| Mês | Preço |
|---|---|
| Mar/26 | R$ 57.601,00 |
| Fev/26 | R$ 57.729,00 |
| Jan/26 | R$ 57.857,00 |
| Dez/25 | R$ 59.956,00 |
| Nov/25 | R$ 58.229,00 |
| Out/25 | R$ 58.229,00 |
| Set/25 | R$ 59.723,00 |
| Ago/25 | R$ 61.255,00 |
| Jul/25 | R$ 61.608,00 |
| Jun/25 | R$ 63.188,00 |
| Mai/25 | R$ 63.315,00 |
| Abr/25 | R$ 63.373,00 |
Guia técnico sobre a Tabela FIPE aplicada ao Ford Cargo 1317/1317E 2p a diesel (2004) e implicações para seguros
A Tabela FIPE funciona como uma referência amplamente utilizada no Brasil para indicar valores médios de veículos usados. Embora o objetivo principal seja orientar compras e seguros, o número apresentado pela FIPE não determina sozinha o prêmio de seguro, nem o custo de reposição. Em contratos de proteção veicular, seguradoras costumam usar a tabela como um fator de referência inicial, complementando com avaliações de condição, uso, experiência do condutor e histórico de sinistros. No caso de caminhões como o Ford Cargo 1317/1317E 2p (diesel) de 2004, a avaliação envolve particularidades próprias de veículos de grande porte, com ativos de frota que influenciam diretamente o custo do seguro, a franquia e as coberturas disponíveis. Este texto explora, de forma educativa e informativa, como a FIPE entra na prática da seguradora e como entender a ficha técnica para uma cotação mais precisa.
Ficha técnica do Ford Cargo 1317/1317E 2p (diesel) 2004
- Motorização e configuração: diesel turbo, 6 cilindros em linha, deslocamento estimado entre 6,0 e 6,6 litros; versão com cabine simples de 2 portas (2p).
- Potência e torque: potência nominal entre 170 e 210 cavalos, torque na faixa de aproximadamente 700 a 900 Nm, dependendo da calibragem do motor e da configuração de escape e turbocompressor.
- Transmissão: manual com múltiplas marchas, tipicamente em torno de 9 velocidades à frente (com relações otimizadas para transporte de carga pesada) e uma marcha a ré; construção voltada para manejo de peso e durabilidade em operação de frota.
- Peso bruto total e capacidade de carga: peso bruto total (PBT) geralmente entre 13,5 e 14,5 toneladas, com carga útil estimada entre 6,0 e 9,0 toneladas, conforme configuração de eixo, cabine, tanque, carroceria e itens instalados (ganchos, engates, reboques, etc.).
Além dessas características centrais, vale mencionar que, para esse tipo de caminhão, aspectos como o tipo de eixo, suspensão, sistema de freios e consumos também influenciam significativamente a avaliação de seguradoras. A ficha técnica, nesse sentido, funciona como um alicerce de dados que ajudam a calibrar o risco junto à seguradora. Em veículos pesados, a identidade do motor, a presença de itens de segurança adicionais (treinamento de motorista, monitors de telemetria, freios ABS/EB, entre outros) e o histórico de manutenção são fatores relevantes durante a análise de risco e fixação de prêmios.

A marca Ford e o segmento de caminhões: tradição, inovação e rede de suporte
A Ford Motor Company tem uma história marcada por inovação e presença global, incluindo a linha de caminhões que, ao longo das décadas, consolidou-se como uma solução robusta para logística, transporte de cargas e operações industriais. No Brasil, a Ford trouxe para o mercado nacional uma linha de caminhões que priorizava durabilidade, disponibilidade de peças e uma rede de concessionárias capaz de oferecer assistência técnica e serviços de manutenção em prazos compatíveis com o uso diário das frotas. Mesmo com reestruturações empresariais no setor automotivo, a memória de confiabilidade associada aos caminhões Ford permanece relevante para empresas que dependem de frotas com tempo de atividade elevado.
O Cargo, em particular, representa uma parcela significativa da memória industrial da marca no país, ao unir robustez mecânica, simplicidade de manuseio e facilidade de obtenção de peças de reposição. Esse conjunto é valorizado por motoristas de caminhões que precisam enfrentar jornadas de trabalho intensas, estradas diversas e serviços de entrega que exigem confiabilidade constante. Além disso, a importância da rede de assistência técnica, a disponibilidade de peças originais e a reputação de durabilidade são fatores que, indiretamente, também influenciam a percepção de valor do veículo na FIPE e, por consequência, na avaliação de seguros. Portanto, compreender a tradição de qualidade associada à marca ajuda a contextualizar a percepção de valor agregado do Ford Cargo nos temas de manutenção, depreciação e seguro.
Como a FIPE se encaixa na prática de seguros para caminhões como o Cargo 1317/1317E
A Tabela FIPE coleta, consolida e atualiza periodicamente dados de venda de veículos usados, considerando várias versões, anos e configurações. Para caminhões de médio a grande porte, como o Ford Cargo 1317/1317E 2p (diesel) de 2004, a FIPE funciona como uma referência estável que ajuda a situar o valor de reposição ou de indenização a partir de uma faixa de preço observada no mercado. Em seguros, esse valor é usado como base para cálculos de cobertura de total ou parcial, bem como para determinar limites de indenização de colisão, roubo e perda total. No entanto, importante lembrar que o valor FIPE não é fixo nem definitivo: cada sinistro ou proposta pode levar em conta outros elementos operacionais e mercadológicos, como:
– Condição atual do veículo: um caminhão com manutenção em dia, com histórico de serviço comprovado e ausência de danos estruturais tende a apresentar uma avaliação de risco mais favorável, mesmo que tenha passado por mudanças estéticas ou de carroceria.
– Kilometragem e uso: veiculações de frota com uso intenso podem refletir em desgaste de componentes-chave, pneumáticos, suspensão e freios, o que impacta o prêmio de seguro.
– Configuração e itens adicionais: acessórios instalados (sondas telemáticas, dispositivos de rastreamento, ganchos de reboque, caçambas, plataformas ou carrocerias especiais) podem alterar a avaliação de risco e, por consequência, o valor da cobertura.
– Histórico de sinistros e manutenção: um histórico consistente e bem documentado tende a reduzir o prêmio, enquanto sinistros anteriores ou manutenções inadequadas podem elevar o custo.
Portanto, ao consultar a FIPE para o Cargo 1317/1317E 2p, o corretor de seguros analisa o conjunto de dados do veículo (ano, versão, estado de conservação, histórico de manutenção) para estabelecer a faixa de referência. A partir dessa faixa, o processo de cotação de seguro avança com ajustes por idade do veículo, localização de uso, perfil do condutor e políticas de seguradora, sempre com o objetivo de equilibrar custo e proteção. É comum que a cotação final incorpore o valor de reposição ou indenização baseado na FIPE, complementado por uma avaliação prática do estado do caminhão no momento da contratação ou renovação.
Importância da condição de conservação e da documentação para a fidelização do valor FIPE
Para caminhões de 2004 como o Cargo 1317/1317E, a conservação é particularmente determinante. Documentação organizada de manutenções, substituições de peças críticas (bombas, sistemas de freios, motor, transmissão), histórico de pneus substituídos e trocas de componentes de suspensão influenciam a percepção de valor por parte da seguradora. Além disso, itens de segurança e telemetria podem servir como fatores de redução de risco, ajudando a manter o prêmio em patamares mais estáveis ao longo do tempo. Em termos práticos, uma frota que investe em inspeções regulares, registro de serviços e práticas eficientes de gestão de risco tende a apresentar uma proposta de seguro mais vantajosa, com facilidades de cobertura para eventualidades como colisões, roubo ou danos a terceiros. A FIPE, nesse contexto, é a referência de mercado que guia o processo, ao mesmo tempo em que a seguradora considera o enquadramento específico de cada veículo dentro do portfólio de risco.
Outro ponto relevante é que, para o Cargo 1317/1317E, a escolha de risco pode variar conforme o tipo de operação realizada pela empresa: transporte regional, intermunicipal ou de longa distância, cada um com padrões de desgaste e padrões de uso diferentes. A análise de seguro observa também o histórico de sinistros da frota e o comportamento de condução dos motoristas, o que pode justificar ajustes específicos no valor da apólice. A ideia central é que a tabela FIPE oferece uma base estável, mas o seguro de caminhões envolve camadas adicionais de avaliação para chegar a uma apólice que seja justa para o proprietário, sem abrir mão da proteção em situações de sinistro.
Além disso, o momento de contratação ou renovação é oportuno para avaliar opções de coberturas adicionais que podem ser relevantes para a operação com o Ford Cargo. Coberturas como colisão, incêndio, roubo/furto, danos a terceiros, danos a carroceria e equipamentos de terceiros, bem como serviços de assistência 24 horas, podem ser combinadas conforme a necessidade do negócio. O objetivo é equilibrar o custo do seguro com a amplitude de proteção necessária para manter a frota operando com a menor interrupção possível. Nesse cenário, a consultoria de uma corretora especializada em seguros para veículos pesados facilita a leitura da FIPE, a interpretação das variações de configuração do veículo e a construção de uma solução sob medida para a empresa.
Se o objetivo é acompanhar a evolução de valores com base na FIPE ao longo do tempo, vale manter uma revisão periódica da ficha técnica, do estado de conservação e das condições de uso do cargo. Atualizações de uma prática de manutenção, troca de carroceria, implantação de tecnologias de rastreamento e melhoria de procedimentos de condução podem impactar, de modo positivo, o parâmetro de referência da FIPE para o veículo e, consequentemente, o custo da proteção. Em resumo, a FIPE é uma bússola para entender o valor de reposição do veículo, mas o seguro é moldado por uma avaliação prática de risco, que depende de uma série de fatores operacionais e
