| Mês | Preço |
|---|---|
| Jan/26 | R$ 49.820,00 |
| Dez/25 | R$ 50.747,00 |
| Nov/25 | R$ 51.561,00 |
| Out/25 | R$ 50.941,00 |
| Set/25 | R$ 51.095,00 |
| Ago/25 | R$ 50.751,00 |
| Jul/25 | R$ 50.578,00 |
| Jun/25 | R$ 50.260,00 |
| Mai/25 | R$ 49.810,00 |
| Abr/25 | R$ 51.364,00 |
| Mar/25 | R$ 49.837,00 |
| Fev/25 | R$ 51.512,00 |
Guia de leitura da Tabela FIPE para o Citroën Aircross Shine 1.6 Flex 16V 5p Aut. 2016
A Tabela FIPE funciona como referência de mercado para veículos usados no Brasil. Ela é amplamente utilizada por seguradoras, concessionárias, e consumidores para ter uma noção do valor de referência de um automóvel ao longo do tempo. No contexto de seguros, por exemplo, o valor FIPE serve como base para estimar o capital segurado, orientar cobranças de franquia e auxiliar na avaliação de danos após sinistros. Quando falamos do Citroën Aircross Shine 1.6 Flex 16V 5p Aut. 2016, entender como funciona a tabela FIPE ajuda o consumidor a ter expectativa realista sobre o valor de mercado do veículo, sem confundir com preço de venda ou com valores de compra. Abaixo, vamos destrinchar como esse modelo específico é contemplado pela FIPE, quais elementos influenciam o seu posicionamento na tabela e como isso se traduz em decisões relacionadas ao seguro, à negociação e à proteção veicular.
Ficha técnica resumida
- Motor: 1.6L 16V flex
- Câmbio: automático, com opções de seis velocidades e função de troca manual
- Carroceria: SUV compacto de cinco portas, com capacidade para até cinco ocupantes
- Tanque de combustível: aproximadamente 50 litros
A marca Citroën: legado, design e compromisso com o conforto
Fundada na França, a Citroën é tradicionalmente reconhecida por apostar em design diferenciado e soluções voltadas ao conforto de quem dirige e quem ocupa o veículo. Ao longo das décadas, a marca estabeleceu uma identidade marcada pela inovação em suspensão, layout interior criativo e foco na experiência do motorista. Com o tempo, a Citroën consolidou presença global e, no Brasil, tornou-se uma opção associada a SUVs e modelos com espaço, modularidade e propostas de custo-benefício acessíveis a famílias e trabalhadores urbanos.

Nos últimos anos, a Citroën integrou o portfólio de marcas do grupo automotivo que hoje opera sob a bandeira Stellantis, resultado de fusões e aquisições que ajudaram a ampliar redes de atendimento, peças de reposição e serviços. Essa organização global favorece padrões de assistência técnica e disponibilidade de itens de reposição, aspectos relevantes para quem avalia valores de seguro, depreciação e custo total de posse de um veículo usado. Quando olhamos para o Citroën Aircross, percebemos uma linha que privilegia conforto, espaço interno e praticidade de uso urbano, características que costumam influenciar a percepção de valor na FIPE ao longo do tempo.
Como a FIPE trata o Citroën Aircross Shine 1.6 Flex 16V 5p Aut. 2016
A Tabela FIPE categoriza veículos por versão, ano-modelo e características relevantes que afetam o valor de referência de mercado. Para o Citroën Aircross Shine 1.6 Flex 16V 5p Aut. 2016, a base de dados de referência considera a combinação de motor 1.6 flex, câmbio automático, carroceria SUV compacto e o conjunto de itens de série típicos da versão Shine. A ideia é refletir, no preço de referência, o desempenho esperado, o nível de acabamento, o espaço interno, os itens de segurança e as exigências de manutenção associadas a esse conjunto específico de equipamentos.
É importante entender que a FIPE não é um preço de venda nem uma cotação de comparação. Trata-se de uma referência média mensal, resultante da coleta de dados de transações de veículos usados em todo o país. Como o mercado é regional e sensível a quilometragem, conservação, histórico de manutenção, opcionais e estado de conservação, o valor registrado pela FIPE pode variar ao longo do tempo e entre cidades. Além disso, alterações de política de garantias, disponibilidade de peças ou mudanças de versões ao longo dos anos podem influenciar o comportamento da curva de depreciação de um modelo específico. Assim, ao consultar a FIPE, é comum observar faixas de variação entre veículos em condições diferentes, o que reforça a importância de uma avaliação detalhada para seguros e avaliações de sinistros.
Para quem atua no setor de seguros, esse referencial oferece uma base comparável entre diferentes modelos e versões. Em geral, as seguradoras utilizam o FIPE como referência inicial para o valor segurado, ajustando-o com base em fatores como quilometragem, estado de conservação, histórico de sinistros, alterações de equipamento (itens de fábrica originais vs. acessórios adicionados) e a região onde o veículo circula com maior frequência. Em resumo, a FIPE estabelece o piso de valor de referência, e as particularidades do veículo elevam ou reduzem esse piso de acordo com as características reais do carro.
Elementos da ficha técnica como base para o valor FIPE e avaliação de seguro
Ao considerar o Citroën Aircross Shine 1.6 Flex 16V 5p Aut. 2016, os seguintes elementos costumam ser destacados pelas bases da FIPE e influenciam a avaliação de seguro:
1) Versão e conjunto de equipamentos: a Shine tende a ter itens de conforto e assistência que influenciam a percepção de valor, como ar-condicionado, vidros elétricos, sistema de som, rodas e acabamento interno. Em geral, versões mais bem equipadas aparecem com valores de referência um pouco acima de versões básicas do mesmo modelo e ano.
2) Combustível e transmissão: a combinação de motor 1.6 flex com câmbio automático pode ser interpretada pela FIPE como uma configuração distinta, com impacto na depreciação ao longo dos anos. Veículos com câmbio automático costumam manter valor de referência de maneira diferente de manuais, por questões de demanda, manutenção e percepção de conforto.
3) Quilometragem e histórico de manutenção: veículos com menor quilometragem e com histórico de revisões em dia tendem a ficar mais próximos da faixa superior da curva FIPE para aquele ano-modelo. Já carros com uso intenso, histórico de sinistros ou falta de revisões podem apresentar ajuste para baixo no valor referencial.
4) Conservação geral e estado de conservação: a presença de danos, riscos, pintura, alinhamento, estado de pneus e itens de segurança afetam o valor FIPE. Peças originais e documentação de manutenções ajudam a manter o veículo mais próximo do valor de referência, enquanto repostos com a terceiros ou ausência de itens originais podem reduzir o valor de referência.
5) Região e demanda de mercado: a disponibilidade de serviço autorizado, a concentração de frotas e o interesse por SUVs compactos na região influenciam a percepção de valor. Em áreas com maior procura por carros desse perfil, é comum observar maior aderência entre o valor de mercado informado pela FIPE e o preço de transação local, o que pode refletir positivamente no custo do seguro, na hora de cotar uma apólice.
6) Itens de segurança e assistência técnica: a presença de itens como controle de estabilidade, airbags, sensores e sistemas de assistência pode ter impacto indireto no valor de regeneração e, por consequência, na avaliação de seguro, especialmente se tais itens estiverem preservados ou renovados de maneira correta.
7) Peças e garantia: veículos com documentação de garantia ou com histórico de trocas de peças originais costumam manter o valor de referência de forma mais estável, ao passo que a falta de comprovação de manutenção pode puxar o valor para baixo na visão de seguradoras.
A ideia central é que o valor FIPE serve como um referencial comum, útil para quem precisa fazer comparações, orçar seguros ou planejar a venda. Contudo, para fins de seguro, cada apólice pode ponderar o valor com base no risco individual do veículo, no perfil do condutor e nas coberturas escolhidas. Por esse motivo, mesmo que duas apólices utilizem o FIPE como referência, as diferenças de capital segurado podem ocorrer pela personalização de cada contrato.
O que considerar ao planejar o seguro com base na FIPE
Ao lidar com o Citroën Aircross Shine 1.6 Flex 16V 5p Aut. 2016, algumas boas práticas ajudam a tornar a proteção mais adequada e econômica:
• Conheça o valor de referência: usar a FIPE como base inicial facilita a comparação entre propostas e evita surpresas no momento de emitir a apólice. Procure manter o capital segurado próximo ao valor de mercado estimado pela FIPE para evitar cobranças desnecessárias de franquia ou diferenças significativas entre o valor segurado e o valor de reparo.
• Considere o uso real do veículo: se o carro é utilizado principalmente no trajeto urbano com curtas distâncias, a depreciação pode ocorrer de maneira diferente comparada a um veículo que roda em rodovias com quilometragens elevadas. Esse aspecto pode influenciar a estratégia de seguro, como a escolha de coberturas adicionais.
• Avalie o estado atual do veículo: mantenha uma documentação organizada, com histórico de manutenção, trocas de óleo, revisões, pneus, freios e itens de segurança. Uma boa documentação facilita a comprovação de conservação ao ajustar o valor de referência com a seguradora.
• Compare pacotes de cobertura com foco na necessidade real: para um Aircross 2016, medidas como proteção contra furto, colisão, incêndio e roubo, aliadas a assistência 24h e prestação de serviços, costumam compor o conjunto básico. Dependendo do uso, pode haver vantagem em incluir coberturas adicionais, como carro reserva e cobertura para acessórios originais.
• Considere a região de circulação: alguns estados apresentam maior risco de certos tipos de sinistros, o que pode impactar o prêmio do seguro. Buscar cotações com diferentes seguradoras, levando em conta o perfil do condutor e o uso do veículo, ajuda a encontrar a melhor relação custo-benefício.
Por que a FIPE importa no contexto da proteção veicular
A importância da FIPE está relacionada à padronização de referência de valor de mercado, o que facilita a prática de comparação de seguros e evita discrepâncias entre o valor de reposição ou de reparo e o preço efetivo de uma seguradora. Quando o cliente solicita uma cotação com a GT Seguros, por exemplo, o consultor utiliza o valor FIPE como base para entender qual seria o capital segurado adequado, ajustado pelas particularidades do veículo (estado de conservação, quilometragem, itens originais e adicionais).
