Valor FIPE Atual
R$ 22.844,00
↓ 0,2% vs mês anterior
FIPE: 504021-3
Ano: 1986-3
MêsPreço
Fev/26R$ 22.844,00
Jan/26R$ 22.895,00
Dez/25R$ 23.212,00
Nov/25R$ 23.247,00
Out/25R$ 23.303,00
Set/25R$ 23.378,00
Ago/25R$ 23.856,00
Jul/25R$ 24.198,00
Jun/25R$ 24.223,00
Mai/25R$ 24.272,00
Abr/25R$ 24.294,00
Mar/25R$ 24.331,00

Panorama da Tabela FIPE para o Ford Cargo 1415 2p diesel de 1986: como interpretar referências e pensar no seguro

A Tabela FIPE é, para muitos profissionais do setor automotivo e de seguros, uma referência essencial para entender o valor de mercado de um veículo usado. Quando o veículo em questão é um caminhão pesado da linha Ford Cargo, como o 1415 2p diesel de 1986, a leitura da FIPE envolve não apenas o preço histórico, mas também aspectos de condição, idade, quilometragem, histórico de uso e o contexto de manutenção. Em termos simples, a FIPE oferece um parâmetro de referência com base em dados de mercado — um parâmetro que, no universo de seguros, costuma influenciar a precificação de coberturas, o valor de reposição e as condições contratuais. Este artigo, direcionado a corretores de seguros e profissionais do setor, mergulha na relação entre a Tabela FIPE e o Ford Cargo 1415 2p diesel de 1986, explorando a ficha técnica, o papel da marca e as implicações para a contratação de seguros.

Antes de avançarmos para os detalhes específicos, é útil entender alguns pilares: a FIPE baseia-se em transações de venda no mercado de usados e atualiza seus índices mensalmente, agregando dados de várias regiões do país. Veículos pesados de configuração antiga, como o Ford Cargo 1415, podem apresentar particularidades que influenciam a avaliação de seguro: estado de conservação da carroçaria e do chassi, disponibilidade de peças, histórico de manutenções e o cenário de uso (transporte de carga geral, obra, fretamento, entre outros). Ao trabalhar com uma tabela antiga, o corretor precisa alinhar o valor de referência com o custo de reposição ou de restauração, quando aplicável, bem como com as diretrizes da seguradora sobre veículos especiais e utilitários de média/alta tonelagem. A seguir, apresentamos a ficha técnica do modelo e, em seguida, discutimos como a marca Ford e o histórico do veículo influenciam a gestão de seguros.

Tabela FIPE FORD CARGO 1415 2p (diesel) 1986

Ficha técnica do Ford Cargo 1415 2p diesel 1986

  • Motorização: motor diesel, configuração típica da linha Cargo da época, com torque apropriado para transporte de carga pesada em estradas e rodovias. A motorização a diesel era a escolha padrão para caminhões de média a pesada capacidade, oferecendo robustez e durabilidade.
  • Transmissão e desempenho: caixa de câmbio manual com várias marchas, desenhada para suportar operações de frete com cargas moderadas a pesadas, bem como partidas com peso. O arranque sob carga era um ponto crítico, exigindo uma transmissão de qualidade para manter a disponibilidade da frota.
  • Cabine e configuração: cabine simples de duas portas (2p), com espaço para motorista e um ajudante, tipicamente montada sobre chassi robusto para suportar a aplicação de transporte de cargas gerais. A ergonomia da época priorizava funcionalidade e resistência a condições de trabalho rigorosas.
  • Capacidade de carga e dimensões: o conjunto Cargo 1415 apresentava PBT (peso bruto total) compatível com caminhões médios a pesados da linha da Ford na década de 1980, adequado para operações de entrega, obras e logística regional. A prática do dia a dia envolvia carga útil suficiente para atividades de frete, com ênfase em durabilidade, continuidade de serviço e baixo custo de manutenção.

Observação importante sobre a ficha técnica: os números exatos podem variar conforme o lote de fabricação, a configuração específica do motor, do câmbio e do chassi, bem como as opções de especificação do período. Para fins de avaliação da FIPE e da seguradora, é comum que a leitura combine a descrição técnica com registros históricos do veículo, inspeção física e, quando possível, laudos de manutenção. Em veículos tão antigos, a documentação de fábrica pode estar dispersa ou ter atualizações ao longo do tempo, o que reforça a importância de uma avaliação cuidadosa por profissionais especializados em seguros para veículos industriais.

A marca Ford no segmento de caminhões

A Ford, uma das empresas automotivas mais emblemáticas do mundo, tem uma trajetória marcada pela robustez de seus caminhões e pela capacidade de entregar soluções de transporte para diferentes setores da economia. No Brasil, a presença da Ford no segmento de caminhões remonta a décadas, com a introdução de linhas dedicadas a atender à demanda de frete, logística e suporte a obras de infraestrutura. A filosofia da marca nesse nicho sempre esteve associada a três pilares centrais: durabilidade, facilidade de manutenção e rede de assistência técnica que pudesse sustentar frotas de clientes com altos padrões de disponibilidade operacional.

O Ford Cargo, em particular, representa uma família de caminhões que ganhou aceitação pelo equilíbrio entre desempenho e robustez. Modelos como o 1415, fabricados no fim dos anos 80, foram amplamente usados em rotas rodoviárias e trechos de demanda intermediária de carga. A ideia por trás dessas linhas era oferecer uma opção que pudesse resistir a condições de trabalho desafiadoras, com peças de reposição relativamente acessíveis e uma rede de serviços que, embora não tão ampla quanto a de carros de passeio, era suficiente para manter operações estáveis em diversas regiões do país. Ao discutir a marca, vale destacar que a Ford, ao longo de sua história, também experimentou ciclos de mudança de estratégia — incluindo parcerias, ajustes de portfólio e, em algumas épocas, mudanças de fábrica e de distribuição. Mesmo diante de esses movimentos, a tradição de produzir caminhões capazes de acompanhar a demanda de logística de empresas de transporte permaneceu como fio condutor de sua atuação no setor.

Quando pensamos na relação entre a marca Ford e o seguro, surgem pontos específicos. Caminhões da linha Cargo, com idade de mais de três décadas, entram em uma classificação especial para seguradoras: o histórico de uso pesado, a eventual falta de peças originais e a necessidade de manutenção especializada influenciam a avaliação de risco. Em muitos casos, o prêmio de seguro pode levar em conta não apenas o valor de referência pela FIPE, mas também o custo de reposição ou de restauração, a disponibilidade de peças de reposição, a prontidão da assistência técnica, o histórico de sinistros e o perfil de uso da frota. O corretor precisa traduzir essas nuances em coberturas que atendam às expectativas do proprietário, mantendo a flexibilidade para ajustes conforme o estado atual do veículo e as mudanças no mercado de seguros de veículos industriais.

Entendendo a Tabela FIPE para o Ford Cargo 1415 2p diesel (1986)

A Tabela FIPE funciona como uma referência de preços médios de mercado para veículos usados, mas veículos com mais de 30 anos costumam exigir leitura contextual. Em relação a caminhões antigos, a FIPE pode não refletir com exatidão o preço de reposição para restauração completa, nem o valor de venda de peças sob medida, que podem variar muito conforme o estado de conservação, a disponibilidade de componentes e o histórico de manutenção. Eis alguns aspectos-chave para interpretar esse universo:

  • Valorização por idade: caminhões de décadas passadas tendem a ter variações maiores no preço de referência devido à sazonalidade de demanda e à disponibilidade de frota compatível com as necessidades de transporte atual. Em algumas situações, um veículo em excelente estado pode ter valor acima da média de referência, especialmente se possuir documentação em dia e histórico de manutenções bem documentado.
  • Condição de uso: o estado da carroçaria, do chassi e da mecânica tem impacto direto no seguro. Um 1415 com histórico de uso em obras, com cabos de freio substituídos, motor robusto, e sem corrosão acentuada, tende a ser visto com menor risco do que um veículo com sinais intensos de desgaste ou com falta de manutenção comprovada.
  • Especialização de peças: para caminhões antigos, a disponibilidade de peças pode variar por região e por lote de fabricação. A possibilidade de manter o veículo em condições de operação depende da rede de fornecedores, de oficinas especializadas e do acesso a componentes originais ou compatíveis de qualidade.
  • Uso da FIPE na seguradora: as seguradoras costumam usar o valor de referência com ajuste de acordo com o estado de conservação, a idade, o histórico de sinistros e as condições da frota. Em alguns casos, o valor de reposição integral pode ser considerado para veículos de grande importância operacional, com base em acordos ou avaliações independentes.

Para o proprietário de um Ford Cargo 1415 2p diesel de 1986, a leitura da FIPE deve ser acompanhada de uma avaliação técnica. A combinação entre o valor de referência, o estado atual do veículo e a finalidade de uso determina a melhor estratégia de seguro. Por exemplo, um transporte de carga que depende dessa única unidade pode exigir coberturas mais amplas e uma análise de valor de reposição ou de indenização integral, caso o veículo seja considerado irrecuperável. Já frotas com múltiplas unidades semelhantes podem optar por seguros que equilibrem custo, proteção e disponibilidade, apostando em pacotes que protegem contra roubo, incêndio, colisão, danos a terceiros e cobertura de acessórios.

Em termos práticos, um corretor de seguros que trabalha com veículos vintage ou clássicos de carga deve alinhar as expectativas do cliente com as possibilidades do mercado: a FIPE oferece um norte, mas o seguro é moldado pela condição específica do veículo, pelo uso, pela disponibilidade de peças e pela política da seguradora. O Ford Cargo 1415 2p diesel de 1986, por ser um veículo com história de uso intenso, pode exigir uma abordagem de seguro que combine proteção de responsabilidade civil, cobertura contra danos ao veículo, assistência 24 horas, e, quando cabível, cláusulas especiais para reposição de peças e mão de obra. Tudo isso, é claro, com uma avaliação de risco que leve em conta a idade do veículo e o custo de restauração ou reposição.

Implicações para o seguro e a corretagem

A gestão de seguro para um Ford Cargo 1415 2p diesel de 1986 envolve entender a relação entre o valor de mercado apurado pela FIPE, o estado de conservação, a finalidade de uso e o perfil de risco da frota. A seguradora, ao estabelecer o prêmio, observa fatores como idade do veículo, histórico de sinistros, kilometraje, tipo de carga transportada, trajetos e condições de estrada. Caminhões antigos costumam exigir apólices específicas que contemplam não apenas a indenização por perda total, mas também coberturas para avarias em terceiros, incêndio, roubo e danos parciais. Em muitos casos, o corretor atua como mediador entre o proprietário e a seguradora, buscando a solução que equilibre custo de prêmio com a proteção necessária para a atividade de frete.

Para quem administra uma frota com esse tipo de veículo, algumas práticas ajudam a tornar o seguro mais eficiente e alinhado com o orçamento:

  • Documentação precisa: manter laudos de inspeção, histórico de manutenção, notas fiscais e registros de reparos para comprovar a condição do veículo durante a auditoria de seguradora.
  • Avaliação de risco personalizada: considerar o uso típico (rodoviário, urbano, obras) e as rotas frequentes, ajustando a cobertura para atender às necessidades reais de operação.
  • Opções de cobertura adequadas: equilíbrio entre responsabilidade civil, colisão, incêndio, roubo/furto, e eventual cobertura de acessórios ou itens de conforto/funcionamento da linha de produção (ex.: equipamentos de paletização, utensílios de carga).
  • Proteção adicional para reposição: quando o valor de reposição for relevante para o negócio, discutir com a seguradora a possibilidade de cláusulas de reposição integral ou de indenização baseada no valor FIPE ajustado pela condição do veículo.

Ao final, a escolha da apólice deve refletir a importância operacional do veículo para a empresa, bem como a viabilidade financeira para manter a frota ativa. O Renault Cargo 1415, o Volvo, o Scania e outras marcas que compõem a carteira de caminhões também apresentam particularidades que devem ser consideradas, mas a lógica de avaliação permanece semelhante: a FIPE oferece a referência de mercado, a condição prática do veículo define o prêmio, e o objetivo do seguro é manter a operação com mínimo downtime e máxima tranquilidade para o gestor da frota.

Se você está avaliando a cotação de seguros para o Ford Cargo 1415 2p diesel 1986, lembre-se de coletar informações sobre a idade do veículo, a quilometragem, o histórico de manutenção, e o uso típico. Uma leitura cuidadosa dessas informações ajuda o corretor a propor uma cobertura que proteja o negócio sem exagerar no custo. A experiência de quem lida com seguros de caminhões antigos costuma marcar a diferença entre uma solução que funciona e uma que não corresponde às necessidades reais da operação.

Concluindo, a Tabela FIPE para o Ford Cargo 1415 2p diesel de 1986 é uma referência útil para entender o valor de mercado do veículo, especialmente quando confrontada com o estado de conservação e com o histórico de uso. A marca Ford, com sua tradição em caminhões robustos, contribui para uma percepção de durabilidade que, em muitos casos, se reflete em ofertas de seguro que buscam manter a operação em funcionamento com estabilidade. Ao combinar a leitura técnica da ficha, a leitura de mercado da FIPE e a avaliação de risco da seguradora, proprietários e gestores de frota podem alcançar uma solução que sustente seus objetivos de negócio, com proteção adequada e custo alinhado.

Se você procura uma abordagem simples e eficiente para proteger o seu veículo e a sua operação, faça uma cotação com a GT Seguros. Eles podem orientar sobre as melhores opções de cobertura para o Ford Cargo 1415 2p diesel de 1986, levando em conta a prática do mercado, as especificidades da sua frota e as suas necessidades reais.