| Mês | Preço |
|---|---|
| Mar/26 | R$ 5.252,00 |
| Fev/26 | R$ 5.264,00 |
| Jan/26 | R$ 5.276,00 |
| Dez/25 | R$ 5.287,00 |
| Nov/25 | R$ 5.295,00 |
| Out/25 | R$ 5.308,00 |
| Set/25 | R$ 5.326,00 |
| Ago/25 | R$ 5.338,00 |
| Jul/25 | R$ 5.347,00 |
| Jun/25 | R$ 5.353,00 |
| Mai/25 | R$ 5.364,00 |
| Abr/25 | R$ 5.369,00 |
Entenda a Tabela FIPE para o Daihatsu Charade CX/TS 1.0 1994 e como ela orienta seguros de veículos usados
Por que a FIPE é relevante para seguros de carros usados
A Tabela FIPE funciona como referência de valor de mercado para veículos usados no Brasil. Embora muitos clientes negociem com base em preços de anúncios, o seguro utiliza as referências da FIPE para estimar valores de indenização em situações de sinistro, bem como para apoiar cálculos de prêmio, de depreciação e de cobertura de peças. Conhecer o funcionamento da FIPE ajuda o proprietário de um Daihatsu Charade CX/TS 1.0 de 1994 a compreender por que o valor segurado pode diferir entre seguradoras, estados e condições de conservação do veículo.
Neste contexto, entender como a FIPE trata modelos mais antigos e específicos, como o Charade CX/TS 1.0, é essencial para evitar surpresas na hora de acionar o seguro. Modelos de nicho, com produção interrompida há décadas, costumam ter variações regionais de disponibilidade de peças, histórico de revisões e estado de conservação que influenciam o valor de referência utilizado pelas seguradoras. Por isso, manter documentação atualizada, manter o veículo em bom estado de manutenção e registrar seu estado de conservação são práticas que ajudam a manter o custo de seguro adequado à realidade.

Ficha técnica do Charade CX/TS 1.0 (1994) — visão geral
- Marca e modelo: Daihatsu Charade CX/TS 1.0
- Ano de fabricação/mercado: 1994
- Versões comuns no Brasil: CX e TS
- Motor: 1.0 L, 3 cilindros
- Potência aproximada: em torno de 40 a 50 cv (gasolina)
- Transmissão: manual de 4 velocidades
- Tração: dianteira
- Cilindrada: cerca de 993 cm³
- Alimentação: carburador
- Dimensões aproximadas: comprimento ~3,5 m; largura ~1,5 m; altura ~1,4 m
- Entre-eixos: próximo de 2,4 m (volumes variam conforme a configuração)
- Peso aproximado em ordem de marcha: entre 730 kg e 900 kg, dependendo da configuração e do estado de conservação
- Capacidade do tanque de combustível: aproximadamente 35 a 40 litros
- Porta-malas: volume típico de hatch compacto da época, modesto para a categoria
- Tipo de combustível: gasolina
Observação: os valores acima representam referências comuns para o conjunto CX/TS 1.0 do Charade na década de 1990, com variações entre áreas de homologação, versões específicas e condições de uso. Para fins de seguro, o essencial é entender que o Charade é um veículo compacto de entrada com propulsão simples, o que impacta tanto a performance quanto a disponibilidade de peças de reposição no mercado de hoje.
Características da mecânica e manutenção relevantes para o seguro
Ao lidar com um carro mais antigo, certos aspectos influenciam a confiabilidade e, por consequência, o custo de seguro. Abaixo, pontos-chave que costumam ser considerados por corretoras ao avaliar o Charade CX/TS 1.0:
- Confiabilidade básica do motor 1.0 com três cilindros, que costuma exigir atenção especial a componentes como vedação, sistemas de alimentação e regulagem do carburador.
- Relação entre disponibilidade de peças originais ou compatíveis e o custo de reposição, que afeta desde o orçamento de manutenção até o prêmio de seguro.
- Histórico de manutenção comprovado por manuais, notas fiscais e registros de condução, importante para avaliação de sinistrabilidade e depreciação.
- Estado geral de conservação, lataria e ferrugem, especialmente em plataformas de uso frequente em vias urbanas, que influencia o risco de sinistros e o valor segurado.
Impacto da FIPE no cálculo de prêmios e indenizações
Embora a tabela FIPE não determine apenas o preço de venda de um veículo, ela serve como referência para muitos cálculos no seguro. Em veículos de primeira mão, a seguradora costuma vincular o valor de cobertura ao valor FIPE correspondente ao modelo e ao ano. Em casos de indenização por perda total, o acordo de indenização pode seguir o valor FIPE ajustado pela idade do veículo, estado de conservação e histórico de sinistros.
Para o Charade CX/TS 1.0, cuja produção no Brasil e no mundo se tornou menos freqüente com o passar dos anos, o valor FIPE tende a refletir a raridade, a disponibilidade de peças e a demanda de mercado. Por isso, duas situações comuns aparecem na prática: veículos bem conservados, com histórico de manutenção documentado, podem receber uma referência FIPE mais estável, enquanto unidades com desgaste elevado ou sem documentação podem sofrer variações significativas na base de cálculo adotada pela seguradora.
Cuidados práticos para quem tem um Daihatsu Charade CX/TS 1.0 1994 e pensa em seguro
Para manter a cobertura alinhada com a realidade do veículo e evitar surpresas na hora de acionar o seguro, considere as orientações abaixo:
- Mantenha o cadastro de peças e serviços feitos, com notas fiscais e comprovantes de manutenção. A documentação facilita a verificação de estado e reduz dúvidas no momento da avaliação de sinistros.
- Guarde registros de histórico de conservação do veículo, com fotos do estado da carroceria, das estruturas de suspensão e dos freios, que ajudam a demonstrar o valor de mercado e o estado de conservação.
- Solicite inspeção periódica por profissionais qualificados, especialmente para itens de freios, suspensão e sistema elétrico, que são cruciais para a segurança de uso diário.
- Discuta com a seguradora as opções de coberturas que melhor atendam ao Charade, incluindo proteção contra roubo, colisão e cobertura compreensiva, ajustando o valor de cobertura de acordo com o estado de conservação e o uso previsto.
Conexões históricas: Daihatsu Charade e o mercado brasileiro
A Daihatsu, fabricante japonesa conhecida por produzir modelos compactos voltados a mercados com maior foco em economia de combustível, deixou uma presença marcante em diversas regiões com veículos acessíveis e de manutenção simples. O Charade, em especial, ganhou espaço nos anos 1990 como uma opção econômica para mobilidade urbana. No Brasil, modelos como o CX/TS 1.0 representaram uma categoria de entrada que atraiu consumidores que valorizavam baixo consumo, facilidade de manutenção e custos de aquisição acessíveis. Com o tempo, a disponibilidade de peças originais diminuiu em relação aos dias de pico de produção, tornando-se comum a busca por peças compatíveis ou usadas, o que influencia avaliações de seguro e o custo de manutenção.
O que considerar ao comparar seguros para o Charade CX/TS 1.0 1994
Ao comparar propostas de seguro para esse tipo de veículo, vale observar alguns aspectos que costumam aparecer nas cotações:
- Limites de indenização baseados no valor FIPE, ajustados pela idade e pelo estado do veículo.
- Opções de coberturas adicionais, como proteção financeira com relação a terceiros, carro reserva e assistências técnicas.
- Condições de pagamento, franquias e eventual desconto por loyalidade ou por histórico de condução sem sinistros.
- Variações regionais de prêmio, que podem surgir pela disponibilidade de peças, pelo custo de mão de obra e pela confiabilidade de atendimento da rede credenciada.
É comum que proprietários de Charade e de outros modelos mais antigos valorizem uma abordagem que combine seguro com um plano de manutenção preventivo. Isso ajuda a manter o veículo em boas condições operacionais, reduz o risco de sinistros e, consequentemente, pode auxiliar na negociação de prêmios mais justos com a seguradora.
Ao considerar o Charade CX/TS 1.0, vale lembrar que o objetivo da tabela FIPE é oferecer um parâmetro de referência que ajuda a orientar decisões de seguro, com foco na proteção do patrimônio e na tranquilidade do proprietário. Embora não substitua a avaliação técnica individual do veículo, o FIPE funciona como uma base indispensável para entender o valor do ativo, especialmente em modelos com história de uso intenso e peças de reposição em constante mudança.
Em resumo, o Daihatsu Charade CX/TS 1.0 de 1994 permanece relevante para entusiastas de automóveis compactos e para quem busca uma solução de transporte econômica. Compreender a relação entre a ficha técnica, o estado de conservação e o valor de referência da FIPE ajuda o segurado a navegar com mais clareza pelas opções de seguro disponíveis, assegurando proteção adequada sem surpresas desagradáveis ao longo do tempo.
Para conhecer opções de cobertura específicas para este modelo e obter orientação sobre a melhor combinação de coberturas, faça uma cotação com a GT Seguros.
