| Mês | Preço |
|---|---|
| Mar/26 | R$ 334.562,00 |
| Fev/26 | R$ 335.301,00 |
| Jan/26 | R$ 328.771,00 |
| Dez/25 | R$ 328.010,00 |
| Nov/25 | R$ 334.179,00 |
| Out/25 | R$ 329.499,00 |
| Set/25 | R$ 324.419,00 |
| Ago/25 | R$ 325.103,00 |
| Jul/25 | R$ 325.625,00 |
| Jun/25 | R$ 329.927,00 |
| Mai/25 | R$ 330.590,00 |
| Abr/25 | R$ 330.888,00 |
Guia abrangente sobre a Tabela FIPE para o DAF XF 105 FTS 510 6×2 diesel E5 (2017): como interpretar e usar na cotação de seguros
A Tabela FIPE é uma referência amplamente utilizada no Brasil para estimar o valor de mercado de veículos usados, incluindo caminhões. No entanto, ao tratar de veículos pesados como o DAF XF 105 FTS 510 6×2, a leitura da tabela exige atenção especial: nem sempre o valor FIPE representa exatamente o preço de reposição ou o custo de uma indenização, mas ele funciona como base para negociação entre seguradoras, clientes e assistência técnica. Nesta postagem, não apresentaremos preços específicos, pois os dados de valor são inseridos automaticamente no topo do post. O foco aqui é explicar como a Tabela FIPE se aplica a este modelo específico, além de oferecer dados técnicos relevantes, contexto histórico da marca e orientações úteis para quem busca contratar um seguro adequado para caminhões.
Ficha técnica do DAF XF 105 FTS 510 6×2 (diesel) E5, ano/modelo 2017
- Motor e desempenho: motor DAF MX-13, 12,9 litros, Diesel, emissão Euro 5 (E5); potência nominal de 510 cv, torque de aproximadamente 2.600 Nm, com entrega robusta para operações de longas distâncias e transportes pesados.
- Transmissão e configuração: transmissão automática de 12 velocidades (ZF TraXon) com gerenciamento eletrônico de trocas, associada à configuração de eixo 6×2, que utiliza dois eixos motrizes e um eixo auxiliar — típico para caminhões de alto peso bruto e boa capacidade de manobra em guias de rodagem variadas.
- Chassi e peso: plataforma de caminhão de longo curso, com cabine XF para maior conforto do motorista em jornadas extensas; PBT (peso bruto total) típico na faixa de 40 a 44 toneladas, variando conforme chassi, configurações de tanque de combustível e acessórios instalados pelo operador/logística.
- Cabine e utilidade: cabine projetada para operações de carga de grande tonelagem, com opções de configuração de cabine simples ou com sleeper, visando conforto em turnos prolongados; recomendado para tráfego de longas distâncias, logística de cargas pesadas e serviços de transporte de contêineres, cargas secas ou químicas, conforme especificação do proprietário.
Observação: os números de torque e especificações podem variar conforme a configuração exata do veículo e o mercado de origem. A ficha técnica acima descreve atributos comuns à versão XF 105 FTS 510 6×2 de 2017, com ênfase em desempenho, robustez e adequação a operações de alto peso, que costumam impactar diretamente na avaliação de seguro e na prática de uso diário.

Sobre a marca DAF
A DAF Trucks é uma fabricante holandesa de caminhões com longa tradição no segmento de veículos pesados. Fundada originalmente em 1928, a DAF construiu reputação pela durabilidade, confiabilidade e pela inovação em soluções de refrigeração de motor, aerodinâmica e eficiência de combustível. Em meados dos anos 1990, a DAF passou a fazer parte do grupo Paccar, o que consolidou sua presença global ao integrar tecnologias de gestão de motor, transmissão e telemática com padrões de qualidade reconhecidos mundialmente. Com foco em caminhões para transporte de longo curso e aplicações de logística, a DAF manteve uma linha de produtos que privilegia conforto do motorista, desempenho estável e confiabilidade em operações de elevada demanda de carga. O XF, em particular, tornou-se referência entre os modelos de alta capacidade, oferecendo chassis robustos, opções de cabine amplas e sistemas que ajudam a manter a operação segura e eficiente em diferentes geografias e condições de estrada.
Do ponto de vista técnico, investir em um caminhão da linha XF implica considerar o equilíbrio entre potência, torque, câmbio eletronicamente controlado e a capacidade de carga. A manutenção regular e a disponibilidade de peças são aspectos centrais para frotistas, visto que a manutenção é associada a custos de operação significativos e ao tempo de indisponibilidade do veículo. Por isso, entender a base de referência de mercado, como a Tabela FIPE, aliada às especificidades da marca, ajuda na tomada de decisão sobre aquisição, revenda ou seguro. A DAF, com sua herança de engenharia, costuma oferecer soluções que alinham desempenho com confiabilidade, características valorizadas por seguradoras e pelo setor de transporte de cargas.
Por que a Tabela FIPE importa para o seguro do DAF XF 105 FTS 510 6×2
A Tabela FIPE funciona como referência de avaliação de mercado para veículos usados, incluindo caminhões. Quando uma seguradora consulta o valor FIPE, ela obtém uma estimativa consensual de quanto o veículo vale em condições usuais de mercado. Isso serve de base para cálculos de indenização em sinistros, para definições de Cobertura de Valor de Mercado (valor de reposição ou valor de indenização) e para ancorar o prêmio do seguro. No caso de caminhões pesados como o DAF XF 105 FTS 510 6×2, algumas particularidades precisam ser consideradas:
- Histórico de uso e rota: veículos usados em trajetos de longa distância, operando em logística de contêineres ou em fretes de alto peso, podem apresentar perfis de desgaste diferentes de caminhões em uso local, o que pode ter reflexos no valor de mercado reportado pela FIPE e, por consequência, na avaliação de risco pela seguradora.
- Condição geral e histórico de manutenções: caminhões que apresentam manutenções completas, com registros meticulosos, costumam ter valor de mercado mais estável dentro da faixa FIPE, o que favorece a negociação de prêmios com melhores condições para o segurado.
- Configuração de tração e peso: a versão 6×2, com eixos específicos (incluindo eixo auxiliar), pode influenciar o preço de mercado estimado, especialmente quando se busca cobertura para cenários de sinistro envolvendo danos estruturais ou perda de carga.
- Custos de reposição de peças: para marcas como a DAF, a disponibilidade de peças originais e a rede de assistência técnica impactam o custo de reposição e, consequentemente, o valor de indenização ou o potencial ajuste de prêmio.
É crucial entender que o valor FIPE não é o preço de venda atual do veículo, tampouco o custo de reposição exata em caso de sinistro. Em seguros, a FIPE serve como referência de mercado. Em alguns casos, as seguradoras também consideram o Valor de Reposição (valor necessário para repor o veículo novo ou equivalente) ou o Valor de Compra (valor efetivo de aquisição), dependendo da apólice contratada. Por isso, ao planejar a contratação de uma apólice para o DAF XF 105 FTS 510 6×2, vale conversar com a corretora para alinhar qual base de cálculo a seguradora utilizará e quais coberturas são mais apropriadas para o perfil de operação da frota.
Impactos práticos da Tabela FIPE na escolha de coberturas e garantias
Quando uma empresa de transportes busca seguros para caminhões pesados, algumas decisões dependem diretamente das leituras sobre a FIPE. Abaixo, destacamos pontos úteis para orientar a escolha de coberturas sem entrar em números de valores específicos.
- Cobertura básica versus valor de mercado: a FIPE costuma fundamentar o valor de mercado. Em apólices com cobertura de valor de reposição, pode ser necessária uma avaliação adicional para estimar o custo de repor o veículo por uma unidade equivalente atual.
- Indenização parcial ou total: para sinistros parciais, o valor correspondente ao dano é frequentemente baseado no custo de reposição ou no valor de mercado. A clareza sobre esses critérios evita surpresas na hora da indenização.
- Desvalorização e depreciação: caminhões sofrem depreciação com o tempo. A FIPE ajuda a quantificar essa depreciação, influenciando o prêmio de seguro ao longo da vida útil do veículo.
- Complementos de proteção: telemetria, rastreadores, monitoramento de carga e anexos de proteção podem reduzir o custo de seguro, pois reduzem riscos de roubo, colisões e perdas de carga, refletindo positivamente na avaliação de risco pelas seguradoras.
Além disso, as seguradoras costumam considerar características específicas do veículo: o DAF XF 105 FTS 510 6×2 com motor MX-13, capacidade de carga e a configuração de eixo, tudo isso interfere na percepção de risco, na probabilidade de sinistros e, por consequência, no prêmio. A presença de itens de conforto e de tecnologia embarcada também pode influenciar a avaliação de risco, principalmente quando há mecanismos de telemetria e de monitoramento operacional que ajudam a gerenciar hábitos de condução, consumo de combustível e manutenção preditiva.
Como a marca e o modelo influenciam a cotação de seguro
Ao selecionar um caminhão para aquisição ou renovação de seguro, muitos fatores entram em jogo além do valor de mercado. A marca DAF, conhecida pela robustez e pela disponibilidade de rede de assistência técnica, costuma transmitir maior confiança às seguradoras, o que pode se traduzir em condições mais estáveis de prêmio, especialmente para frotas que mantêm contratos de longo prazo com fornecedores autorizados e com planos de manutenção programada. O XF 105 FTS 510 6×2, por sua vez, destaca-se pela capacidade de transportar cargas pesadas com eficiência de combustível e pela disponibilidade de motores de alta potência aliados a transmissões sofisticadas, o que facilita operações de longo curso. Esses atributos, quando bem dimensionados na apólice, ajudam a mitigar riscos de sinistro e a manter custos operacionais sob controle.
O que considerar ao planejar o seguro para o DAF XF 105 FTS 510 6×2
Para caminhões pesados, a escolha de coberturas deve contemplar não apenas o valor estimado pela FIPE, mas também o tipo de operação, o perfil de rota, a manutenção programada e as condições de uso. Abaixo, apresentamos aspectos práticos que costumam orientar os corretores e proprietários de frota:
- Requisitos de manutenção: manter um cronograma periódico de revisões aumenta a confiabilidade do veículo, reduz o risco de falhas graves e tende a influenciar positivamente as condições de seguro.
- Rastreamento e telemetria: instalar dispositivos de monitoramento de frota facilita a gestão de riscos, permitindo prazos de resposta a eventos de condução, comportamento do motorista e monitoramento de rota, o que pode reduzir prêmios para frotas bem gerenciadas.
- Estado de conservação: veículos bem conservados, com registro de inspeções e histórico de serviços, tendem a ter prêmios mais estáveis, já que representam menor probabilidade de falhas mecânicas onerosas.
- Uso da frota: se o caminhão opera em setores de alto valor agregado (como frete de cargas sensíveis, cargas refrigeração, contêineres críticos), o seguro pode exigir coberturas mais abrangentes, com proteção adicional para carga e responsabilidade civil.
Na prática, ao discutir com a GT Seguros ou outra corretora, vale alinhar o tipo de cobertura com o perfil da frota: seguro total com cobertura de valor de mercado ou valor de reposição, assistência 24h, proteção de carga, responsabilidade civil, proteção de guincho e reboque, entre outras opções. O objetivo é equilibrar o custo do prêmio com o nível de proteção necessário para reduzir a exposição a riscos em operações de grande porte.
Marcas, tecnologia e o futuro do seguro para caminhões pesados
O setor de seguros para caminhões tem passado por transformações com o avanço de tecnologias embarcadas, conectividade e telemetria. A integração entre a marca (neste caso, DAF) e a tecnologia disponível no veículo permite que as seguradoras avaliem com mais precisão o risco de sinistro, o que pode resultar em prêmios mais competitivos para frotas que adotam soluções de monitoramento de desempenho, manutenções progrâ-das e gestão de conduta de motoristas. Além disso, a disponibilidade de peças originais, a rede de assistência técnica autorizada DAF e a facilidade de envio de dados para apuração de sinistros ajudam a reduzir o tempo de reparo e as incertezas associadas a processos de indenização. Em termos de planejamento de seguros, isso significa que proprietários de frota que investem em boas práticas de gestão de ativos costumam obter condições mais positivas, desde que demonstrem controle efetivo sobre a operação.
Estrutura de leitura da Tabela FIPE para o período atual
A leitura da Tabela FIPE para o DAF XF 105 FTS 510 6×2 envolve entender que o valor de referência pode variar em função de fatores como ano de fabricação, condição de uso, quilômetros rodados, porte da carga, e eventual depreciação. Em geral, veículos com menos de uma década tendem a manter valores mais elevados na FIPE, especialmente quando mantêm histórico de manutenção limpo, com documentação disponível. Por outro lado, caminhões com maior desgaste, danos estruturais ou histórico de sinistros recorrentes podem apresentar valores FIPE menores, o que também deve ser considerado ao planejar o seguro. Quando o objetivo é obter a melhor cobertura com o menor custo possível, recomenda-se buscar condições junto a uma corretora de confiança, que possa cruzar os dados da FIPE com o estado atual da frota, o tipo de operação e o perfil de risco do motorista. A GT Seguros, por exemplo, pode orientar sobre pacotes que integrem telemet
