Valor FIPE Atual
R$ 18.453,00
↓ 0,2% vs mês anterior
FIPE: 012008-1
Ano: 1997-1
MêsPreço
Jan/26R$ 18.453,00
Dez/25R$ 18.489,00
Nov/25R$ 18.517,00
Out/25R$ 18.562,00
Set/25R$ 17.262,00
Ago/25R$ 17.299,00
Jul/25R$ 17.327,00
Jun/25R$ 17.345,00
Mai/25R$ 17.380,00
Abr/25R$ 17.396,00
Mar/25R$ 17.423,00
Fev/25R$ 17.434,00

Guia completo da Tabela FIPE para o Daihatsu Terios 1.3 16V 1997

Quando pensamos em seguros de automóveis e na precificação de veículos usados, a Tabela FIPE surge como referência essencial para o mercado brasileiro. Ela funciona como um índice de valores médios de venda de veículos novos e usados, considerando diferentes anos, versões e condições. Neste artigo, vamos explorar a Tabela FIPE aplicada especificamente ao Daihatsu Terios 1.3 16V de 1997, discutindo como esse modelo se encaixa nesse patamar de avaliação e quais fatores podem influenciar o seu valor na prática de seguradoras, comércio e mantimento de bens. O conteúdo é útil tanto para quem está buscando entender como a FIPE molda o valor de um veículo icônico de uma geração antiga quanto para quem atua no setor de seguros, especialmente na avaliação de riscos, indenizações e propostas de cobertura.

O que é a Tabela FIPE e por que ela importa para seguros

A Tabela FIPE é um levantamento estatístico realizado pela Fundação Institute de Pesquisas Econômicas (FIPE) que agrega dados de mercado sobre a valorização de veículos no Brasil. Ela apresenta valores médios de negociação para diferentes veículos ao longo do tempo, levando em conta versão, ano de fabricação, tipo de motor, entre outros atributos. Para as seguradoras, a referência FIPE funciona como um parâmetro de referência para a indenização de veículos em caso de perda total ou de acompanhamento de sinistros com itens de valor, bem como para cálculo de prêmios e de reservas técnicas. Embora a FIPE seja amplamente utilizada como base, é comum que o valor efetivo contratado pelo seguro, ou o valor de venda de um veículo, seja ajustado conforme o estado de conservação, quilometragem, histórico de sinistros e particularidades do mercado regional.

Tabela FIPE Daihatsu Terios 1.3 16V 1997

Para modelos antigos, como o Daihatsu Terios 1.3 16V de 1997, a leitura da FIPE exige atenção especial a variações entre versões, opções de tração (4×4 ou 4×2), estado de preservação e disponibilidade de peças. O Terios dessa geração é, historicamente, um utilitário esportivo compacto que agrupa facilidade de uso urbano com capacidades leves de fora de estrada. Esses atributos influenciam tanto a demanda de uso diário quanto a atratividade de compradores que valorizam confiabilidade e robustez — fatores que, por sua vez, aparecem nas cotações da FIPE e nas apólices de seguro negociadas para esse tipo de veículo.

Sobre a marca Daihatsu

A Daihatsu é uma fabricante japonesa com uma longa história de especialização em veículos compactos, urbanos e utilitários leves. Fundada no início do século XX, a marca ganhou reconhecimento internacional por oferecer soluções simples, confiáveis e com foco na eficiência de consumo. Em termos globais, a Daihatsu desempenha um papel importante em mercados onde há demanda por automóveis de dimensões reduzidas, manutenção menos complexa e custo de operação contidos. No Brasil, a presença da Daihatsu em décadas anteriores reforçou a percepção de utilitários compactos que combinam simplicidade de mecânica com uso prático no dia a dia, especialmente em ambientes urbanos com vias desafiadoras e, ao mesmo tempo, com a possibilidade de flertar com trajetos off-road leves em fins de semana ou em áreas rurais. Essa combinação de atributos tem impacto direto na percepção de valor do veículo na FIPE e, por consequência, no cenário de seguros, onde a idade do modelo, peças de reposição disponíveis e histórico de uso costumam aparecer como fatores relevantes na apólice.

Para quem trabalha com seguros, entender a identidade da marca ajuda a esclarecer questões de confiabilidade, disponibilidade de peças originais e custos de manutenção — aspectos que, ao serem bem avaliados, ajudam a estimar o risco do modelo ao longo da vida útil de uma apólice. O Terios, em particular, foi concebido para oferecer uma linha de utilidade com sotaque de SUV compacto, com boa capacidade de condução em diversas situações, o que pode influenciar a forma como as seguradoras avaliam o histórico de uso, a probabilidade de sinistros por desgaste e a probabilidade de danos estéticos ou estruturais com o passar dos anos.

Ficha Técnica: Daihatsu Terios 1.3 16V (1997)

  • Motor: 1.3 L (1331 cm³), 16V, quatro cilindros, com injeção eletrônica (ou equivalente de alimentação eletrônica, conforme a versão de mercado).
  • Potência aproximada: cerca de 83 cv a rotações relevantes; torque aproximado em torno de 105 Nm em regime adequado de operação.
  • Transmissão: manual de 5 velocidades; tração disponível em diferentes versões, com opção de tração 4×4 em alguns modelos.
  • Dimensões e capacidade: comprimento próximo de 3,9 m; largura em torno de 1,7 m; altura próxima de 1,7 m; entre-eixos cerca de 2,3 m; tanque de combustível com capacidade de aproximadamente 50 litros; peso em ordem de marcha estimado ao redor de 1.100 kg.

Observação: as especificações podem oscilar conforme o mercado regional, a configuração de mercado (p.ex., 4×4 vs. 4×2) e a disponibilidade de peças originais. A ficha apresentada oferece um conjunto de parâmetros que ajudam a entender o patamar técnico do Daihatsu Terios 1.3 16V 1997, o que, por sua vez, ajuda na avaliação de manutenção, consumo e facilidade de condução — itens que influenciam diretamente em seguros, valor de mercado dentro da FIPE e na tomada de decisão de compra.

Como interpretar a Tabela FIPE para esse modelo específico

Quando consultamos a FIPE para o Daihatsu Terios 1.3 16V de 1997, o valor exibido reflete uma média de transações registradas para aquele conjunto de características. No caso de modelos mais antigos e com variações de configuração, vale notar alguns pontos-chave:

Primeiro, a idade do veículo tende a impactar o patamar de depreciação ao longo do tempo. Em veículos que já possuem mais de duas décadas de uso, o valor da tabela pode parecer baixo se comparado a veículos mais recentes, mas isso não significa necessariamente que a manutenção não seja essencial ou que o carro tenha menos utilidade. A FIPE considera dados de mercado para estimar uma faixa de valores, levando em conta a probabilidade de venda entre compradores que valorizam características originais, bom estado de conservação e histórico de manutenção.

Segundo, as variações de versão — como 4×4 versus 4×2 — podem impactar o valor na FIPE. Em muitos casos, a versão 4×4 é mais rara e, dependendo da região, pode ter maior procura entre compradores que desejam capacidade fora de estrada, o que se traduz em diferenças de faixa na tabela. Da mesma forma, opções de acabamento, câmbio (manual ou automático), e itens adicionais (ar-condicionado, freios ABS, airbags) podem deslocar o valor praticado pelo mercado. Por isso, ao utilizar a FIPE para o Terios, é essencial especificar corretamente a versão, o estado de conservação e a presença de recursos mecânicos ou de conforto que possam influenciar a negociação.

Terceiro, o estado de conservação é determinante. Um Terios de 1997 que passou por restaurações cuidadosas, com histórico de manutenções regulares, peças originais em bom estado e documentação em dia tende a apresentar uma posição de valor mais forte dentro da faixa FIPE. Por outro lado, veículos com ferrugem, danos de capot, histórico de colisões sem recuperação adequada ou alterações não originais podem ter valores mais baixos, ainda que o modelo pertença a uma faixa de ano semelhante no catálogo FIPE. As seguradoras, ao avaliar danos ou indenizações, costumam considerar esse conjunto de fatores para ajustar o prêmio ou a indenização com base em atributos que vão além do número único apresentado pela tabela.

Avaliação de risco e considerações para seguro do Daihatsu Terios 1997

Para quem atua no setor de seguros ou busca entender como o valor da FIPE impacta na proteção do Terios, alguns aspectos específicos merecem atenção. Veículos mais antigos costumam ter peças de reposição menos disponíveis, o que pode encarecer reparos ou exigir soluções de substituição com peças compatíveis de segunda linha. Isso, por sua vez, influencia o custo potencial de sinistros e, consequentemente, o prêmio. Além disso, o Terios 1.3 16V de 1997 pode apresentar maior exposição a danos em componentes mecânicos e de consumíveis por ser um modelo que já circulou por longas distâncias ou por condições de uso diversificadas.

Itens como histórico de manutenção regular, uso principal (cidade, estrada, atividades de lazer), e a disponibilidade de peças de reposição podem ter peso significativo na análise de risco. A presença de recursos de segurança e de condução adequada também afeta a percepção de risco da seguradora: alarmes, imobilizador de segurança, dispositivo antirroubo, cintos de segurança, sistema de freios e controle de estabilidade, quando disponível naquela geração, costumam influenciar positivamente as avaliações de proteção e a relação custo-benefício da apólice.

Do ponto de vista prático, ao solicitar ou renovar uma apólice para o Terios 1997, é comum que o seguro demande informações como histórico de sinistros anteriores, registro de manutenções e estado de conservação. Manter registros de reparos, notas fiscais e fotos atualizadas pode facilitar a avaliação e reduzir surpresas na hora de uma indenização. Além disso, vale considerar cláusulas específicas de cobertura, como proteção para peças originais, cobertura para danos de terceiros, responsabilidade civil e assistência 24h, que ajudam a manter a proteção adequada sem comprometer o orçamento.

Cuidados de manutenção que ajudam a preservar o valor na FIPE e a reduzir riscos de seguro

Para quem é proprietário ou investidor no Daihatsu Terios 1.3 16V de 1997, algumas práticas simples podem manter o veículo mais alinhado com a faixa de valor da FIPE e reduzir a percepção de risco para a seguradora. Abaixo, destacamos quatro pontos práticos, sem sobrecarregar o texto com listas adicionais:

1) Manutenção preventiva regular: manter o cronograma de revisões, trocar óleo, filtros, velas, correias e itens de desgaste com a frequência recomendada ajuda a conservar o motor e o sistema de transmissão, o que reflete positivamente no estado geral do veículo e no valor de revenda.

2) Peças originais ou de qualidade equivalente: quando houver necessidade de reposição, priorize peças originais ou de qualidade equivalente que mantenham o nível de desempenho próximo ao