| Mês | Preço |
|---|---|
| Mar/26 | R$ 9.360,00 |
| Fev/26 | R$ 9.381,00 |
| Jan/26 | R$ 9.402,00 |
| Dez/25 | R$ 9.420,00 |
| Nov/25 | R$ 9.435,00 |
| Out/25 | R$ 9.458,00 |
| Set/25 | R$ 9.489,00 |
| Ago/25 | R$ 9.509,00 |
| Jul/25 | R$ 9.525,00 |
| Jun/25 | R$ 9.535,00 |
| Mai/25 | R$ 9.555,00 |
| Abr/25 | R$ 9.564,00 |
Visão abrangente da Tabela FIPE para o Daihatsu Charade 1995: versões TS/TSi 1.3 e LSi 1.5 16V
A Tabela FIPE é uma referência indispensável para entender o valor de mercado de veículos usados no Brasil e, consequentemente, para questões de seguro, financiamentos e negociações entre comprador e vendedor. Quando o foco é um modelo específico como o Daihatsu Charade, especialmente nas versões TS/TSi 1.3 e LSi 1.5 16V do ano 1995, a leitura da tabela ganha uma camada adicional de complexidade: cada versão tem características próprias que influenciam o preço de referência, o que, por sua vez, impacta decisões de contratação de seguro, valor de indenização em caso de sinistro e o cálculo de coberturas. Este artigo oferece uma leitura educativa sobre como a FIPE se aplica ao Charade, combinando uma ficha técnica resumida, o contexto da marca japonesa e as implicações para quem busca proteção através de seguros. Ao final, você encontrará uma recomendação suave para avaliar opções com a GT Seguros, sem qualquer compromisso imediato.
Entendendo a Tabela FIPE e o papel da referência na proteção de seguros
A Tabela FIPE, mantida pela Fundação Institute de Pesquisas Econômicas, funciona como uma espécie de mercado-fonte para preços médios de automóveis usados no Brasil. Ela é atualizada mensalmente, levando em conta variações de condições de mercado, disponibilidade de peças e demanda por determinados modelos. Para seguros, isso significa que o valor segurável do veículo é, em grande parte, baseado nessa referência. Em termos simples, quanto maior o valor de referência atribuído pela FIPE, maior tende a ser a cobertura financeira prevista para uma indenização total ou parcial em caso de sinistro e para o cálculo de prêmios de seguro.

Ressalta-se que a FIPE é apenas uma referência padronizada. O valor efetivamente segurado pode divergir com base em fatores que o corretor utiliza na avaliação, como a conservação do veículo, grau de originalidade, histórico de sinistros, uso (urbano, rodovias, serviço) e a localização geográfica. No caso de veículos clássicos ou raros, o valor de reposição pode diferir significativamente do previsto pela FIPE; por isso, entender o método de apuração é essencial. No cenário do Charade 1995, com suas versões TS/TSi 1.3 e LSi 1.5 16V, a leitura cuidadosa da tabela envolve observar a inscrição de cada versão, uma vez que pequenas variações de motorização e equipagem costumam refletir em variações do valor de referência.
Ficha técnica do Daihatsu Charade TS/TSi 1.3 / LSi 1.5 16V (1995)
- Fabricante: Daihatsu
- Modelo/versões: Charade TS e TSi 1.3, bem como LSi 1.5 com motor 16V
- Ano de referência: 1995
- Tipo de carro: Hatch compacto de três portas, voltado para uso urbano
- Motorização: quatro cilindros com configuração 16 válvulas, com opções de 1.3 L (aprox. 1.298 cm³) e 1.5 L (aprox. 1.499 cm³)
- Alimentação: sistemas de injeção eletrônica (variações conforme mercado); configurações podem incluir diferentes mapas de alimentação
- Potência aproximada: 1.3 L na casa dos 75 a 85 cv; 1.5 L na casa dos 90 a 100 cv (valores que variam com a configuração exata e o combustível utilizado)
- Transmissão: tipicamente manual com 4 a 5 velocidades; algumas versões puderam ter opções automáticas, conforme o mercado
- Suspensão: dianteira tipo MacPherson; traseira com eixo de torção ou configuração independente, dependendo do conjunto
- Direção: assistida hidraulicamente na maioria dos casos
- Dimensões aproximadas: comprimento entre 3,6 e 3,8 metros; largura entre 1,5 e 1,6 metros; altura entre 1,3 e 1,4 metros
- Peso aproximado: entre 750 e 950 kg, variando com o nível de acabamento e equipamentos
- Capacidade de porta-malas: espaço modesto para o porte de bagagens diárias, típico de hatch compactos da época
- Consumo e desempenho: desempenho eficiente para o trânsito urbano, com variações significativas conforme versão, câmbio, manutenção e hábitos de condução
Ao interpretar a ficha técnica do Charade, vale enfatizar que as informações acima representam uma visão consolidada de versões comuns naquele ano. Cada exemplar pode apresentar pequenas diferenças, especialmente entre versões europeias, asiáticas e latino-americanas. A ideia central para seguros é relacionar a condição mecânica, o estado de conservação e a originalidade com o valor de mercado, o que, por sua vez, impacta a definição da cobertura ideal e a formalização de sinistros. Em termos práticos, comparar a FIPE com a condição real do carro ajuda a evitar tanto subavaliação quanto superproteção desnecessária no seguro.
Sobre a marca Daihatsu
A Daihatsu é uma fabricante japonesa historicamente ligada à produção de veículos compactos e econômicos. Fundada no início do século XX, a marca se consolidou ao longo das décadas como referência em soluções urbanas para mobilidade cotidiana. Em muitos mercados, a proposta da Daihatsu se conectou com a ideia de carros pequenos, leves, simples de manter e com boa relação custo-benefício. Essa orientação ajuda, inclusive, na hora de pensar no seguro: peças de reposição costumam ter disponibilidade e a manutenção de modelos veteranos tende a ser mais prática quando a rede de assistência é bem estabelecida. No episódio brasileiro, a presença de Daihatsu foi marcante em determinados períodos, com o Charade ocupando espaço significativo entre os compactos de linha da época. Hoje, ao considerar uma política de seguro para um carro de 1995, o histórico da marca se traduz em percepções de confiabilidade, disponibilidade de média de peças e facilitar a obtenção de coberturas apropriadas para o veículo.
Do ponto de vista técnico e de experiência de condução, o Charade tende a oferecer economia de combustível, manobrabilidade ágil e um espaço interno adequado a deslocamentos urbanos. Esses atributos também influenciam o processo de segurabilidade: menor propensão a perdas de valor por desgaste irregular, aliado a um custo de reposição reconhecido pela indústria de seguros, pode favorecer uma estratégia de proteção que priorize coberturas básicas de terceiros com opcionais ajustados ao uso real, sem excesso de custo. Assim, a relação entre a reputação da marca e a prática de seguro se revela como uma combinação útil para quem possui ou pretende adquirir um Charade 1995.
Relação entre FIPE e seguro para o Daihatsu Charade
Ao planejar a contratação de um seguro para o Charade, quem utiliza a Tabela FIPE como referência costuma observar alguns pontos-chave. Primeiro, o valor de referência orienta a definição do seguro contra perdas totais: se o veículo for sinistrado, o montante a ser indenizado tende a considerar esse valor como base, com ajustes conforme a política da seguradora. Em segundo lugar, o FIPE também influencia a composição de coberturas adicionais, como proteção contra terceiros, roubo e dano a acessórios. Em terceiro lugar, a idade do veículo e suas particularidades — por exemplo, a disponibilidade de peças — podem impactar a escolha pela franquia, já que veículos mais velhos costumam reagir de forma diferente a sinistros. Por fim, para quem observa o Charade TS/TSi 1.3 e LSi 1.5 16V, a FIPE ajuda a situar com mais clareza o valor de referência do carro em comparação com similares na mesma faixa de idade e motorização, o que auxilia o corretor na negociação de condições e preços de prêmios.
Dicas para otimizar a cotação de seguro para o Charade 1995
- Informe com precisão a versão do Charade que você possui (TS/TSi 1.3 ou LSi 1.5 16V) e o estado atual de conservação. Detalhes como motor, câmbio, sistema elétrico e itens de segurança influenciam o cálculo do prêmio.
- Atualize os dados de uso
