| Mês | Preço |
|---|---|
| Mar/26 | R$ 29.927,00 |
| Fev/26 | R$ 29.632,00 |
| Jan/26 | R$ 29.339,00 |
| Dez/25 | R$ 29.224,00 |
| Nov/25 | R$ 28.935,00 |
| Out/25 | R$ 28.650,00 |
| Set/25 | R$ 28.417,00 |
| Ago/25 | R$ 28.137,00 |
| Jul/25 | R$ 28.022,00 |
| Jun/25 | R$ 27.746,00 |
| Mai/25 | R$ 27.473,00 |
| Abr/25 | R$ 26.934,00 |
Análise completa da Tabela FIPE para o Daihatsu Feroza SX 1.6i 16V 1996 e o que isso significa para seguros
A Tabela FIPE é uma referência amplamente utilizada no Brasil para estimar o valor médio de veículos usados. No universo dos seguros, esse índice ajuda a companhias e clientes a entenderem o patamar de indenização em caso de sinistro, bem como a balizar apólices, franquias e coberturas. Ao considerar um Daihatsu Feroza SX 1.6i 16V de 1996, é fundamental compreender como a FIPE se aplica a esse veículo específico, levando em conta que o valor divulgado pela tabela não representa, necessariamente, o valor de mercado atual ou o preço de venda de um exemplar em particular. Além disso, a FIPE serve como ponto de partida para negociações com corretores, que ajustam o valor conforme o estado de conservação, quilometragem, histórico de manutenção e alterações de uso. A ideia central é ter clareza sobre o que a tabela reflete e como essa referência pode impactar a proteção do seu carro no dia a dia.
Ficha técnica resumida do Daihatsu Feroza SX 1.6i 16V 1996
- Motor: 1.6 litros, 4 cilindros, 16 válvulas, alimentação a gasolina; desempenho típico de um SUV compacto da época, voltado para uso urbano com capacidade off-road leve.
- Câmbio e tração: transmissão manual de 5 velocidades; tração 4×4 com seletor para uso em terrenos irregulares, o que caracteriza o Feroza SX como veículo adequado a condições fora de asfalto.
- Versão e configuração: SX 1.6i 16V, referente a uma das opções de acabamento da linha Feroza no mercado brasileiro dos anos 90, com foco em robustez e versatilidade.
- Dimensões, peso e tanque de combustível: o conjunto apresenta dimensões típicas de um SUV compacto da época, com peso na faixa de aproximadamente 1.20 a 1.40 toneladas e capacidade de tanque em torno de 40 litros, variando conforme o lote de fabricação e o mercado de instalação.
Observação importante: as informações técnicas variam conforme o lote de fabricação e o ajuste de venda por região. A ficha acima oferece um retrato sintético para facilitar o entendimento, mas os dados originais do veículo (quando disponível no documento do fabricante ou no manual do proprietário) devem ser consultados para conferir valores exatos de peso, capacidade de tanque e dimensões. Em seguros, esse conjunto técnico impacta, por exemplo, a categoria de uso, as coberturas contratadas e o perfil de risco relacionado a sinistros de colisão,roubo e danos a terceiros.

Sobre a marca Daihatsu
A Daihatsu é uma fabricante japonesa com história marcada pela especialização em veículos leves e compactos. Fundada em 1907, a marca ganhou reconhecimento global por desenvolver modelos que combinam eficiência, simplicidade mecânica e solução prática para ambientes urbanos, além de oferecer uma linha com boa capacidade de uso fora de estrada, especialmente em versões 4×4. No Brasil, a Daihatsu teve participação relevante sobretudo com carros compactos e utilitários de pequeno porte, que atraíram consumidores pela relação custo-benefício e pela robustez relativa à época de fabricação. Embora não tenha mantido o mesmo nível de presença de marcas maiores, a história da Daihatsu no país contribuiu para a diversidade de opções no mercado de SUVs leves, inclusive com modelos como o Feroza, que combinaram características de utilidade com a proposta de condução simples e acessível. Quando se avalia a marca, é relevante considerar fatores como disponibilidade de peças, rede de assistência técnica e histórico de manutenção de modelos antigos, que podem influenciar o custo total de posse e a qualidade da assistência em caso de sinistro.
A Tabela FIPE como referência para seguros: por que ela importa
A Tabela FIPE funciona como uma referência consolidada no Brasil para estimar o valor de reposição ou indenização de veículos usados. Em seguros, esse valor serve de base para diversas operações, como a indenização integral em caso de perda total, o cálculo de coberturas de frota, a definição de limites de cobertura e até a avaliação de cláusulas adicionais de proteção. No caso do Daihatsu Feroza SX 1.6i 16V 1996, a FIPE oferece um referencial temporal que representa, de forma média, o que era observado no mercado para um exemplar daquela idade, na condição média de conservação, sem considerar particularidades específicas de cada veículo. Por isso, é comum que corretores utilizem a FIPE como ponto de partida e ajustem com base em fatores reais do veículo:
– estado de conservação (bom, regular, ruim);
– quilometragem;
– histórico de manutenção e eventuais modificações ou adaptações;
– localização geográfica, que pode influenciar o custo de reposição de peças e a disponibilidade de itens originais.
É comum também que seguradoras usem a FIPE para padronizar a avaliação de veículos usados, evitando variações extremas entre casos semelhantes. No entanto, é crucial entender que a FIPE não é o valor de mercado exato de cada unidade. Um carro bem conservado e com baixa quilometragem pode valer mais do que a média, enquanto um exemplar com desgaste significativo pode ficar aquém do índice. Por isso, a prática profissional de seguros envolve uma leitura crítica da tabela e, quando necessário, ajustes fundamentados em laudos, inspeções ou informações do proprietário.
Como interpretar a Tabela FIPE na prática do seguro do seu Feroza
Para quem possui ou pretende segurar um Daihatsu Feroza SX 1.6i 16V 1996, confira algumas diretrizes úteis sobre a aplicação da FIPE na prática de seguros:
- Compare o valor FIPE com o estado atual do veículo: itens como pintura original, peças não originais, histórico de colisões ou substituições de componentes podem influenciar o valor real de reposição. Em muitos casos, o ajuste pode refletir melhor a realidade do bem segurado.
- Considere coberturas alinhadas ao uso: veículos com uso diário, deslocamentos longos e viagens frequentes costumam ter necessidade maior de coberturas abrangentes, como colisão, incêndio, roubo e danos a terceiros. A FIPE ajuda a estabelecer uma base, mas a proteção efetiva depende do perfil de risco e do uso.
- Atualize a sinistralidade e a frota: veículos antigos, como a Feroza de 1996, podem exigir revisões periódicas no valor segurado conforme a depreciação real, disponibilidade de peças e custos de assistência. Mantenha as informações atualizadas com o seu corretor para evitar sub ou supervalorização no momento de uma indenização.
- Pense em complementos de proteção: além da cobertura básica, itens como franquia diferenciada, assistência 24h, carro reserva e proteção contra danos a acessórios originais podem influenciar o custo-benefício da apólice. A FIPE facilita a base, e os extras moldam o nível de tranquilidade.
Como usar esse conhecimento na hora de solicitar uma cotação
Ao pedir uma cotação para o Daihatsu Feroza SX 1.6i 16V 1996, informe ao corretor não apenas o valor de referência da FIPE, mas também o histórico do veículo, a finalidade da proteção (uso privado, uso em viagens, transporte de pessoas com frequência, etc.) e as suas expectativas de cobertura. Essa transparência ajuda a calibrar a apólice para que esteja adequada ao risco real. Além disso, vale discutir com o corretor se há a necessidade de incluir cláusulas específicas para cenários atípicos, como danos por atuantes de off-road ou danos em áreas de maior vulnerabilidade de roubo, especialmente em regiões com índices de criminalidade ou em locais com infraestrutura de estacionamento restrita.
Cuidados práticos para manter o valor segurável do seu Feroza ao longo do tempo
Para manter o valor segurável alinhado com a realidade do veículo e evitar surpresas na hora de acionar a apólice, considere as boas práticas a seguir:
- Manter a documentação em dia, com histórico de manutenções e reparos, notas fiscais e garantia de peças originais sempre que possível.
- Realizar inspeções periódicas para avaliar a integridade do sistema de suspensão, freios, sistema de proteção de carroceria e itens de segurança, como o cinto de segurança e airbags, quando aplicável.
- Atualizar a seguradora sobre alterações relevantes, como mudanças de uso (do diário para viagens com maior distância), modificações compatíveis com as regras de uso do seguro e qualquer substituição de componentes originais.
- Considerar a permanência de um valor segurado que reflita a realidade de mercado, revisando anualmente ou sempre que houver mudanças significativas no seu veículo ou nas condições de uso.
Esses cuidados ajudam a manter a cobertura alinhada com a realidade, reduzir gaps de proteção e facilitar o processo de indenização caso seja necessário acionar o seguro. A Tabela FIPE entra como uma referência de ponto de partida, mas o ajuste fino fica por conta do corretor, com base nas informações específicas do seu veículo e do seu histórico de uso.
Ao longo deste conteúdo, ficou evidente que entender a Tabela FIPE e o papel da marca é essencial para quem busca proteção adequada para o Daihatsu Feroza SX 1.6i 16V 1996. Um bom seguro não depende apenas do valor da tabela, mas da leitura que o corretor faz do seu uso, da condição do veículo e da real necessidade de cada coberturas. O objetivo é alcançar uma proteção equilibrada, com custo justo e tranquilidade durante todo o período de vigência da apólice.
Concluindo, a combinação entre uma referência sólida como a FIPE e a avaliação profissional do seu veículo permite construir uma apólice que realmente faz diferença, especialmente para modelos mais antigos onde a disponibilidade de peças e o histórico de manutenção podem impactar o custo de reposição. Para dar os próximos passos, pense na confiança que a proteção oferece no seu dia a dia, e não apenas no preço da apólice.
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