Valor FIPE Atual
R$ 43.320,00
↓ 0,2% vs mês anterior
FIPE: 504040-0
Ano: 1995-3
MêsPreço
Mar/26R$ 43.320,00
Fev/26R$ 43.417,00
Jan/26R$ 43.514,00
Dez/25R$ 43.733,00
Nov/25R$ 43.800,00
Out/25R$ 43.906,00
Set/25R$ 44.048,00
Ago/25R$ 44.142,00
Jul/25R$ 44.886,00
Jun/25R$ 44.931,00
Mai/25R$ 45.022,00
Abr/25R$ 45.063,00

Entenda a Tabela FIPE e o Seguro para o Ford Cargo 1622 Turbo 2p (diesel) de 1995

A Tabela FIPE é amplamente utilizada como referência de valor de mercado para veículos usados no Brasil. Em seguros, ela funciona como base de cálculo para o valor de reposição ou indenização em casos de sinistro, especialmente importante quando lidamos com caminhões mais antigos, como o Ford Cargo 1622 Turbo 2p (diesel) de 1995. Ao falar de esse modelo específico, a leitura da FIPE envolve considerar a configuração da carroceria, o estado geral do veículo, a idade e a finalidade de uso. Tudo isso impacta diretamente no prêmio anual e na decisão da indenização em caso de eventual perda total. Este artigo explora, de forma educativa, como interpretar a Tabela FIPE nesse contexto, apresenta uma ficha técnica resumida do modelo, discute a força da marca Ford no Brasil e oferece insights úteis para quem busca proteção por meio de seguros de veículo pesado.

Ficha técnica resumida do Ford Cargo 1622 Turbo 2p (1995)

  • Cabine: 2 portas (cabine simples), adequada para uso urbano, regional e aplicação de distribuição de média distância.
  • Motor: Diesel turboalimentado, com configuração de 6 cilindros em linha, projetado para equilíbrio entre torque de partida e desempenho em rodagem de média distância.
  • Transmissão: Manual, com múltiplas marchas compatíveis com a condução de caminhões médios da época, priorizando relaçōes para acoplamento de carga e economia de combustível em trechos variados.
  • Tração e carroceria: Tração traseira com carroceria de carga; a configuração de eixo e o tipo de carroceria variam conforme a aplicação (carga, tipo de serviço, região de operação), mantendo o foco na robustez e na simplicidade de manutenção.

A marca Ford e o papel dos caminhões Cargo no Brasil

Fundada nos Estados Unidos, a Ford é uma das marcas globais que mais deixaram legado no segmento de caminhões no Brasil. Ao longo das décadas, a Ford investiu pesado na infraestrutura de rede de concessionárias, assistência técnica e disponibilidade de peças, fatores cruciais para frotas que dependem de tempo de entregas e de veículos com alta disponibilidade operacional. A linha Cargo, que acompanhou a evolução de caminhões médios na região, destacou-se por oferecer soluções de transporte com boa relação entre capacidade de carga, durabilidade e custo de manutenção. Mesmo com mudanças no portfólio mundial da empresa, o legado do Cargo no Brasil permanece como referência para quem busca entender a confiabilidade de veículos usados nessa categoria. Esse histórico importa para seguros porque preserva a reputação de confiabilidade da marca, facilita o acesso a peças originais e costuma influenciar positivamente a percepção de risco por parte das seguradoras quando se avalia a viabilidade de cobertura para caminhões de serviço regional e transporte de mercadorias.

Tabela FIPE FORD CARGO 1622 Turbo 2p (diesel) 1995

Além disso, a Ford construiu ao longo dos anos uma base de clientes que valoriza a disponibilidade de rede de assistência técnica, treinamento de equipes de manutenção e o fornecimento de componentes originais. Em termos de seguro, esse ecossistema pode se traduzir em procedimentos de reparo mais rápidos, menor tempo de indisponibilidade do veículo e, consequentemente, impactos menores no custo de seguro ao longo da vida útil da frota. Mesmo com a evolução do mercado e a entrada de novos players, o acima dito reforça o papel de marcas com histórico sólido no segmento de caminhões médios no Brasil: confiabilidade na engenharia, facilidade de manutenção e suporte de rede são atributos que ajudam na gestão de risco para seguradoras e, por consequência, no planejamento financeiro de quem opera esse tipo de veículo.

Como interpretar a Tabela FIPE para este modelo na prática de seguros

A Tabela FIPE oferece um conjunto de valores que refletem a média de preços de mercado para veículos usados, levando em conta modelo, ano, versão e combustível. No caso do Ford Cargo 1622 Turbo 2p (diesel) de 1995, a leitura da FIPE exige foco na configuração de fábrica reconhecida na época, bem como na condição do veículo. O valor de referência utilizado pelas seguradoras serve como base para o capital segurado — o montante que será utilizado para a indenização em caso de perdas total ou de danos que tornem o veículo irreparável. Em veículos com mais de duas décadas de uso, é comum que o proprietário encontre faixas de variação na FIPE, com alternâncias entre cenários de conservação, retrofit de componentes ou substituições de itens que influenciam o preço de mercado atual.

É importante entender que a FIPE não representa o preço de venda de um veículo específico no momento da contratação do seguro. Em vez disso, atua como referência de mercado para fins de avaliação patrimonial e de proteção. Por isso, ao contratar ou renovar um seguro para o Cargo 1622 Turbo 2p, é comum que a apólice preveja uma cobertura por valor de reposição baseado na FIPE, Aliado a opções de proteção extras — como valor de reposição integral, franquias ajustadas, proteção de acessórios e cobertura de peças originais — para refletir a realidade de um caminhão com histórico de uso em frota ou serviço autônomo. Em termos simples, quanto mais próximo o estado real do veículo estiver do que a FIPE considera como referência para aquele ano e configuração, mais alinhado tende a ficar o prêmio com a proteção desejada. Em outras palavras, a FIPE funciona como bússola: orienta a decisão sobre quanto vale o veículo no seguro, enquanto as coberturas escolhidas definem o que será protegido e com que nível de custo.

Para gestores de frota e proprietários, é essencial acompanhar atualizações da FIPE, principalmente para modelos antigos em que o valor pode oscilar conforme disponibilidade de peças, demanda de manutenção e custo de substituição de componentes-chave. Uma prática comum é alinhar o capital segurado com uma estimativa realista de reposição ou de reparo, sempre levando em conta as necessidades operacionais da frota. A ideia central é evitar subseguro (valor de indenização abaixo do necessário) ou superdoração (valor de indenização exagerado em relação à realidade do mercado), que podem comprometer a eficácia do seguro e o equilíbrio financeiro da operação.

Dicas sobre o valor da apólice e a experiência de seguros com caminhões antigos

Quando se trata de caminhões mais antigos,