| Mês | Preço |
|---|---|
| Mar/26 | R$ 4.122,00 |
| Fev/26 | R$ 4.082,00 |
| Jan/26 | R$ 4.042,00 |
| Dez/25 | R$ 4.002,00 |
| Nov/25 | R$ 4.009,00 |
| Out/25 | R$ 4.019,00 |
| Set/25 | R$ 4.032,00 |
| Ago/25 | R$ 4.041,00 |
| Jul/25 | R$ 4.048,00 |
| Jun/25 | R$ 4.053,00 |
| Mai/25 | R$ 4.062,00 |
| Abr/25 | R$ 4.066,00 |
Entenda a Tabela FIPE para o Fiat Uno S 1.5 i.e. / 1.5 / 1.3/SX 1.3 1986: leitura, histórico e impactos na proteção do veículo
A Tabela FIPE é mencionada com frequência no dia a dia de quem negocia veículos usados, aplica seguro ou realiza orçamento de financiamento. Para o Fiat Uno S 1.5 i.e. / 1.5 / 1.3 / SX 1.3 de 1986, esse instrumento funciona como referência de mercado, refletindo uma média histórica de preços praticados na curtas e longas temporadas. No entanto, é importante esclarecer que este artigo não traz valores. Os números de referência de preço são inseridos automaticamente no topo deste post conforme previsto pela prática de cotação da GT Seguros. O objetivo aqui é explicar o que significa a Tabela FIPE para esse grupo específico de Uno, como ler as informações associadas a cada versão (S, SX e as motorizações 1.3 i.e. e 1.5 i.e.) e quais impactos isso tem para seguros, manutenção e planejamento financeiro do dono do veículo.
O que é a Tabela FIPE e por que ela é relevante para seguros
Instituída pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (FIPE), a tabela agrega uma faixa de valores médios de veículos usados e financiamentos realizados em mercados diversos do Brasil. O objetivo é padronizar métricas de mercado para facilitar negociações, venda e, especialmente, a avaliação de seguro. Quando uma seguradora utiliza a Tabela FIPE como referência, ela não está dizendo que o veículo vale exatamente aquilo; em vez disso, o valor de referência orienta a definição do capital segurado, o prêmio inicial e certos parâmetros de indenização. No caso de um Fiat Uno S 1.5 i.e. / 1.5 / 1.3 / SX 1.3 1986, as informações da FIPE ajudam a entender como o conjunto de variantes — motorizações, versões, configuração de carroceria e idade — influenciam o valor de reposição ou de mercado que a seguradora pode considerar no momento de um sinistro ou de uma atualização de apólice.

Além disso, a FIPE é atualizada regularmente e leva em conta mudanças de mercado, disponibilidade de peças, variações de demanda e a longevidade de modelos que já deixaram de ser produzidos. Por se tratar de modelos vintage e de colecionadores, como é o caso de Uno S 1.5 i.e. em 1986, a leitura cuidadosa da tabela envolve entender o quanto cada versão se desdobra em termos de valor relativo dentro do nicho de automóveis clássicos e de uso diário. Em termos práticos para quem tem o Uno nessa faixa etária, a FIPE funciona como um referencial estável, ainda que a seguradora também considere fatores complementares, como estado de conservação, histórico de sinistros, localização geográfica e plano de seguro contratado.
Contexto histórico do Fiat Uno no Brasil e as variantes de 1986
O Fiat Uno foi lançado no Brasil na década de 1980 como uma resposta ao desejo de um veículo compacto, econômico e simples de manter. Em 1986, o Uno já consolidava versões populares entre motoristas urbanos: o Uno S, o Uno 1.3 i.e. e as variantes SX. A linha S trouxe toques esportivos simples, com acabamento diferente do básico, além de opções de motorização que priorizavam o equilíbrio entre consumo de combustível e desempenho modesto para deslocamentos diários. A variação 1.3 i.e. (injeção eletrônica em determinados mercados ou configurações) convergia com a tradição italiana de transformar um carro compacto em utilitário ágil para o trânsito brasileiro, preservando a robustez mecânica pela qual o Uno ficou conhecido.
Com 1986, a robustez era uma de suas principais apostas de valor. O conjunto motor/câmbio, o peso leve e a engenharia simples tornaram o Uno especialmente resistente em condições de uso frequente, estradas com pavimento irregular e, muitas vezes, manutenção com peças que podiam ser encontradas com facilidade. Além disso, o Uno S e o SX 1.3 mostravam que a Fiat investia em oferecer opções de acabamento que tornavam o veículo mais atraente para jovens motoristas, famílias urbanas e até frotistas que precisavam de um carro de baixo custo de operação. Essa combinação de custo, disponibilidade de peças e facilidade de manutenção ajuda a explicar por que a Tabela FIPE, ainda que não substitua uma avaliação mecânica, costuma refletir uma valorização estável para esse conjunto de versões, especialmente quando o estado de conservação é preservado.
Para quem trabalha com seguros, entender esse contexto histórico auxilia na avaliação do risco. Um Uno de 1986, mesmo com motorizações diferentes (1.3 i.e. e 1.5 i.e.), tende a exigir avaliação minuciosa de itens como integridade estrutural, estado da pintura, ferrugem, condições de freios, suspensão, sistema elétrico e histórico de colisões. Tudo isso pode alterar a percepção de valor de reposição versus valor de mercado, que, por sua vez, influencia o prêmio do seguro. Em resumo, o histórico do modelo, combinado às variantes de motor e de acabamento, cria um mosaico de referências que, no conjunto, ajuda as seguradoras a dimensionar a proteção mais adequada ao proprietário.
Ficha técnica do Fiat Uno S 1.5 i.e. / 1.5 / 1.3/SX 1.3 1986
- Motorização: opções 1.3 i.e. (injeção eletrônica, quando disponível) e 1.5 i.e.; motor de quatro cilindros, com alimentação de combustível típica da época (carburador em alguns conjuntos, injeção em outros, conforme a configuração regional)
- Câmbio e transmissão: manual de 4 marchas; tração dianteira
- Dimensões e peso: carroceria hatchback com configuração comum de duas ou três portas; comprimento aproximado entre 3,2 m e 3,4 m; largura em torno de 1,4–1,5 m; altura perto de 1,3–1,5 m; peso em ordem de marcha aproximadamente entre 700 kg e 750 kg
- Capacidade e uso: tanque de combustível com capacidade típica de cerca de 40 litros; porta-malas com capacidade modesta para a época, adequado
