| Mês | Preço |
|---|---|
| Fev/26 | R$ 33.128,00 |
| Jan/26 | R$ 33.202,00 |
| Dez/25 | R$ 33.266,00 |
| Nov/25 | R$ 33.316,00 |
| Out/25 | R$ 33.397,00 |
| Set/25 | R$ 33.505,00 |
| Ago/25 | R$ 33.576,00 |
| Jul/25 | R$ 33.630,00 |
| Jun/25 | R$ 33.664,00 |
| Mai/25 | R$ 33.732,00 |
| Abr/25 | R$ 33.763,00 |
| Mar/25 | R$ 33.814,00 |
Ford Cargo 1218 T 3-Eixos a Diesel (1988): visão geral, ficha técnica resumida e o papel da FIPE na avaliação de seguros
Panorama histórico da linha Cargo e o legado da marca Ford no segmento de caminhões
Para quem atua no ramo de transportes ou busca entender referências de mercado, entender a trajetória da linha Cargo da Ford é essencial. A Ford Caminhões, presente no Brasil há décadas, consolidou-se como uma referência de robustez, disponibilidade de peças e rede de assistência técnica ampla. O conceito de caminhões de cabine convencional ou cabine sobre motor (depende do modelo) da família Cargo foi desenvolvido para atender diferentes perfis de serviço — desde transporte de carga geral em estradas até aplicações mais pesadas com configuração de eixos múltiplos. A simpatia pela confiabilidade mecânica, aliada a redes de suporte técnico, faz com que modelos da linha Cargo ainda sejam lembrados nos catálogos de usados e, consequentemente, na avaliação de seguros para frotas com veículos antigos. O Ford Cargo 1218 T, em particular, representa uma categoria de veículos pesados com três eixos, desenhados para carregamentos maiores e trajetos que exigem resistência e durabilidade ao longo de jornadas extensas.
Ao falar de veículos com mais de três décadas de uso, a percepção de valor não está apenas no motor de potência nominal, mas na combinação entre o conjunto propulsor, o estado de manutenção, a carroceria e a especificação da fuselagem. Em termos práticos, obras de frete, distribuição de cargas, logística de centros urbanos a intermunicipais — todos costumam ter, ao menos, uma história de atuação com caminhões da linha Cargo. Essa herança influencia decisões de compra, de venda e, principalmente, de proteção contratual. Para quem administra frotas, entender a origem de cada modelo ajuda a interpretar a necessidade de coberturas adicionais, como garantia estendida de componentes estratégicos, proteção contra danos por terceiros e seguros de responsabilidade civil específicos para operações de transporte de cargas. A Tabela FIPE, nesse contexto, funciona como referência de mercado, orientando o equilíbrio entre custo de aquisição, de proteção e de eventual depreciação, sem transformar esse conteúdo em cifras no corpo do post.

Ficha técnica resumida do Ford Cargo 1218 T
Aqui apresentamos uma síntese técnica que ajuda a compreender a natureza do veículo sem entrar em números que variam conforme a unidade e a configuração. Abaixo estão pontos-chave para quem avalia um exemplar de 1988 com três eixos e tração típica de caminhões pesados da época. Vale reforçar que, por ser um veículo antigo, as especificações podem variar conforme o lote de fabricação, adaptações de carroceria e histórico de manutenção.
- Motor: diesel, 6 cilindros em linha, alimentação direta, resfriamento a água, com faixa de potência estimada entre 180 e 210 hp, dependendo da configuração de motor e rotação de operação
- Transmissão: manual, com várias marchas para caminhões pesados, com configuração típica de 6 a 9 velocidades, adequada para o conjunto motor/trecho de operação
- Tração e eixo: configuração de 3 eixos (6×4) na prática, com dois eixos traseiros motorizados para melhor tração em terrenos desafiadores ou em condições de carga elevada
- PBT e capacidade de carga: PBT em torno de 18.000 kg, com payload útil estimado entre 12 e 15 toneladas, variando conforme a carroceria, o estado de conservação e a distribuição de peso do conjunto
Essa ficha técnica resumida oferece um retrato funcional do veículo, com foco no que é relevante para avaliações de seguro, uso prático e depreciação. Em caminhões de três eixos com carroceria voltada para carga geral, a combinação entre o motor diesel robusto, a transmissão preparada para ritmo de serviço e a tração 6×4 é o que costuma definir a capacidade de atendimento de rotas de média a longa distância, com frequência de paradas para carga, descarga, manutenção básica e eventual operação em terrenos menos que ideais. A conduta de proteção, neste caso, precisa considerar não apenas o valor do veículo, mas também a natureza da operação — frete diurno, operação de distribuição urbana ou transporte entre cidades, por exemplo — que influenciará o risco de acidentes, desgaste e eventualmente de danos a terceiros.
Como a FIPE entra na conversa de seguros para esse modelo antigo
A Tabela FIPE funciona como referência de mercado para o preço de venda de veículos usados, incluindo caminhões de modelos mais antigos como o Ford Cargo 1218 T. Mesmo quando o objetivo é contratar uma apólice de seguro, empresas e profissionais de corretagem costumam utilizar a FIPE como parâmetro de avaliação de risco e de cobertura. Em linhas gerais, a FIPE não é o valor de venda final nem uma garantia, mas serve para calibrar o valor segurável do bem, influenciando itens como o valor segurado, a franquia e as condições de cobertura. Para o caso de veículos com quase três décadas de uso, o estado de conservação, o histórico de manutenção, o desgaste da carroceria, a condição dos sistemas de freios e suspensão, e a quilometragem acumulada podem ter impacto expressivo no prêmio. Além disso, a FIPE ajuda a comparar o custo de seguros entre diferentes modelos da mesma faixa etária, permitindo que organizações ajustem a proteção conforme o retorno esperado da operação e a importância de cada unidade na frota.
É comum que a cobertura de caminhões antigos trate de particularidades relevantes: reparos com peças remanescentes, disponibilidade de peças originais, opções de cobertura para componentes críticos (motor, câmbio, diferencial) e, ainda, necessidades de assistência 24 horas em rota, especialmente para frotas que operam em áreas com disponibilidade limitada de assistência técnica. Ao planejar a proteção, é essencial alinhar o orçamento da empresa com as exigências da operação — uma etapa que a FIPE ajuda a fundamentar ao situar o veículo dentro de uma faixa de valor de mercado reconhecível pelo mercado brasileiro.
O que observar ao considerar a compra, uso ou seguro de um Ford Cargo 1218 T 1988
Ao avaliar um exemplar com mais de 30 anos de atuação, concentre-se nos seguintes aspectos para sustentar decisões de negócio e proteção. As informações abaixo ajudam a entender cenários de uso, riscos e oportunidades de manutenção, sem entrar no terreno técnico extremo que exigiria laudos especializados em cada caso.
Estado da carroceria e integridade estrutural: verifique ferrugem em chassis, vigas, soleiras e pontos de fixação da carroceria. A integridade da cabine, incluindo fixações dos painéis internos e a condição dos vidros, impacta diretamente na segurança do motorista e na confiabilidade da operação. Em veículos com carroceria simples, a atenção à vigência de itens de fixação de baú, caçamba ou estrutura de carga é determinante para evitar custos operacionais inesperados.
Condição do motor e do sistema de transmissão: observe consumo de óleo, vazamentos, ruídos incomuns na partida e durante a operação. A idade do motor pode exigir revisões mais frequentes, e a confiabilidade da transmissão é fundamental para manter a produtividade da frota. Verifique a história de manutenção, a qualidade de peças utilizadas e a disponibilidade de serviços autorizados na sua região.
Tração, suspensão e freios: com três eixos, a suspensão precisa suportar o peso da carga e manter a estabilidade em diferentes terrenos. Cheque o estado de amortecedores, molas, eixos e freios — incluindo o sistema pneumático, que costuma ser o coração da segurança operacional em caminhões pesados. A avaliação de desgaste entre eixos dianteiro e traseiro, bem como a uniformidade de frenagem, é crucial para evitar desequilíbrios que comprometam a direção e a capacidade de resposta em situações de trânsito.
Histórico de uso e localização: donos de frotas devem considerar se o veículo ficou maior parte do tempo em estradas nacionais, rotas litorâneas ou áreas urbanas com frequentes paradas. O tipo de uso condiciona o desgaste de componentes, a necessidade de peças específicas e o custo total de propriedade ao longo do tempo. Um histórico de acidentes ou sinistros também pode influenciar o seguro, pois altera o perfil de risco do veículo e da rota empreendida pela empresa.
Patrimônio de peças e documentação: verifique a disponibilidade de peças de reposição para o motor, a transmissão e o sistema de freios, bem como a existência de catálogos ou laudos de recolhimento (quando aplicável). A documentação precisa estar em dia, com manual do proprietário, certificado de origem, comprovantes de manutenção e histórico de inspeção técnica ocupando um papel central na avaliação de seguro e de valor para revenda.
Custos operacionais e planejamento de substituição: a longevidade de um caminhão antigo depende da intensidade de uso, das rotas e das condições de manutenção. Estabelecer cenários de substituição gradual da frota pode reduzir o impacto financeiro de paradas não programadas, além de melhorar a previsibilidade do custo de seguro ao longo do tempo.
Chamada sutil para cotação com a GT Seguros
Se a sua frota inclui Ford Cargo 1218 T 1988 ou modelos similares, vale considerar uma avaliação de proteção sob medida. Uma cotação com a GT Seguros pode alinhar coberturas, franquias e assistência estratégica ao perfil da sua operação, oferecendo tranquilidade para jornadas de carga com maior previsibilidade.
