| Mês | Preço |
|---|---|
| Mar/26 | R$ 17.496,00 |
| Fev/26 | R$ 17.535,00 |
| Jan/26 | R$ 17.574,00 |
| Dez/25 | R$ 17.608,00 |
| Nov/25 | R$ 17.635,00 |
| Out/25 | R$ 17.678,00 |
| Set/25 | R$ 17.735,00 |
| Ago/25 | R$ 17.773,00 |
| Jul/25 | R$ 17.802,00 |
| Jun/25 | R$ 17.820,00 |
| Mai/25 | R$ 17.856,00 |
| Abr/25 | R$ 17.873,00 |
Entenda a Tabela FIPE para o Daihatsu Feroza DX 1.6 16V 1995: como interpretar, planejar e garantir proteção
Quando falamos de seguros de veículos usados, a Tabela FIPE ocupa um papel central para o cálculo do valor de referência do carro. No caso do Daihatsu Feroza DX 1.6 16V de 1995, entender como essa tabela funciona, quais variáveis ela considera e como isso impacta o valor segurado é essencial para quem busca coberturas adequadas sem pagar a mais ou ficar sub protegido. Este artigo exibe, de forma educativa, o que compõe a Tabela FIPE, como o Daihatsu Feroza DX 1.6 16V 1995 se enquadra nesse contexto e quais impactos isso traz para seguros veiculares. Além disso, apresentaremos uma ficha técnica resumida do veículo para facilitar a leitura de suas características, bem como pontos relevantes sobre a marca e o funcionamento da FIPE na prática de seguros.
Panorama da marca Daihatsu e do Feroza DX 1.6 16V
A Daihatsu é uma fabricante japonesa com tradição em desenvolver veículos compactos, ágeis e com foco em mercados emergentes que demandam carros com boa relação custo-benefício, facilidade de manutenção e confiabilidade de uso diário. Ao longo dos anos, a marca consolidou modelos que atendem tanto ao uso urbano quanto à demanda por capacidades fora de estrada em versões específicas. O Feroza DX, lançamento que chegou ao Brasil e a outros mercados nos anos 1990, representa justamente essa combinação: um SUV com predisposição para trilhas leves, mas com dimensões compactas, tornando-o útil para o dia a dia urbano sem abrir mão de versatilidade para atividades off-road simples.

O Daihatsu Feroza DX 1.6 16V de 1995 é um exemplo de veículo que mescla robustez com nascentes de tecnologia de época. A linha Feroza ganhou no mercado uma imagem de utilitário confiável, com tração 4×4 em muitas de suas versões, o que ampliou seu alcance em estradas não pavimentadas e terrenos desafiadores. Essa característica, aliada a um motor 1.6 de arquitetura DOHC e 16 válvulas, conferiu ao modelo uma atratividade específica para quem precisava de confiabilidade e capacidade de condução em condições variadas. Ao falar de FIPE e seguro, essa combinação de atributos influencia, principalmente, na forma como o valor de referência e o risco percebido pelo segurador são calculados ao longo do tempo.
Para quem está avaliando o Daihatsu Feroza DX 1.6 16V 1995, vale considerar que o histórico de uso, o estado de conservação e a disponibilidade de peças de reposição são fatores decisivos para a avaliação de risco. Em veículos com mais de duas décadas, a manutenção regular, o estado dos componentes mecânicos e a preservação de itens como sistema de transmissão, freios e suspensões impactam diretamente a percepção de valor de mercado dentro da FIPE e, consequentemente, o prêmio de seguro. Assim, a leitura atenta de cada item técnico e de conservação pode evitar surpresas na hora de contratar ou renovar uma apólice.
O que é a Tabela FIPE e por que ela é relevante para seguro
A Tabela FIPE (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas) é uma referência amplamente adotada no Brasil para estimar, de forma padronizada, o valor de mercado de veículos usados, baseando-se em dados de transações reais de compra e venda. Ela funciona como um parâmetro de referência para seguradoras, lojas e compradores, ajudando a estabelecer um valor de reposição ou de indenização em caso de perda total, além de servir como base de comparação entre propostas de seguros. Quando uma apólice utiliza a FIPE, o valor segurado costuma refletir o preço de reposição em condições próximas às observadas na base de dados, ajustado por fatores como idade do veículo, condição, uso, localização e histórico de sinistros.
Para o Daihatsu Feroza DX 1.6 16V 1995, a leitura da FIPE envolve a identificação do modelo específico, do ano de fabricação e da configuração (por exemplo, câmbio manual, tração 4×4 e demais opcionais). A partir disso, a FIPE indica um valor médio de mercado, que é utilizado pela seguradora para determinar o montante máximo a ser indenizado em caso de sinistro total ou para embasar o valor de venda em apólices com cobertura de garantia estendida. Vale destacar que a FIPE não é um preço de venda definitivo; trata-se de uma média de mercado, sujeita a variações por região, estado de conservação, quilometragem e histórico de manutenção do veículo.
Entender a aplicação da FIPE ajuda não apenas na contratação de seguro, mas também na tomada de decisões de preservação do carro, na negociação de revenda e na avaliação de opções de cobertura. Em termos práticos, quando o veículo apresenta boa manutenção, histórico de reparos documentados e boa originalidade, o valor registrado pela FIPE tende a refletir com maior fidelidade a sua condição de uso, o que favorece condições de prêmio mais justas e, possivelmente, limites de cobertura mais alinhados com o que o dono realmente precisa.
Ficha técnica resumida do Daihatsu Feroza DX 1.6 16V 1995
- Marca: Daihatsu
- Modelo/Versão: Feroza DX 1.6 16V
- Ano de fabricação/modelo: 1995
- Motor: 1.6 L, quatro cilindros, DOHC, 16V
- Potência aproximada: ~100 cv a ≈ 6.000 rpm
Observação: além do motor, outras especificações básicas costumam variar conforme a configuração exata e o mercado. Abaixo, apresentamos uma composição geral que costuma aparecer em fichas técnicas tradicionais para esse conjunto, com dados típicos que ajudam a entender o comportamento do veículo e os critérios de avaliação da FIPE:
- Transmissão: manual de 5 velocidades
- Tração: 4×4 com possibilidade de reduzida em boa parte das versões DX
- Comprimento x Largura x Altura: aproximadamente 3,90 m x 1,66 m x 1,70 m
- Peso em ordem de marcha: em torno de 1.100 a 1.200 kg
Essas características ajudam a compreender a capacidade de carga, a estabilidade em terreno irregular e o consumo, fatores que, juntos, influenciam o valor de referência na FIPE e o cálculo de seguro. Vale lembrar que, para fins de linha de montagem e variações regionais, alguns números podem apresentar pequenas diferenças entre unidades específicas de mercado.
Impactos práticos da FIPE na precificação de seguros e na comparação de propostas
A participação da FIPE no processo de seguro não é apenas uma formalidade; ela orienta o cálculo de indenização, o valor de referência para reposição e o desenho de coberturas. Quando uma seguradora utiliza a FIPE como balizador, o valor segurado tende a acompanhar a oscilação de mercado observada na base de dados, o que ajuda a evitar tanto a subsegurança quanto o sobreseguro. Em veículos com mais de 20 anos, como o Feroza de 1995, a definição de valor pela FIPE pode ser ainda mais relevante, pois a depreciação pode não acompanhar a simples tabela de idade, considerando fatores como raridade de peças, disponibilidade de manutenção e demanda por reposição.
Além disso, a FIPE pode influenciar aspectos operacionais do contrato, como a franquia em caso de colisão, a abrangência de cobertura para itens de assistência e a escolha entre reposição pelo valor de mercado ou por valor de custo de reposição. Em muitos casos, seguradoras oferecem ainda opções de coberturas adicionais, como garantia de peças originais, assistência 24 horas e proteção de vidros, que podem somar valor sem alterar o valor da FIPE, mantendo o equilíbrio entre custo do seguro e proteção adequada ao tipo de veículo.
Do ponto de vista do proprietário, compreender o papel da FIPE no seguro ajuda a fazer escolhas mais conscientes. Por exemplo, ao planejar a renovação da apólice, é útil revisar o estado de conservação do Feroza DX, a necessidade de reajustes de cobertura com base no desgaste natural, e a avaliação de sinistralidade anterior. Esses elementos, combinados com a leitura da FIPE, ajudam a chegar a uma proposta de seguro que reflita melhor o uso real do veículo, evitando surpresas como reajustes inesperados ou limitações de cobertura em situações onde o carro tem particularidades de uso, como tração 4×4 em fins de semana de passeio fora da cidade.
Nesse contexto, a ideia é manter a proteção compatível com o valor de mercado do Feroza, sem exageros que elevem o prêmio, nem lacunas que deixem o veículo desprotegido. A FIPE funciona como uma linguagem comum entre proprietário, corretor e seguradora, facilitando a negociação, a comparação entre propostas e a definição de coberturas que façam sentido para a realidade do automóvel e do uso pretendido.
Se estiver buscando entender como esse processo se aplica diretamente ao Daihatsu Feroza DX 1.6 16V 1995, vale observar algumas diretrizes práticas. Primeiro, mantenha o registro de manutenções, reparos e trocas de peças-chave. Segundo, documente a quilometragem atual e o estado geral do veículo, principalmente o sistema de tração, freios e suspensão, que costumam ser pontos relevantes para a avaliação de risco. Terceiro, compare propostas com base no valor indicado pela FIPE e não apenas no prêmio final, certificando-se de que as coberturas correspondem ao valor de reposição estimado. Por fim, considere a possibilidade de coberturas específicas de proteção, como acessórios originais, rastreamento veicular e assistência emergencial, quando compatíveis com a faixa de valor coberta pela FIPE.
Neste contexto, a pergunta que frequentemente surge é: como a FIPE, para o Daihatsu Feroza DX 1.6 16V 1995, se traduz em termos práticos de seguro? A resposta envolve entender que a FIPE oferece um referencial estável para o valor de mercado do veículo, que alimenta o cálculo do prêmio, a indenização em caso de perda total, e a comparação entre propostas de seguradoras. O objetivo é que o proprietário tenha clareza de que o valor segurado precisa respeitar o equilíbrio entre proteção adequada e custo de seguro, especialmente para um veículo com perfil de SUV compacto antigo, com características técnicas específicas, como 4×4 e motor 1.6 16V. Ao alinhar conhecimento técnico, histórico de uso e a leitura da FIPE, o processo de contratação de seguro fica mais transparente e assertivo.
Para facilitar a tomada de decisão, a leitura da Tabela FIPE aliada a uma avaliação criteriosa do estado de conservação do Feroza DX pode orientar escolhas estratégicas, incluindo a definição de coberturas adicionais. Se quiser entender melhor como isso se aplica ao seu caso específico, pense em fazer uma cotação com a GT Seguros, que oferece opções para veículos com perfil como o Daihatsu Feroza DX 1.6 16V 1995, com foco em coberturas compatíveis com o valor de mercado estimado pela FIPE.
Em resumo, a Tabela FIPE atua como bússola para quem busca segurança e equilíbrio financeiro na proteção do último modelo de interesse. O Daihatsu Feroza DX 1.6 16V 1995, com seu conjunto técnico clássico, merece uma abordagem cuidadosa que combine o conhecimento da marca, as especificações técnicas do veículo e a leitura consciente da FIPE. Ao alinhar todos esses elementos, você chega a uma decisão de seguro mais informada e adequada ao seu uso real, mantendo o veículo protegido sem comprometer o orçamento.
Se estiver buscando entender como isso afeta o seu orçamento de proteção, pense em consultar uma corretora com foco em seguro automotivo que entenda as peculiaridades de modelos como o Feroza. Faça uma cotação com a GT Seguros para explorar opções de cobertura que se adaptem ao seu veículo e ao seu uso, assegurando uma proteção eficaz dentro de um patamar de custo condizente com o valor de mercado estimado pela FIPE.
