| Mês | Preço |
|---|---|
| Jan/26 | R$ 7.541,00 |
| Dez/25 | R$ 7.556,00 |
| Nov/25 | R$ 7.568,00 |
| Out/25 | R$ 7.587,00 |
| Set/25 | R$ 7.742,00 |
| Ago/25 | R$ 7.900,00 |
| Jul/25 | R$ 7.913,00 |
| Jun/25 | R$ 7.921,00 |
| Mai/25 | R$ 7.937,00 |
| Abr/25 | R$ 7.945,00 |
| Mar/25 | R$ 7.957,00 |
| Fev/25 | R$ 7.962,00 |
Guia prático para interpretar a Tabela FIPE do Daihatsu Charade Sedan 1995 nas versões 1.3 e 1.5/DLX
A Tabela FIPE funciona como referência oficial para o valor de mercado de veículos usados no Brasil. Em seguros, a referência de FIPE é amplamente utilizada para indicar o valor de indenização em caso de perda total, roubo ou dano ao veículo, servindo como base para o cálculo de coberturas e franquias. Quando falamos do Daihatsu Charade Sedan produzido em 1995, com as versões 1.3 e 1.5/DLX, a leitura da FIPE envolve entender não apenas o ano, a versão e o estado de conservação, mas também a identidade da própria marca japonesa e a história do modelo no mercado brasileiro. Abaixo, você encontrará um panorama educativo sobre como interpretar essa tabela para esse carro específico, além de uma ficha técnica resumida que facilita a compreensão de seus componentes e capacidades.
Como a FIPE relaciona-se com o Charade Sedan 1995: versões 1.3 e 1.5/DLX
O valor de referência na Tabela FIPE para o Daihatsu Charade Sedan 1995 não é apenas uma cifra fixa; ele reflete uma soma de fatores que incluem a versão do motor, o estado de conservação, a quilometragem, a manutenção documentada, a carroceria, a cor e a disponibilidade de peças. Para cada versão, o motor 1.3 e o motor 1.5 representam filosofias técnicas distintas dentro do mesmo conjunto de carroceria: o 1.3 tende a privilegiar economia de combustível e simplicidade mecânica, enquanto o 1.5 busca um equilíbrio entre performance suave e consumo ainda contido, aspectos valorizados pelo comprador urbano daquela época. Em termos de seguro, esse desmembramento é relevante porque a seguradora pode ajustar o valor de referência conforme a versão, o que, por sua vez, impacta o custo do prêmio, a cobertura de danos a terceiros e as possibilidades de franquia em casos de sinistro.

Outro ponto crucial é a condição de mercado da época. Em 1995, o Charade era visto no Brasil como um veículo compacto, econômico e de manutenção relativamente simples, atributos que influenciavam a apreciação de valor na FIPE ao longo do tempo. Em termos práticos, isso significa que, ao consultar a Tabela FIPE para o Charade Sedan, você precisa selecionar a versão (1.3 ou 1.5/DLX) e o estado de conservação (mínima, boa, excelente) com cuidado. A variação entre estados, de cidades grandes para interiores, pode refletir diferenças de disponibilidade de peças, mão de obra especializada e histórico de sinistros, fatores que aparecem no processo de avaliação da seguradora. Em resumo, a FIPE oferece uma referência objetiva, mas o valor final utilizado pela seguradora para custeio ou indenização pode depender de critérios adicionais de avaliação.
Ficha técnica resumida do Daihatsu Charade Sedan 1995
A ficha técnica de um veículo histórico como o Charade Sedan 1995 serve como guia para entender o comportamento do carro, seu espaço, capacidades e limitações. Como o modelo foi oferecido em duas versões de motor trazendo diferenças que impactam diretamente na dirigibilidade e no consumo, apresento a seguir uma síntese prática, com o foco em dados que costumam aparecer na FIPE e que ajudam na avaliação para seguro e planejamento financeiro.
- Motor e transmissão: duas opções de motorização—1.3 L (1298 cm³) ou 1.5 L (1497 cm³), com quatro cilindros; tração dianteira; câmbio manual de 4 a 5 marchas, dependendo da versão. Em termos gerais, o 1.3 privilegia economia, enquanto o 1.5 oferece um ímpeto de torque adequado para deslocamentos urbanos com leve resposta de aceleração.
- Dimensões e peso: comprimento aproximado entre 3,9 e 4,0 metros; largura em torno de 1,60 metro; altura próxima de 1,40 metro; entre-eixos próximo a 2,38 metros; peso de ordens de magnitude entre 800 e 900 kg, variando conforme a versão e o acabamento DLX ou base.
- Capacidade e acomodação: tanque de combustível com capacidade de cerca de 40 litros; capacidade do porta-malas em faixa compatível com carros compactos da época (aproximadamente entre 350 e 450 litros); assentos traseiros que podem dobrar para ampliar o espaço de carga, conforme a configuração de banco único/duplo.
- Conjunto veicular e acabamento: acabamento DLX representa a linha mais bem equipada da época, com itens de conforto e conveniência que variam conforme o mercado, como detalhes de acabamento, opcionais de cromados, e possivelmente equipamentos de conveniência que não eram padronizados em todas as unidades. A suspensão, a direção e o sistema de freios seguem o padrão dos compactos japoneses da década, priorizando dirigibilidade estável em vias urbanas e uma condução previsível.
O que a marca Daihatsu representa no cenário automotivo
A Daihatsu é uma fabricante japonesa com uma história marcada pela ênfase em veículos compactos, eficientes e voltados para uso urbano. Fundada no início do século XX, a empresa se destacou pela filosofia de criar carros com menor peso, menor consumo de combustível e manutenção relativamente simples. No decorrer das décadas, a Daihatsu ganhou reconhecimento pela confiabilidade mecânica de seus propulsores de quatro cilindros, além da praticidade de seus designs, que priorizavam o espaço interno disponível diante de um exterior compacto. A marca consolidou uma reputação de oferecer soluções de mobilidade para grandes centros urbanos e regiões onde a circulação é intensa e as necessidades de economia de combustível são primordiais. Em termos de portfólio, o Charade representa o espírito da marca: carros enxutos, fáceis de manejar, com foco em manobra e uso diário, sem exageros de desempenho, mas com robustez suficiente para o dia a dia.
Ao longo dos anos, a presença da Daihatsu no Brasil passou por fases de consolidação e mudança. Em muitos mercados, a marca se destacou em segmentos de eficiência, oferecendo modelos compactos que, mesmo com tecnologia simples, entregavam confiabilidade quando bem mantidos. O Charade Sedan de 1995 é um exemplo de como a Daihatsu conciliava tamanho reduzido, espaço interno decente e consumo moderado, características que hoje são muito valorizadas por quem procura veículos que mantenham um custo de propriedade mais contido. Além disso, a afinidade entre a marca e o perfil de clientes que precisam de um carro econômico para a cidade contextualiza a importância de entender a FIPE nesse tipo de veículo, pois o seguro – entre outras coisas – deve refletir a realidade de uso, conservação e disponibilidade de peças no mercado.
É relevante notar que, em termos de histórico de confiabilidade, boa parte da percepção sobre a Daihatsu no Brasil e em outros mercados se apoia na consistência dos conjuntos mecânicos usados em seus compactos. O Charade, com suas opções de motorização 1.3 e 1.5, é lembrado por quem teve contato com o carro na década de 1990 como um veículo simples de manter, com rotinas de serviço menos onerosas do que as de modelos de maior porte. Essa simplicidade, aliada à disponibilidade de peças originais através de importadores ou redes de assistência da época, influencia a percepção de valor na FIPE, na hora de definir seguros que reflitam o custo de reposição ou de reparo. Em suma, a marca transmite uma ideia de praticidade, essencial para quem valoriza um automóvel de uso diário sem surpresas de alto custo.
Implicações da FIPE para seguros e planejamento de custo
Para quem contrata seguros de automóveis, a referência FIPE ajuda a definir o valor de indenização em caso de sinistro, o que, por sua vez, determina o valor de prêmio, a franquia, as coberturas adicionais e o processo de avaliação de danos. Em veículos como o Charade Sedan 1995, com duas versões de motor, a seguradora avalia se o sinistro envolve a versão 1.3 ou 1.5, pois cada uma pode ter custos de reparação distintos, peças de reposição com disponibilidade diferenciada e, consequentemente, variações no custo de reconstrução. Além disso, o estado de conservação impacta o valor de referência: carros com histórico de manutenção regular, com peças originais e sem danos estruturais tendem a ter uma posição mais favorável na FIPE, o que ajuda na obtenção de condições de seguro mais equilibradas. Por outro lado, veículos com desgaste acentuado, histórico de sinistros ou falta de documentação podem ver o valor de referência depreciado na hora de a seguradora calcular o prêmio ou o pagamento de indenização.
Neste contexto, compreender as nuances da Tabela FIPE para o Daihatsu Charade Sedan 1995 é uma prática educativa relevante para proprietários, compradores de veículos usados e profissionais de seguros. Não se trata apenas de saber o preço hipotético, mas de entender como diferentes atributos do veículo influenciam o valor de referência que orienta a proteção contratada. A seguir, algumas orientações rápidas sobre como agir ao lidar com FIPE e seguro nesse modelo específico:
- Quando estiver comparando cotações, selecione a versão correta (1.3 ou 1.5/DLX) para evitar distorções no valor calculado pela FIPE e, por consequência, no prêmio do seguro.
- Informe com precisão o estado de conservação e a quilometragem, pois esses itens costumam impactar a classificação de condição pela seguradora e, por extensão, o custo do seguro.
- Conte com o histórico de manutenção e com a disponibilidade de peças originais para justificar a valoração de reposição caso seja necessário em um sinistro.
- Considere coberturas adicionais, como proteção de vidros, assistência 24h e danos a terceiros, levando em conta a natureza do veículo antigo: apesar de compacto, ele pode exigir atenção especial em determinadas regiões ou situações urbanas
