Valor FIPE Atual
R$ 6.667,00
↓ 0,2% vs mês anterior
FIPE: 012010-3
Ano: 1995-1
MêsPreço
Mar/26R$ 6.667,00
Fev/26R$ 6.682,00
Jan/26R$ 6.697,00
Dez/25R$ 6.710,00
Nov/25R$ 6.721,00
Out/25R$ 6.738,00
Set/25R$ 6.760,00
Ago/25R$ 6.775,00
Jul/25R$ 6.786,00
Jun/25R$ 6.793,00
Mai/25R$ 6.807,00
Abr/25R$ 6.814,00

Panorama da Tabela FIPE para o Daihatsu Charade TX 1.3 16V 1995

Entendendo o papel da FIPE na avaliação de veículos usados

A Tabela FIPE é um referencial amplamente utilizado no mercado de seguros, venda e compra de veículos usados no Brasil. Ela consolida, em uma base pública e constantemente atualizada, os valores médios praticados pelo mercado a cada mês para modelos de automóveis de diversas gerações. Quando uma seguradora analisa o risco de um carro antigo, como o Daihatsu Charade TX 1.3 16V de 1995, a Tabela FIPE funciona como uma referência de valor de mercado e serve para calibrar componentes da apólice, como o valor segurado, a depreciação e eventuais coberturas específicas. Importante destacar que o objetivo do uso da FIPE não é ditar o preço de venda entre comprador e vendedor, mas sim auxiliar as empresas a estimarem cenários de sinistro, reposição de peças e a necessidade de coberturas adicionais. Em termos simples, quanto mais próximo o valor FIPE de um veículo estiver do preço de reposição em caso de sinistro, maior a confiabilidade da cobertura oferecida pela seguradora. Assim, para quem busca proteção adequada, entender como a tabela se relaciona ao Daihatsu Charade TX 1.3 16V 1995 ajuda a planejar uma apólice que reflita bem o valor de mercado e as características do carro.

Ficha técnica do Daihatsu Charade TX 1.3 16V 1995

O Charade TX 1.3 16V, lançado na década de 1990, corresponde a uma linha de compactos projetados para oferecer mobilidade urbana com consumo moderado e manutenção relativamente simples. Abaixo está um resumo técnico, compacto e direto, para facilitar a consulta de quem trabalha com seguros e avaliação de risco, sem abrir mão de informações úteis para o proprietário ou avaliador.

Tabela FIPE Daihatsu Charade TX 1.3 16V 1995
  • Motor e alimentação: 1.3 L (1297 cm³), quatro cilindros, distribuição DOHC com 16 válvulas, alimentação por injeção eletrônica.
  • Transmissão e tração: manual de 5 velocidades, tração dianteira (FWD).
  • Desempenho e caracterização: desempenho modesto típico de um compacto urbano dos anos 90, com boa resposta para uso diário em áreas urbanas e trechos de estrada; consumo de combustível era favorecido pela cilindrada reduzida e peso leve.
  • Dimensões e peso aproximado: carro curto, com entrecarro compacto – peso próprio próximo de 800 kg e comprimento próximo de 3,7 metros, características que favorecem manobrabilidade e economia de combustível, além de facilitar estacionamento em áreas urbanas.

Essa ficha técnica resume aspectos que costumam influenciar diretamente o custo do seguro. Itens como peso, potência, tipo de combustível e a idade do veículo entram na equação de risco cobrindo fatores como probabilidade de colisão, probabilidade de roubo e custo de reparo com peças originais. Vale lembrar que, para fins de apólice, as seguradoras costumam cruzar essas informações com o histórico do veículo, a utilização (cidade, estrada, viagens curtas) e o perfil do condutor. Quando se trata de um modelo antigo, a disponibilidade de peças, a facilidade de reposição e a necessidade de manutenção preventiva são pontos que costumam impactar o custo do seguro e, por consequência, a abrangência da cobertura.

A marca Daihatsu e o Charade no contexto histórico

A Daihatsu é uma fabricante japonesa reconhecida, historicamente associada a soluções de mobilidade compacta, eficiência de combustível e engenharia voltada para o uso urbano. Fundada no início do século XX, a marca sempre enfatizou projetos que oferecessem confiabilidade, baixo consumo e facilidade de manutenção, características que aparecem com clareza em modelos como o Charade. O Charade, em suas gerações, surgiu para atender a uma demanda de mercado por carros menores, com mecânicas simples e custo de aquisição acessível. No período em que o Charade TX ganhou a roupagem 1.3 16V, a proposta era combinar espaço interno razoável para a categoria com um conjunto mecânico competitivo para a época. Em termos de seguro, esse tipo de veículo costuma ser considerado de baixa a média complexidade de reparo, desde que haja disponibilidade de peças originais ou alternativas compatíveis no mercado nacional. A história da Daihatsu no Brasil também envolve aprendizados sobre importação, distribuição e a adaptação de modelos japoneses ao ambiente de estradas brasileiras, o que pode influenciar a percepção de risco por parte das seguradoras e, consequentemente, as condições da apólice.

Como a Tabela FIPE influencia a precificação de seguros para o Charade

Ao avaliar um Daihatsu Charade TX 1.3 16V de 1995, as seguradoras consultam a Tabela FIPE para entender o valor de referência do veículo no mês de avaliação. Esse valor serve como piso para estabelecer o que a apólice pode cobrir em caso de sinistro e como calcular a indenização, seja na soma segurada ou na indenização integral de peças. Um ponto essencial é a correspondência entre o valor FIPE e o valor de mercado efetivo atual. Em alguns casos, carros que conservam boa condição mecânica, com documentação em dia e histórico de manutenção, podem apresentar valores FIPE que reflitam com fidelidade seu valor de reposição. Em outros cenários, veículos com desgaste significativo, necessidade de reparos frequentes ou histórico de sinistros podem ter desvios entre o valor de reposição e o valor que o mercado aceita, elevando ou reduzindo o custo do seguro conforme o risco calculado pela seguradora. Para o proprietário, compreender esse mecanismo ajuda a escolher coberturas adequadas, como proteção Total, terceiros+acidentes, quebra acidental de vidros, e a considerar a linha de usos – urbano diário, viagens ocasionais ou participação em eventos de carros clássicos. Em resumo: a FIPE não dita o preço exato, mas orienta o ajuste do prêmio com base no valor de referência do modelo em determinada época, conectando-se à ideia de reposição, depreciação e cobertura de danos.

Cuidados práticos para quem mantém um Daihatsu Charade TX 1.3 16V de 1995

Carros antigos exigem atenção especial, especialmente quando o objetivo é manter a proteção financeira adequada sem pagar demais pelo seguro. Abaixo estão recomendações práticas que ajudam a manter o veículo em condições seguras, o que, por sua vez, pode influenciar positivamente o custo da apólice ao longo do tempo:

  • Manutenção programada: manter o cronograma de revisões e substituição de itens críticos (óleo, filtros, freios, suspensão) para evitar falhas que aumentem o risco de sinistro ou custos de reparo significativos.
  • Documentação e histórico: guardar notas fiscais de serviços, peças usadas e eventuais reparos. Uma trilha de manutenção bem documentada facilita a comprovação de cuidado do veículo pela seguradora.
  • Peças e disponibilidade: manter o veículo com peças compatíveis, originais ou de qualidade equivalente, para evitar problemas de reparo que possam estender o tempo de imobilização e impactar avaliações de risco.
  • Uso consciente: planejar guinadas, manobras e velocidades compatíveis com a idade da chassis e da mecânica, reduzindo a probabilidade de acidentes por falha humana ou falha mecânica.

O que considerar ao contratar o seguro para um Charade antigo

Quando se trata de um veículo com décadas de existência, as seguradoras costumam oferecer categorias específicas de cobertura, pensadas para carros com maior valor histórico, disponibilidade de peças e custos de reparo. Entre as opções mais comuns estão:

– Cobertura contra terceiros e danos materiais;
– Cobertura contra colisões;
– Cobertura de incêndio, roubo e furto qualificado;
– Proteção de vidros e assinatura de assistências básicas como guincho e carro reserva;
– Opções de indenização parcial ou total, dependendo do estado do veículo e da avaliação de risco.

Para o Charade, questões como o desgaste de componentes, o estado da lataria, a disponibilidade de peças originais e o histórico de sinistros influenciam se é mais adequado optar por uma cobertura ampla ou por um conjunto enxuto de proteções. Por serem veículos de baixa a média complexidade de reparo, costumam oferecer um equilíbrio interessante entre custo de prêmio e conforto de cobertura, desde que a avaliação seja bem alinhada com as características reais do automóvel e do uso pretendido pelo proprietário.

Estratégias para otimizar a cotação com a GT Seguros

Para quem busca uma cobertura que combine valor de substituição com tranquilidade no dia a dia, alinhar o seguro ao perfil do Charade TX 1.3 16V 1995 pode fazer a diferença. Algumas estratégias úteis incluem revisar a abrangência de coberturas conforme o uso (cuidado com sinistros envolvendo áreas de baixa iluminação ou vias com tráfego intenso), verificar a necessidade de serviços adicionais (como assistência 24 horas, carro reserva, cobertura para acessórios originais) e manter a documentação sempre atualizada. Além disso, comparar cotações de diferentes seguradoras ajuda a entender como cada empresa interpreta o valor FIPE e o risco associado ao seu veículo. Em termos práticos, se você procura uma forma simples, rápida e confiável de conduzir essa avaliação, a GT Seguros oferece um caminho claro para obter uma cotação personalizada que leve em conta as características únicas do Charade TX 1.3 16V 1995, com foco em proteção adequada sem exceder o orçamento.

Convivência entre história, veículo e proteção financeira

Modelos antigos como o Daihatsu Charade TX 1.3 16V de 1995 possuem um apelo histórico e peculiar, que pode se transformar em um diferencial de valor emocional para o proprietário. Ao mesmo tempo, é possível equilibrar esse valor com a segurança financeira por meio de uma apólice bem ajustada. A Tabela FIPE oferece um referencial técnico para orientar esse equilíbrio, ajudando a entender onde está o valor do veículo no mercado atual e como esse valor pode refletir no custo da proteção. Com cuidadosa avaliação de seguro, o Charade pode receber coberturas proporcionais ao seu uso real, mantendo a tranquilidade diante de imprevistos e preservando a memória de um modelo que representa uma época de transição para a mobilidade urbana brasileira.

Ao final, quem administra o risco de possuir um carro clássico ou antigo precisa considerar não apenas o custo do prêmio, mas também a qualidade da cobertura, a confiabilidade da seguradora e a transparência na comunicação de valores. O objetivo é ter proteção suficiente para reposição ou reparo, sem comprometer o orçamento mensal. O Charade TX 1.3 16V 1995, com sua característica de veículo urbano compacto, pode ser justamente um bom equilíbrio entre história, utilidade prática e proteção financeira, desde que a cotação seja bem calibrada às suas necessidades reais.

Se você está avaliando o seguro para o Daihatsu Charade TX 1.3 16V 1995 e quer uma orientação especializada, considere consultar a GT Seguros para uma cotação personalizada. Uma avaliação direcionada pode ajudar a alinhar a cobertura ao valor real do veículo, ao uso cotidiano e à sua relação com o mercado de seguros, proporcionando tranquilidade sem surpresas.