Valor FIPE Atual
R$ 43.263,00
↓ 0,2% vs mês anterior
FIPE: 504025-6
Ano: 1991-3
MêsPreço
Mar/26R$ 43.263,00
Fev/26R$ 43.359,00
Jan/26R$ 43.455,00
Dez/25R$ 43.539,00
Nov/25R$ 43.606,00
Out/25R$ 43.712,00
Set/25R$ 43.853,00
Ago/25R$ 43.947,00
Jul/25R$ 44.019,00
Jun/25R$ 44.065,00
Mai/25R$ 44.154,00
Abr/25R$ 44.194,00

Visão geral da Tabela FIPE para o Ford Cargo 1419 T 3-Eixos 2p (diesel) 1991

A Tabela FIPE funciona como uma bússola para entender o comportamento de precificação de veículos usados no Brasil. Embora o objetivo principal seja refletir variações de mercado, ela também oferece um referencial importante para seguros, avaliações de frota e negociações entre compradores e vendedores. Quando falamos do Ford Cargo 1419 T, 3-eixos, 2 portas, movido a diesel e com ano de 1991, o contexto é ainda mais específico: trata-se de um exemplar que carrega consigo não apenas um conjunto mecânico robusto, mas também uma história de uso intenso em operações logísticas que exigem confiabilidade, disponibilidade de peças de reposição e suporte de assistência técnica compatível com a idade do veículo. Este artigo explora, de maneira educativa, a ficha técnica típica desse modelo, o posicionamento da marca Ford no segmento de caminhões e como a FIPE se relaciona com seguros e gestão de frotas para caminhões de médio a pesado fabricados na virada dos anos 1990.

Ficha técnica do Ford Cargo 1419 T 3-Eixos 2p (diesel) 1991

Para quem atua na área de seguros, gestão de frotas ou atuação de mercado, conhecer a composição técnica do veículo ajuda a compreender riscos, custos de manutenção e garantia de serviços. Abaixo, um quadro resumido da ficha técnica, com foco em informações úteis para avaliação de seguros e de desempenho operacional:

Tabela FIPE FORD CARGO 1419 T 3-Eixos 2p (diesel) 1991
  • Configuração do veículo: caminhão de carga com 3 eixos, tração 6×4, cabine com 2 portas
  • Propulsor: motor diesel turbo, 6 cilindros em linha
  • Transmissão: manual, com várias marchas adequadas para operação rodoviária e de uso misto

Notas adicionais sobre a ficha técnica: o modelo Cargo, em suas variantes da década de 1990, era conhecido pela robustez de conjunto motor-transmissão e pela capacidade de suportar operações de média a pesada com boa durabilidade quando bem conservado. A motorização diesel turbo favorecia a tração em encostas, transporte de cargas relativamente pesadas e entregas em rotas com diferentes condições de asfalto. A cabine de duas portas era comum em versões de médio porte, priorizando a funcionalidade operacional em detrimento de itens de conforto que evoluiram mais tarde em projetos contemporâneos. Em termos de dimensões e peso Bruto Total, o valor exato depende da configuração de eixo, chassis e carroceria instaladas pela fábrica e pelas montadoras que realizaram adaptações para uso específico pelo cliente. O conjunto, no entanto, costumava favorecer o equilíbrio entre capacidade de carga, resistência estrutural e facilidade de manutenção, fatores que são relevantes para a avaliação de seguros, pois influenciam o custo de reposição, o tempo de inatividade e a probabilidade de perda total em acidentes.

Sobre a marca Ford

A Ford tem uma trajetória marcante no segmento de veículos comerciais no Brasil. A presença da marca no mercado de caminhões remonta a décadas de atuação, com a linha Cargo ocupando espaço relevante para empresas que precisam de robustez, disponibilidade de peças e rede de assistência. O Cargo foi desenvolvido para atender a operações de frete, construção civil e logística de médio a grande porte, combinando resiliência mecânica com praticidade de manutenção. Ao longo dos anos, a Ford buscou equilibrar desempenho, durabilidade e custo operacional, aspectos cruciais para frotas que dependem de caminhões em uso contínuo. Mesmo diante de mudanças no cenário automotivo, a Ford manteve foco em soluções que ajudassem profissionais a cumprir metas de entrega com confiabilidade, algo que se traduz em demanda por peças de reposição, reparos autorizados e suporte técnico em diferentes regiões. No caso do Cargo 1419 T, o legado da marca aparece na ideia de um veículo capaz de enfrentar percursos variados com capacidade de carga compatível com operações de distribuição regional e serviço de transporte de mercadorias pesadas. Além disso, a reputação de rede de concessionárias e assistência técnica facilita a gestão de sinistros para seguros, ampliando a previsibilidade de prazos de atendimento em oficinas autorizadas.

Contexto histórico da Tabela FIPE e caminhões na década de 1990

A Tabela FIPE é composta por preços médios de reposição e referência de mercado para veículos usados, atualizada periodicamente para refletir as variações de oferta, demanda e condições econômicas. Em camionetas, ônibus, caminhões e utilitários da década de 1990, esse referencial ajudava as seguradoras a calibrar prêmios e coberturas com maior coerência, bem como facilitava negociações em transações comerciais de frota. Para modelos como o Ford Cargo 1419 T 1991, a FIPE funciona como uma linha de base que traduz histórico de uso, desgaste natural e eventuais intervenções em pista para um valor estimado de reposição. Vale lembrar que a curva de depreciação para caminhões de 30 anos pode variar consideravelmente conforme: a quilometragem, o estado de conservação, a disponibilidade de peças, o histórico de sinistros, alterações em configuração de eixo ou carroceria, e o tipo de uso (rodoviário vs. urbano; carga seca vs. líquida). Empresas de seguros costumam considerar também o custo de mão de obra, peças de reposição específicas da época e o custo de reindustrialização ou adaptação de chassis quando pertinente. Assim, a FIPE funciona como uma referência prática para dimensionar o prêmio, sempre complementada por avaliação in loco e histórico de manutenção do veículo.

Para quem gerencia frota ou participa de avaliações de seguro de caminhões antigos, entender como essas variações se refletem na prática é fundamental. Em termos de gestão de risco, veículos da década de 1990 exigem planejamento específico: reposição de componentes com maior probabilidade de desgaste, possibilidade de indisponibilidade de peças originais e necessidade de mão de obra especializada. O uso do FIPE como base ajuda a calibrar o valor de mercado para situações de indenização em seguro total ou parcial, bem como para avaliações de venda ou compra entre empresas. Em resumo, a tônica está em alinhar o referencial histórico com a condição operacional do veículo, para que a apólice de seguro reflita com mais precisão o perfil de risco do modelo Ford Cargo 1419 T nessa configuração de 1991.

O uso prático do Ford Cargo 1419 T em frotas atuais

Veículos como o Cargo 1419 T são frequentemente vistos em frotas que executam cargas pesadas em distâncias regionais e em operações de logística que exigem confiabilidade em dia de entrega. Mesmo com o avanço de tecnologias modernas, caminhões dessa geração continuam sendo escolhidos pela capacidade de manter operações com custo contido, desde que haja uma gestão eficaz de manutenção preventiva. Entre os aspectos práticos que costumam se destacar, estão a robustez do conjunto motor-transmissão, a disposição de componentes para reposição rápida e a disponibilidade de peças nas redes de serviço autorizadas. A conservação de itens como sistema de freios, suspensão, sistema de alimentação de combustível, e sistemas de admissão e escape é essencial para manter a eficiência de operação e reduzir paradas não programadas. Do ponto de vista de manutenção, empresas costumam priorizar revisões periódicas, substituição de componentes com desgaste natural, e inspeções de freio e pneus adequadas ao peso transportado e às condições das vias. Além disso, a escolha de suspensão adequada para suportar cargas específicas e a calibragem de sistemas de iluminação, refletindo o uso em diferentes horários, são pontos relevantes para a segurança operacional. Em termos de consumo, caminhões de motor diesel com mais de duas décadas de uso tendem a apresentar variações, exigindo planejamento de combustível, combustível suplementar e avaliação de rotas para otimizar custos operacionais. Tudo isso influencia diretamente na apólice de seguro, porque o risco de sinistro pode depender do estado de conservação, do histórico de manutenção e da maneira como o veículo é utilizado no dia a dia da frota.

Considerações para seguros com a GT Seguros

Para quem administra uma frota que inclui modelos como o Ford Cargo 1419 T, entender as opções de cobertura, limites e franquias é essencial para manter a proteção adequada sem comprometer a rentabilidade. No seguro de frotas, aspectos como responsabilidade civil, danos a terceiros, proteção contra incêndio, roubo e colisão, bem como a cobertura de componentes específicos de caminhões (motor, câmbio, eixos, tanque de combustível) devem ser avaliados com base na operação real, na idade do veículo e no histórico de sinistros. A FIPE, nesse cenário, oferece um ponto de referência para o valor de reposição, que influi na quantia segurada e em como o prêmio é calculado ao longo do tempo. Adicionalmente, questões de garagem, uso em roteiros de entrega, e treinamentos de condutores são fatores que impactam o custo do seguro, mas também influenciam positivamente na redução de riscos — por exemplo, com programas de condução defensiva e inspeções regulares de manutenção que ajudam a manter o veículo em condições de operação. Ao planejar a proteção para o Cargo 1419 T, vale considerar opções de cobertura que proporcionem tranquilidade não apenas em caso de sinistro, mas também em situações de roubo de peças ou danos resultantes de condições de estrada adversas, especialmente em trajetos de longa distância e em áreas com menor infraestrutura de manutenção.

Para alinhavar a tomada de decisão com a melhor política, a sugestão é fazer uma avaliação personalizada com a GT Seguros, que pode apresentar opções de coberturas adaptadas ao perfil da sua frota, às características específicas do Ford Cargo 1419 T e ao uso operacional da empresa. Uma cotação com a GT Seguros pode facilitar a comparação de opções de proteção, prêmios e serviços adicionais, ajudando a identificar a combinação ideal entre custo, tranquilidade e cobertura.

Se você busca entender melhor como proteger esse ativo da sua frota, considere fazer uma cotação com a GT Seguros.