o custo total de propriedade ao longo do tempo, sem confundir com o preço de compra original. Em termos de escolha de pneus, fluidos e inspeções, manter o Stratus alinhado com as recomendações do fabricante e com a prática de um posto de serviço de confiança é fundamental para reduzir o risco de sinistros e manter a vida útil do veículo.
Para proprietários que desejam comparar opções de proteção, lembre-se de que a FIPE fornece referências que são úteis para entender o parâmetro de indenização. Contudo, cada apólice pode oferecer termos específicos de coberturas, franquias e limites. Consequentemente, é recomendável conversar com um corretor de seguros que conheça o Stratus LE 2.0 1997 e as particularidades do mercado brasileiro, especialmente no que diz respeito à disponibilidade de peças originais ou equivalentes, à aceitação de danos parciais e à eventual necessidade de avaliações especializadas para veículos com idade superior a duas décadas. Ao alinhar esses elementos com a FIPE, fica mais simples planejar uma solução de seguro que seja adequada ao uso real, ao orçamento e às expectativas de proteção.
Em resumo, o Stratus LE 2.0 de 1997 permanece como um exemplo de carro com história e personalidade, cuja proteção de seguro pode ser bem estruturada quando há compreensão do valor de referência da FIPE, da ficha técnica do veículo e das necessidades específicas do proprietário. A leitura das informações técnicas, aliada à avaliação de risco, resulta em decisões mais transparentes sobre coberturas, indenizações e cuidados preventivos que reduzem a probabilidade de sinistros graves. E, ao buscar a melhor proteção, a importância de uma orientação profissional continua destacada para transformar dados técnicos em uma solução de seguro realmente alinhada com a realidade do Stratus.
Se estiver considerando a proteção de um Chrysler Stratus LE 2.0 1997 e quiser entender como a Tabela FIPE afeta o valor segurável da sua apólice, vale explorar com um corretor as opções disponíveis na GT Seguros, que pode oferecer simulações e comparações para encontrar a combinação ideal entre cobertura, custos e tranquilidade. Uma leitura cuidadosa da FIPE, aliada à experiência de quem entende de seguros, é a melhor maneira de transformar o passado em proteção presente.
Para quem busca proteção, vale considerar uma cotação com a GT Seguros. Uma avaliação cuidadosa das coberturas, aliada à leitura adequada da FIPE, pode trazer mais tranquilidade para o seu Stratus LE 2.0 1997, com opções que respeitam o valor de reposição, a idade do veículo e as necessidades do motorista.
