Valor FIPE Atual
R$ 31.571,00
↓ 0,2% vs mês anterior
FIPE: 012005-7
Ano: 1997-1
MêsPreço
Mar/26R$ 31.571,00
Fev/26R$ 31.641,00
Jan/26R$ 31.711,00
Dez/25R$ 31.398,00
Nov/25R$ 31.088,00
Out/25R$ 30.781,00
Set/25R$ 30.178,00
Ago/25R$ 29.880,00
Jul/25R$ 29.585,00
Jun/25R$ 29.293,00
Mai/25R$ 29.003,00
Abr/25R$ 28.435,00

Entendendo a Tabela FIPE para o Daihatsu Feroza SX 1.6i 16V 1997: guia técnico e seguro

Quando se fala em seguro de automóvel usado, especialmente modelos com mais de duas décadas como o Daihatsu Feroza SX 1.6i 16V, a Tabela FIPE aparece como referência central para orientar avaliações de valor de mercado, sinistros e coberturas. Este texto explora não apenas a ficha técnica do modelo de 1997, mas também como a Tabela FIPE se integra ao processo de seguridade, oferecendo um olhar educativo para proprietários, corretores e interessados em entender como os cálculos são feitos na prática. A ideia é trazer clareza sobre o que sustenta o valor referencial do carro dentro do espectro de seguros, sem entrar em números de preço, que ficam a cargo da cotação automática no topo deste post.

Visão geral do Feroza SX e o contexto da Tabela FIPE

O Daihatsu Feroza, conhecido em alguns mercados como Rocky, é um SUV compacto com DNA off-road leve, popular por combinar robustez com viabilidade de uso diário. Lançado na década de 1990, o modelo SX 1.6i 16V de 1997 é uma versão que mantém a tradição da marca de oferecer veículos com boa capacidade de tração, bom espaço interno para a categoria e uma mecânica relativamente simples de manter. No Brasil, veículos como o Feroza apareceram em um período de forte demanda por SUVs compactos que pudessem transitar entre uso urbano e trilhas leves, tornando-se opção para quem procurava versatilidade a um custo de aquisição acessível em comparação com SUVs maiores importados.

Tabela FIPE Daihatsu Feroza SX 1.6i 16V 1997

Para quem atua no mercado de seguros, entender o papel da FIPE nesse cenário é essencial. A Tabela FIPE funciona como referência de valor de mercado para veículos usados, atualizada mensalmente com base em uma metodologia que coleta transações reais de compra e venda. Esse indicador serve de base para seguradoras estimarem o valor a ser assegurado, o que influencia desde o custo do seguro até a cobertura de perdas totais, aluguel de veículo e franquias. Vale destacar que, embora a FIPE ofereça uma referência consolidada, cada seguradora pode considerar fatores adicionais — como histórico de manutenção, quilometragem, estado de conservação, alterações mecânicas e dequipementos — para ajustar o valor de cobertura de forma personalizada.

Ao observar um modelo antigo como o Feroza SX, a análise fica ainda mais relevante: a idade eleva o risco técnico, aumenta a probabilidade de falhas associadas a peças de desgaste e torna a avaliação de sinistros mais sensível às condições reais do veículo. Por isso, entender a ficha técnica e como a FIPE reflete o mercado ajuda o segurado a dialogar com a corretora, alinhando expectativas de cobertura com o valor de mercado estimado pela tabela, sem confundir preço de compra com valor atual de reparo ou reconstrução.

Ficha técnica do Daihatsu Feroza SX 1.6i 16V 1997

Abaixo encontram-se os itens-chave que costumam compor a ficha técnica deste modelo específico. Eles ajudam a entender a mecânica básica, o desempenho e as características que impactam a avaliação de seguros e a manutenção ao longo dos anos. Observação: itens como peso exato, dimensões e consumo podem variar conforme o lote de fabricação e a configuração regional; as informações a seguir contemplam o conjunto típico para a versão SX 1.6i 16V 1997.

  • Motor: 1.6 L, 4 cilindros, 16 válvulas, configuração DOHC.
  • Potência e torque: potência entre aproximadamente 95–105 cv; torque em torno de 12–14 kgf·m (aproximadamente 117–138 Nm).
  • Transmissão e tração: manual de 5 velocidades; tração 4×4 com opção de reduzida.
  • Dimensões e capacidade: comprimento próximo a 3,70 m; peso (em ordem de serviço) na faixa de 1.25–1.35 t; tanque de combustível com capacidade em torno de 50 L.

Esses elementos compõem a base técnica que influencia decisões de seguro. Em especial, o conjunto motriz 1.6i com torque suficiente para uso urbano e off-road leve, somado à presença de tração 4×4, costuma impactar itens de cobertura como sub-rogação de danos, assistências em viagem e eventual necessidade de acessórios de proteção. Quando a condição mecânica está boa e os itens de segurança (vetor de freios, suspensão, sistema de direção) são bem conservados, isso tende a refletir positivamente na avaliação de risco feita pela seguradora.

A marca Daihatsu: foco em eficiência, custo-benefício e segmento de SUVs compactos

A Daihatsu, fabricante japonesa, tem histórico de oferecer veículos com foco em eficiência, simplicidade de manutenção e bom aproveitamento de espaço para o público urbano. Em várias épocas, a marca alcançou reconhecimento por manter modelos compactos com aptidão para uso misto: cidade, estrada e, em muitos casos, alguma capacidade off-road leve. O Feroza, em particular, representa o conceito de utilitário acessível, com visual robusto, interior funcional e mecânica que favorece peças de reposição mais comumente disponíveis nas redes de assistência técnica. Esse equilíbrio entre custo e utilidade faz do Feroza uma opção lembrada por quem busca um SUV antigo com perfil de uso prático, em especial para quem valoriza tração e resistência em terrenos menos favorecidos.

Ao considerar seguros para um veículo da marca em idade avançada, é comum observar que a reputação de confiabilidade e a disponibilidade de peças impactam a percepção de risco. Corretores costumam avaliar a facilidade de encontrar peças originais ou paralelas, a disponibilidade de serviços de manutenção e a reputação de durabilidade do conjunto motor-transmissão. Embora a marca tenha tido uma trajetória de presença mais discreta no Brasil em comparação com alguns concorrentes, o Feroza continua a figurar entre modelos históricos que, para entusiastas, representam uma combinação de estilo, utilidade e custo de propriedade que pode ser atraente para determinados perfis de seguro.

Como a Tabela FIPE alimenta a precificação de seguros para modelos como o Feroza

A Tabela FIPE funciona como referência de valor de mercado para veículos usados, servindo de base para várias linhas de seguro — casco total, valor fiduciário, coberturas de assistência e cobertura de componentes. Quando uma seguradora define o limite de indenização em caso de perda total, por exemplo, o valor FIPE costuma ser um parâmetro para o “valor de referência” do veículo. Contudo, é comum que o contrato de seguro leve em conta fatores adicionais: a idade do carro, a quilometragem, o histórico de sinistros, o estado de conservação, alterações não originais (como rodas ou equipamentos de som) e o conjunto de itens de segurança instalados pelo proprietário.

Para o Feroza SX 1997, a relevância da FIPE é ainda mais evidente: o modelo pertence a um grupo de veículos com valor de mercado mais sensível a condições de uso, manutenção e disponibilidade de peças. Por isso, corretores costumam incentivar que o cliente atualize o registro de manutenção, mantenha recibos de serviços e considere a implementação de medidas de proteção adicionais (alarme, rastreador, sensor de estacionamento, etc.). Tudo isso pode influenciar positivamente a avaliação de risco e, consequentemente, o custo do seguro a longo prazo. Além disso, ao manter o veículo em bom estado, o proprietário tende a observar uma consistência maior entre o valor de reparo estimado e o valor de mercado indicado pela FIPE, evitando surpresas no momento de acionar o seguro.

Nesse contexto, a escolha da cobertura adequada depende da compreensão de que FIPE é uma referência, não uma regra fixa. A seguradora pode oferecer diferentes modalidades de proteção: casco total, casco parcial, proteção de acessórios originais, e personalizações que não comprometam a performance de segurança do veículo. Em todas as situações, a comunicação entre o proprietário e o corretor é essencial para alinhavar o que é mais vantajoso em termos de custo-benefício, considerando o valor de mercado atual do Feroza segundo a FIPE, bem como as necessidades específicas do dono do veículo.

Conselhos práticos para proprietários de Feroza visando seguros eficientes

Para quem possui um Daihatsu Feroza SX 1.6i 16V 1997 ou está considerando adquirir um, algumas atitudes simples ajudam a manter o seguro equilibrado ao longo dos anos. A seguir, sugestões objetivas, pensadas para veículos com idade e estilo de uso semelhantes ao Feroza:

Primeiro, mantenha o histórico de manutenção organizado. Documentos de revisões periódicas, trocas de óleo, filtros, pastilhas, freios e itens de suspensão ajudam a demonstrar cuidado com o veículo, o que pode impactar positivamente na avaliação de risco pelos corretores. Segundo, registre a quilometragem de forma precisa. Quilometragens muito altas para a idade, sem um padrão de manutenção, podem elevar o prêmio, enquanto registros consistentes costumam favorecer propostas mais estáveis. Terceiro, considere instalar dispositivos de proteção. Alarme, rastreador e sensores de estacionamento não apenas aumentam a segurança como costumam ser vistos como argumentos de redução de risco pelas seguradoras. Quarto, avalie o estado de itens de segurança ativos, como freios, pneus, iluminação e sistema de direção. Um carro bem conservado tende a reduzir a probabilidade de ocorrência de sinistros e, por consequência, o custo do seguro.

Por fim, ao solicitar a cotação, aproveite para discutir com seu corretor a possibilidade de escolher coberturas que sejam especificamente relevantes para um veículo deste porte: seguro contra terceiros, proteção de vidros, assistência 24 horas, cobertura para acessórios originais e eventual opção de franquias proporcionais ao uso. Esses elementos ajudam a refletir melhor o real uso do Feroza, evitando que o valor da apólice se torne desproporcional à proteção efetiva necessária.

Para quem busca coberturas ideais para este modelo, uma opção simples é fazer uma cotação com a GT Seguros. Com uma cotação dedicada, é possível comparar diferentes cenários de cobertura, highlight de itens de proteção e condições de pagamento, ajustando a proposta ao valor de mercado indicado pela FIPE para o Feroza SX 1.6i 16V 1997, sem exigir que você saiba antecipadamente o valor exato de cada peça ou serviço — a cotação facilita essa etapa com base nas informações fornecidas.

Em síntese, entender a relação entre FIPE, ficha técnica e seguro ajuda o proprietário a tomar decisões mais seguras e alinhadas com o custo-benefício. O Daihatsu Feroza SX 1.6i 16V 1997, com seu espírito prático de SUV compacto, representa um caso clássico de veículo antigo em que educação financeira, conservação adequada e uma boa parceria com o corretor são a base para uma proteção eficiente e sustentável ao longo dos anos.

Se você já tem um Feroza ou está planejando adquirir um, reserve um tempo para conversar com um especialista da GT Seguros. Uma cotação personalizada pode esclarecer como cada elemento — FIPE, ficha técnica, idade do veículo e uso esperado — se transforma em proteção prática para o seu dia a dia, sem comprometer o orçamento.