Valor FIPE Atual
R$ 5.280,00
↓ 0,2% vs mês anterior
FIPE: 030002-0
Ano: 1995-1
MêsPreço
Mar/26R$ 5.280,00
Fev/26R$ 5.292,00
Jan/26R$ 5.304,00
Dez/25R$ 5.315,00
Nov/25R$ 5.323,00
Out/25R$ 5.336,00
Set/25R$ 5.354,00
Ago/25R$ 5.366,00
Jul/25R$ 5.375,00
Jun/25R$ 5.381,00
Mai/25R$ 5.392,00
Abr/25R$ 5.397,00

Entendendo a Tabela FIPE para o Daewoo Prince Ace 2.0 1995 e seu papel na contratação de seguros

A Tabela FIPE é uma referência amplamente utilizada no mercado automotivo brasileiro para estimar o valor de mercado dos veículos. Composta a partir de dados de anúncios de compra e venda, a FIPE oferece um referencial que as seguradoras costumam usar como base para calcular prêmios, indenizações e coberturas. Para modelos mais antigos, como o Daewoo Prince Ace 2.0, a tabela ajuda a situar o veículo dentro de um cenário de valor de mercado que sofreu variações ao longo dos anos, levando em conta fatores como disponibilidade de peças, histórico de confiabilidade e demanda por modelos da época. Entender como a FIPE é calculada, atualizada e aplicada na prática é fundamental para quem busca contratar um seguro com coberturas compatíveis e justas, sem depender apenas de suposições. Abaixo, vamos explorar o que é a FIPE, por que esse referencial é relevante para um carro de 1995 e como isso impacta a forma como a corretora trabalha com seguros desse tipo de veículo.

O que é a Tabela FIPE e como ela impacta o seguro de veículos

A Tabela FIPE funciona como um índice de referência de preços médios de venda de veículos usados no Brasil. Ela é atualizada mensalmente pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (FIPE) e leva em conta ciclos de venda reais, avaliando modelos ao longo de anos de produção, diferentes versões e condições do mercado. Em termos de seguro, o valor apontado pela FIPE serve como uma base de comparação para determinar o valor de reposição ou o valor de indenização em caso de perda total, além de influenciar o cálculo de prêmios quando a seguradora adota o conceito de “valor de mercado” ou “valor venal” para o carro segurado. Em veículos mais antigos, como o Daewoo Prince Ace 2.0 1995, a precisão da FIPE ganha importância prática, especialmente por questões de disponibilidade de peças, histórico de manutenção, desgaste natural e flutuações de demanda por esse tipo de modelo no mercado de usados.

Tabela FIPE Daewoo Prince Ace 2.0 1995

É útil compreender que a FIPE não é um preço definitivo de venda entre partes; trata-se de uma referência amplamente aceita para estimar o valor de mercado. As seguradoras costumam utilizar esse referencial para estabelecer a soma segurada, para ajustar os limites de cobertura e para cunhar cenários de indenização que reflitam o valor “em uso” do veículo, considerando as condições do mercado. Além disso, muitos contratos de seguro têm cláusulas específicas que definem como o valor da indenização pode ser ajustado com base na FIPE, principalmente no caso de perda total ou de sinistros que afetem componentes significativos do veículo. Assim, entender a atualidade da FIPE e a sua aplicação permite que o segurado tenha clareza sobre como o prêmio é calculado e quais itens de cobertura são mais relevantes para um carro com mais de duas décadas de uso.

Para quem trabalha com corretagem de seguros, a FIPE serve como um norte não apenas para o preço de reposição, mas também para orientar o cliente sobre o custo-benefício de coberturas adicionais, como assistência 24h, proteção de vidros, carro reserva e coberturas para danos a terceiros. Em modelos como o Daewoo Prince Ace 2.0 1995, pode haver particularidades técnicas que influenciam o custo entender: por exemplo, a disponibilidade de peças originais, o estado de conservação, a circulação do veículo na frota e a facilidade de encontrar itens de reposição no mercado de usados. Todos esses fatores, alinhados à leitura da FIPE, ajudam a criar uma proposta de seguro mais ajustada à realidade do veículo e do proprietário.

Contexto histórico: Daewoo Prince Ace 2.0 1995 e a marca Daewoo

A Daewoo é uma fabricante sul-coreana que cresceu rapidamente nas décadas de 1980 e 1990, tornando-se conhecida por oferecer carros com boa relação custo-benefício, design acessível e dispositivos práticos para o dia a dia. Fundada na Coreia do Sul em 1967, a empresa expandiu suas operações para reparar, montar e exportar automóveis, caminhões e componentes, criando uma presença global que incluiu mercados na América Latina, Europa e Ásia. Nos anos 90, a Daewoo conquistou espaço com modelos de porte compacto e sedãs que atraíam clientes pela relação entre preço, espaço interno e garantia de fábrica oferecida, ainda que enfrentasse a concorrência acirrada de marcas japonesas, coreanas e europeias, cada uma com suas peculiaridades de desempenho, conforto e pós-venda.

Com o tempo, parte da linha Daewoo passou por reorganizações corporativas. Em especial, a Daewoo Motor foi incorporada pela General Motors, resultando na GM Daewoo Automotive, uma fase que visou manter a distribuição de modelos em várias regiões com uma rede de concessionárias mais integrada. Essa trajetória influencia, de forma indireta, a disponibilidade de peças de reposição, a percepção de confiabilidade e o custo de manutenção de veículos produzidos pela marca durante a década de 1990, incluindo variantes do Prince Ace. O Daewoo Prince Ace 2.0, nesse cenário, representa uma oferta de sedan familiar com motor 2.0 e características de uso diário, típica de muitos veículos de segmento compacto/mediano da época. Os proprietários de veículos deste período costumam valorizar o custeio com base em prazos conservadores, combinar com uma proteção abrangente de danos e responsabilização civil, e buscar orientações sobre como manter o veículo funcionando com peças ainda disponíveis no mercado de usados, muitas vezes com atenção às particularidades de modelos que perderam a produção original há décadas.

Para um proprietário ou candidato a proprietário, entender a marca e o modelo ajuda a contextualizar a escolha pela COP (cobertura de valor) adequada. Daewoo, como marca emergente de uma empresa sul-coreana, enfrentou altos e baixos ao redor do mundo, mas deixou legado de automóveis práticos para o dia a dia. Modelos como o Prince Ace 2.0 representam uma faixa de veículos que, embora não sejam mais do dia a dia de fábrica, ainda circulam com boa parte dos componentes originais ou compatíveis, o que influencia diretamente a avaliação de risco pela seguradora e, por consequência, o preparo de um seguro que ajuste o prêmio às condições do carro, à idade e ao uso pretendido.

Ficha técnica do Daewoo Prince Ace 2.0 (1995) — informações básicas

  • Motor e desempenho: motor 2.0 de 4 cilindros, potência estimada em torno de 110 cv, torque próximo de 16 kgf·m. Desempenho típico de sedan médio da época, adequado para uso urbano e estradas secundárias.
  • Transmissão e combustível: transmissão manual de 5 marchas (em algumas versões pode haver opção automática); combustível geralmente gasolina; consumo e desempenho variam conforme o estado de conservação e a manutenção.
  • Dimensões, massa e tanque: comprimento aproximado de 4,2 metros, largura em torno de 1,7 metros e altura próxima a 1,4 metros; peso aproximado entre 1.100 kg e 1.150 kg; capacidade do tanque de combustível por volta de 50 litros.
  • Equipamentos de série (conforto): itens de conforto comuns para a época, como direção assistida, vidros elétricos e sistema de climatização, com variações conforme o nível de acabamento da versão. Peças de reposição para essa linha costumam estar disponíveis no mercado de usados, mas com variações regionais na disponibilidade.

Como a FIPE é utilizada pela corretora de seguros

Para quem atua na área de seguros, a FIPE funciona como uma referência estável para estabelecer o valor de reposição ou o valor venal de um veículo. A partir dessa base, a seguradora define o montante segurado, que por sua vez orienta o cálculo do prêmio. Em carros com idade avançada, como o Daewoo Prince Ace 2.0 1995, a FIPE pode sofrer variações que refletem o equilíbrio entre oferta de peças, demanda por unidades semelhantes e histórico de sinistralidade daquele modelo. A partir dessa avaliação, a corretora pode sugerir coberturas que protejam o valor efetivo do bem, levando em conta fatores relevantes para o risco, incluindo: estado de conservação geral, histórico de manutenção, data de fabricação, número de proprietários, uso no dia a dia (cidade versus estrada) e se o veículo é utilizado para atividades comerciais ou particulares.

É comum que o valor FIPE seja utilizado como base para a indenização em caso de perda total, de modo que, se o veículo for atingido por um sinistro irrevers