Valor FIPE Atual
R$ 5.176,00
↑ 1,0% vs mês anterior
FIPE: 001030-8
Ano: 1988-1
MêsPreço
Jan/26R$ 5.176,00
Dez/25R$ 5.125,00
Nov/25R$ 5.230,00
Out/25R$ 4.985,00
Set/25R$ 4.756,00
Ago/25R$ 4.767,00
Jul/25R$ 4.775,00
Jun/25R$ 4.780,00
Mai/25R$ 4.790,00
Abr/25R$ 4.795,00
Mar/25R$ 4.803,00
Fev/25R$ 4.806,00

Entenda a Tabela FIPE da Fiat Fiorino Pick-Up LX 1988 e o que a ficha técnica revela sobre o veículo

Por que a Tabela FIPE é uma referência para seguros e negociações

A Tabela FIPE, elaborada pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (FIPE), funciona como uma bússola de valores médios de veículos usados no Brasil. Ela não determina o preço definitivo de compra, venda ou seguro, mas ocupa o papel de referência central para estimativas de valor de mercado. Essa base é atualizada mensalmente, levando em consideração uma ampla amostra de anúncios, transações e condições de mercado observadas em diferentes regiões. Em termos de seguros, o valor indicado pela FIPE pode influenciar a base de indenização, a escolha de coberturas e o cálculo de prêmios, especialmente em contratos que utilizam o valor de referência para coberturas de terceiros, colisão ou total ideal. Por isso, compreender como a FIPE funciona ajuda a tomar decisões mais informadas sobre proteção veicular, sem confundir com o preço de compra ou a avaliação de plugging de peças.

Para veículos clássicos ou de uso específico, como é o caso da Fiat Fiorino Pick-Up LX (1988), a leitura da FIPE envolve atenção a versões, condições de conservação, histórico de uso e mudanças técnicas ao longo dos anos. A tabela registra a referência de preço com base na configuração original do veículo, e pequenas variações — por exemplo, de acabamento, opcionais ou pacotes de itens — podem influenciar o valor de referência. Por isso, comparar a FIPE com outras fontes, como avaliações de oficinas, catálogos da época, e notas de manutenção, ajuda a construir uma visão mais precisa sobre o valor de referência para seguros, financiamento ou qualquer transação.

Tabela FIPE Fiat Fiorino Pick-Up LX (todas) 1988

A Fiat Fiorino: contexto da marca e o papel do utilitário leve no Brasil

A Fiat é uma das marcas históricas do setor automotivo brasileiro, conhecida pela diversidade de soluções para transporte de pessoas e cargas. No portfólio de utilitários leves, a Fiorino ocupa um espaço estratégico por ser uma ferramenta prática para pequenos negócios, oficinas, feiras e entregas urbanas. Lançada originalmente na década de 1970, a Fiorino ganhou versões que combinavam robustez, simplicidade mecânica e economia de combustível — características valorizadas em veículos de trabalho com alto uso diário. A linha Fiorino também refletiu a estratégia da Fiat de oferecer soluções compactas para perímetros urbanos, onde a agilidade, a capacidade de manobra e a facilidade de manutenção são aspectos valorizados por autônomos, microempreendedores e famílias que necessitam de uma cabina de carga versátil sem abrir mão da confiabilidade.

O LX, a versão a que se refere a tabela de 1988, costuma ser associada a um conjunto de itens básicos que priorizam funcionalidade e custo-benefício. Em termos de design, a Fiorino de então seguia uma linha simples, prática e despojada, com foco no aproveitamento de espaço de carga e na facilidade de substituição de componentes ao longo do tempo. A história da marca, nesse segmento, está também conectada a um padrão de manutenção que, na época, era mais acessível para oficinas locais e para usuários que buscavam receituários de reparo diretos, com menos dependência de tecnologia de ponta. Essa combinação de fator de marca, utilitário leve e simplicidade mecânica contribuiu para que a Fiorino fosse uma opção viável para quem precisava de uma picape compacta com cabine simples e um alcance de produção que atendesse a pequenas operações comerciais.

Ficha técnica resumida da Fiat Fiorino Pick-Up LX (1988)

  • Motor: 1.0 L (999 cm³), gasolina
  • Potência: aproximadamente 45 cv
  • Transmissão: manual de 4 marchas
  • Tração: dianteira

Observação: além dessas referências centrais, a Fiorino de 1988 apresentava dimensões compatíveis com utilitários compactos da época, com espaço de carga pensado para atender pequenas entregas e tarefas urbanas. O comprimento total ficava em uma faixa que facilitava a manobra em ruas estreitas, enquanto a largura e a altura ajudavam a manter a estabilidade diante de propostas de carga moderada. O peso em ordem de marcha, a capacidade de carga útil, o tamanho do tanque de combustível e as dimensões exatas do vão de interrupção da caçamba variavam conforme a configuração regional e a versão de fábrica, o que reforça a importância de consultar fontes específicas para o veículo em questão quando se planeja uma aquisição, seguro ou avaliação de reparos.

Como interpretar a ficha técnica para seguros e decisões de uso

Quando pensamos em seguro para um carro antigo como a Fiorino LX de 1988, a ficha técnica funciona como mapa para entender onde reside o valor de proteção. Alguns pontos-chave ajudam a orientar a decisão de coberturas e limites de indenização:

  • Motor e desempenho: a potência modesta e o foco em economia costumam sinalizar um custo de reposição menor em linhas históricas, mas, para veículos com uso comercial frequente, perdas de performance podem ocorrer com a idade.
  • Transmissão e tração: com câmbio manual de quatro marchas e tração dianteira, o custo de substituição de componentes mecânicos costuma ser acessível, desde que haja disponibilidade de peças de época em bons estoques de peças usadas ou réplicas.
  • Dimensões de carga e finalidade: a proposta de utilitário leve implica em usos típicos de entrega de pequeno volume. Isso influencia a avaliação de cobertura de danos a carga, responsabilidade civil e riscos de terceiros em áreas urbanas.
  • Condição geral e histórico de manutenção: para veículos clássicos, o estado de conservação, histórico de colisões, restaurações e a disponibilidade de peças originais afetam diretamente a avaliação de valores para seguro, o que faz da comparação entre FIPE, avaliações de oficinas e notas de manutenção uma prática sensata.

Para quem negocia ou contrata seguros, é essencial compreender que o valor de referência FIPE funciona como base, mas o contrato também leva em conta o estado de conservação, a quilometragem, a região de uso, o histórico de acidentes e as coberturas escolhidas. Em veículos mais antigos, muitos seguradores adotam cláusulas adicionais para peças originais versus substituições, bem como para a possibilidade de reposição com itens compatíveis ou usados. Por isso, quem tem uma Fiorino de 1988 deve estar preparado para apresentar documentação que comprove a condição do veículo, além de manter uma rotina de manutenção com registros, para apoiar a avaliação de risco.

O que considerar ao planejar uso, manutenção e proteção da Fiorino LX 1988

Para proprietários e usuários de Fiorino LX de 1988, algumas práticas ajudam a manter o veículo mais confiável e a facilitar o processo de seguridade ao longo do tempo:

Primeiro, mantenha o histórico de manutenção em dia. Peças de reposição para carros de época podem exigir cuidado extra, e a disponibilidade de peças originais ou equivalentes de qualidade costuma definir a viabilidade de reparos rápidos. Em segundo lugar, registre revisões periódicas, especialmente em itens críticos como freios, suspensão, sistema de ignição e sistema de alimentação de combustível. Esses dados ajudam a embasar avaliações feitas por oficinas credenciadas quando houver necessidade de ajustes ou restauros. Terceiro, preserve a integridade da carroceria e da caçamba, pois a idade natural aumenta o risco de corrosão e de danos estruturais em impactos, o que pode impactar o valor segurado e o custo de reparo. Por fim, considere o uso diário versus uso declarado para fins de seguro — veículos com uso comercial frequente tendem a exigir coberturas mais robustas do que unidades usadas apenas ocasionalmente para lazer ou de forma eventual.

Além disso, compreender a linha Fiorino em seu conjunto histórico ajuda a reconhecer o papel de cada versão no mercado. A Fiorino LX de 1988 representava uma oferta prática para quem precisava de um utilitário simples, com baixa complexidade mecânica e manutenção relativamente acessível. Mesmo com o avançar do tempo, a valorização de veículos históricos costuma depender da documentação, da originalidade de componentes e da condição geral. Em termos de seguro, isso frequentemente se traduz em apólices que contemplam carros clássicos com condições especiais, afinadas para manter o equilíbrio entre custo de cobertura, indenização de danos e proteção da carga associada.

Para quem avalia seguros ou transações, a leitura da Tabela FIPE da Fiat Fiorino Pick-Up LX (todas) 1988 deve ser feita com a compreensão de que a referência de preço é apenas uma base orientadora. Em função da idade, da condição mecânica, do histórico de uso e da disponibilidade de peças, a riquesa de detalhes técnicos pode influenciar de forma significativa as percepções de valor. Por isso, a comparação entre a referência FIPE e as avaliações técnicas, além da consulta de um corretor experiente, costuma ser a prática mais sensata para obter uma proteção alinhada ao real cenário de uso do veículo.

Em termos de planejamento financeiro, vale considerar como a FIPE ajuda a estruturar o seguro, o custo de manutenção e a gestão de riscos. Embora o valor de referência não substitua avaliações especializadas, ele oferece um ponto de partida padronizado que agiliza a comunicação entre o proprietário, a seguradora e as oficinas parceiras. Quando se trata de veículos históricos ou de uso comercial leve, a comunicação clara sobre a finalidade do veículo, o regime de uso e as condições de preservação torna a escolha de coberturas mais assertiva, aumentando as chances de uma indenização justa, no tempo adequado e com a continuidade das atividades de negócio.

Se a ideia é proteger um bem que carrega história, utilidade e valor emocional, vale acompanhar não apenas a FIPE, mas também as condições de operação do veículo. A soma de uma documentação em dia, de avaliações técnicas atualizadas e de uma apólice bem desenhada tende a oferecer a proteção necessária para enfrentar imprevistos, mantendo a Fiorino LX em boas condições de uso por muitos anos.

Para quem busca uma orientação prática, o caminho pode incluir a consulta a um corretor que entenda do tema de veículos clássicos e utilitários leves, a fim de alinhar a cobertura com as particularidades da Fiorino e com o uso que você faz do veículo no dia a dia. Em especial, quem utiliza a Fiorino para entregas locais ou atividades de pequeno negócio pode encontrar ancoragem em coberturas que protegem não apenas o veículo, mas também a carga transportada e a responsabilidade civil associada à operação.

Nota sobre a avaliação do valor: lembre-se de que a FIPE é uma referência padronizada, e que alternativas de avaliação — como laudos de peritos, avaliações de mercado regional, ou reputação de peças originais — podem complementar o cenário. A ideia é construir um retrato fiel do veículo com base em dados consistentes, para que o seguro e as negociações ocorram com maior previsibilidade. E, ao planejar qualquer decisão que envolva o Fiorino LX de 1988, vale ter em mente que pequenas variações na configuração, estado de conservação e histórico de uso podem influenciar o valor de referência utilizado pela seguradora.

Se você está buscando uma cobertura apropriada para a Fiat Fiorino Pick-Up LX (1988) e precisa de orientação sobre como a Tabela FIPE impacta as escolhas de seguro, a GT Seguros está preparada para apoiar. Considere fazer uma cotação com a GT Seguros para avaliar coberturas alinhadas com o seu veículo, o seu uso e o seu orçamento, com foco na proteção eficaz do seu patrimônio e da sua atividade profissional.