| Mês | Preço |
|---|---|
| Jan/26 | R$ 60.269,00 |
| Dez/25 | R$ 60.384,00 |
| Nov/25 | R$ 60.475,00 |
| Out/25 | R$ 60.621,00 |
| Set/25 | R$ 60.816,00 |
| Ago/25 | R$ 60.944,00 |
| Jul/25 | R$ 61.042,00 |
| Jun/25 | R$ 61.104,00 |
| Mai/25 | R$ 61.227,00 |
| Abr/25 | R$ 61.283,00 |
| Mar/25 | R$ 61.376,00 |
| Fev/25 | R$ 61.413,00 |
Entenda a Tabela FIPE aplicada ao Ford Cargo 1717: visão geral do modelo 3-eixos, cabine 2 portas a diesel (2003)
A Tabela FIPE é uma referência amplamente utilizada no mercado para estimar o valor de veículos usados, incluindo caminhões de grande porte. Quando se trata de um modelo como o Ford Cargo 1717, com configuração de 3 eixos (3-eixos) e cabine de duas portas (2p) movido a diesel, a leitura da FIPE ganha especial relevância para quem atua no seguro veicular, na venda de usados ou na avaliação de perdas. Este artigo tem o objetivo de esclarecer como a FIPE aborda esse tipo de caminhão, quais elementos compõem a ficha técnica do modelo específico de 2003 e como esses fatores influenciam a contratação de seguros, as opções de cobertura e a conscientização sobre riscos. Além disso, vamos explorar aspectos históricos da marca Ford no setor de transportes pesados, de modo a oferecer um panorama educativo para corretores de seguros que trabalham com frotas e veículos de carga.
O que a Tabela FIPE representa para caminhões usados
A FIPE – Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas – atualiza periodicamente os valores médios de mercado de veículos usados no Brasil. Esses valores servem como referência para contratos de seguro, financiamentos, venda entre particulares e cálculo de indenizações em caso de sinistro. No caso dos caminhões Ford Cargo, especialmente versões com configuração de 3 eixos, a FIPE considera fatores como idade, condições gerais, quilometragem média observada no mercado, disponibilidade de peças de reposição e o histórico de uso típico desse tipo de veículo. Como boa prática, o valor de referência da FIPE funciona como piso ou base para ajustar o valor de mercado informado pela seguradora, auxiliando na definição do valor de reparo ou de indenização em caso de perda total.

É importante entender que a FIPE não é um teto fixo. O valor de um caminhão pode variar conforme o estado de conservação, a documentação em dia, o histórico de manutenção, alterações não originais, uso específico (carga, rota, tipo de serviço) e a demanda do setor. Por isso, corretores e proprietários costumam complementar a leitura da FIPE com avaliações técnicas adicionais, inspeções, notas fiscais de manutenção e um acompanhamento periódico do mercado. No âmbito do seguro, esse conjunto de informações alimenta o cálculo de prêmios, franquias e coberturas, deixando claro que o objetivo é refletir com precisão o risco associado ao veículo e ao uso pretendido.
Para o Ford Cargo 1717, uma leitura cuidadosa da FIPE em conjunto com a ficha técnica ajuda a entender o patamar de depreciação ao longo de uma vida útil de frota, bem como o potencial de depreciação acelerada em cenários de uso intenso, combates de desgaste e variações de preço de insumos. O seguro, nesse contexto, não é apenas uma proteção para o bem, mas também uma ferramenta de gestão de risco que considera o valor de reposição ou indenização conforme a base de cálculo acordada entre seguradora e segurado. Na prática, isso significa que o comprador ou proprietário deve manter a documentação em dia, registrar alterações relevantes e considerar a estratégia de seguro mais adequada para minimizar custos sem comprometer a cobertura essencial para operações logísticas.
Ficha técnica do Ford Cargo 1717 (2003) — configuração 3 eixos, 2 portas, diesel
Abaixo, descrevemos a ficha técnica típica associada ao Ford Cargo 1717 na configuração de 3 eixos com cabine de duas portas movida a diesel, no ano-modelo de 2003. Vale lembrar que pequenas variações podem ocorrer entre lotes de fabricação e regiões, por isso é comum encontrar pequenas discrepâncias entre unidades específicas. A seguir, apresentamos os elementos-chave que costumam constar na ficha técnica desse conjunto:
- Configuração de eixos: 3 eixos, com tração comum em caminhões pesados (frequentemente 6×4), adequado para distribuição de peso e tração em terrenos variados.
- Cabine: 2 portas (2p), projetada para atender ao motorista e, em alguns casos, acompanhante de viagem em cenários de rota operacional.
- Combustível: Diesel, com motor desenvolvido para desempenho de médio a pesado em operações de carga.
- Motorização e transmissão: motor diesel de 6 cilindros em linha, com deslocamento próximo de 9 litros; potência estimada na faixa de 190–210 cv; transmissão manual de 9 marchas com relação de marchas adequadas a rodagem de carga.
Além desses itens, a ficha técnica costuma incluir dados adicionais relevantes para operações e seguros, como o Peso Bruto Total (PBT) aproximado, a capacidade de carga útil dependente da configuração de chassis, o tipo de suspensão e o sistema de freios. No caso do Cargo 1717 com 3 eixos, é comum encontrar um PBT na casa das dezenas de milhares de quilogramas, refletindo a finalidade de transporte de cargas pesadas. A capacidade de carga útil, por sua vez, pode variar conforme o eixo traseiro, o binário do motor e o conjunto de rodagem; esse fator é especialmente relevante ao planejar rotas, frete e, consequentemente, a estimativa de risco para o seguro de cargas.
Carga útil estimada para esse conjunto geralmente fica na faixa de várias toneladas, com a conservação de uma margem de manobra para diferentes tipos de carga, configuração de caçamba e acessórios. Por se tratar de uma configuração de 3 eixos, o equilíbrio entre peso, distribuição de carga e estabilidade é um dos principais pontos de atenção para motoristas, gestores de frota e profissionais de seguros. A linha Cargo, historicamente, tem como desafio manter a robustez sem perder a versatilidade necessária para atender a diferentes nichos de mercado de transportes — de frete urbano a serviços de entrega de médio e longo alcance. Por isso, entender a ficha técnica atua como base para decisões de seguro com a devida assertividade, incluindo o tipo de cobertura e as cláusulas que protegem as operações de uma frota de caminhões dessa tipologia.
A marca Ford no segmento de caminhões pesados: legado, confiabilidade e atuação no Brasil
A Ford tem uma história consolidada no segmento de veículos comerciais leves e pesados, inclusive no que diz respeito a caminhões de grande porte usados amplamente no transporte de cargas no Brasil e na América Latina. O portfólio da marca abrange soluções para diferentes necessidades logísticas, desde caminhões de porte médio até caminhões pesados de uso rodoviário e fora de estrada. O Ford Cargo, em particular, representa uma linha histórica de caminhões que ganhou adesão por ter sido desenhado para operar sob condições adversas de trabalho, com foco na confiabilidade e na disponibilidade de peças de reposição em redes de serviço bem presentes em diversas regiões do país. A reputação da Ford no segmento de caminhões é construída sobre pilares como robustez, facilidade de manutenção e uma rede de assistência técnica que, historicamente, favorece a continuidade operacional de frotas que dependem de disponibilidade de serviço, peças originais e acessibilidade de mão de obra especializada.
Do ponto de vista do corretor de seguros, esse histórico de marca traz implicações importantes: o nível de confiança de clientes em relação à confiabilidade das peças de reposição, a facilidade de encontrar componentes originais para reparos e a previsibilidade de custos de manutenção — tudo isso influencia diretamente a percepção de valor, depreciação e custo total de propriedade. Além disso, a presença de uma marca reconhecida facilita a avaliação de sinistros, já que o histórico de apoio ao cliente e a disponibilidade de peças no mercado reduzem prazos e tendências de indisponibilidade, aspectos que, por sua vez, ajudam na formulação de propostas de seguro mais estáveis para caminhões com esse perfil.
Fatores que influenciam o valor FIPE e, consequentemente, o seguro
Para quem trabalha com seguros de caminhões, entender os fatores que afetam o valor de tabela FIPE ajuda a alinhar expectativas com clientes e a estruturar coberturas que reflitam o risco real. Seguem alguns pontos-chave, com foco no Ford Cargo 1717 config. 3-eixos, 2p, diesel, ano 2003:
- Idade e estado do veículo: caminhões mais velhos costumam ter depreciação maior e menor curva de valorização. No entanto, o estado de conservação, o histórico de manutenção e a quilometragem podem atenuar ou agravar esse efeito.
- Condição da frota e histórico de utilização: vans, caminhões com uso intenso em rotas de entrega diárias podem apresentar desgaste mais rápido, impactando a leitura de valores de mercado e, por consequência, o prêmio de seguro.
- Configuração de 3 eixos e cabine: a estrutura de eixos, o tipo de cabine e a configuração de tração influenciam a percepção de risco pela seguradora, pois afetam estabilidade, consumo, consumo de peças e custo de reparo.
- Disponibilidade de peças e custo de reposição: a acessibilidade de peças originais, a rede de assistência técnica credenciada e a variação de preços de componentes impactam a avaliação de perdas e o custo potencial de reparo, refletindo no prêmio.
Para corretores, esses fatores ajudam a contextualizar o valor de referência apresentado pela FIPE com as particularidades de um veículo específico. Um veículo com manutenção em dia,
