| Mês | Preço |
|---|---|
| Jan/26 | R$ 23.377,00 |
| Dez/25 | R$ 23.422,00 |
| Nov/25 | R$ 23.458,00 |
| Out/25 | R$ 23.515,00 |
| Set/25 | R$ 23.054,00 |
| Ago/25 | R$ 23.525,00 |
| Jul/25 | R$ 23.563,00 |
| Jun/25 | R$ 23.587,00 |
| Mai/25 | R$ 23.635,00 |
| Abr/25 | R$ 23.657,00 |
| Mar/25 | R$ 23.693,00 |
| Fev/25 | R$ 23.708,00 |
Análise detalhada da Tabela FIPE para o Ford Cargo 1113, com 3 eixos e cabine de 2 portas (diesel) – referência 1985
Por que a Tabela FIPE é crucial para caminhões Ford Cargo e como interpretar seus números
A Tabela FIPE é um referencial amplamente utilizado no Brasil para a avaliação de veículos usados, incluindo caminhões de médio e grande porte. Quando se trata de veículos comerciais como o Ford Cargo 1113, a FIPE serve como base para cálculo de indenizações em seguros, composição de tarifas de seguro de responsabilidade civil e até mesmo para negociações de compra e venda entre empresas. Embora o foco principal de uma corretora de seguros seja a proteção, compreender a origem dos números da FIPE facilita a comunicação entre segurado, corretor e a seguradora, além de ajudar a identificar as particularidades de cada versão do veículo. No caso específico do Ford Cargo 1113, 3 eixos, cabine 2 portas e propulsão diesel, o levantamento na FIPE costuma contemplar a configuração de chassi, o motor, a carroceria e a capacidade de carga, fatores que impactam diretamente o risco segurado. Em 1985, a indústria brasileira de caminhões já vivenciava uma transição de tecnologias, com motores diesel robustos e estruturas de chassis que viam a necessidade de suportar grandes cargas com confiabilidade. Afiar o olhar sobre o histórico da marca e as especificações técnicas ajuda a contextualizar o valor de tabela e como ele pode variar de acordo com a condição, a manutenção e a configuração específica do veículo. A seguir, exploramos a ficha técnica do Ford Cargo 1113 nessa configuração específica, para que você entenda o que está por trás dos números da FIPE e como eles influenciam a seguros, faturas e decisões de gestão de frota.
Ficha Técnica do Ford Cargo 1113 3-Eixos 2p (diesel) – ano de 1985
Observação: a ficha técnica apresentada compila as informações típicas associadas à versão Ford Cargo 1113 com três eixos, cabine de duas portas (2p) e motor diesel, fabricada por volta de 1985. As especificações variavam conforme a carroceria, o mercado e o conjunto de itens instalado pela Ford no período. Abaixo estão os pontos-chave, organizados para facilitar o entendimento técnico e, principalmente, o uso na avaliação de seguros e de valores na FIPE:

Marca e modelo: Ford Cargo 1113. Ano de fabricação/versão: 1985. Configuração de chassi: 3 eixos, cabine 2 portas. Categoria: Caminhão pesado de uso comercial, destinado a distribuição de carga de média a pesada, com capacidade de operação em ambientes urbanos e rodoviários.
Motorização: Diesel, com motor de seis cilindros em linha. Deslocamento típico de aproximadamente 6,0 a 6,5 litros, projetado para oferecer torque em baixas rotações, o que favorece o deslocamento de caminhões com cargas elevadas. Potência nominal aproximada na faixa de 110 kW (cerca de 150 hp) a rotações entre 2.000 e 2.400 rpm, dependendo da configuração de injeção e do turbocompressor instalado pela linha de produção da época. Torque máximo ao redor de 60 kgf·m (aprox. 588 Nm) em regimes baixos, o que facilita arrancadas com carga, subida de ladeiras e manutenção de velocidade em trechos com carga constante.
Sistema de transmissão: Manual, com várias marchas à frente (comum em transmissões de caminhões da época) e uma marcha ré. A configuração típica incluía entre 5 e 6 marchas à frente, com relação final adequada para equilíbrio entre força de tração e consumo em rodovias/estradas de terra. A relação entre os eixos e a presença de conjuntos de diferencial ajudam a manter a tração adequada em oferecer a capacidade de carga, seja em estradas pavimentadas ou em terrenos com irregularidades.
Configuração de eixos e chassi: Três eixos, com dois eixos traseiros frequentemente montados com feixes de molas reforçados para suportar o peso de carga. O eixo dianteiro é responsável pela direção, enquanto os dois eixos traseiros suportam a maior parte do peso transportado. Essa configuração é vantajosa para distribuição de carga e estabilidade em curvas, especialmente quando há movimentação de carga em operação de entrega, coleta ou transporte de materiais para construção e indústria.
Dimensões relevantes: O veículo apresentava entre-eixos compatível com caminhões de peso médio a pesado da época, com comprimentos totais que variavam conforme a carroceria instalada. A distância entre eixos típica ficava em torno de 3.8 a 4.0 metros, com o comprimento total suficiente para acomodar a cabine, o conjunto de rodas dianteiras e traseiras, além da carroceria de carga. A largura e a altura obedeciam aos padrões de fábrica, assegurando boa manobrabilidade com a cabine de duas portas e a configuração de três eixos para operações urbanas e interurbanas.
Peso e capacidade de carga: O Ford Cargo 1113 tinha Peso Bruto Total (PBT) próximo de 11.000 a 11.300 kg, refletindo a capacidade de suportar cargas relativamente pesadas dentro das margens de projeto da época. A carga útil (capacidade de carga efetiva) situava-se em faixas típicas para esse conjunto de eixos, frequentemente entre 4.500 e 7.000 kg, dependendo da configuração exata da carroceria, do sistema de suspensão, do tipo de pneus, e de eventuais alterações de fábrica ou de concessionárias. Em termos práticos, isso significava que o caminhão podia ser utilizado para transportar múltiplos itens de peso moderado a pesado, desde materiais de construção até cargas de distribuição regional com frequente necessidade de paradas logísticas.
Pneus e roda: A especificação de pneus para esse tipo de configuração recorria a pneus de grande diâmetro e largura, compatíveis com rodas de aro 20 polegadas, com índices de carga adequados para o peso do conjunto. A calibragem e o tamanho dos pneus impactam diretamente a estabilidade, o consumo e a durabilidade da suspensão dianteira e traseira durante as operações de entrega, especialmente em vias de baixa qualidade ou com variações de temperatura. A escolha de pneus apropriados também influencia o desempenho em condições de carga elevada em subidas ou trechos com inclinação.
Sistema de freios e suspensão: Em termos de freios, a configuração comum era composta por sistemas com freios de serviço em todas as rodas, com freios a tambor sob o corpo de cada roda — uma solução amplamente utilizada na década de 1980 para caminhões. Em termos de suspensão, a dianteira costumava usar molas semi-elípticas, enquanto a traseira empregava feixes de molas com suspensões reforçadas para suportar o peso da carga. O conjunto de amortecedores e molas é determinante para a estabilidade, conforto do motorista e proteção da carga durante o tráfego urbano, bem como em estradas com irregularidades.
Carroceria e cabine: A cabine de dois lugares/duas portas (2p) era desenhada para ergonomia básica de operação, com painel simples, bancos adequados para deslocamento de longas jornadas, e espaço suficiente para acomodar o motorista e o ajudante conforme as funções de entrega, coleta ou integração logístico. O design da carroceria é compatível com plataformas modulares, o que permitia combinar o chassi com diferentes tipos de caçambas, baús abertos, plataformas e caçarias de transporte de carga conforme as necessidades da frota.
Condições de uso e manutenção: Em 1985, caminhões da linha Cargo da Ford eram reconhecidos pela robustez e pela disponibilidade de peças de reposição em redes de concessionárias e peças de reposição. A manutenção adequada — incluindo a revisão do motor diesel, a verificação do sistema de transmissão, o ajuste das folgas da suspensão, o estado dos freios e a calibragem correta dos pneus — era determinante para manter a confiabilidade, reduzir paradas não programadas e preservar a vida útil da frota. A FIPE, ao listar as características da configuração Ford Cargo 1113, pode observar variações regionais, de motor e de carroceria, o que explica discrepâncias entre unidades em função de alterações na versão ou de atualizações de fábrica ao longo dos anos.
Como a marca Ford se posiciona no segmento de caminhões e por que isso importa para seguros
A Ford, fabricante global com atuação histórica em veículos de carga, consolidou, ao longo de décadas, uma linha de caminhões que teve grande presença no mercado brasileiro. No Brasil, a Ford investiu na produção de caminhões leves, médios e pesados, incluindo a linha Cargo, que ganhou espaço considerável entre empresas de transporte, logística e construção. O objetivo era oferecer soluções modulares e confiáveis, com motores robustos, sistemas de transmissão duráveis e estruturas de chassi que pudessem suportar demandas de frota contínua. A presença da Ford no segmento de caminhões, especialmente com versões Cargo, contribuiu para uma cultura de manutenção preventiva e de troca de peças sobressalentes com maior disponibilidade, o que é uma vantagem para seguradoras e corretores: a previsibilidade de peças e procedimentos de reparo tende a reduzir custos de sinistro e tempo de recuperação de frotas. Além disso, a história da marca ajuda na avaliação de depreciação, já que veículos Ford com histórico de uso comercial costumam manter valores de reserva mais estáveis em determinadas faixas da FIPE, especialmente quando a manutenção é comprovável, a documentação está em dia e a configuração de 3 eixos se mantém na linha de produção consolidada da época.
Do ponto de vista de seguro, entender a reputação da marca, a disponibilidade de peças, o comportamento esperado da frota e as condições de manutenção ajuda os corretores a dimensionar o risco com maior precisão. O Ford Cargo 1113, em sua configuração de 3 eixos e cabine de duas portas, representa um caso claro de veículo de uso intensivo, típico de operações de distribuição, construção, logística regional e serviços de fretamento com carga. A Tabela FIPE, que agrega valores de referência para esse tipo de veículo, é um elemento essencial no cálculo de indenização, no estabelecimento de prêmios e na determinação de coberturas específicas para danos, roubo, colisão, incêndio e responsabilidade civil. Compreender as especificações técnicas ajuda a alinhar a cobertura àquilo que o veículo efetivamente faz e ao risco que ele representa, desde o peso transportado até as condições de uso em diferentes rotas e condições de estrada.
Impacto prático da configuração 3 eixos para seguro e gestão de frotas
Quando uma seguradora analisa o Ford Cargo 1113 com três eixos, várias variáveis entram no cálculo de prêmio, franquia e coberturas adicionais. Entre elas, destacam-se: a carga útil que o veículo pode transportar, a estabilidade de condução com carga total, a exigência de serviços de manutenção periódica e a possibilidade de acessórios específicos para a operação pretendida (por exemplo, carrocerias de baú, plataformas elevatórias, caçambas ou carrocerias frigoríficas). A presença de três eixos aumenta a capacidade de carga e a estabilidade, mas também envolve maior risco de desgaste de componentes de suspensão, sistema de freios e transmissão, exigindo monitoramento mais frequente. A FIPE, ao refletir o estado do veículo, ajuda a calibrar o valor de reposição, o que, por sua vez, influencia o custo do seguro. Em termos práticos, para gestores de frota e corretores, é essencial alinhar a cobertura a eventuais cenários de uso intenso, com foco na proteção de motorista, integridade da carga e operação em vias com características variadas. A correta documentação de histórico de manutenção, o registro de inspeções e a verificação de itens de segurança elevam a qualidade do seguro, reduzindo a probabilidade de sinistros ou acelerando processos de indenização quando ocorrerem eventuais ocorrências.
Resumo técnico em visão prática para seguradoras e compradores
A gama de informações associadas ao Ford Cargo 1113 3-eixos de 1985 ilustra como o mercado de seguros valoriza a conformidade entre ficha técnica, uso operacional e histórico de manutenção. Para quem negocia uma apólice de veículo de frota, considerar a configuração de três eixos, o motor diesel robusto, a capacidade de carga, a construção da cabine e o estado da carroceria é fundamental para estabelecer uma cobertura que proteja adequadamente a operação. Em termos de FIPE, a referência de valor pode variar com base no estado de conservação, na quilometragem, na manutenção preventiva, na disponibilidade de peças de reposição e na documentação completa do veículo. Assim, mesmo com uma porcentagem de depreciação típica para caminhões usados, unidades bem cuidadas tendem a apresentar índices de depreciação mais estáveis, o que impacta positivamente o custo final do seguro ao longo do tempo. O conhecimento da ficha técnica permite ao corretor explicar ao cliente como cada item técnico contribui para o risco segurado, desde a capacidade de carga até a configuração de eixos, proporcionando uma avaliação mais precisa e transparente.
Notas finais sobre o tema e orientações para a cotação com a GT Seguros
Para profissionais que lidam com frotas, compreender a relação entre a Tabela FIPE, a ficha técnica do veículo e as condições de uso ajuda a moldar estratégias de proteção financeira. O Ford Cargo 1113, com seus três eixos e motor diesel, representa um segmento de veículos que exige atenção especial na gestão de riscos, especialmente por envolver operações de carga relativamente pesada, trajetos urbanizados com paradas frequentes e deslocamentos intermunicipais. Ao considerar uma cotação de seguro para esse tipo de caminhão, é fundamental encaminhar informações consistentes sobre o peso, a capacidade de carga, a
