Valor FIPE Atual
R$ 53.296,00
↓ 0,2% vs mês anterior
FIPE: 519002-9
Ano: 2007-3
MêsPreço
Jan/26R$ 53.296,00
Dez/25R$ 53.398,00
Nov/25R$ 53.479,00
Out/25R$ 53.608,00
Set/25R$ 53.781,00
Ago/25R$ 53.895,00
Jul/25R$ 53.982,00
Jun/25R$ 54.037,00
Mai/25R$ 54.146,00
Abr/25R$ 54.195,00
Mar/25R$ 54.277,00
Fev/25R$ 54.310,00

Entendendo a Tabela FIPE para o CICCOBUS Alleanza Mini Urbano/SPTRANS 2p (die.) 2007

Quando pensamos em seguros de automóveis, especialmente modelos de uso urbano, a Tabela FIPE surge como um referencial essencial. Ela funciona como uma espécie de linha de base para a avaliação do valor de mercado de um veículo, o que, por sua vez, influencia várias decisões no âmbito da proteção veicular: desde o valor da indenização em caso de perda total até o cálculo do valor em revisões de apólice. No caso específico do CICCOBUS Alleanza Mini Urbano/SPTRANS 2p (die.) 2007, compreender a leitura da FIPE ajuda corretores, clientes e seguradoras a alinhar expectativas, riscos e coberturas com mais clareza. Embora o foco deste texto não seja apresentar preços, é importante entender como o reconhecimento do valor referencial pode impactar as opções de proteção, o orçamento de seguro e a tomada de decisão ao longo da vida útil do veículo.

Ficha Técnica do Veículo

  • Motor e alimentação: diesel, configuração compacta de baixa cilindrada, voltado para uso urbano com foco em eficiência de combustível e simplicidade de manutenção.
  • Dimensões, peso e capacidade: veículo de duas portas, dimensões reduzidas para circulação em áreas urbanas, com peso próximo de um patamar leve para facilitar manobras, estacionamento e economia de combustível; ocupação para duas pessoas, com espaço limitado para bagagens e acessórios.
  • Transmissão e tração: transmissão manual de produção simples, com número reduzido de velocidades, típica de carros urbanos instrumentais, favorecendo durabilidade e reparabilidade; tração dianteira para melhor aderência em vias urbanas e em situações de semáforo ou congestionamento.
  • Capacidade de combustível e autonomia: tanque compacto, desenhado para percursos curtos e tráfego urbano, com autonomia suficiente para deslocamentos diários dentro da cidade; intervalo de revisões e peças de reposição com foco em custo-benefício.

Observação importante: a ficha técnica de modelos como o CICCOBUS Alleanza Mini Urbano/SPTRANS 2p (die.) 2007 costuma aparecer com especificações específicas da linha de produção regional ou de eventuais adaptações para uso institucional. Por isso, ao consultar a Tabela FIPE e ao tratar da proteção veicular, vale confirmar dados oficiais do veículo junto ao fabricante, ao consultor credenciado ou às bases de dados da seguradora, para assegurar a correspondência entre a ficha técnica real e a referência de valor utilizada na apólice.

Tabela FIPE CICCOBUS Alleanza Mini Urbano/SPTRANS 2p (die.) 2007

A Marca Alleanza e o Universo dos Urbanos Compactos

A marca Alleanza surge, no imaginário automotivo, como um símbolo de parceria entre eficiência urbana, design compacto e simplicidade de operação. Em linhas gerais, o conceito por trás de uma linha “Mini Urbano” se empenha em oferecer veículos com footprint reduzido, ideais para circulação em áreas de alta densidade, estacionamentos apertados e trajetos casa-trabalho com alta previsibilidade de uso. A proposta de uma unidade destinada à SPTrans — o sistema de transporte público da cidade de São Paulo — denota uma direção estratégica de integração entre mobilidade pública e soluções de apoio ao contingente de cidades grandes: veículos de versões mais simples, econômicos e de baixo custo de manutenção podem atuar como utilitários complementares em operações de apoio, aluguel institucional ou serviços de suporte a linhas de atendimento ao público local.

Ao discutir a marca, vale destacar alguns aspectos educativos sobre o porquê desse tipo de veículo ganhar espaço no portfólio de fabricantes e também no universo de seguros:

– Foco na economia de operação: motores de baixa cilindrada, sistemas simplificados e componentes com custo de reposição relativamente contido costumam resultar em prêmios de seguro mais acessíveis, desde que o uso do veículo permaneça dentro de rotas urbanas previsíveis.
– Manutenção e disponibilidade de peças: para modelos de circulação urbana, a disponibilidade de peças de reposição e o tempo de atendimento de serviços técnicos podem impactar diretamente na experiência de proprietário e no custo total de propriedade (TCO).
– Adequação ao ambiente regulatório: formatos compactos e baixos níveis de emissão ou consumo podem contribuir para a elegibilidade de programas de incentivo, bem como para vantagens em certas coberturas específicas oferecidas por seguradoras que entendem o uso urbano.
– Percepção de risco e perfil de uso: mesmo em cidades grandes, a utilização de veículos pequenos em deslocamentos diários envolve fatores de risco distintos, como menores velocidades médias, maior probabilidade de ficarem expostos a colisões com outros veículos ou com pedestres, e a necessidade de revisões periódicas mais frequentes.

Esse pano conceitual ajuda a compreender por que uma marca com foco em soluções urbanas pode ter um apelo específico para seguradoras e para clientes que buscam proteção adequada ao uso cotidiano em grandes centros urbanos. A leitura da FIPE, neste contexto, se torna uma ferramenta que orienta não apenas o preço, mas também a estabilidade de cobertura ao longo do tempo.

Como a Tabela FIPE se Encaixa na Apólice de Seguro

A Tabela FIPE é, para o seguro automotivo, um referencial de valor de reposição e de indenização. Ela funciona como uma referência de mercado para calcular o suposto valor do veículo em diferentes situações, como perda total, roubo ou colisão. Em veículos de uso urbano, como o CICCOBUS Alleanza Mini Urbano/SPTRANS 2p (die.) 2007, essa referência costuma balizar ajustes de cobertura, especialmente em apólices de terceiros, com ou sem cobertura contra danos a terceiros, bem como em franquias para danos causados pelo veículo a terceiros ou a bens alheios. Além disso, a FIPE pode influenciar a indenização de peças originais versus peças paralelas, dependendo das regras da seguradora e do contrato contratado.

Para quem atua na área de seguros, alguns pontos práticos ajudam a entender o papel da FIPE nesse tipo de veículo:

– Atualização e periodicidade: a FIPE é atualizada periodicamente, refletindo variações do mercado de usados. Em veículos urbanos com manutenção regular e padrões de uso previsíveis, essas mudanças influenciam a definição de cobertura, limites e parcelas de depreciação previstas na apólice.
– Base de cálculo de sinistros: em casos de sinistros que resultem em perda parcial ou total, a indenização normalmente utiliza a referência FIPE como base de avaliação. Corretores devem alinhar ao cliente quais componentes estão cobertos pelas coberturas básicas e adicionais, bem como como as peças são avaliadas.
– Depreciação e idade do veículo: com o passar do tempo, veículos mais velhos sofrem depreciação, o que pode impactar o valor segurado. No caso de modelos urbanos, a depreciação pode ser mais rápida do que em carros de maior valor agregado, sobretudo se a disponibilidade de peças ou a rede de assistência técnica for restrita.
– Coberturas adicionais e limites: embora a FIPE estabeleça uma referência de valor, as coberturas adicionais (proteção para roubo, abatimento de danos em reparos, cobertura para acessórios, etc.) trazem variáveis que podem alterar o custo do seguro. É comum que o valor segurado seja ajustado com base em planos escolhidos, perfis de condutores e áreas de circulação consideradas pela seguradora.

Essa leitura integrada da FIPE ajuda a conduzir conversas mais transparentes entre corretor, cliente e seguradora, levando em conta não apenas o preço, mas o funcionamento prático da proteção ao longo de toda a vida útil do veículo urbano. Em modelos com uso institucional ou público, como o deriva de SPTrans, é comum que haja particularidades operacionais que também devem ser consideradas na hora de definir a apólice, como o regime de circulação, a frequência de uso, os trechos mais comuns percorridos e os horários de maior atividade, tudo isso impactando percepções de risco e, consequentemente, o prêmio final. Assim, entender a relação entre FIPE e seguro é um passo educacional importante para quem quer alinhar expectativa e proteção sem surpresas.

Aspectos Práticos para Quem Possui ou Avalia o CICCOBUS Alleanza Mini Urbano 2p

Além da ficha técnica simplificada e da relação com a FIPE, há atributos práticos que ajudam a entender como este veículo se encaixa no universo de seguros e na rotina de uso urbano. Abaixo, reunimos considerações úteis para quem está avaliando proteção para este modelo específico ou para veículos de perfil semelhante:

  • Uso urbano intenso: deslocamentos curtos, frequentes e com necessidade de manobras em espaços confinados. Em termos de seguro, isso pode influenciar a avaliação de risco de colisão a baixa velocidade, o que, por sua vez, pode favorecer coberturas que contemplam danos a terceiros e danos próprios de menor gravidade.
  • Figura de consumo e custos de manutenção: a economia de combustível e o custo reduzido de peças podem impactar o custo total de propriedade, incluindo o custo da apólice ao longo do tempo, especialmente se houver planos de fidelidade ou descontos por uso seguro e sem sinistros.
  • Histórico de uso institucional: se o veículo for utilizado em programa de apoio a serviços municipais ou locação institucional, algumas seguradoras oferecem condições especiais para frotas pequenas com histórico de sinistros baixo. Nesse caso, dados de uso podem colaborar para uma cotação mais competitiva.
  • Atualização de dados na apólice: manter informações atualizadas sobre uso, garagem, local de circulação e perfil do condutor ajuda a evitar ajustes de prêmio que não reflitam a realidade de uso, contribuindo para uma proteção mais justa e estável.

Em resumo, a Tabela FIPE é uma ferramenta central, mas não isolada. A decisão sobre a cobertura ideal envolve entender o valor referenceado pela FIPE, as especificidades do veículo, o cenário de uso e as condições de mercado. Para quem está buscando equilíbrio entre proteção adequada e custo, construir a apólice com dados precisos e coberturas alinhadas ao uso urbano do CICCOBUS Alleanza Mini Urbano/SPTRANS 2p (die.) 2007 é um caminho sólido.

Se você está avaliando opções de proteção para este modelo ou para outros veículos com uso urbano similar, é recomendável conversar com profissionais que possam interpretar a FIPE à luz do seu cenário específico. Para entender o custo e a cobertura ideais, faça já uma cotação com a GT Seguros.