Valor FIPE Atual
R$ 5.944,00
↓ 0,2% vs mês anterior
FIPE: 012004-9
Ano: 1995-1
MêsPreço
Mar/26R$ 5.944,00
Fev/26R$ 5.958,00
Jan/26R$ 5.972,00
Dez/25R$ 5.984,00
Nov/25R$ 5.993,00
Out/25R$ 6.008,00
Set/25R$ 6.028,00
Ago/25R$ 6.041,00
Jul/25R$ 6.051,00
Jun/25R$ 6.058,00
Mai/25R$ 6.071,00
Abr/25R$ 6.077,00

Panorama completo sobre a Tabela FIPE para o Daihatsu Cuore TS/TSL 1995 e impactos para o seguro

O que é a Tabela FIPE e por que ela importa para o seguro de veículos usados

A Tabela FIPE é uma referência amplamente utilizada no Brasil para estimar o valor de mercado de veículos usados em diferentes estados, versões e anos de fabricação. Ela é construída pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (FIPE) com base em dados de transações de veículo comercializadas no mercado, considerando fatores como idade, estado de conservação, versões e histórico de uso. No universo de seguros, a FIPE serve como uma das bases para fundamentar a indenização total ou parcial, a composição de coberturas de valor de reconstrução e a definição do prêmio, especialmente em seguranças que utilizam o valor médio de mercado como referência para a cobertura principal. Em termos práticos, quando a seguradora precisa apurar o valor de reposição ou de indenização por perda total, muitas utilizações recorrem ao valor FIPE como referência central, ajustando-o conforme o estado do automóvel, acessórios originais, depreciação, sinistros anteriores e a documentação disponível. Em veículos com idade mais avançada, como o Daihatsu Cuore TS/TSL 1995, esse procedimento é ainda mais relevante: o valor de referência da FIPE pode variar com o histórico de uso, com a disponibilidade de peças originais e com a percepção de risco que o veículo envolve para o mercado segurador. A importância prática para o consumidor é entender que a FIPE não é um preço de venda nem o custo de reposição de uma concessionária, mas sim uma métrica estável para orientar o seguro, o financiamento de usados e a avaliação de risco pela seguradora. Entender essa lógica ajuda o proprietário a conversar com a corretora, a evitar surpresas no momento de uma indenização e a planejar coberturas mais adequadas ao custo real de reposição do veículo no mercado atual.

A origem, o papel e a evolução da Tabela FIPE no Brasil

Desde sua criação, a FIPE consolidou-se como referência padronizada para avaliação de usados, especialmente em modelos de circulação mais histórica ou menos comuns. O valor publicado mensalmente pela FIPE reflete uma média de mercado, levando em conta oscilações sazonais, mudanças de desempenho do setor automotivo e disponibilidade de peças. Para carros de tecnologia simples, com baixa depreciação rápida e com histórico de peças de reposição mais simples, a variação entre meses pode ser menor, mantendo o valor estável por períodos. Em contrapartida, modelos com maior monopólio de peças, menor disponibilidade de serviços especializados ou com histórico de sinistros mais frequentes podem apresentar variações mais sensíveis na tabela. O Daihatsu Cuore TS/TSL 1995, por ser um modelo clássico de kei car, entra nesse contexto como veículo de valor mais estável em alguns mercados, porém fortemente influenciado pela disponibilidade de peças e pela percepção de confiabilidade. Esse conjunto de fatores é essencial para seguradoras ao compor prêmios, escolher coberturas adequadas e estipular limites de indenização compatíveis com o mercado de usados. Além disso, a FIPE é atualizada mensalmente para incorporar novas transações, mas a variação entre meses não é o único parâmetro a ser considerado na apuração de valores de seguro. A condição física, o histórico de manutenção, a quilometragem, a existência de itens de origem e a regularidade da documentação podem alterar significativamente o valor de referência para o proprietário e para a seguradora.

Tabela FIPE Daihatsu Cuore TS/TSL 1995

Ficha técnica do Daihatsu Cuore TS/TSL 1995

Aqui apresentamos um retrato técnico do Daihatsu Cuore TS/TSL 1995, com foco em itens relevantes para o seguro e para a compreensão do perfil do veículo. Segue um resumo objetivo, seguido de observações sobre uso, manutenção e impactos na avaliação de risco:

  • Motor: 3 cilindros em linha, 658 cm³ (kei car), gasolina
  • Potência: aproximadamente 50 cv (valor aproximado para a faixa de 660 cm³ em propulsores leves da época)
  • Câmbio: manual de 4 velocidades (com opção de câmbio automático em algumas configurações de mercado)
  • Tração: dianteira

O conjunto mecânico acima define um veículo de características simples e eficientes para uso urbano. Em termos de dimensões, o Cuore TS/TSL 1995 tende a apresentar uma carroceria compacta, com foco em manobrabilidade e consumo, típicos de um kei car japonês da década de 1990. Em termos de espaço interno, o carro oferece acomodações modestas para quatro passageiros, com volume de porta-malas adequado ao segmento, mas sem grande capacidade de carga. O peso em ordem de marcha costuma ficar em faixas reduzidas, o que favorece a economia de combustível e a agilidade de condução, porém pode implicar em menor conforto em viagens longas ou com cargas elevadas. Em relação à cabine, a instrumentação é simples, com foco na praticidade do dia a dia, o que facilita a manutenção acessível, mas requer atenção aos consumos de peças de reposição originais, especialmente pela idade do veículo. A ficha técnica aqui apresentada serve como referência para compreender o perfil do Cuore TS/TSL 1995 como um veículo compacto, com manutenção viável, custos de operação relativamente baixos e com especificações que, segundo a FIPE, podem se refletir em cotações de seguro proporcionais ao risco percebido.

Como a marca Daihatsu se posiciona no mercado de carros compactos

A Daihatsu é uma marca japonesa historicamente associada a soluções de mobilidade urbana, com foco em carros compactos, leve peso, baixo consumo de combustível e manutenção prática. Originária de uma tradição no Japão de fabricar veículos de pequeno porte, a marca consolidou ao longo das décadas uma reputação de eficiência, confiabilidade e custo de manutenção acessível. A presença da Daihatsu em mercados globais, inclusive na América do Sul em várias épocas, reforça a ideia de que modelos como o Cuore TS/TSL 1995 representam uma solução prática para uso diário, especialmente em ambientes urbanos onde o espaço e a visibilidade são ativos valiosos. Do ponto de vista do seguro, a reputação da marca pode influenciar fatores de risco percebido e, por consequência, o prêmio de seguro: veículos com histórico de reposição simples, com peças de reposição disponíveis e com rede de assistência técnica, costumam receber avaliações de risco estáveis dentro de seus grupos, embora a idade e o uso específico possam contaminar esse cenário com maior volatilidade. A história da marca no contexto global reforça a percepção de que, para consumidores que buscam uma opção econômica, o Cuore TS/TSL 1995 permanece como referência de planejamento de seguro, manutenção e avaliação de valor de mercado, particularmente quando as condições de uso são predominantemente urbanas e com baixa demanda de desempenho esportivo. Além disso, compreender o legado da Daihatsu ajuda o corretor de seguros a orientar clientes sobre opções de coberturas que preservem o equilíbrio entre custo e proteção, especialmente para modelos de nicho e de gerações mais antigas.

O papel da FIPE no cálculo do seguro do Cuore TS/TSL 1995

O segurador utiliza a FIPE como um norte para estimar o valor de reposição ou indenização nos casos de sinistro com perdas parciais ou totais. Esse valor serve como referência para definir a cobertura de valor de mercado, que, por sua vez, influencia o prêmio, as parcelas mensais e a franquia aplicável. Em veículos como o Cuore TS/TSL 1995, cuja idade é avançada e cuja disponibilidade de peças pode ter variações consideráveis, o valor FIPE atua como um fio condutor estável que reduz a discricionariedade nas propostas, promovendo transparência para o cliente. No entanto, é crucial compreender que o valor FIPE não é estático: ele sofre variações mensais conforme o mercado, o estado do veículo e as condições de venda de unidades similares. Também é comum que as seguradoras ajustem o valor FIPE com base no estado de conservação, histórico de sinistros, presença de acessórios originais, documentação regular e manutenção comprovada. Por esse motivo, o proprietário pode obter uma cotação mais precisa ao fornecer, de forma organizada, o histórico de service, notas fiscais de substituição de peças e a regularidade da documentação do veículo. Em resumo, o FIPE funciona como uma âncora de referência, mas a avaliação final de risco e o prêmio dependem de uma análise holística que considera o histórico de uso, a manutenção e o contexto do veículo no momento da contratação.

Boas práticas para proprietários e corretores ao lidarem com o Cuore TS/TSL 1995

Para assegurar uma proteção adequada sem gastos desnecessários, é fundamental adotar práticas que alinhem o valor de cobertura com o valor de mercado e com o risco real. Abaixo estão orientações úteis para quem possui ou atende clientes com esse modelo de Daihatsu:

  • Manter a documentação em dia: certidões, notas fiscais de serviços e comprovantes de revisão ajudam a demonstrar o estado de conservação do veículo e podem influenciar positivamente a avaliação de risco.
  • Conservar peças originais e registro de acessórios: peças genuínas ou equivalentes de qualidade e a comprovação de instalação de acessórios devem ser comunicadas à seguradora para evitar divergências na indenização.
  • Realizar inspeção periódica: inspeções técnicas simples, como check-ups de freios, suspensão, fusíveis, iluminação e estofados, ajudam a manter o veículo em bom estado, a reduzir probabilidade de sinistros e a manter a credibilidade da avaliação de valor.
  • Avaliar o uso diário: se o Cuore é usado predominantemente em trajetos curtos urbanos, isso pode indicar menor desgaste em condições ideais; porém, se houver histórico de uso intenso, transportar cargas ou percursos longos, isso deve ser considerado pelo corretor ao ajustar o valor de cobertura e o prêmio.

Conselhos práticos para seguradoras e consumidores

Ao negociar seguros para o Daihatsu Cuore TS/TSL 1995, é essencial alinhar expectativas entre o proprietário e a seguradora. As seguradoras costumam avaliar o perfil de risco com base em: idade do veículo, estado de conservação, histórico de sinistros, tipo de uso, quilometragem e a disponibilidade de peças de reposição. O Cuore, com seu perfil de veículo simples e eficiente, tende a apresentar prêmios estáveis quando mantido em condições adequadas e com histórico de manutenção confiável. Entretanto, a idade avançada pode aumentar a percepção de risco, principalmente no que tange à disponibilidade de peças originais em longo prazo e à possibilidade de quebra de componentes específicos, o que pode influenciar a cobertura de danos e o custo de reposição. É comum que, para veículos com mais de duas décadas, as seguradoras adotem critérios adicionais de inspeção, com ênfase na condição do motor, da transmissão, do sistema de freios, da carroceria e do estado da suspensão. Além disso, informar corretamente o estado de conservação, a existência de acessórios originais, o histórico de sinistros e o tipo de uso (particular, urbano, turismo) ajuda a obter uma proposta de seguro mais fiel à realidade do veículo e evita surpresas no momento da indenização. O resumo é simples: quanto mais documentação e informações técnicas de qualidade forem fornecidas, maior a chance de ganhos de eficiência na apólice, com coberturas mais adequadas ao valor de reposição estimado pela FIPE, sem medidas excessivas de custo para o proprietário.

Considerações finais e convite à cotação

O Daihatsu Cuore TS/TSL 1995 representa um nicho de mobilidade prática, com foco em economia de combustível, conduta urbana e baixo custo de manutenção. A Tabela FIPE desempenha um papel crucial na calibragem do seguro, ajudando a traduzir o valor de mercado do veículo para o prêmio e para as condições de indenização. Como vimos, entender o funcionamento da FIPE, conhecer a ficha técnica e manter documentação e manutenção em dia são passos-chave para que o seguro reflita com precisão o risco associado ao Cuore. Para quem busca tranquilidade financeira ao manter um carro com esse perfil — especialmente em um segmento com peças de reposição e disponibilidade de mercado sensíveis ao tempo — vale a pena conversar com profissionais que conhecem a fundo o ecossistema de seguros veiculares. E se a ideia é alinhar proteção sem abrir mão de um custo justo, a forma mais prática de avançar é solicitar uma cotação com a GT Seguros, suficiente para comparar opções e escolher a proteção que melhor atende às suas necessidades, com a conveniência de um suporte especializado. Faça a sua cotação com a GT Seguros e encontre a solução ideal para o seu Daihatsu Cuore TS/TSL 1995.