| Mês | Preço |
|---|---|
| Mar/26 | R$ 230.355,00 |
| Fev/26 | R$ 230.863,00 |
| Jan/26 | R$ 231.373,00 |
| Dez/25 | R$ 231.814,00 |
| Nov/25 | R$ 232.163,00 |
| Out/25 | R$ 232.722,00 |
| Set/25 | R$ 233.470,00 |
| Ago/25 | R$ 233.962,00 |
| Jul/25 | R$ 234.337,00 |
| Jun/25 | R$ 234.572,00 |
| Mai/25 | R$ 235.043,00 |
| Abr/25 | R$ 235.255,00 |
Tabela FIPE Ferrari 456 GT 1999: panorama técnico, contexto de avaliação e implicações para seguros
Entendendo a Tabela FIPE e o papel dela na proteção de um Ferrari
A Tabela FIPE funciona como uma referência mensal amplamente utilizada no Brasil para indicar o preço médio de veículos usados. Ela serve como base para cálculos de seguros, financiamentos e avaliações institucionais, oferecendo um referencial que facilita a comparação entre diferentes modelos, idades e versões. Quando o assunto é um Ferrari 456 GT fabricado em 1999, a leitura da FIPE exige um olhar cuidadoso, pois se trata de um exemplar de alto valor, com características arche‑typais da marca e com uma trajetória de produção que inclui detalhes de design e engenharia que vão além do que um carro comum apresenta.
Para seguradoras, a FIPE atua como ponto de partida: fornece uma referência objetiva, que pode ser ajustada de acordo com o estado de conservação, originalidade, histórico de manutenção e demais atributos particulares de cada unidade. Modelos de luxo ou de alto desempenho, como o Ferrari 456 GT, costumam exigir avaliações adicionais por meio de documentação detalhada (manuais de serviço, boletins de atualização, histórico de proprietários), de modo a calibrar o prêmio de seguro de forma mais fiel. Assim, a Tabela FIPE não determina sozinho o valor da apólice, mas ajuda a moldar o cenário de risco e a base de cálculo para coberturas apropriadas ao perfil do veículo.

Nesse contexto, é comum que a FIPE seja consultada periodicamente pela seguradora para manter alinhamento com o mercado, especialmente em um segmento onde as oscilações de preço, disponibilidade de peças originais e demanda por peças de reposição podem impactar o custo total de posse. Além disso, veículos de interesse histórico ou de nicho, como é o caso do Ferrari 456 GT, podem exigir uma avaliação que combine a referência FIPE com apreciação de mercado especializada, levando em conta a raridade, a documentação de origem, o estado de conservação e a originalidade de componentes estéticos e mecânicos.
Ficha técnica do Ferrari 456 GT 1999
- Motor: V12 de 5,5 litros (5474 cm³) com aspiração natural, configuração dianteiro‑centrado em transaxle, alimentando as ruas com uma entrega de potência de aproximadamente 442 cavalos (cv) e torque na casa de 550–590 Nm, dependendo da calibragem e do estado de manutenção.
- Câmbio: transmissão de 6 velocidades manual na configuração clássica 456 GT; variantes da linha 456, como a GTA, receberam opções de câmbio automatizado/contra‑pressão com tecnologia de troca eletrônica em anos posteriores, refletindo a transição da marca para diferentes propostas de condução sem comprometer o caráter de alto desempenho.
- Desempenho e dinâmica: o conjunto V12 associado a uma carroceria de grande porte resulta em uma condução que prioriza o equilíbrio entre performance e elegância. O peso fica em faixas que costumam situar o veículo entre 1.700 e 1.800 kg, com impulso suficiente para velocidades altas e aceleração vigorosa, típica de um GT que combina couro de fibra de alto desempenho com acabamento artesanal.
- Dimensões e pneus: o conjunto de chassis e suspensões é complementado por uma geometria que busca conforto em longas jornadas e firmeza em curvas, com dimensões aproximadas em torno de 4,58 m de comprimento, 1,93–1,95 m de largura e cerca de 1,28 m de altura. Os pneus, na configuração original de época, costumavam utilizar rodas de 18 polegadas, com medidas típicas de 245/40 R18 na dianteira e 275/40 R18 na traseira, oferecendo o equilíbrio entre aderência e conforto em vias brasileiras.
A marca Ferrari: tradição, engenharia e exclusividade
Fundada por Enzo Ferrari, a marca italiana carrega um universo de referências que vão muito além da velocidade. A Ferrari é sinônimo de tecnologia avançada, engenharia de ponta e herança de corridas que moldaram, ao longo de décadas, um compromisso com a performance pura. O propulsionamento por motores V12 de alta rotação tem sido um traço marcante da identidade da casa, especialmente nos modelos de grandes GTs e esportivos de altíssimo luxo. O Ferrari 456 GT, com sua configuração de motor dianteiro e distribuição de peso que favorece o eixo traseiro, emerge como uma expressão de transição entre a tradição de motorizações V12 clássicas e a busca por refinamento aerodinâmico, conforto de cabine e dirigibilidade que se tornou padrão na indústria de supercarros.
A estética de design, muitas vezes assinado por estúdios renomados como Pininfarina, mantém o DNA de elegância e presença. Linhas limpas, proporções que destacam a linha de cintura, e detalhes que revelam a busca pela aerodinâmica sem abrir mão do luxo são marcas registradas. Além do desempenho, o Ferrari 456 GT representa uma peça de colecionismo que envolve valores emocionais, identidade de marca e a ideia de preservar uma peça de engenharia Italiana que, ao longo dos anos, se tornou parte de uma comunidade de entusiastas e colecionadores.
Para quem atua no setor de seguros, entender esse pilar de marca é crucial: o valor de restauração, a disponibilidade de peças originais, a disponibilidade de mão de obra especializada e a percepção de risco associado a componentes exclusivos influenciam diretamente as coberturas necessárias e a gestão de sinistros. A exclusividade deriva não apenas da velocidade, mas da capacidade de manter a originalidade, de confirmar a procedência e de demonstrar um histórico de serviço com profissionais qualificados. Esse conjunto de fatores exige um olhar técnico apurado por parte das seguradoras e dos proprietários, especialmente ao planejar proteções como casco compreensivo, garantia de acessórios originais e apólices com cláusulas específicas para veículos de coleção ou de alto valor financeiro.
Como a FIPE trata modelos de alto valor e o impacto na apólice
A FIPE, ao listar veículos como o Ferrari 456 GT 1999, desempenha o papel de referência estável, útil para a construção de um cenário de preço de mercado. No entanto, quando se trata de modelos de alto valor
