Valor FIPE Atual
R$ 31.802,00
↓ 2,0% vs mês anterior
FIPE: 504029-9
Ano: 1986-3
MêsPreço
Mar/26R$ 31.802,00
Fev/26R$ 32.452,00
Jan/26R$ 32.619,00
Dez/25R$ 33.285,00
Nov/25R$ 33.336,00
Out/25R$ 33.417,00
Set/25R$ 33.525,00
Ago/25R$ 33.596,00
Jul/25R$ 33.264,00
Jun/25R$ 33.943,00
Mai/25R$ 34.012,00
Abr/25R$ 34.043,00

Panorama detalhado sobre a Tabela FIPE para o Ford Cargo 1517 T 3-Eixos 2p Diesel de 1986

Quando falamos de veículos de carga usados, especialmente modelos históricos como o Ford Cargo 1517 T com 3 eixos e motor diesel de 1986, a Tabela FIPE é uma referência essencial para entender o valor de mercado e orientar escolhas de seguro. A Tabela FIPE, criada para mapear o preço médio de aquisição de veículos no Brasil, serve como base para o cálculo de sinistros, prêmios de apólice e avaliação de perdas. Embora os caminhões de meia-idade apresentem grande variação entre configuração, estado de conservação e histórico de uso, o recorte específico envolvendo o Ford Cargo 1517 T 3-Eixos 2p Diesel 1986 oferece um panorama importante para quem atua na corretagem de seguros e precisa fundamentar coberturas com base em dados históricos confiáveis.

Este artigo aborda, de forma educativa, como a Tabela FIPE se aplica a caminhões pesados da linha Cargo, com foco no modelo citado. Além disso, apresentamos uma ficha técnica compacta para facilitar o entendimento das características técnicas que influenciam o custo de recompra, manutenção e, consequentemente, o seguro. Por fim, discutimos a relevância da marca Ford no mercado brasileiro de caminhões e como esses fatores impactam a avaliação de risco ao contratar uma apólice adequada. O objetivo é oferecer informações claras para quem precisa planejar a proteção de um veículo antigo do segmento de transporte de cargas, sem esquecer a importância de consultas específicas com a GT Seguros para propostas direcionadas.

Tabela FIPE FORD CARGO 1517 T 3-Eixos 2p (diesel) 1986

Impacto da Tabela FIPE no seguro de caminhões antigos e no contexto do modelo 1986

A Tabela FIPE funciona como referência estatística de desvalorização e valor de mercado de veículos usados. Para caminhões de aplicação comercial, o valor apresentado pela FIPE auxilia corretores a estimarem o valor de indenização em caso de sinistro, bem como a definir limites de cobertura para danos parciais, roubo ou perda total. No caso de um Ford Cargo 1517 T 3-Eixos 2p Diesel 1986, o valor de referência depende de fatores como o estado de conservação, a disponibilidade de peças de reposição, a quilometragem, o histórico de manutenção e as modificações ocorridas ao longo do tempo. Como se trata de um veículo antigo, há particularidades: desgaste natural de componentes mecânicos, correção de folgas, substituição de itens específicos de caminhões da época e a possibilidade de chassis com soldas de reparo. Tais variáveis influenciam o valor venal, que calibrará, em parte, o prêmio do seguro e as condições de cobertura oferecidas pela seguradora.

Para o corretor de seguros, compreender a relação entre o valor FIPE e a particionar o risco é essencial. Em muitos casos, a seguradora utiliza o FIPE como referência inicial, ajustando conforme a avaliação técnica realizada em vistoria ou com base em laudos de manutenção. No cotidiano da corretagem, saber interpretar as variações da FIPE para veículos de 3 eixos, com cabine simples e motor diesel, ajuda a embasar recomendações de coberturas como roubo e furto qualificado, incêndio, colisão, danos a terceiros e outras coberturas adicionais que possam ser demandadas por frotistas ou proprietários de caminhões usados. Além disso, o FIPE pode influenciar o cálculo de franquias, limites de indenização e a necessidade de incluir itens de proteção, como alarme, rastreamento veicular e dispositivos de monitoramento de combustível, quando aplicável.

Ficha técnica do Ford Cargo 1517 T 3-Eixos 2p Diesel (1986)

  • Motor diesel de 6 cilindros em linha, com potência típica entre 150 e 170 cv e torque na faixa de 55–65 kgf·m, dependendo da configuração exata do motor e do ajuste de fábrica da época.
  • Transmissão manual de 5 marchas com redução, aliada a uma tração 6×4 típica de caminhões de 3 eixos, adequada para a configuração de carga elevada e uso rodoviário em condições variadas.
  • Capacidade de carga próxima a 15 toneladas (PBT – peso bruto total), com variações conforme chassis, carroceria e suspensão escolhidos na fábrica ou em retrofit, típico das opções disponíveis para o Cargo daquela geração.
  • Conjunto de freios pneumáticos com assistência hidráulizada ou assistida, eixo dianteiro de direção e eixos traseiros com suspensão rígida, ideal para trabalhos de transporte de carga em longas distâncias, mas exigindo atenção especial à manutenção de componentes pesados da linha de freio e do sistema pneumático.

Notas sobre a ficha técnica: essa representação resume características gerais observadas nas séries Mercado/Industria de caminhões Ford Cargo da década de 1980. Variações entre unidades são comuns, especialmente quando pensamos em veículos reformados, com diferentes carrocerias, cabines e módulos de carga. As informações devem ser usadas como referência histórica para entender o perfil técnico e as necessidades de manutenção e seguro. A disponibilidade de peças originais e de fornecedores de reposição pode impactar diretamente no custo de operação e no enquadramento da apólice de seguro, especialmente em modelos com pouca remanufatura no mercado atual.

Condições de uso, manutenção e como isso impacta o seguro

Veículos antigos de aplicação de transporte de carga exigem uma abordagem específica de manutenção contínua. A robustez do motor diesel, associada a uma mecânica simples em muitos aspectos, facilita a operação, porém demanda um cronograma rígido de inspeções, principalmente para componentes de alto desgaste, como sistema de freios, sistema de suspensão, e componentes de transmissão. No contexto da avaliação de risco para seguro, destacam-se alguns pontos importantes:

1) Documentação e histórico de manutenção: manter laudos, notas fiscais e registros de serviços concluídos é essencial para que o corretor recomende coberturas compatíveis com o uso real do veículo. Um histórico bem documentado costuma favorecer condições de cobertura mais estáveis e facilitar o processo de regulação de sinistros.

2) Conservação da carroceria e chassis: caminhões de 3 eixos enfrentam tensões estruturais adicionais, especialmente quando são usados em terrenos com irregularidades. Rachaduras no chassi, ferrugem em pontos de solda e danos estéticos relevantes podem impactar o valor de reposição e a avaliação de sinistros. A vistoria de seguro costuma atentar para a integridade estrutural, pois compromete a capacidade do veículo de operar com segurança.

3) Sistema de freios e suspensão: com o tempo, componentes de freio e suspensão podem apresentar desgaste mais acentuado. O acionamento pneumático precisa de manutenção adequada para evitar falhas que coloquem em risco a operação. A seguradora poderá exigir inspeções periódicas ou a adoção de itens de proteção adicionais, como sensores de desgaste de pastilhas ou rastreadores veiculares, conforme o perfil de uso.

4) Requisitos de uso e localização: caminhões antigos com uso constante em rotas urbanas comerciais podem apresentar padrões de desgaste diferentes daqueles usados em longas viagens. A definição de coberturas, como roubo/furto qualificado, colisão e responsabilidade civil, pode variar conforme o tipo de operação, áreas geográficas de circulação e políticas da empresa que utiliza o veículo. A personalização da apólice é comum nesses casos para atender às necessidades específicas do negócio.

Ao considerar a proteção deste Ford Cargo 1517 T, a avaliação de risco deve levar em conta não apenas o valor FIPE, mas também o estado de conservação, a disponibilidade de peças de reposição e o custo potencial de reparos. Um seguro bem ajustado pode contemplar itens como assistência 24 horas, carro reserva, cobertura para terceiros, e, ainda, cláusulas específicas para danos a carga em trânsito, que é um fator relevante para caminhões de 3 eixos envolvidos em operações logísticas.

A marca Ford no segmento de caminhões no Brasil e o legado de confiança

A Ford tem uma história marcante no setor de caminhões no Brasil, especialmente nas décadas de 1970 a 1990. A linha Cargo surgiu como uma resposta robusta às exigências de transporte de carga de maior capacidade, trazendo soluções para rotas longas, uso rodoviário e operações logísticas de médio a grande porte. A reputação da Ford no mercado brasileiro assentou-se em pilares como confiabilidade, disponibilidade de manutenção em rede de concessionárias, peças de reposição relativamente acessíveis e uma rede de assistência técnica que, mesmo em épocas de transformação da indústria automotiva, buscou manter o suporte aos clientes de caminhões usados. O Ford Cargo tornou-se presença constante em frotas de empresas de transporte, construção civil e logística regional, consolidando-se como opção viável para operações que exigem robustez e desempenho estável ao longo de muitos anos de uso.

Em termos de engenharia, a oferta de motores diesel potentes, a facilidade de manutenção e a disponibilidade de componentes impactaram diretamente a vida útil dos veículos. Embora o cenário atual tenha migrado para outras marcas e soluções de mobilidade, o legado do Ford Cargo permanece como referência histórica para profissionais de seguros, pois ajuda a dimensionar riscos, necessidades de manutenção e expectativas do proprietário com relação à depreciação e ao custo de reposição. Para quem trabalha com seguros de frota ou com caminhões usados, compreender esse tecido histórico facilita a comunicação com clientes que buscam entender como cada configuração – como a de um Ford Cargo 1517 T com 3 eixos e cabine de 2 portas – influencia a gestão de riscos e as opções de cobertura ao longo da vida útil do veículo.

Essa perspectiva também reforça a importância de uma avaliação de seguro alinhada com a realidade operacional. Ao tratar de um veículo de 1986, com valor histórico e potencial de restauração ou uso contínuo, entra em jogo a necessidade de políticas que reconheçam o valor de reposição conforme o FIPE, ao mesmo tempo em que oferecem proteção adequada para a carga, o motorista e terceiros. A corretagem de seguros, nesse cenário, desempenha papel crucial ao equilibrar o custo da apólice com as coberturas essenciais, levando em consideração as particularidades de caminhões antigos, como o Ford Cargo 1517 T de 1986.

Se você estiver buscando proteger esse veículo com uma cobertura que reflita o seu perfil de uso, a GT Seguros oferece soluções personalizadas para caminhões usados e frotas, com opções que consideram o histórico do veículo, a presença de equipamentos de proteção e as rotas percorridas. Uma cotação direcionada pode ajudar a alinhar custos, coberturas e assistência disponível de forma mais precisa às suas necessidades, contribuindo para uma gestão de risco mais eficiente.