| Mês | Preço |
|---|---|
| Jan/26 | R$ 90.186,00 |
| Dez/25 | R$ 90.358,00 |
| Nov/25 | R$ 90.494,00 |
| Out/25 | R$ 90.712,00 |
| Set/25 | R$ 91.004,00 |
| Ago/25 | R$ 91.196,00 |
| Jul/25 | R$ 91.343,00 |
| Jun/25 | R$ 91.435,00 |
| Mai/25 | R$ 91.619,00 |
| Abr/25 | R$ 91.702,00 |
| Mar/25 | R$ 91.840,00 |
| Fev/25 | R$ 91.896,00 |
Análise detalhada da Tabela FIPE para o Ford Cargo 1630 T com 3 Eixos e 2 Portas (Diesel) – Valor de referência para 2001
Quando pensamos em seguros de caminhões, avaliações de danos e reposição de ativos, a Tabela FIPE é uma referência amplamente utilizada no Brasil. No caso específico do Ford Cargo 1630 T, configurado com 3 eixos, 2 portas e motor a diesel, ano de fabricação 2001, entender como a Tabela FIPE alimenta o cálculo de coberturas ajuda tanto o proprietário quanto o corretor de seguros a planejar melhor a proteção veicular. Este artigo conduz a leitura dessa tabela para um modelo de carga com características pesadas, destacando aspectos técnicos, a forma como a marca Ford se posiciona no mercado de caminhões e as implicações para seguros. A ideia é oferecer uma visão educativa sobre leitura da FIPE, a ficha técnica do veículo e as particularidades de coberturas para esse tipo de caminhão de médio a pesado porte.
Sobre a Ford e a linha Cargo no Brasil
A Ford, reconhecida mundialmente pela engenharia de veículos, estabeleceu no Brasil uma presença marcante no segmento de caminhões leves, médios e pesados com a linha Cargo. Lançada há décadas, a família Cargo ganhou espaço significativo entre frotistas de logística, empresas de transporte de cargas e, muitas vezes, em operações municipais de serviço público que exigem robustez, confiabilidade e disponibilidade de peças. O modelo 1630 T, em particular, representa uma configuração que equilibra força de tração, capacidade de carga e manobrabilidade para serviços que requerem um veículo de três eixos, capaz de transportar cargas consideráveis em rotas urbanas e intermunicipais. A história da Cargo no Brasil se faz notar pela oferta de versões com diferentes configurações de eixo, cabine e motorização, sempre com foco na durabilidade e na facilidade de manutenção diante de uma operação contínua. Quando pensamos no Ford Cargo 1630 T 3-Eixos 2p Diesel 2001, estamos lidando com uma peça de engenharia de uso intensivo: um caminhão desenhado para entregar desempenho consistente, mesmo em cenários desafiadores de transporte de cargas pesadas, com tolerância a condições de trabalho variadas.

Entender a posição da Ford no ecossistema de frotas ajuda a compreender não apenas aspectos práticos de condução e manutenção, mas também as nuances de seguros. A marca, ao longo dos anos, estabeleceu parcerias com redes de serviço, disponibilidade de peças e assistência técnica que impactam, de forma indireta, custos operacionais e, por consequência, o apetite de seguradoras por risco. No caso específico do Ford Cargo 1630 T com 3 eixos, as características de robustez, capacidade de carga e medidas de proteção de motor e transmissão costumam ser vistas pela seguradora como fatores de retorno estável na operação, desde que os prazos de manutenção sejam respeitados e o histórico de sinistros seja controlado. Em termos da Tabela FIPE, modelos dessa configuração, ainda que antigos, frequentam o universo de avaliação de mercado para seguros, de forma que o valor referencial da FIPE costuma ser consultado para balizar coberturas, valores de reposição e indenizações, sempre complementado por laudos técnicos e pela consulta a procedimentos da seguradora.
Ficha Técnica (Resumo) do Ford Cargo 1630 T 3-Eixos 2p Diesel 2001
O veículo objeto deste artigo – Ford Cargo 1630 T 3-Eixos 2p Diesel 2001 – apresenta uma configuração típica de caminhão de carga com três eixos, pronto para operações que exigem estabilidade adicional e maior capacidade de payload. Abaixo está um resumo técnico em formato claro, para facilitar o entendimento de quem analisa a FIPE e avalia o seguro.
- Configuração física: 3 eixos, cabine com 2 portas; foco em capacidade de carga e condução estável em trechos curtos e médios
- Motorização e câmbio: motor diesel; transmissão manual, adequada a aplicações de frete, com faixas de torque para empurrar cargas pesadas
- Principais especificações de peso e capacidade: peso bruto total (PBT) em patamar típico de caminhões de 16.000 kg (variações por configuração) com carga útil estimada para o conjunto na faixa de 8.000 a 9.000 kg
- Dimensões e rodas: tração com três eixos, conjunto de rodas compatível com o PBT; dimensões adequadas para a mobilidade em vias urbanas e trechos rodoviários, com suspensão preparada para suportar cargas de trabalho intensas
Observação importante: as especificações acima são apresentadas como referência para o Ford Cargo 1630 T 3-Eixos 2p Diesel 2001. Variações entre unidades de fábrica, condições de uso e alterações no veículo podem impactar números exatos. A ficha técnica, quando consultada para fins de seguro, deve considerar o veículo específico, o histórico de manutenção e as modificações efetuadas. Em inspeções técnicas, a veracidade dos dados é confirmada por meio de relatório do fabricante, de uma perícia veicular ou de laudo independente autorizado pela seguradora. A Tabela FIPE utiliza modelos padronizados para cálculo de valores de mercado, e, para caminhões, fatores como idade, uso (frete, entrega urbana, longo percurso), estado de conservação e histórico de sinistros pesam na composição do valor referencial.
Como a Tabela FIPE é usada para caminhões pesados na prática
A Tabela FIPE funciona como referência de preço de mercado para veículos usados, incluindo caminhões como o Ford Cargo 1630 T. Quando seguradoras e corretores discutem o valor de reposição ou indenizações, muitas vezes o FIPE é utilizado como base de referência. Para um veículo com tanque diesel, motor robusto e configuração de 3 eixos, o valor FIPE tende a refletir não apenas o estado geral do veículo, mas também a demanda de mercado por caminhões de posse semelhante, o custo de reposição em peças originais e a disponibilidade de unidades equivalentes no momento da avaliação. Em termos de seguro, esse valor pode influenciar aspectos como cobertura de combustível, valor de reparo e a necessidade de reposição total em caso de sinistro. É comum que a apólice leve em conta também o custo de manutenção, historicamente baixo número de sinistros ou, ao contrário, histórico de sinistros de terceiros, o que pode impactar o prêmio. Em resumo, a Tabela FIPE serve como uma referência de equilíbrio entre o valor de mercado e as condições de reposição, ajudando a construir uma proposta de seguro que seja fiel ao estado real do veículo na troca de ativos após um sinistro ou uma perda total.
Nesse contexto, o tema do artigo – Tabela FIPE FORD CARGO 1630 T 3-Eixos 2p (diesel) 2001 – ganha relevância porque modelos com essa configuração costumam exigir olhar atento ao perfil de risco. Caminhões com três eixos, peso elevado e uso em frete violam padrões de risco simples, justamente por envolver maior probabilidade de danos em colisões, desgaste de freios, desgaste de pneus e maior impacto financeiro de substituição de peças. Por isso, compreender a relação entre FIPE, ficha técnica e seguro é essencial para quem administra frotas ou presta serviços de transporte. A leitura correta da FIPE, associada à ficha técnica, facilita a negociação com seguradoras e permite que o proprietário tenha clareza sobre o que está segurando, qual o custo de proteção e quais cenários de indenização são mais prováveis, tudo dentro de um plano de seguro alinhado às necessidades do negócio.
Impactos do modelo na avaliação de seguros e na gestão de riscos
Modelos como o Ford Cargo 1630 T, com 3 eixos, representam uma categoria de risco que envolve maior complexidade operacional. Enquanto a FIPE fornece uma referência de preço de mercado, o contrato de seguro pode considerar fatores adicionais: o tipo de uso (frete de longo curso versus entrega local), a idade do veículo, o histórico de manutenção, a conformidade com normas de segurança e a presença de itens adicionais, como sistemas de freio anti-bloco, dispositivo de controle de tração ou qualquer modificação não autorizada. Além disso, caminhões com maior PBT tendem a exigir perícias mais detalhadas em caso de sinistro, para confirmar danos, reposição de componentes e custo de mão de obra. Por essa razão, a atualização periódica da documentação técnica, o registro de manutenções preventivas e a auditoria de componentes críticos tornam-se fatores que influenciam diretamente a base de cálculo do prêmio de seguro. As seguradoras costumam considerar a idade do veículo, o tempo de operação no frete, a periodicidade de sinistros e o histórico de furtos como dados agregados para calibrar o risco e propor coberturas adequadas, desde a proteção de casco até a responsabilidade civil e assistência 24 horas.
Para quem utiliza o Ford Cargo 1630 T em atividades de fretamento, logística de última milha ou entregas de grande volume, o conhecimento da Tabela FIPE e da ficha técnica ajuda a orientar o planejamento financeiro da operação. Com base nesses dados, é possível avaliar com maior acuidade o custo total de propriedade (TCO), avaliando não apenas o prêmio de seguro, mas também combustível, manutenção, pneus, depreciação e eventuais custos com imobilização em caso de sinistro. Em termos de seguro, ter uma visão clara do valor de reposição, associada à adequada cobertura contra colisões, incêndio, roubo/furto e danos a terceiros, é fundamental para que o gestor de frotas tome decisões mais seguras, escolhendo planos que protejam o patrimônio sem comprometer a rentabilidade da operação.
Boas práticas para leitura da FIPE e para a proteção do seu caminhão Ford Cargo 1630 T
Algumas práticas-chave ajudam a alinhar a proteção com o valor real do veículo e com as necessidades da operação:
Primeiro, mantenha a documentação técnica atualizada. Mudanças no estado do veículo, como substituição de componentes, adaptações ou defeitos que levem a alterações na capacidade de carga, devem ser registradas para que a avaliação da FIPE permaneça coerente com a condição do bem. Em segundo lugar, utilize a FIPE como referência, mas complemente com laudos de perícia quando houver sinistros ou quando a seguradora exigir, para evitar divergências que prejudiquem o processo de indenização. Terceiro, trate a manutenção preventiva como investimento essencial. Caminhões com três eixos exigem atenção especial aos sistemas de freio, suspensão, eixos de transmissão e pneus. A boa manutenção reduz o retrabalho, melhora a segurança e também pode influenciar positivamente o valor praticado pela FIPE, mantendo a confiabilidade do veículo. Por fim, utilize o seguro como ferramenta de gestão de risco. Uma apólice bem estruturada, com coberturas proporcionais ao uso real do veículo, evita surpresas em momentos de sinistro, preservando a continuidade das operações logísticas.
Ao considerar a Tabela FIPE FORD CARGO 1630 T 3-Eixos 2p (diesel) 2001, é essencial que o corretor de seguros esteja atento às peculiaridades do veículo. A combinação entre a configuração de três eixos, a motorização diesel e a idade do modelo contribui para um perfil de risco que exige avaliação cuidadosa. Além disso, o uso do veículo — se é destinado a frete urbano, rodoviário ou mistura de ambos — pode alterar considerações de custo de seguro e de eventual reposição. A FIPE ajuda
