| Mês | Preço |
|---|---|
| Mar/26 | R$ 204.386,00 |
| Fev/26 | R$ 204.837,00 |
| Jan/26 | R$ 205.289,00 |
| Dez/25 | R$ 201.058,00 |
| Nov/25 | R$ 201.361,00 |
| Out/25 | R$ 201.846,00 |
| Set/25 | R$ 202.494,00 |
| Ago/25 | R$ 202.921,00 |
| Jul/25 | R$ 203.247,00 |
| Jun/25 | R$ 203.451,00 |
| Mai/25 | R$ 203.859,00 |
| Abr/25 | R$ 204.043,00 |
Guia completo sobre a Tabela FIPE para o DAF XF 105 FTS 410 6×2 (diesel)(E5) 2013 e a ficha técnica deste caminhão
Quando se fala em seguros para veículos de aplicação pesada, como caminhões de longa distância, a forma como a Tabela FIPE é utilizada pela seguradora ganha papel fundamental. O artigo de hoje foca no DAF XF 105 FTS 410 6×2, ano-modelo 2013, com motor diesel Euro 5, e como a avaliação de referência influencia a proteção da frota. Vamos explorar o que a Tabela FIPE representa para esse modelo específico, discutir a ficha técnica típica da versão 2013 e trazer uma visão educativa sobre como diferentes atributos do veículo impactam a cobertura de seguro. Este conteúdo é especialmente útil para profissionais de corretagem, gestores de frota e motoristas que lidam com operações de transporte de carga.
DAF como marca no cenário de caminhões de alta demanda: tradição e inovação
A marca holandesa DAF, fundadora de uma linha de caminhões robusta e confiável, tem história marcada pela engenharia voltada para eficiência, conforto do motorista e durabilidade em rotas desafiadoras. Ao longo das décadas, a DAF manteve foco em soluções que ajudam o condutor a percorrer longas distâncias com menos tensão, sem abrir mão do desempenho. O XF, linha emblemática da marca, é reconhecido por combinar cabine espaçosa com ergonomia pensada para jornadas prolongadas, além de componentes que favorecem a manutenção programada e a confiabilidade em operações de transporte de carga. Para frotistas, isso se traduz em maior previsibilidade de custos operacionais, menor tempo de inatividade e, consequentemente, em uma gestão de risco mais estável — fatores que costumam repercutir de forma positiva na avaliação de risco pela seguradora e, por consequência, no processo de proposta de seguro.

O XF 105, em particular, representa uma versão que prioriza já no projeto as demandas de potência, torque disponível e capacidade de criar configurações que atendem desde entregas de rota única até operações de viagem interestadual com reboques. Quando associamos essa linha ao conceito de 6×2, entra em cena uma configuração que equilibra peso, tração e economia de combustível, aspectos relevantes para quem “carrega” não apenas mercadorias, mas também custos de operação, peças de reposição e mão de obra. Com isso, entender o contexto da marca ajuda a compreender por que certas faixas de FIPE são interpretadas de forma específica pelas seguradoras, levando a recomendações de cobertura alinhadas aos riscos reais da operação.
Como interpretar a Tabela FIPE para caminhões: o que isso significa para o XF 105 FTS 410 6×2
A tabela FIPE cumpre um papel de referência no mercado brasileiro. Embora seja amplamente associada a veículos de passeio, ela também abrange segmentos de caminhões, caminhões leves e utilitários, servindo como base para a avaliação de valor de reposição, de avaliação de sinistros e para entender a eventual evolução de custos ao longo do tempo. No caso de um DAF XF 105 FTS 410 6×2, Euro 5 de 2013, a leitura da FIPE ajuda a seguradora a calibrar o que seria um valor de referência para o bem, levando em conta o estado de conservação, a quilometragem, as alterações/melharias realizadas, o tipo de carroceria, a cabine escolhida e a configuração de eixo. Contudo, é essencial frisar que a FIPE não determina o preço de venda nem o custo exato de reposição. Ela funciona como um parâmetro de mercado que, quando cruzado com a inspeção técnica, com o histórico de uso e com o perfil da operação, orienta a definição de coberturas adequadas e de limites de indenização.
Para quem atua na área de seguros, compreender as variações entre versões é crucial. A diferença entre um XF105 FTS 410 6×2 com cabine Space Cab e outro com a opção Super Space Cab, por exemplo, pode influenciar não apenas o conforto do motorista, mas também o peso, a altura do veículo, o consumo, o espaço para itens de proteção e a forma como os dispositivos de segurança atuam. Tudo isso pode impactar a avaliação de risco, as exigências de manutenção preventiva e a necessidade de coberturas adicionais, como proteção de carga, responsabilidade civil estendida e cobertura de acessórios externos. Em resumo, a FIPE serve como referência de valor de mercado, mas a seguradora utiliza uma visão holística do veículo para definir a estratégia de proteção mais adequada à operação.
Ficha técnica do DAF XF 105 FTS 410 6×2 (2013)
- Motor: DAF MX-13, 12,9 litros, diesel Euro 5
- Potência e torque: 410 cv, torque na faixa elevada (aprox. 2100–2300 Nm)
- Transmissão: automatizada com várias velocidades (tipicamente 12 ou 16 marchas), com opções de retarder integrado
- Configuração de eixo e cabine: 6×2, com cabine Space Cab ou Super Space Cab, desenho orientado a longas viagens e conforto do motorista
Essa ficha técnica resume os atributos que costumam ser levados em conta na avaliação de risco pela seguradora. O motor MX-13 é reconhecido pela sua eficiência em uso rodoviário de longo curso, oferecendo torque suficiente para manter desempenho em trechos de subida com carga e em condições de ultrapassagem. A transmissão automatizada facilita a operação, reduzindo fadiga do motorista em jornadas extensas, o que é um ponto relevante do ponto de vista de segurança. Já a configuração 6×2 confere uma combinação de capacidade de peso, manobrabilidade e eficiência de combustível, características que influenciam diretamente a análise de risco de sinistro, especialmente em termos de desgaste de componentes, consumo de pneus e eventual necessidade de manutenção preventiva mais frequente.
É importante notar que, embora esse conjunto seja típico de versões 2013 da XF 105 FTS 410 6×2 Euro 5, certas especificações podem variar conforme a carroceria, o tipo de eixos, a presença de acessórios de proteção, a cabine escolhida (Space Cab versus Super Space Cab) e o histórico de uso. Por isso, ao consultar a FIPE para uma operação de seguro ou para fins de avaliação, vale confirmar com o fabricante ou com o representante da linha XF o detalhamento da versão exata do caminhão em questão. A consistência entre o registro do veículo, o estado atual e o histórico de manutenção é um fator determinante na hora de estabelecer coberturas adequadas, franquias e limites de indenização que realmente atendam às necessidades da frota.
Impacto da versão 6×2 Euro 5 no seguro e na gestão de riscos
Quando se avalia um DAF XF 105 FTS 410 6×2, o conjunto de especificações — motor potente, configuração de eixo, peso da carga e cabina apropriada para longas jornadas — influencia diretamente as premissas de risco usadas pela seguradora. Um veículo com motor potente pode, em determinadas situações de uso de rota repetitiva, apresentar maior probabilidade de desgaste em componentes específicos, como freios, suspensão e pneus, caso não haja manutenção adequada. A configuração 6×2, por sua vez, impõe considerações sobre peso agregado e dinâmica de tração. Em operações de distribuição com rotações contínuas e subidas frequentes, o desgaste pode ocorrer de forma mais acelerada do que em caminhões com outras configurações. Por isso, a adesão a planos de manutenção preventiva, inspeções periódicas e a adoção de equipamentos de segurança adicionais (controle de estabilidade, assistentes de frenagem, monitoramento de pressão dos pneus, etc.) costumam ser temas de discussão com a seguradora durante a formulação da cotação.
Outra dimensão relevante é o Euro 5. Embora já seja uma norma antiga em muitos mercados, a versão Euro 5 ainda pode ser comum em frotas com caminhões mais antigos. A adoção de tais motores tende a influenciar cobranças de prêmios com base no perfil de emissões, consumo e custos de peças. Entregar à seguradora um histórico de manutenções adequado, com certificação de peças originais, facilita o processo de avaliação de risco e pode resultar em condições de cobertura mais estáveis. Além disso, a presença de sistemas de proteção de carga, alarmes, dispositivos de rastreamento e medidas de prevenção de roubo de cabines são fatores adicionais que costumam ser considerados na construção da apólice de seguro para esse tipo de veículo.
Do ponto de vista do seguro de frotas, é fundamental também considerar a gestão de sinistros. Caminhões de 6×2, com cabine de maior diâmetro e peso elevado, exigem atenção especial quanto à proteção de terceiros, responsabilidade civil e cobertura de danos à carga. A Tabela FIPE, ao fornecer uma referência de valor de mercado, atua na definição de um patamar de indenização que é usado no cenário de sinistros. Contudo, reforçamos que a avaliação final depende do estado real do veículo, da quilometragem, das alterações realizadas, do histórico de manutenções, das condições de uso e do cumprimento de programas de inspeção de segurança. Assim, a integração entre a ficha técnica, a leitura da FIPE e o conjunto de práticas de gestão de risco resulta numa estratégia mais robusta para proteção de ativos móveis.
Por fim, vale destacar que, para diferentes perfis de operação — por exemplo, aplicações de longas distâncias com reboque, atuação em ambientes com terreno acidentado, ou rotas com necessidade de rápidas manobras em áreas urbanas — a seguradora pode sugerir adicionais, como cobertura de carga específica, acessórios de proteção, garantias extendidas de motor e transmissão, ou cláusulas de redução de depreciação em caso de sinistro. O objetivo é alinhar a proteção com as necessidades reais do dia a dia da operação, de modo que a experiência de uso do XF 105 FTS 410 6×2 seja coberta de forma adequada, eficiente e previsível.
Se você administra frotas com esse perfil de veículo e busca entender melhor como a Tabela FIPE se encaixa na prática de seguros, a GT Seguros oferece suporte para analisar opções de cobertura que contemplam as particularidades do DAF XF 105 FTS 410 6×2, bem como a melhor forma de registrar o estado, a manutenção e as características operacionais para o cálculo de prêmio e indenização.
Para quem gere operações com essa configuração de caminhão, vale considerar uma cotação com a GT Seguros para obter proteção sob medida para sua frota e garantir tranquilidade em cada quilômetros percorrido.
