| Mês | Preço |
|---|---|
| Mar/26 | R$ 21.770,00 |
| Fev/26 | R$ 21.819,00 |
| Jan/26 | R$ 21.868,00 |
| Dez/25 | R$ 21.910,00 |
| Nov/25 | R$ 21.943,00 |
| Out/25 | R$ 21.996,00 |
| Set/25 | R$ 22.067,00 |
| Ago/25 | R$ 22.114,00 |
| Jul/25 | R$ 22.150,00 |
| Jun/25 | R$ 22.173,00 |
| Mai/25 | R$ 22.218,00 |
| Abr/25 | R$ 22.239,00 |
Guia completo sobre a Tabela FIPE para a Ducati ST-2 900/944cc (2002) e implicações para o seguro
Ficha técnica da Ducati ST-2 (2002)
A Ducati ST-2, lançada no fim dos anos 1990 e presente no mercado de 2002, representa uma aposta da marca italiana no equilíbrio entre esportividade e conforto para uso cotidiano. Embora o conceito seja de motocicleta, a ideia central aqui é apresentar dados técnicos relevantes que ajudam a compreender como esse conjunto se reflete na avaliação pela Tabela FIPE e, por consequência, nas composições de seguro. Abaixo estão os pontos-chave da ficha técnica, sintetizados para facilitar a leitura segura e embasada na hora de pesquisar seguros:
- Motor: V-twin de 90° com deslocamento entre 900 e 944 cm³, alimentação por injeção eletrônica, sistema desmodromico. Desempenho típico para uma sport-touring da época, priorizando elasticidade de faixa e torque utilizável no dia a dia.
- Potência e torque: potência máxima estimada na casa dos ~85 cv (varia conforme a calibração de cada exemplar) com torque próximo de ~80–90 Nm, oferecendo retomadas consistentes sem exigir regime extremo de giros.
- Transmissão e freios: transmissão de 6 velocidades com embreagem robusta; freios dianteiros com dois discos de aproximadamente 320 mm e pinças de alta performance, freio traseiro com disco único e pinça menor. Suspensão dianteira geralmente com garfo invertido e ajuste, traseira com amortecedor central ou monotubo com ligações ao garfo, conforme a configuração original de fábrica.
- Peso, tanque e dimensões: peso em ordem de marcha na faixa de 210–230 kg; tanque de combustível com capacidade em torno de 20–24 litros; posição de pilotagem voltada a turismo esportivo, com altura de assento acessível para pilotos de diversas estaturas e um entre-eixos estável para longas viagens.
A Ducati: tradição, engenharia e legado no mundo das duas rodas
A Ducati é uma marca com uma herança centenária que cruza esporte, design e engenharia de alta performance. Fundada em 1926, em Borgo Panigale, perto de Bolonha, a Ducati cresceu numa linha de desenvolvimento que sempre valorizou desmodromismo, qualidade de construção e uma assinatura visual inconfundível. O desmodromismo, sistema que controla a abertura e fechamento das válvulas sem uso de molas, tornou-se um símbolo da filosofia Ducati: rendimento estável em alta rotação, resposta precisa e sensação de alto desempenho.

Ao longo das décadas, a Ducati consolidou seu papel no esporte motorizado, especialmente no World Superbike e, mais recentemente, no MotoGP. Essa presença esportiva não fica apenas no clamor de pódios; ela se reflete na engenharia dos modelos de rua: chassis cuidadosamente desenhados, ergonomia pensada para percursos longos e, é claro, uma linha de produção que busca equilíbrio entre beleza e funcionalidade. A ST-2, nesse cenário, representa uma ponte entre a esportividade de alta calibragem e o conforto necessário para viagens, evidenciando o foco da Ducati na versatilidade sem abrir mão da personalidade marcada pela marca.
Para quem segura o volante/selim de uma Ducati, há uma expectativa de manutenção que combina desempenho com durabilidade. Componentes como o sistema de freios, suspensão e o estado de conservação do motor exigem cuidados periódicos, o que, por consequência, impacta a avaliação de seguro. Entender a história da marca ajuda a interpretar o que a FIPE reconhece, sobretudo ao lidar com modelos de nicho e de colecionismo relativo, onde o valor de reposição não depende apenas do preço de nova, mas de disponibilidade de peças originais e do histórico de uso do exemplar específico.
Tabela FIPE e o seguro da Ducati ST-2: como interpretar o valor de referência
A Tabela FIPE é amplamente utilizada no mercado brasileiro para padronizar valores de referência de veículos, inclusive motos, para fins de seguro, transição entre proprietários e comunicação com seguradoras. Ao tratar de uma motocicleta como a Ducati ST-2 (2002), o artigo da FIPE oferece um valor de referência que funciona como norte para a indenização total ou para a base de cobertura de terceiros. Entretanto, vale destacar algumas particularidades importantes para o cálculo de seguros:
- Propósito da FIPE: o valor de referência da FIPE serve como base para indenização em caso de robo de colisão total, roubo ou dano extremo. Não é uma cotação de mercado, nem o preço pago por um comprador particular em uma negociação específica.
- Variação de condição: uma ST-2 bem conservada, com baixa kilometragem, histórico de manutenção completo e com peças originais pode ter valor de referência próximo ao registrado pela FIPE; já uma moto com desgaste elevado, modificações não originais ou histórico de sinistros pode ter valor diferente, para cima ou para baixo, dependendo da apólice e da avaliação de sinistro.
- Impacto das alterações: modificações estéticas ou desempenho que alterem a configuração original podem impactar a avaliação de seguro. Em muitos casos, alterações não autorizadas podem reduzir a cobertura ou exigir ajuste de prêmio.
- Uso e localização: o perfil de uso (viagens curtas, diariamente, turismo, colecionismo) e a cidade onde a moto fica guardada influenciam a incidência de prêmio. Às vezes, a FIPE não captura certos cenários de museu ou de uso especial, exigindo avaliação adicional pela seguradora.
Assim, a Tabela FIPE não deve ser entendida como o preço de venda de uma moto específica em um anúncio, nem como o único critério para definir o prêmio de seguro. Em uma cotação, as seguradoras contemplam muitos outros fatores: histórico de sinistros, perfil do motorista/piloto, local de guarda, uso pretendido, entre outros. A ST-2, por seu peso histórico no universo Ducati, costuma exigir análises mais apuradas para três frentes: reparabilidade, disponibilidade de peças e custo de mão de obra especializada. Por isso, é comum encontrar variações entre a FIPE, o valor de mercado e o que a seguradora considera adequado para indenização e para as coberturas adicionais, como proteção de lastro, acessórios originais e proteção contra roubo específico.
Manutenção, peças e considerações de seguro para a ST-2
Modelos como a ST-2 exigem um olhar cuidadoso sobre manutenção e disponibilidade de peças, o que, por si, já influencia o custo de seguro. Abaixo, apresento pontos relevantes para entender como isso impacta a proteção da motocicleta e o custo total do seguro:
- Manutenção programada: revisões periódicas devem priorizar o ajuste de válvulas, inspeção do sistema de alimentação, verificação de correia/ corrente de transmissão, fluidos, pastilhas e discos. Manter um histórico de serviços facilita a validação de valor junto à seguradora, refletindo positivamente na cotação.
- Peças originais x peças paralelas: para modelos de nicho, a disponibilidade de peças originais pode impactar o tempo de reparo e o custo. Seguradoras costumam considerar o custo de reposição de peças originais como referência para a indenização, o que reforça a importância de manter documentação de procedência.
- Equipamentos de proteção e acessórios originais: acessórios como cúpula, escape, protetores de motor e baú podem influenciar o valor de revenda e, por consequência, o valor segurável. Em alguns casos, a adesão de acessórios não originais pode exigir especificação adicional na apólice.
- Uso e proteção: motos utilizadas com frequência em deslocamentos urbanos podem ter maior probabilidade de sinistros do que unidades paradas por longos períodos. A guarda em garagem coberta versus livre pode impactar premium e franquias.
Como a FIPE orienta o seguro da Ducati ST-2 e o que observar na hora de cotar
Quando o assunto é seguro de moto, a FIPE funciona como um ponto de referência importante, mas não é o único determinante. A seguir, destaco aspectos práticos para quem está buscando entender como a Tabela FIPE influencia a cotação da ST-2:
1) Base de cálculo de indenização: muitas apólices utilizam a FIPE como base para o valor de indenização em caso de perda total ou roubo, ajustando conforme condição da moto, quilometragem e histórico de manutenção.;
2) Planejamento de coberturas: para motocicletas com pedigree como a ST-2, é comum que seguradoras ofereçam coberturas adicionais (proteção de acessórios originais, garantia de peças novas, proteção de roubo com assistência 24h, etc.). O custo dessas opções varia conforme a valorização calculada pela FIPE e pelo risco avaliado pela seguradora.
3) Limites de cobertura: a FIPE ajuda a calibrar o valor a ser assegurado, mas a escolha de limites de cobertura (valor agregado, franquias, carências) depende do uso pretendido e da percepção de risco. Em motos mais antigas, pode haver opções de cobertura diferenciadas para “valor de reposição” ou “valor de mercado” com ajustes de prêmio.
4) Documentação e histórico: guardar notas, comprovantes de manutenção, peças originais e notas de aquisição facilita a comprovação de valor para a seguradora, reduzindo tempo de análise de sinistro e ajudando a obter condições mais estáveis de prêmio.
Boas práticas de manutenção para preservar o valor e a segurabilidade da ST-2
Para quem possui ou pretende adquirir uma Ducati ST-2, algumas atitudes ajudam a manter o veículo dentro de padrões aceitáveis para seguradoras, o que impacta diretamente o custo de cobertura:
- Organize um histórico de manutenção com datas, quilometragem, peças substituídas e serviços realizados. Este material facilita a comprovação de conservação durante o processo de cotação.
- Priorize oficinas especializadas em Ducati ou com experiência equivalente em motos de alto desempenho. A mão de obra qualificada é um fator relevante para avaliações de sinistro e para a decisão de reposição de itens.
- Guarda a moto em local seguro, com tranca, alarmes ou sistemas de rastreabilidade quando possível. O controle de risco influencia diretamente no prêmio de seguro, especialmente para modelos com característica de colecionismo ou uso esportivo.
- Documente alterações ou acessórios originais: se houver modificações, mantenha notas fiscais e informações sobre as peças para facilitar a avaliação de valor pela seguradora.
Conclusão: entendendo a Tabela FIPE, a ST-2 e a proteção ideal
A Tabela FIPE para a Ducati ST-2 900/944cc (2002) serve como um referencial de valor médio para o veículo, útil para cenários de indenização e comunicação entre seguradoras. Contudo, o valor efetivo para seguro depende de uma série de fatores complementares: estado de conservação, histórico de manutenção, uso atual, localização da guarda e a configuração de coberturas escolhidas. Modelos clássicos ou de nicho podem exigir avaliações mais cuidadosas, sobretudo no que diz respeito a peças originais, disponibilidade de reposição e reparos especializados. Por isso, ao planejar a contratação de seguro, vale a orientação de profissionais que entendam de Ducati e de seguros de motos, assegurando que as coberturas escolhidas reflitam não apenas o preço de referência, mas a realidade de uso e o custo real de reposição em caso de sinistro.
Trocas de informações entre o proprietário e a corretora podem acelerar o processo de cotação, oferecer opções mais alinhadas ao orçamento e garantir proteção adequada para a ST-2 sem abandonar o desempenho e a experiência de condução que a Ducati promete aos fãs da marca.
Para entender melhor as opções de proteção, leve em consideração as especificações técnicas, o histórico de manutenção e a Tabela FIPE ao formular a cotação. Faça uma cotação com a GT Seguros para explorar condições personalizadas e adequadas ao perfil da sua Ducati ST-2.
