Valor FIPE Atual
R$ 4.610,00
↑ 1,0% vs mês anterior
FIPE: 001050-2
Ano: 1988-1
MêsPreço
Fev/26R$ 4.610,00
Jan/26R$ 4.565,00
Dez/25R$ 4.574,00
Nov/25R$ 4.529,00
Out/25R$ 4.622,00
Set/25R$ 4.717,00
Ago/25R$ 4.727,00
Jul/25R$ 4.735,00
Jun/25R$ 4.740,00
Mai/25R$ 4.750,00
Abr/25R$ 4.755,00
Mar/25R$ 4.763,00

Como a Tabela FIPE orienta a avaliação do Fiat Uno S 1.5 i.e., 1.5, 1.3 e SX 1.3 de 1988 e por que isso importa para seguros

A Tabela FIPE funciona como referência nacional para o valor médio de mercado de veículos usados no Brasil. Embora o montante de compra ou venda não seja o foco deste texto, a FIPE desempenha papel fundamental na construção de cenários de seguro, indenizações de sinistros e até na comparação entre raridade de versões diferentes de um mesmo modelo. No caso do Fiat Uno S 1.5 i.e.,, bem como das variantes 1.5, 1.3 e SX 1.3 lançadas em 1988, a valoração envolve entender como cada configuração se manteve ao longo do tempo, quais foram as mudanças de motor, de acabamento e de itens de série, além de como o mercado aprecia modelos com trajetória de uso distintas. A leitura consciente da tabela ajuda o segurado a solicitar coberturas proporcionais, evitar surpresas em caso de sinistro e planejar custos regulares de manutenção, preservando o valor do veículo ao longo dos anos.

Contexto histórico do Fiat Uno no Brasil e o papel das variantes de 1988

O Fiat Uno, lançado no final dos anos 80, consolidou-se como um dos símbolos de mobilidade econômica no Brasil. Seu design compacto, baixo consumo de combustível, facilidade de manutenção e adesão a ruas urbanas contribuíram para que se tornasse um carro de muita circulação nas cidades. Em 1988, a linha apresentava variações que atendiam a diferentes perfis de motoristas: o Uno S 1.5 i.e. trazia uma motorização mais robusta para quem desejava maior resposta em vias abertas, enquanto o 1.3 e o SX 1.3 ofereciam alternativas com menor torque e consumo ainda mais contido, mas sem abrir mão da confiabilidade básica que a marca italiana oferecia. Cada uma dessas versões era escolhida por motoristas com uso diferente — desde deslocamentos diários em perímetros urbanos até viagens mais longas com família — e, por isso, o impacto na leitura da FIPE variava conforme a configuração do motor, o estado de conservação, o histórico de revisões e a disponibilidade de peças de reposição no mercado de peças usadas.

Tabela FIPE Fiat Uno S 1.5 i.e. / 1.5 / 1.3/ SX 1.3 1988

Ficha técnica resumida das versões de 1988

  • Cilindrada: 1.3 L para as versões SX 1.3 e 1.3; 1.5 L para o Uno S 1.5 i.e. e, em alguns pacotes, ajustes do motor nessa linha;
  • Alimentação: versões com injeção eletrônica em alguns anos de produção (i.e.), com alimentação a gasolina; outras configurações utilizavam sistema carburado conforme o ciclo de fábrica e os mercados;
  • Transmissão: manual de 4 marchas, com embreagem simples, características típicas da época;
  • Dimensões e peso: carro compacto com comprimento médio próximo de 3,6 metros, largura em torno de 1,6 metros, altura próxima a 1,4 metros; peso próprio aproximado na faixa de 750 a 800 kg, dependendo da versão e do estado de conservação.

É importante notar que valores exatos variam conforme o exemplar específico, a presença de opcionais, estado de conservação e histórico de revisões. A leitura da FIPE para cada variante leva em conta, ainda, a idade do veículo, o teor de originais e o quanto a peça de reposição que substituiu componentes originais afeta o valor de referência. Para o mercado de seguros, entender essa variação ajuda a precificar coberturas como colisão, incêndio, roubo e danos a terceiros, bem como a deliberar sobre valores de franquia e limitações de cobertura de acordo com o histórico de uso do Fiat Uno em cada configuração.

Por que a FIPE ajuda na avaliação de um carro clássico como o Uno 1988

A Tabela FIPE funciona como bússola de referência para seguradoras, avaliadores independentes e proprietários. Quando se trata de modelos mais antigos, como o Uno de 1988, a FIPE não entrega apenas o preço de um exemplar; ela contribui para entender o cenário de desvalorização, a diferença entre versões de motor e a disponibilidade de peças de reposição. Em seguradoras, esse referencial é crucial ao determinar o valor segurável, ou seja, o limite que a apólice poderá cobrir no caso de sinistro ou perda total, levando em consideração o estado de conservação, a originalidade do veículo e a documentação de manutenção. Para quem mantém um Uno S 1.5 i.e., ou outras variantes, o conhecimento da FIPE facilita conversas transparentes com a corretora e ajuda a alinhar as coberturas com a realidade prática de uso e de riscos envolvidos – por exemplo, maior probabilidade de danos em sinistros envolvendo peças de reposição não originais ou maior probabilidade de desgaste em peças de motor específicas associadas à idade do veículo.

Como funciona a leitura da tabela para cada variante do Uno de 1988

Ao consultar a FIPE para o Uno S 1.5 i.e. e as versões 1.5, 1.3 ou SX 1.3, alguns aspectos costumam influenciar o valor relativo entre as variantes. Primeiro, motores mais potentes, como o 1.5, costumam trazer maior atratividade para determinadas faixas de uso, especialmente para quem precisa de uma retomada mais ágil ou para quem utiliza o carro em trajetos mais mistos, com trechos de estrada. Em contrapartida, o 1.3 tende a ter menor custo de manutenção no dia a dia, o que pode aumentar sua atratividade entre quem busca baixa manutenção e custos operacionais reduzidos, ainda que com menor desempenho em comparação ao 1.5. O acabamento, a presença ou não de itens de série específicos da época, a condição de pintura, o estado do motor e a conservação geral do veículo podem deslocar o valor apresentado pela FIPE para mais ou para menos. Além disso, a disponibilidade de peças originais de reposição para estes modelos de 1988 pode influenciar bastante o custo de reparo, o que, por consequência, impacta a percepção de valor e a decisão de segurabilidade.

Dicas para a proteção e a manutenção de um Fiat Uno 1988

Quando se fala em um carro com décadas de uso, a proteção e a preparação para segurar não apenas o veículo, mas também seu valor de mercado, exigem planejamento. Abaixo estão pontos práticos para quem tem ou pretende adquirir um Uno S 1.5 i.e. ou as variantes 1.5, 1.3 e SX 1.3 1988:

  • Manter a documentação de manutenção atualizada é essencial para comprovar histórico de uso, intervalos de troca de óleo, correias, freios e inspeções periódicas, o que impacta positivamente na avaliação da FIPE e na prática da seguradora.
  • Priorizar peças originais ou de qualidade equivalente para reposição ajuda a manter a originalidade do veículo, o que costuma favorecer a avaliação do veículo pela FIPE e a aceitação de coberturas em seguradoras especializadas.
  • Realizar avaliações periódicas, inclusive com mecânico de confiança, para identificar desgaste em itens críticos como motor, suspensão e direção, reduzindo o risco de sinistros que elevem o custo de reparo e com isso influenciem o valor segurável.
  • Estocar um espaço adequado de guarda, com cobertura contra intempéries, e considerar garantias adicionais para carros clássicos, que costumam exigir condições especiais de armazenamento e manutenção para preservar o estado visual e mecânico.

Essa linha de raciocínio ajuda o proprietário a alinhar expectativas com a seguradora, especialmente em situações onde a depreciação natural, a idade do veículo e o estado de conservação impactam o custo do seguro. Além disso, entender o papel da FIPE permite planejar cenários de indenização de forma mais clara, o que facilita a tomada de decisão quando surge a necessidade de acionar a apólice.

Sobre a marca Fiat e o legado do Uno

A Fiat, fabricante italiana com presença sólida no Brasil desde as últimas décadas do século XX, consolidou-se como referência em automóveis compactos e acessíveis à massa. O Uno, em particular, foi parte de uma estratégia de mobilidade urbana que priorizava economia, robustez e facilidade de manutenção. A marca não apenas oferecia carros com boa relação custo-benefício, mas também investiu em redes de assistência técnica, disponibilidade de peças e programas de garantia que ajudaram a construir confiança entre motoristas de diferentes regiões. O Uno, com suas variantes 1.3 e 1.5 i.e.,, tornou-se um ícone de confiabilidade simples, porém eficaz, capaz de enfrentar as condições de tráfego diário com baixo custo de operação. Esse ethos de praticidade ainda hoje é valorizado por quem reconhece o valor de um veículo que pode ser mantido com peças relativamente acessíveis, em função de serem modelos amplamente cobertos pela rede de assistência da marca e por peças de terceiros compatíveis.

Embora a idade imponha cuidados, a filosofia de projeto da Fiat para o Uno priorizava componentes simples, fáceis de substituir e com mecânica já conhecida por muitos mecânicos, o que facilita a manutenção. A confiabilidade percebida, associada à disponibilidade de peças, tem papel relevante na percepção de valor da FIPE para estas versões de 1988, e, por consequência, na avaliação do seguro. Ao entender esse legado, o proprietário pode planejar melhor a proteção, o custo de seguro ao longo dos anos e a eventual necessidade de cobertura para itens específicos, como rodas, vidros, estalos de carroceria e itens de conveniência que, com o tempo, podem exigir atenção especial.

Como a FIPE influencia as decisões de seguro para um Uno antigo

Quando uma seguradora analisa um Fiat Uno do final dos anos 80, o valor segurável é definido a partir de uma leitura cuidadosa da FIPE. Em geral, o valor da indenização por colisão total, roubo ou dano é alinhado ao que a tabela indica como referência de mercado para aquela versão específica. Em veículos com histórico de restaurações, modificações ou substituições de peças por itens não originais, a FIPE pode ser ajustada com base na qualidade dessas substituições, o que influencia a oferta de cobertura. Adicionalmente, a seguradora pode sugerir coberturas especiais para carros clássicos ou históricos, que costumam exigir apólices com condições diferentes das usadas com veículos modernos. Algumas seguradoras oferecem opções de proteção para a carroceria e a mecânica com limites diferenciados, bem como a possibilidade de substituir peças originais por reparos compatíveis, desde que haja comprovação de qualidade e compatibilidade com o modelo.

Dicas de proteção específicas para o Uno antigo

Para quem está com um Fiat Uno 1988 ativo no tráfego ou em uso ocasional, algumas práticas ajudam a manter o veículo em boa condição, além de facilitar a gestão de seguro a longo prazo. Abaixo, quatro orientações sintéticas para proteção e manutenção do Uno antigo:

  • Invista em um plano de manutenção preventiva com foco em itens sensíveis à idade, como sistema de arrefecimento, freios, suspensão e componente elétrico; manter o carro bem cuidado reduz o risco de falhas e de sinistros inesperados.
  • Registre manutenções com o máximo de detalhes — data, peça substituída, quilometragem — para comprovar histórico de zelo, o que pode influenciar positivamente a avaliação pela FIPE e a percepção da seguradora.
  • Priorize coberturas que cubram danos à carroceria, incêndio, roubo e responsabilidade civil, considerando a possibilidade de peças de reposição serem mais caras ou de difícil acesso com o tempo.
  • Considere opções de apólice específicas para veículos históricos ou clássicos, quando disponíveis, que costumam oferecer termos mais justos para veículos com valor de mercado estável e uso moderado.

O objetivo dessas recomendações é equilibrar proteção com custo, mantendo o veículo em condições aceitáveis de trânsito e preservando seu valor ao longo do tempo. A FIPE funciona como fio condutor nessa gestão, ajudando a entender como as mudanças de versão, estado de conservação e disponibilidade de peças influenciam o valor referencial do carro. Essa compreensão é fundamental na hora de negociar coberturas, definir franquias e planejar reparos, evitando surpresas desagradáveis quando ocorre um sinistro.

Se a leitura da FIPE e as particularidades do Uno de 1988 já soam complexas, saiba que a equipe da GT Seguros está preparada para orientar cada etapa do processo. Corretoras especializadas costumam oferecer consultoria sobre como manter o melhor equilíbrio entre valor segurável, custo de apólice e cobertura desejada, considerando as características únicas de um veículo clássico como o Fiat Uno S 1.5 i.e. e as variantes 1.5, 1.3, SX 1.3.

Para quem está avaliando qual caminho seguir, vale lembrar: o valor referencial da FIPE não é apenas um número isolado. Ele representa uma referência de mercado que ajuda a calibrar expectativas, escolher coberturas adequadas, estimar custos de manutenção e planejar uma proteção que respeite a idade do veículo. Assim, ao discutir com a seguradora, você terá uma base sólida para negociar, sem slogans genéricos que não incorporam a realidade de um Uno de 1988 com suas particularidades de motor, acabamento e histórico de uso.

Se estiver buscando proteção adequada para o seu Fiat Uno, considere uma cotação com a GT Seguros. Uma avaliação personalizada pode alinhar coberturas, franquias e serviço de assistência ao seu perfil de uso, ajudando a manter o carro seguro e o seguro acessível ao longo do tempo.