| Mês | Preço |
|---|---|
| Jan/26 | R$ 44.284,00 |
| Dez/25 | R$ 43.846,00 |
| Nov/25 | R$ 43.912,00 |
| Out/25 | R$ 44.264,00 |
| Set/25 | R$ 45.038,00 |
| Ago/25 | R$ 45.958,00 |
| Jul/25 | R$ 46.032,00 |
| Jun/25 | R$ 46.079,00 |
| Mai/25 | R$ 46.172,00 |
| Abr/25 | R$ 46.214,00 |
| Mar/25 | R$ 46.284,00 |
| Fev/25 | R$ 46.312,00 |
Entenda a valoração da Tabela FIPE para o Ford Cargo 1618 T 3-Eixos 2p Diesel (1990) e como isso impacta o seguro
Quando se fala em seguro de caminhões pesados usados, especialmente modelos históricos como o Ford Cargo 1618 T com 3 eixos e duas portas, o leitor precisa compreender como funciona a referência da Tabela FIPE (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas) e quais fatores influenciam a cotação. A FIPE serve como referência de mercado no Brasil para veículos automotores usados, incluindo caminhões, e é amplamente utilizada por seguradoras para embasar o valor garantido, o prêmio e as coberturas básicas de proteção. No caso de um modelo produzido em 1990, a leitura da FIPE pode exigir cuidados especiais: o veículo é parte de uma frota antiga de muitos veículos, com peças que podem ter disponibilidade variável, histórico de uso intenso e desgaste natural ao longo de décadas. Este artigo, elaborado pela GT Seguros, faz uma passagem educativa sobre a Tabela FIPE para o Ford Cargo 1618 T, destacando a ficha técnica, o papel da marca Ford na indústria de caminhões, como a FIPE influencia o seguro, e quais cuidados são importantes para quem administra frotas com esse tipo de veículo.
Ficha técnica do Ford Cargo 1618 T (1990) — 3 eixos, 2 portas, diesel
- Motorização: diesel em linha, 6 cilindros, deslocamento típico entre 9,0 e 10,0 litros. A potência nominal costuma variar entre 170 e 210 cavalos, com torque elevado para atender a cargas pesadas. Em veículos dessa configuração, o motor é conhecido pela robustez, capaz de suportar trechos de estrada difíceis e operações de serviço pesado. A variação de potência e torque depende da configuração específica do motor e da antecâmara de gestão do combustível, o que é comum em séries de caminhões produzidos em diferentes anos-modelo dentro de uma mesma linha.
- Transmissão e tração: caixa de câmbio manual com 5 a 6 marchas à frente, desmultiplicação adequada para transporte de carga pesada. Tração 6×4, com dois eixos traseiros motrizes, o que favorece a distribuição de peso e a tração em terrenos não ideais. A cabine é de duas portas, característica comum em modelos de caminhão de serviço pesado, priorizando funcionalidade e espaço no interior para motoristas que passam longos períodos na estrada.
- Peso e capacidade: peso bruto total (PBT) entre 16.000 e 18.000 kg, refletindo a linha de caminhões de médio a pesado porte da época. A capacidade de carga útil varia conforme o layout da carroceria e o estado de conservação, mas valores típicos para esse tipo de configuração giram em torno de 12.000 a 14.000 kg de carga útil. Dependendo das opções de carroceria, eixo rígido e peso de equipamentos adicionais (caçamba, módulo de diesel extra, etc.), esses números podem sofrer variações.
- Freios, suspensões e conforto: freios a tambor em todas as rodas, com assistência mecânica ou hidráulamente acionada conforme o projeto; freio de serviço com boa tolerância a cargas grossas, porém sem o conjunto de controles eletrônicos de frenagem modernos encontrados em caminhões contemporâneos. Suspensão robusta, projetada para suportar viagens longas com altas cargas, mas com desgaste natural de componentes como molas, buchas e amortecedores ao longo de décadas. O interior da cabine, comumente simples, prioriza resiliência, com espaço para o motorista e uma posição de condução funcional para longos trajetos de rodoviária e de fronteira, onde a confiabilidade é tão importante quanto a capacidade de carga.
É importante notar que, por tratar-se de um veículo com mais de 30 anos, a ficha técnica pode apresentar variações significativas entre unidades, já que diferentes projetos de motores, sistemas de transmissão e configurações de eixo podem ter sido instalados ao longo de sua produção. A FIPE não apenas registra as variantes, mas também evidencia como o veículo se apresentava na época de mercado, o que ajuda a seguradora a entender o risco, a depreciação e a necessidade de coberturas específicas. Traga sempre a documentação relativa à configuração real do exemplar, como o motor, o câmbio, o número de eixos e a cabine, para um ajuste mais fiel do valor segurado.

A Ford e o cargo: importância da marca no cenário de caminhões no Brasil
A Ford, uma das marcas automotivas mais icônicas do mundo, consolidou ao longo de décadas uma presença robusta no segmento de caminhões e veículos comerciais. No Brasil e em boa parte da América Latina, a linha Cargo figura entre as opções mais reconhecidas de caminhões pesados para operações de frota. O Cargo representou, por décadas, uma solução confiável para empresas de distribuição, logística, construção e agroindústria, oferecendo um equilíbrio entre robustez mecânica, facilidade de manutenção e rede de assistência técnica amplamente disseminada. Um diferencial histórico do Cargo é justamente a simplicidade de componentes, o que facilita reparos em oficinas regionais sem depender de peças de fabricantes muito nichadas. Em termos de manutenção de frota, a presença de peças de reposição disponíveis e a disponibilidade de
Avaliação de valor e configuração na Tabela FIPE para o Ford Cargo 1618 T (3 eixos) diesel de 1990
Variações de configuração e impacto
A FIPE registra variações por unidade, mas o histórico de produção pode introduzir mudanças no motor, câmbio e eixos ao longo do tempo. Mesmo dentro do Cargo 1618 T, pequenas alterações afetam o valor estimado, principalmente quando a configuração de três eixos é combinada com upgrades de fábrica ou retrofit.
Documentação para uma avaliação fiel
Para ajustar o seguro à realidade, é essencial confirmar motor, câmbio, número de eixos e tipo de cabine. Com esses dados, a tabela reflete com mais precisão o valor de mercado atual e facilita a negociação com a seguradora.
Implicação prática na gestão de frota
Unidades com estado conservado e histórico de manutenção completo tendem a manter melhor a depreciação prevista. A compreensão dessas variáveis orienta escolhas de cobertura, franquia e reposição de ativos, especialmente em operações de logística e construção.
- Verifique o código FIPE correspondente à unidade
- Documente motor, câmbio, eixos e cabine
- Inclua histórico de manutenções e intervenções
- Considere a depreciação por idade e uso
Para quem gerencia frotas com caminhões Cargo, a GT Seguros oferece soluções de seguro sob medida para transporte rodoviário.
