| Mês | Preço |
|---|---|
| Fev/26 | R$ 1.427.844,00 |
| Jan/26 | R$ 1.435.020,00 |
| Dez/25 | R$ 1.436.707,00 |
| Nov/25 | R$ 1.437.329,00 |
| Out/25 | R$ 1.437.952,00 |
| Set/25 | R$ 1.438.575,00 |
| Ago/25 | R$ 1.445.805,00 |
| Jul/25 | R$ 1.453.071,00 |
| Jun/25 | R$ 1.429.095,00 |
| Mai/25 | R$ 1.456.335,00 |
| Abr/25 | R$ 1.456.965,00 |
| Mar/25 | R$ 1.457.596,00 |
Guia detalhado sobre a Tabela FIPE para a Ferrari California 2010: o F1 V8 de 460 cv e a California 30
Entendendo a relevância da Tabela FIPE para modelos Ferrari no Brasil
A Tabela FIPE funciona como referência de preços de mercado para veículos usados no país. Ela não representa o preço de venda acordado entre comprador e vendedor, nem o valor de reposição, mas serve como base para avaliação de seguro, financiamento, aluguel e avaliações de sinistro. No caso de modelos de alta performance como a Ferrari California, as variações entre versões, ano de fabricação, estado de conservação e histórico de manutenções podem gerar diferenças significativas dentro da faixa de referência apresentada pela FIPE. Para corretores de seguros, compreender a forma como a FIPE classifica cada versão facilita a construção de cotações mais justas, alinhadas ao risco do veículo e ao perfil do condutor. Em termos práticos, a FIPE considera cada versão de forma distinta, levando em conta alterações técnicas entre a configuração original e as suas refreshs, como é o caso da California 30 (2010), que recebeu atualizações relevantes sem mudar a essência do conjunto motriz.
Ficha técnica do Ferrari California F1 V8 460 cv / California 30 (2010)
- Motor: V8 4,3 L (configuração dianteira/montado com transaxle, típicos da California)
- Potência: 460 cv
- Transmissão: 7 velocidades F1 de dupla embreagem
- Tração: traseira
Observação: a California 30, referência de 2010, trouxe melhorias de refinamento, resposta do conjunto propulsor e ajustes de chassis que impactam o comportamento dinâmico do carro. Dados de desempenho e peso podem variar conforme a configuração e o estado de uso, mas os itens acima destacam a essência técnica da linha California F1 desse período.

A Ferrari como marca: esportividade, exclusividade e engenharia italiana
Fundada em 1939, a Ferrari consolidou-se como símbolo global de performance automotiva, engenharia de ponta e design que une aerodinâmica, elegância e experiência de condução. No universo das grandes berlinettas conversíveis, a marca mantém um posicionamento aspiracional, com modelos que combinam tecnologia de competição com uso cotidiano em vias públicas. A California, em particular, foi criada para ampliar essa faixa de público, oferecendo um conversível de alto desempenho com maiores níveis de conforto e versatilidade, sem comprometer a essência da marca: a experiência de condução emocional, o som característico do V8 e o legado de competição que acompanha cada detalhe. Ao estudar a Tabela FIPE para este modelo, compreender a reputação e o histórico da marca ajuda a alinhar expectativas de seguro, manutenção e valorização ao longo dos anos.
Como a FIPE reflete o valor de um Ferrari California 2010 no seguro
Para seguradoras, a referência FIPE é um ponto de partida para calibrar o valor de reparo ou de reposição apresentado em uma cotação. Em carros de alto desempenho como a Ferrari California, quase sempre há uma diferença entre o valor de referência da FIPE e o custo real de peças originais, mão de obra especializada e disponibilidade de peças. Por isso, a FIPE é utilizada para estabelecer a base de cálculo, enquanto o valor efetivo de seguro pode considerar itens adicionais — como histórico de manutenção, número de proprietários, presença de itens de desempenho ou acessórios originais que influenciam o custo de reposição. Em resumo, a FIPE orienta, mas não determina sozinha o valor segurável; o corretor, por meio de uma cotação personalizada, ajusta o contrato para cobrir adequadamente o risco do veículo e do motorista.
Principais fatores de risco e implicações para o seguro deste modelo
Ao pensar em seguro para a Ferrari California, alguns aspectos merecem atenção do público e do corretor:
Primeiro, o alto desempenho implica maior custo de reparo e disponibilidade de peças originais, o que pode elevar o custo de assistência e mão de obra. Segundo, a natureza conversível e a estética esportiva elevam o risco de danos em colisões e riscos de vandalismo ou roubo quando o veículo fica exposto. Terceiro, o uso típico deste modelo — muitas vezes em fins de semana, eventos automotivos ou uso em trajetos curtos — pode influenciar a forma de avaliação de sinistro, o que impacta a política de uso (uso exclusivo de lazer, por exemplo). Quarto, o perfil do condutor (idade, tempo de CNH, histórico de sinistros e participação em eventos automotivos) é decisivo para a determinação de franquias, limites e custos com seguro. Por fim, itens de proteção veicular, como rastreadores, alarmes avançados e imobilizadores, costumam impactar a tarifa, especialmente em modelos de alto valor e menor circulação no dia a dia.
Como o corretor utiliza a FIPE para orientar a apólice
O corretor de seguros analisa a versão específica (California 2010, V8 460 cv, com a atualização California 30), o ano de fabricação, o estado de conservação e o histórico de manutenção. Com base nesses dados, a cotação considera o valor de referência da FIPE para o perfil do veículo, mas também ajusta pela necessidade de reposição de peças originais, pela exigência de coberturas adicionais (como cobertura contra vidros, assistência 24h, guincho, carro reserva, entre outras) e pela avaliação de risco do condutor. Além disso, a FIPE serve como referência para reajustes anuais e para comparação entre as propostas de seguradoras diferentes, facilitando a escolha mais adequada ao orçamento e às necessidades de proteção do veículo e de seus ocupantes. Em modelos tão específicos quanto a California, o papel do corretor é crucial para equilibrar segurança, custo e tranquilidade.
Boas práticas de conservação e documentação para manter o equilíbrio entre proteção e custo
Para preservar o equilíbrio entre custo de seguro e tranquilidade ao dirigir uma Ferrari California, considere as seguintes práticas: manter histórico de manutenção completo com referências de concessionária autorizada, conservar o veículo em garagem protegida, evitar modificações não originais que possam alterar o valor do carro ou o desempenho, e manter documentos atualizados (certificados de inspeção, manual, notas fiscais de serviços). Além disso, registre o uso do veículo (fins de semana, eventos, deslocamentos) para que o corretor possa propor uma cobertura alinhada ao perfil operativo, reduzindo surpresas em eventual sinistro. Ao combinar esses cuidados com uma avaliação FIPE bem informada, a apólice tende a refletir com mais precisão o verdadeiro risco envolvido, proporcionando proteção adequada sem acréscimos desnecessários.
Para quem busca uma proteção sob medida para uma Ferrari California, a escolha de coberturas, limites de responsabilidade e franquias precisa levar em conta o hábito de uso, o cenário de garagem, a frequência de viagens e a disponibilidade de peças originais. A FIPE, nesse contexto, funciona como referência estável ao longo do tempo, ajudando a comparar propostas de forma objetiva e a estimar o risco de depreciação acelerada em determinados períodos.
Concluindo, entender a Tabela FIPE para o Ferrari California F1 V8 de 460 cv e para a versão California 30 de 2010 permite ao proprietário e ao corretor avaliar melhor o custo total de propriedade e a proteção necessária. A associação entre o valor referencial da FIPE, o histórico técnico do veículo e o perfil do condutor resulta em uma cobertura mais adequada ao estilo de vida do dono, sem comprometer o equilíbrio financeiro da apólice.
Se você está buscando uma proteção que respeite a singularidade deste modelo, considere a praticidade de uma cotação com a GT Seguros.
