Valor FIPE Atual
R$ 3.710,00
↓ 0,2% vs mês anterior
FIPE: 012013-8
Ano: 1996-1
MêsPreço
Jan/26R$ 3.710,00
Dez/25R$ 3.718,00
Nov/25R$ 3.725,00
Out/25R$ 3.735,00
Set/25R$ 3.747,00
Ago/25R$ 3.755,00
Jul/25R$ 3.762,00
Jun/25R$ 3.766,00
Mai/25R$ 3.775,00
Abr/25R$ 3.780,00
Mar/25R$ 3.787,00
Fev/25R$ 3.791,00

Como a Tabela FIPE orienta a avaliação de um Daihatsu Cuore 0/TS0 85i de 1996

A Tabela FIPE é uma referência fundamental para corretores de seguros, concessionárias, segurados e instituições financeiras. Ela reflete, com periodicidade, o valor de mercado médio de veículos usados com base em dados de transferência de propriedade e consultas reais de negociação. No caso específico do Daihatsu Cuore 0/TS0 85i 1996, a leitura correta da Tabela FIPE exige compreender não apenas o número de catálogo, mas também o histórico de produção da marca, o comportamento de depreciação de modelos compactos usados na época e as particularidades de uma categoria de veículo que, por muitos anos, foi associada à mobilidade urbana com foco em economia de combustível e simplicidade de manutenção. Este artigo explora a interface entre o valor referenciado pela FIPE e o universo de seguros para esse modelo, destacando a importância da ficha técnica, da personalidade da marca e dos fatores de risco que influenciam a precificação de coberturas.

Ficha Técnica do Daihatsu Cuore 0/TS0 85i (1996)

Antes de falar sobre valores ou cenários de seguro, é útil ter uma visão estável do que o carro é, tecnicamente, e como isso se traduz em custos operacionais, confiabilidade e risco para seguradoras. A geração do Cuore de 1996, identificada por códigos como 0/TS0, pertence ao ciclo de desenvolvimento de kei cars da Daihatsu, com ênfase em compactação, leveza, economia de combustível e praticidade no uso diário. Abaixo, apresentamos uma ficha técnica objetiva, com dados tipicamente associados a esse período e à linha Cuore, reconhecidos como referência para a avaliação de seguros e de depreciação no mercado brasileiro e internacional.

Tabela FIPE Daihatsu Cuore 0/TS0 85i 1996
  • Motor: 550 cm³, 3 cilindros, gasolina, aspirado, configurado para eficiência de consumo e baixo custo de manutenção.
  • Potência: aproximadamente 40–45 cv (valores variam conforme mercado e homologação), suficiente para o uso urbano típico de um kei car sem comprometer a manobrabilidade em vias rápidas locais.
  • Transmissão: manual de 4 marchas, com distribuição simples de torque e foco na confiabilidade, característica comum entre modelos compactos da época.
  • Dimensões e peso: comprimento em torno de 3,40 m; largura próxima de 1,40 m; altura variando conforme a carroceria, com peso de aproximadamente 600–680 kg, o que favorece economia de combustível e facilidade de estacionamento.

Observa-se, pela ficha técnica, que o Cuore deste período foi concebido para cumprir funções de utilidade diária, com benefício direto para quem usa o veículo como instrumento de trabalho leve, trajeto urbano e deslocamento entre bairros. Essa configuração influencia, no mundo das seguradoras, a percepção de risco, pois veículos mais leves e com motor simples costumam ter custos de reparo menores em parte, mas podem apresentar maior vulnerabilidade a danos em colisões de média/grande monta pela falta de sofisticação de estruturas e proteções. Em contrapartida, a simplicidade do conjunto eleva a confiabilidade quando bem mantido, o que tende a reduzir a frequência de sinistros graves decorrentes de falhas mecânicas.

A marca Daihatsu e o foco em mobilidade urbana

A Daihatsu, marca japonesa conhecida pela sua especialização em urbanos compactos, consolidou, ao longo das décadas, uma identidade fortemente associada a veículos pequenos, econômicos e fáceis de conduzir. Em várias gerações, a companhia foi reconhecida por entregar soluções de mobilidade que cabem em espaços restritos, com soluções de assento prático, consumo de combustível contido e custos operacionais relativamente baixos. O Cuore, como linha, simboliza esse espírito: um carro pensado para deslocamentos diários dentro da cidade, com manutenção simples, peças acessíveis e disponibilidade de alternative modes de transporte quando necessário. Essa filosofia se traduz, no universo de seguros, em componentes de risco mais previsíveis: menor propensão a desgaste acelerado por alta performance, menor probabilidade de danos elevados em acidentes simples e, consequentemente, premissas que frequentemente refletem sinistros de menor gravidade, desde que o veículo esteja bem conservado e com manutenção em dia.

Para corretores de seguros, compreender a cultura da marca ajuda a contextualizar as expectativas do proprietário do Cuore 1996: trata-se de um veículo que, apesar de seu charme histórico e de uso utilitário, exige atenção a itens como câmbio, sistemas de freios, suspensão e selagem de carroceria. O historico de produção do Daihatsu também influencia a disponibilidade de peças e a facilidade de reposição, fatores que impactam tanto o custo de reparo quanto o tempo de assistência em casos de sinistro. Em termos de segurança, muitas gerações antigas não contavam com os mesmos pacotes de proteção de colisão presentes em carros modernos; porém, a simplicidade estrutural pode facilitar manutenções preventivas, o que, a longo prazo, ajuda na redução de imprevisibilidades associadas a falhas mecânicas.

Como a Tabela FIPE é utilizada na avaliação de seguros

A Tabela FIPE funciona como uma referência de mercado para o valor de reposição ou de indenização em caso de perda total, dependendo da modalidade de seguro contratada. Para o Daihatsu Cuore 0/TS0 85i 1996, o corretor usa o valor FIPE como uma base de referência para estimar a quantia de cobertura necessária, preservando uma coerência entre o valor segurado e o custo de eventuais reparos. Mesmo que o veículo tenha uma idade que reduza seu valor de mercado, a FIPE oferece uma linha de referência que auxilia na definição de coberturas de proteção de danos parciais, acidentes, roubo/furtos e terceiros. A partir desse referencial, o especialista em seguros pode calibrar o prêmio com base em fatores de risco específicos do motorista, do uso do veículo e do histórico do bem.

Entre os aspectos práticos, destaca-se que a FIPE ajuda a orientar:

  • Determinação de coberturas: a FIPE orienta limites de indenização para danos parciais ou integrais, buscando equilíbrio entre proteção adequada e prêmio compatível com o valor atual de mercado.
  • Depreciação e reposição: modelos de idade avançada costumam ter depreciação acelerada; a FIPE oferece uma referência estável para acompanhar a depreciação histórica do veículo e seus componentes.
  • Valorização de acessórios e alterações: itens como rodas, sistemas de som, ou modificações podem não ser totalmente refletidos pela FIPE de forma isolada; corretores ajustam a cobertura conforme o caso.
  • Procedimentos de sinistro: em situações de perda total, a indenização baseada na tabela ajuda a evitar distorções entre o valor pretendido pelo segurado e o valor de mercado efetivo do veículo no momento do sinistro.

É importante lembrar que a Tabela FIPE não é o preço de venda atual de um veículo específico, nem deve ser encarada como o único referencial de valor em todas as situações. Em casos de veículos com histórico de conservação excepcional, alterações significativas ou raridade de modelo, o avaliador pode considerar ajustes baseados em condições reais do bem e de negociação do mercado, sempre alinhados às políticas da seguradora e às regras regulatórias locais.

Boas práticas para corretores na hora de trabalhar com o Daihatsu Cuore 1996

Ao lidar com um carro de idade como o Cuore 1996, corretores podem adotar algumas atitudes que favoreçam a precificação e a clareza com o segurado. Entre as recomendações, destacam-se:

– Verificar o estado geral do veículo, incluindo motor, câmbio, sistema elétrico, suspensão e carroceria, para avaliar a capacidade de reparo e o custo potencial de peças, levando em conta que peças originais podem ter disponibilidade limitada.

– Considerar o histórico de manutenção do veículo: manutenções regulares, registro de revisões e substituição de itens de desgaste reduzem a probabilidade de sinistros iminentes e ajudam a manter menores custos de sinistro ao longo do tempo.

– Avaliar o uso real do veículo: se o Cuore é utilizado majoritariamente em trajetos urbanos curtos, isso tende a indicar menor exposição a riscos de alta velocidade ou desgaste extremo. Isso pode influenciar positivamente o perfil de risco.

– Observar a presença de acessórios que possam impactar o valor segurável: ar-condicionado, itens de conforto ou melhorias mecânicas podem modificar o custo de reparo, e o corretor deve atualizar as coberturas para refletir melhorias relevantes.

Ao seguir esses pilares, o corretor de seguros consegue alinhar a proteção oferecida ao valor efetivo do veículo, evitando subseguro ou superseguro, e fornecendo ao segurado uma solução que guarda equilíbrio entre custo do prêmio e proteção efetiva contra eventos adversos.

Considerações finais e convite à cotação

Para proprietários de Daihatsu Cuore 0/TS0 85i 1996 e profissionais do ramo, entender a relação entre a Tabela FIPE, a ficha técnica e o conjunto de fatores de risco é essencial para oferecer coberturas adequadas com preços justos. A compatibilidade entre o valor referenciado pela FIPE, o estado de conservação do veículo e o histórico do condutor determina a forma como o seguro é precificado, bem como a cobertura de eventualidades como roubo, colisão ou danos a terceiros. Modelos clássicos ou de baixa disponibilidade de peças exigem uma avaliação cuidadosa do custo de reparos e da disponibilidade de peças de reposição, o que, por sua vez, influencia o custo total da seguradora e a viabilidade de determinadas coberturas.

Para leitores que desejam conhecer opções personalizadas de proteção com foco em economia, confiabilidade e cobertura adequada para um Daihatsu Cuore 0/TS0 85i 1996, a cotação com a GT Seguros pode oferecer uma visão prática de pacotes, franquias, coberturas complementares e condições especiais de acordo com o perfil do veículo e do motorista. Avaliar diferentes cenários de cobertura ajuda a equilibrar o gasto com o prêmio anual e a segurança de possuir uma proteção adequada no dia a dia do veículo urbano.

Tomar decisões informadas é parte do cuidado com o patrimônio e com a tranquilidade no trânsito. A combinação entre a leitura da Tabela FIPE, a ficha técnica do carro e as particularidades do histórico do motorista permite escolhas mais conscientes na contratação de seguros, especialmente para modelos com perfil de utilidade e legado histórico, como o Daihatsu Cuore 0/TS0 85i 1996.

Se você está buscando entender melhor como a Tabela FIPE impacta a cobertura do seu veículo ou deseja explorar opções de proteção sob medida, lembre-se: a melhor escolha começa com informação clara. E para quem deseja uma abordagem prática com suporte especializado, considere solicitar uma cotação com a GT Seguros para conhecer opções de proteção que dialogam com o valor de mercado do seu Cuore e com as necessidades do seu dia a dia.