| Mês | Preço |
|---|---|
| Mar/26 | R$ 11.631,00 |
| Fev/26 | R$ 11.588,00 |
| Jan/26 | R$ 11.545,00 |
| Dez/25 | R$ 11.500,00 |
| Nov/25 | R$ 11.518,00 |
| Out/25 | R$ 11.546,00 |
| Set/25 | R$ 11.584,00 |
| Ago/25 | R$ 11.609,00 |
| Jul/25 | R$ 11.629,00 |
| Jun/25 | R$ 11.641,00 |
| Mai/25 | R$ 11.597,00 |
| Abr/25 | R$ 11.489,00 |
Entendendo a Tabela FIPE para o Fiat Tempra Turbo 2.0 i.e. 2p 1995
A Tabela FIPE é uma referência amplamente utilizada no Brasil para estimar o valor de mercado de veículos, especialmente em negociações de compra, venda e, alinhada ao setor de seguros, para embasar cotações, indenizações e prêmios. Quando falamos do Fiat Tempra Turbo 2.0 i.e. 2p de 1995, esse instrumento se torna ainda mais relevante para quem atua no mercado de seguros, porque permite situar o carro em um patamar de valor que reflete a percepção de mercado para veículos reduzidos de produção, com motorizações turbo e acabamento específico. Embora os valores da FIPE não sejam preços de venda fixos nem garantiam de venda, eles fornecem um referencial sólido que ajuda corretores, seguradoras e proprietários a alinhar expectativas. Além disso, o Tempra Turbo 2.0 i.e. 2p, pela sua configuração de dois lugares, apresenta particularidades que impactam a precificação de seguro, o custo de manutenção e a disponibilidade de peças no mercado de reposição. Este artigo explora a relação entre a Tabela FIPE, as características técnicas e históricas deste modelo e as implicações para seguros e proteção veicular.
Antes de mergulharmos na ficha técnica, vale entender o que a FIPE considera para chegar aos valores: o histórico de venda de veículos semelhantes, a idade do modelo, o estado de conservação reportado, a versão de fábrica, o tipo de carroceria, o motor, a tração e a distância rodada. Esses componentes ajudam a montar uma curva de depreciação específica por versão, o que, por sua vez, alimenta o processo de avaliação das seguradoras na hora de definir prêmios ou indenizações. No caso do Tempra Turbo 2.0 i.e. 2p, o fator turbo, a configuração de duas portas e o histórico de uso no Brasil dos anos 1990 influenciam o posicionamento na tabela, com consequências diretas para a avaliação de risco, custo de seguro e até opções de cobertura adicional para uso esportivo ou de colecionador.

Ficha técnica resumida
- Motor: 2.0 turbo 8V a gasolina, com deslocamento próximo de 2.0 L; potência estimada entre 135 e 150 cv, torque em torno de 18 a 22 kgf·m; transmissão manual de 5 velocidades; tração dianteira.
- Dimensões e capacidade: comprimento próximo de 4,25 m; largura em torno de 1,72 m; altura cercando 1,38 m; entre-eixos aproximadamente 2,49 m; peso em ordem de marcha próximo de 1.040 kg; tanque de combustível com capacidade em torno de 50 L.
- Conforto e equipamentos: acabamento típico da década de 1990, com itens como ar-condicionado, direção hidráulica e vidros elétricos em versões mais bem equipadas; sistema de som simples e painel de instrumentos focado na funcionalidade da época.
- Suspensão e freios: configuração dianteira do tipo MacPherson; suspensão traseira com eixo rígido, característica de muitos sedãs da época; freios com discos na dianteira e tambores na traseira em algumas versões, com opções de freada assistida e componentes básicos de segurança, típicos do período.
Essa ficha técnica resumida serve como guia para entender a composição do veículo e como cada elemento pode impactar a avaliação na FIPE e, por consequência, o seguro. A presença do turbo, a configuração de duas portas e o estilo de condução associada a esse modelo costumam indicar um pacote específico de risco e de custos de manutenção, que devem ser considerados na hora de solicitar uma cotação de seguro ou ao planejar uma renovação de apólice.
O que a Fiat representa na história do automóvel brasileiro
A Fiat tem, ao longo de décadas, uma presença marcante no cenário automotivo brasileiro. Com raízes que remontam a fábricas instaladas no Brasil já nas décadas de 1960 e 1970, a marca consolidou-se com uma linha de produção que acompanhou as transformações do mercado consumidor, das redes de concessionários e do parque automotivo. Modelos populares, como o Uno e o Palio, ajudaram a construir a reputação de confiabilidade, economia de consumo e facilidade de manutenção que muitos usuários valorizam nas escolhas de seguro, manutenção e revenda. O Tempra, por sua vez, surgiu como uma aposta de sedã de segmento médio, com foco em espaço interno, desempenho e estilo europeu adaptado à realidade brasileira da época. O Tempra Turbo 2.0 i.e. 2p, nessa linha, representou uma versão que buscou mesclar o conforto de um carro de passeio com a agressividade sintonizada de um motor turbo, típico de uma era em que o turbo começou a ganhar espaço entre sedãs nacionais, ampliando o leque de possibilidades para quem procurava uma condução mais ágil sem abrir mão do espaço interno e da usabilidade diária. A importância da Fiat no mercado local não está apenas em números de venda; está na capacidade da marca de oferecer opções que dialogam com as necessidades de diferentes perfis de condutores — desde o uso urbano diário até a experiência de dirigir um veículo com apelo de desempenho para ocasiões específicas.
Por que o Tempra Turbo 2.0 i.e. 2p entra na Tabela FIPE
O Tempra Turbo 2.0 i.e. 2p entra na Tabela FIPE porque, dentro da divisão de automóveis usados, ele compõe uma faixa de veículos com características técnicas distintas — motorizações turbo, configuração de carroceria de duas portas e um conjunto de componentes que o colocam em uma categoria específica de avaliação. A presença da motorização turbo, o histórico de uso e disponibilidade de unidades no mercado de reposição influenciam a avaliação de risco para as seguradoras e, por consequência, a posição na tabela. Não se trata apenas de uma idade cronológica, mas de um conjunto de fatores que afetam o valor de referência: estado de conservação, quilometragem, disponibilidade de peças originais e a evolução de custos de manutenção ao longo dos anos. Para quem trabalha com seguros, entender como esse veículo se encaixa na FIPE ajuda a entender o possível comportamento de sinistralidade, o potencial de depreciação acelerada ou estável e as escolhas de coberturas mais adequadas para cobrir eventuais cenários de uso, desde passeios ocasionais até condução com maior exigência de desempenho.
Contexto de uso, manutenção e seguro deste modelo
Quando pensamos em um Fiat Tempra Turbo 2.0 i.e. 2p de 1995, precisamos considerar que estamos tratando de um modelo com apelo histórico e, para muitos, de colecionador. Entretanto, para quem mantém esse veículo ativo no dia a dia, as tensões de uso podem exigir atenção especial a itens que costumam ter maior desgaste em modelos com motor turbo, como o sistema de alimentação de ar, o intercooler e componentes do turbocompressor. A disponibilidade de peças no mercado de reposição, muitas vezes, depende de estoque de catálogos, de oficinas especializadas e da presença de fornecedores que ainda atendem a esse tipo de veículo. Em termos de seguro, o histórico de sinistros, o grau de modificação (se houver), a quilometragem e o estado de conservação costumam pesar na hora de definir o prêmio. Carros com motor turbo, em geral, podem exigir apólices com coberturas adicionais para componentes do sistema de turbo, bem como para itens de segurança, como freios, direção e suspensão, que têm impacto direto na capacidade de recuperação em caso de sinistro. Além disso, o custo de reparo pode ser influenciado pela disponibilidade de peças originais, o que, por sua vez, impacta o tempo de indenização ou a necessidade de utilização de peças paralelas. Por isso, proprietários que mantêm o Tempra Turbo bem conservado tendem a obter condições de seguro mais estáveis e competitivas ao longo do tempo, especialmente se apresentam históricos de manutenção documentados, notas fiscais e um fluxo de manutenção previsível.
Em termos de uso cotidiano, esse modelo oferece uma combinação de conforto com desempenho que pode atender a diferentes cenários: viagens curtas, deslocamentos diários com boa resposta para ultrapassagens em trechos rodoviários e, ainda, uma experiência de condução que lembra, em alguns momentos, a ideia de um carro com características de motor turbinado, sem abrir mão do espaço interno para passageiros na configuração de 2p. Em termos de consumo, o desempenho turbo tende a exigir maior atenção ao regime de condução, ao estado do motor e ao sistema de alimentação de combustível, pois esses elementos influenciam não apenas o custo de operação, mas também a suavidade do funcionamento e a confiabilidade do veículo ao longo do tempo. Ao planejar a cobertura, vale considerar opções que garantam assistência veicular, cobertura de terceiros, com ou sem cobertura para peças sobressalentes do motor, bem como a proteção de itens de conforto que compõem o dia a dia com esse carro único.
Desempenho, condução e cuidados específicos
Conduzir o Tempra Turbo 2.0 i.e. 2p de 1995 oferece uma experiência que mistura o charme de um carro clássico com a promessa de uma resposta de motor relativamente ágil para o seu período. A tipicidade de um turbo de época pode exigir maior atenção ao aquecimento do motor e à regulagem do sistema de gestão, em especial quando o veículo permanece estacionado por longos períodos ou fica exposto a variações bruscas de clima. A manutenção preventiva costuma incluir verificações periódicas do sistema de turbo, do estado de mangueiras de borracha, do sistema de ar e da gestão eletrônica, para manter o funcionamento estável. Além disso, a prática de manter uma quilometragem mais estável, o uso de combustíveis de qualidade e a realização de revisões com peças originais ajudam a preservar a confiabilidade do conjunto mecânico, o que, por sua vez, facilita negociações com seguradoras ao longo dos anos.
