| Mês | Preço |
|---|---|
| Mar/26 | R$ 5.916,00 |
| Fev/26 | R$ 5.930,00 |
| Jan/26 | R$ 5.944,00 |
| Dez/25 | R$ 5.956,00 |
| Nov/25 | R$ 5.965,00 |
| Out/25 | R$ 5.813,00 |
| Set/25 | R$ 5.832,00 |
| Ago/25 | R$ 5.845,00 |
| Jul/25 | R$ 5.855,00 |
| Jun/25 | R$ 5.861,00 |
| Mai/25 | R$ 5.873,00 |
| Abr/25 | R$ 5.879,00 |
Entenda a Tabela FIPE para o Daihatsu Charade Sedan 1994: motorização, ficha técnica e impactos no seguro
A Tabela FIPE é uma referência amplamente utilizada no mercado brasileiro para estimar o valor venal dos veículos usados. Ela serve como base para diversos setores, entre eles o seguro, a venda entre particulares e até questões legais de indenização. Quando falamos do Daihatsu Charade Sedan, ano 1994, o processo de consulta na FIPE envolve compreender as motivações da marca, as variações entre versões, e como esses elementos se traduzem em custos de proteção veicular. Este artigo explora o cenário da Tabela FIPE para esse modelo específico, sem discutir preços, para que você entenda como a tabela influencia mais do que apenas o valor de compra ou venda.
O que é a Tabela FIPE e por que ela importa para o seguro
A Tabela FIPE, mantida pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas, compila periódicamente dados de mercado sobre veículos usados e serviços correlatos. Ela funciona como um reference sheet nacional, atualizando-se mensalmente para refletir variações de demanda, disponibilidade de peças, idade do veículo e histórico de desvalorização. No seguro automotivo, o valor referencial da FIPE serve como base para a indenização em casos de perda total ou furtos, bem como para regularização de contratos de proteção veicular com carência de imagens de dano ou avaliação de sinistros complexos. Vale destacar que o valor FIPE não é um preço de venda ou compra obrigatório, mas sim um indicativo consolidado que ajuda a calibrar o prêmio de seguro, as franquias e as coberturas disponíveis.

Para o Daihatsu Charade Sedan de 1994, a leitura da FIPE envolve considerar as diferentes variantes de motor que compõem o conjunto do modelo. A década de 1990 trouxe uma gama de configurações para esse carro, refletindo, entre outras coisas, escolhas regionais de motorização, transmissão e níveis de acabamento. A compreensão dessas variações é essencial porque pequenos desvios entre versões podem ter impacto direto na estimativa de valor pela FIPE e, por consequência, no custo do seguro. Enquanto o preço listado na FIPE não deve ser interpretado como um valor de mercado definitivo, ele funciona como referência útil para seguradoras avaliarem o risco, o custo de substituição e a necessidade de coberturas adicionais, como proteção de itens automotivos, assistência 24h e cobertura para terceiros.
Ao interpretar a FIPE para o Charade 1994, leve em conta que o veículo pode ter diferenças em função da versão (1.3 ou 1.5) e de fatores como estado de conservação, histórico de manutenção e eventual recuperação de peças originais. Em seguros, essas particularidades costumam se transformar em faixas de valor referencial, que ajudam na precificação de cobertura básica, bem como de pacotes com coberturas extras. Em resumo: a FIPE é um norte técnico que auxilia corretores e seguradoras a alinharem expectativas entre o proprietário do veículo, o custo do seguro e o nível de proteção desejado.
Ficha técnica resumida do Charade Sedan 1.5/DLX 1.3 (1994)
Abaixo estão os aspectos mais relevantes da ficha técnica desse Daihatsu Charade Sedan, contemplando as duas motorizações comuns naquela época: a versão 1.3 e a versão 1.5. Tomamos como referência o conjunto típico desse modelo do início dos anos 1990 no Brasil, com observações para diferenças de variante. Lembre-se de que números podem variar conforme mercado, lote de fabricação e conservação do veículo.
- Motorização: opções de 1.3 L (1331 cm³) ou 1.5 L (aprox. 1490 cm³), com diferentes configurações de alimentação/inalação conforme o mercado. As versões 1.3 costumavam oferecer desempenho mais comedido, enquanto a versão 1.5 apresentava torque e potência ligeiramente superiores, compatíveis com o uso urbano.
- Potência e torque (valores aproximados): faixas típicas para o Charade 1.3 situam-se próximas de níveis moderados de potência, com torque suficiente para uso diário. A versão 1.5 tende a entregar números maiores, favorecendo retomadas e ultrapassagens em vias com carga de ocupantes. Valores exatos variavam conforme o conjunto de combustível e a calibração de cada lote.
- Transmissão e tração: câmbio manual, geralmente de 4 velocidades, com algumas variantes oferecendo 5 marchas. Tração dianteira (FWD), típica de carros compactos da época, com suspensão simples e foco em economia de combustível e facilidade de manutenção.
- Dimensões e peso (aproximados): carro curto e leve, compatível com manobras urbanas. Comprimento próximo de 3,9–4,0 metros, largura em torno de 1,5–1,6 metros, altura de aproximadamente 1,4–1,5 metros, peso entre 800–950 kg dependendo do conjunto e do nível de acabamento. Esses parâmetros influenciam tanto a dirigibilidade quanto a faixa de consumo de combustível e, indiretamente, o custo de seguro.
Esses itens formam o núcleo da ficha técnica que o mercado costuma consultar ao avaliar o Charade 1994. Em seguros, além desses dados, entram observações sobre histórico de acidentes, condicionamento da carroceria, estado de pneus, freios, sistema elétrico e integridade de itens de segurança. Embora a tabela FIPE sirva como referência de valor, o estado atual do veículo pode levar a ajustes finos no prêmio, especialmente em veículos com maior idade ou com histórico de sinistros. Por isso, manter a documentação em dia, realizar revisões periódicas e conservar originais em bom estado são práticas que ajudam a manter o custo de proteção sob controle.
A marca Daihatsu e o seu papel no mercado brasileiro
A Daihatsu é uma fabricante japonesa reconhecida pela produção de carros compactos e utilitários leves, com foco em simplicidade, economia de combustível e baixo custo de manutenção. No Brasil, a presença da marca teve fases distintas, marcadas por importação de modelos populares entre quem procurava mobilidade urbana acessível. Durante as décadas de 1980 e 1990, a Daihatsu contribuiu com propostas de veículo pequeno, com dimensões adequadas ao trânsito intenso das grandes cidades brasileiras. O Charade Sedan foi um dos modelos que acompanharam esse espírito de utilidade prática, apresentando soluçoes simples de mecânica, boa visibilidade e consumo relativamente contido para a época. No panorama histórico, os veículos Daihatsu mantiveram um papel de nicho: atender pessoas que valorizavam custo de aquisição e manutenção, facilidade de reparo e disponibilidade de peças em redes de assistência.
> Ficar atento à origem e à idade de um Charade ajuda na hora de planejar o seguro. Carros de marcas com presença histórica no mercado podem se beneficiar de redes de assistência mais estabelecidas, porém exigem avaliação cuidadosa de componentes de segurança, disponibilidade de peças e preparo do condutor. Em termos de reputação, a Daihatsu é associada a confiabilidade básica e praticidade, traços que, no contexto de seguros, costumam se traduzir em perfis de risco estáveis para modelos antigos com manutenção adequada.
Para quem acompanha o mercado de usados, entender a marca e seu histórico de produção é útil não apenas para a decisão de compra, mas também para negociar condições de cobertura com corretores. A relação entre a marca, o modelo e as versões disponíveis influencia a forma como as seguradoras calculam o prêmio, especialmente quando falamos de carros com mais de duas décadas de uso, onde estado geral, disponibilidade de peças e preservação de itens de segurança afetam o custo total da proteção.
Como a Tabela FIPE impacta a precificação do seguro para o Charade 1994
Quando uma seguradora avalia um Charade Sedan de 1994, a FIPE atua como uma referência de valor metodológica. Esse valor ajuda a determinar o montante que seria coberto no caso de indenização por perda total ou furto, além de moldar o valor segurável para coberturas adicionais, como colisão, incêndio e roubo, entre outras. Em termos práticos, quanto maior o valor de referência na FIPE, maior tende a ser o custo de proteção, uma vez que a seguradora assume maior responsabilidade econômica caso haja sinistro. Por outro lado, valores FIPE mais baixos associados a carros com histórico de uso cuidadoso, manutenção regular e estado geral aceitável podem reduzir o prêmio e facilitar a obtenção de coberturas com condições mais amigáveis.
> Importante é compreender que a FIPE é apenas uma das variáveis que influenciam o preço do seguro. A idade do veículo, o perfil do motorista, a região de circulação, o uso (ex.: urbano diário, viagens ocasionais) e o histórico de sinistros são componentes centrais do cálculo de cada apólice. O Charade, por ser um veículo antigo com Mecânica simples, pode ter custos de seguro relativamente estáveis se mantido em boas condições, mas requer avaliação cuidadosa quanto à disponibilidade de peças e à rede de assistência, aspectos que também influenciam o peso dos prêmios ao longo do tempo.
Para quem avalia uma eventual aquisição ou renovação de seguro, vale a pena consultar o corretor sobre como diferentes cenários podem afetar o valor segurável com base na FIPE. Em muitos casos, pequenas mudanças no estado do carro (como substituição de componentes de maior desgaste ou a adoção de dispositivos de proteção) podem ter reflexo direto no custo mensal do seguro. Além disso, o FIPE funciona como uma referência objetiva que facilita a comparação entre propostas de diferentes seguradoras, ajudando o consumidor a identificar qual apólice oferece melhor relação custo-benefício com base no mesmo patamar de valor referenciado.
Dicas para manter o Charade 1994 bem protegido
Para quem utiliza o Charade Sedan com foco em economia e uso cotidiano, algumas práticas simples podem melhorar a proteção do veículo e, consequentemente, influenciar positivamente o custo do seguro, sem comprometer a qualidade da cobertura:
- Manutenção em dia: realize revisões periódicas, mantenha o histórico de manutenções atualizado e guarde notas e comprovantes. Um carro bem cuidado tende a oferecer menor risco aos olhos da seguradora.
- Documentação organizada: mantenha certificado de registro, documentos de propriedade, comprovantes de vistoria e itens de segurança em ordem. Isso facilita a avaliação pela seguradora e pode agilizar o processamento de sinistros.
- Itens de segurança adicionais: considerar alarme, tronco de ignição com proteção extra e dispositivos antirroubo pode reduzir percepções de risco, refletindo, por vezes, em prêmios mais acessíveis.
- Uso e localização: ajuste o contrato ao uso real (dias de circulação, quilometragem anual prevista e locais de estacionamento). Seguradoras costumam ajustar o valor segurável conforme o perfil de uso, o que pode impactar positivamente o custo final.
Essas práticas ajudam a manter o Charade mais próximo de um patamar de custo previsível dentro da Tabela FIPE, o que facilita a tomada de decisão na hora de contratar ou renovar o seguro. Lembre-se: o objetivo é equilibrar proteção adequada com custo justo, mantendo o veículo em bom estado e com documentação completa.
Se você estiver buscando orientação específica sobre o Charade 1994, a melhor abordagem é conversar com um corretor que entenda a relação entre FIPE, versão do veículo e as opções de seguro disponíveis. Um profissional poderá indicar a combinação de coberturas mais adequada com base no estado do carro, nos seus hábitos de uso e nas suas necessidades de proteção.
Para facilitar ainda mais a sua decisão, pense em uma abordagem que una prática de manutenção com a avaliação de valor FIPE. Uma gestão preventiva, aliada à leitura correta da tabela e à escolha de coberturas alinhadas ao seu orçamento, tende a oferecer uma solução mais estável e confiável ao longo do tempo.
Se estiver pronto para avançar, considere solicitar uma cotação com a GT Seguros para comparar opções e escolher a proteção ideal para o Daihatsu Charade Sedan 1994. Uma avaliação cuidadosa pode revelar condições interessantes para o seu perfil de motorista e uso do veículo.
