Valor FIPE Atual
R$ 34.286,00
↓ 0,2% vs mês anterior
FIPE: 504020-5
Ano: 1988-3
MêsPreço
Jan/26R$ 34.286,00
Dez/25R$ 34.352,00
Nov/25R$ 34.404,00
Out/25R$ 34.487,00
Set/25R$ 34.598,00
Ago/25R$ 34.671,00
Jul/25R$ 34.727,00
Jun/25R$ 34.762,00
Mai/25R$ 34.832,00
Abr/25R$ 34.864,00
Mar/25R$ 34.917,00
Fev/25R$ 34.938,00

Entendendo a Tabela FIPE para o Ford Cargo 1317/1317 E T 3-Eixos 2p (diesel) 1988: características, uso e seguro

A Tabela FIPE é um referencial fundamental para quem atua no universo de seguros de veículos e gestão de frotas. Embora o objetivo principal seja indicar valores de reposição para contratação de coberturas, o estudo detalhado das faixas presentes na tabela ajuda a entender melhor as particularidades de cada modelo. No caso do Ford Cargo 1317/1317 E T com 3 eixos e configuração de cabine 2 portas, ano de 1988, a referência envolve não apenas o valor, mas também as características técnicas que influenciam o uso, a segurança e os riscos cobertos por uma apólice. Abaixo, exploramos a ficha técnica, o contexto de uso, aspectos de manutenção e, principalmente, como a escolha de seguro pode ser alinhada às necessidades de quem administra uma frota com esse tipo de veículo.

Contexto histórico e presença da Ford no segmento de caminhões no Brasil

Para compreender a importância do Cargo na malha logística brasileira, vale lembrar que a Ford Caminhões, com a linha Cargo, consolidou-se como uma opção robusta para o transporte de cargas diversas desde as décadas anteriores. Os caminhões da família Cargo sempre foram valorizados pela combinação entre força, confiabilidade mecânica e facilidade de manutenção, características essenciais para frotas que precisam de disponibilidade nas estradas do país. No final dos anos 1980, quando surgiram variantes como o 1317/1317 E T com 3 eixos, o objetivo era atender operações que demandavam maior capacidade de carga, sem abrir mão de uma estrutura que permitisse manutenção viável em oficinas técnicas. Embora o cenário econômico daquela época fosse desafiador, a engenharia da época buscava equilibrar desempenho, durabilidade e custo de operação, fatores que continuam relevantes para quem trabalha com seguros de frotas hoje.

Tabela FIPE FORD CARGO 1317/ 1317 E T 3-Eixos 2p (diesel) 1988

Nessa linha, o conjunto 1317/1317 E T representa uma configuração típica de caminhão pesado com três eixos, adequada a atividades como carga geral, madeiras, materiais de construção e itens de maior peso. A realização de manutenções preventivas, o monitoramento de desgaste e a verificação de sistemas cruciais como freios, direção e suspensão são práticas que reduzem o risco de sinistros e ajudam a manter os custos sob controle. A compreensão dessas particularidades já antecipa a abordagem de seguro: veículos com maior GVW (Peso Bruto) e 3 eixos costumam exigir coberturas específicas, avaliação de risco diferenciada e documentação adequada para contratos de casco, terceiros, incêndio, roubo e proteção veicular.

Ficha Técnica (Ford Cargo 1317/1317 E T 3-Eixos 2p, diesel, 1988)

A ficha técnica consolidada para esse modelo ajuda a mapear os pontos que costumam influenciar o valor de reposição e o perfil de risco. Abaixo, apresentação objetiva das características relevantes, em formato enxuto para facilitar consulta em contextos de avaliação de seguros e gestão de frota:

  • Motor: Diesel, 6 cilindros em linha
  • Deslocamento: faixa típica entre 9,0 e 11,0 litros
  • Potência: aproximadamente entre 170 e 210 cavalos
  • Transmissão: manual, com 5 a 6 marchas à frente; configuração comum em caminhões de uso pesado

Observação: a versão 3-eixos com cabine 2 portas costuma adotar configurações de tração que variam entre 6×2 e 6×4, dependendo da aplicação e da linha de montagem. A capacidade de carga útil costuma girar em faixas que acompanham o peso bruto total (GVW) próximo de 13,7 toneladas, com margem para transportar cargas significativas quando bem mantido. O tanque de combustível, o layout da cabine e o conjunto de suspensões também influenciam o desempenho em vias variadas, especialmente em longos percursos e em rotas com trechos de piso precário. Em termos de segurança e operação, o data sheet daquele período já destacava a importância de inspeções regulares e de adesão a procedimentos de manutenibilidade para evitar falhas que gerem sinistros ou interrupções na operação.

Uso prático e implicações para seguros de frota

Veículos da categoria 3-eixos, como o Ford Cargo 1317/1317 E T, são amplamente utilizados em operações que exigem carga relativamente elevada, resistência estrutural e confiabilidade para percursos diários ou intermitentes. Para as seguradoras, algumas características costumam impactar o acordo: GVW, tipo de eixo e a configuração de tração, histórico de sinistros, quilometragem anual prevista, e a finalidade de uso (transporte de cargas gerais, madeira, materiais de construção etc.). Além disso, a idade do veículo (ano 1988, na prática, um exemplar vintage hoje) implica em particular atenção à disponibilidade de peças, à rede de assistência técnica e aos custos de reparo. Em termos de seguros, isso pode se traduzir em critérios diferenciados para a contratação de casco (danos próprios), responsabilidade civil, incêndio, roubo/furto e assistência 24h, entre outros itens. É fundamental que o segurado apresente um histórico de manutenção, fotos atualizadas, registrações de inspeção veicular e, se aplicável, documentação de retrofit ou atualizações compatíveis com a época de fabricação.

Desempenho, manutenção e práticas de conservação

O desempenho de um veículo antigo, como o cargo de 1988, está intrinsecamente ligado à prática de manutenção adequada. Abaixo, pontos-chave que ajudam a manter a confiabilidade e a reduzir riscos na operação diária:

  • Rotina de inspeção: checagem periódica de freios, suspensão, alinhamento e sistema de iluminação para evitar falhas que possam comprometer a segurança ou interromper operações.
  • Troca de fluidos e filtros: planejamento de trocas de óleo, filtros de óleo, ar, combustível e líquido de arrefecimento conforme o uso e o tempo de operação, mantendo o motor sob condições estáveis.
  • Verificação de pneus e rodas: cuidado com desgaste irregular, recalibragem de pneus e inspeção de vinculações nas rodas para evitar problemas de dirigibilidade e aderência.
  • Documentação de manutenção: manter um registro claro de cada serviço, peças substituídas e revisões ajuda a comprovar a responsabilidade da frota e facilita a auditoria de riscos pela seguradora.

O aspecto histórico do veículo não deve ser encarado apenas como curiosidade: a idade e o estado de conservação influenciam prêmios, coberturas recomendadas e até a necessidade de inspeções adicionais. Caminhões com mais de três décadas exigem, comumente, avaliações mais criteriosas para cada apólice, incluindo a verificação de motor, transmissão e integridade estrutural da carroceria. Em termos de gestão de risco, manter o veículo em condições satisfatórias reduz a probabilidade de sinistros como colisões, perda total ou danos por incêndio decorrentes de falhas mecânicas. Além disso, a escolha de coberturas adequadas pode incluir itens como proteção de carga, acessórios, responsabilidade civil aos passageiros (quando aplicável), e serviços de assistência veicular que contribuam para a continuidade operacional da frota.

Impacto da FIPE na decisão de cobertura: como a tabela orienta as opções de seguro

A Tabela FIPE atua como referência de valor de reposição, o que, por si só, influencia o dimensionamento das coberturas. Para veículos com histórico de uso intenso e maior idade, como o Ford Cargo 1317/1317 E T, essas informações ajudam a equipe de seguros a estimar o custo de reposição de componentes, peças de reposição e a quantificar o risco de depreciação. É comum que seguros para caminhões desse perfil incluam as seguintes linhas de proteção:

  • Cargo casco: cobertura de danos ao veículo em caso de colisão, capotamento, incêndio, explosão ou roubo parcial.
  • Seguro de terceiros: responsabilidade civil para danos materiais e corporais causados a terceiros.
  • Assistência 24h: suporte em estradas, guincho, substituição de pneus e serviços de reboque.
  • Proteção de carga: cobertura específica para mercadorias transportadas, com limites ajustados ao tipo de carga e ao trajeto.

Com isso, fica evidente que a escolha de seguro para esse tipo de veículo não envolve apenas o custo de prêmios, mas também a adequação de coberturas ao risco real da operação. Fatores como o tipo de carga, o trajeto (trechos de cidade, rodovia, áreas de menor infraestrutura), a idade do veículo e a qualidade da manutenção impactam diretamente a avaliação de risco e, consequentemente, o custo de proteção. Por isso, a avaliação com um corretor experiente, que entenda as especificidades do Ford Cargo 1317/1317 E T, pode fazer a diferença entre uma apólice bem ajustada e uma coberta por valores que não reflitam o real nível de proteção necessário.

Prioridades de segurança e decisões de frotistas

Ao planejar a operação de uma frota com esse tipo de caminhão, há prioridades que ajudam a aumentar a segurança e a reduzir vulnerabilidades. A arquitetura de três eixos exige atenção especial a aspectos como manuseio de cargas, distribuição de peso e manobras em locais com espaço restrito. Além disso, a gestão de seguros deve considerar:

  • Programas de formação de motoristas para operação segura de veículos pesados, com foco em frenagem progressiva, curvas em baixa velocidade e técnicas de retenção de carga.
  • Rastreamento de frotas para monitoramento de trajetos, tempos de condução e padrões de uso, o que facilita a identificação de comportamentos de risco e a implementação de medidas preventivas.
  • Procedimentos de inspeção pré-viagem (checklist de caminho) para minimizar falhas mecânicas em rotas longas ou com trechos de trecho desafiador.
  • Atualização de documentações: guias de transporte, manifestos de carga, certificados de seguro e comprovantes de manutenção devem estar atualizados para agilizar processos em caso de sinistro.

Considerações finais para quem administra uma frota com Ford Cargo 1317/1317 E T 3-Eixos 2p

Para quem lida com veículos históricos ou de modelo antigo, a decisão de contratação de seguros envolve equilibrar custo, cobertura e disponibilidade de assistência técnica. O Ford Cargo 1317/1317 E T, com seus três eixos e configuração de cabine, simboliza robustez, mas também demanda atenção especial por ser uma peça de uma era anterior da engenharia automotiva. O principal ganho de quem investe em uma cobertura bem calibrada é a tranquilidade para manter a operação em funcionamento, com a proteção necessária para a vida útil da frota e a continuidade das atividades de transporte. Além disso, a transparência com o corretor, o registro de manutenções e a organização documental ajudam a reduzir surpresas no momento da renovação ou de eventual sinistro, contribuindo para uma gestão de custos mais previsível ao longo do tempo.

Ao planejar a proteção do veículo, vale considerar as necessidades específicas de operação, o cenário de atuação da frota e a disponibilidade de recursos para manter os equipamentos em condições ideais. O objetivo é alinhar a cobertura com o risco real vivido pela atividade, ao mesmo tempo em que se assegura uma rede de apoio eficiente para situações de emergência ou interrupção de serviço. Em todas essas etapas, a consultoria de um corretor experiente é um recurso estratégico para obter condições mais justas, com coberturas adequadas às particularidades do Ford Cargo 1317/1317 E T.

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