| Mês | Preço |
|---|---|
| Jan/26 | R$ 79.665,00 |
| Dez/25 | R$ 79.817,00 |
| Nov/25 | R$ 79.937,00 |
| Out/25 | R$ 79.937,00 |
| Set/25 | R$ 81.987,00 |
| Ago/25 | R$ 84.090,00 |
| Jul/25 | R$ 84.225,00 |
| Jun/25 | R$ 84.310,00 |
| Mai/25 | R$ 84.479,00 |
| Abr/25 | R$ 84.556,00 |
| Mar/25 | R$ 84.684,00 |
| Fev/25 | R$ 84.735,00 |
Entenda a prática da Tabela FIPE para o Ford Cargo 2421 T 3-Eixos 2p Diesel de 2004
A Tabela FIPE é referência para quem atua no mercado automotivo brasileiro, especialmente quando o assunto envolve veículos usados. Para caminhões pesados, como o Ford Cargo 2421 T, com três eixos, cabine simples e motor diesel, a leitura dessa tabela não se restringe apenas a uma curiosidade mercadológica. Ela subsidia decisões de compra, venda e, principalmente, de planos de seguro, pois fornece um marco de valor de mercado que as seguradoras utilizam para calibrar coberturas, indenizações e reposição em caso de sinisto. Entender como a FIPE se move ao longo do tempo ajuda proprietários de frotas, corretores e clientes a dialogarem com mais clareza com as seguradoras, de forma a estabelecer coberturas que reflitam a realidade de uso do veículo.
O Ford Cargo 2421 T, dentro da família Cargo, ocupa um nicho específico de transporte de carga pesada. A configuração de 3 eixos aponta para uma capacidade maior de carga útil, o que, por sua vez, influencia o custo de operação, o regime de manutenção necessário e, obviamente, o valor de reposição ou indenização em caso de sinistro. Ao tratar de veículos usados nessa faixa, é comum observar oscilações em função de fatores como idade do conjunto motor, histórico de manutenção, desgaste de componentes da transmissão e condição de sistemas críticos como freios, suspensão e sistema de iluminação. Tudo isso, alinhado à atualização mensal da FIPE, cria um cenário dinâmico para quem precisa orçar, renovar ou manter uma frota na qual o seguro é parte essencial da gestão de riscos.

Ficha técnica do Ford Cargo 2421 T 3-Eixos 2p (diesel) 2004
Abaixo estão os elementos mais representativos que costumam compor a ficha técnica de versões dessa configuração. Vale notar que leves variações podem ocorrer entre unidades, conforme motorização específica, cabine, acessórios e a norma vigente na época da fabricação. A ideia é oferecer um quadro técnico claro para orientar escolhas de seguro, manutenção e uso operacional.
Marca: Ford
Modelo: Cargo 2421 T
Ano/modelo: 2004
Tipo de veículo: Caminhão de carga, 3 eixos, cabine simples (2 portas)
Motorização: Diesel, turbo intercooler, 6 cilindros em linha (configuração comum em caminhões de médio a grande porte)
Deslocamento (aproximado): 8,0 a 9,0 litros
Potência máxima (estimada): 210 a 230 cv
Torque máximo (estimado): 800 a 900 Nm
Transmissão: Manual, com faixa típica de 6 a 9 marchas, adaptada ao regime de trabalho pesado
Tração: 6×4 (três eixos, sendo dois traseiros motrizes, comum nessa configuração)
Capacidade de carga útil (aprox.): 12 a 14 toneladas, dependendo da configuração e do equipamento de caçamba
Peso próprio aproximado: 9 a 11 toneladas, variando conforme cabine, tanque e acessórios
Dimensões da caçamba (aprox.): comprimento entre 6,8 e 7,5 metros, largura em torno de 2,5 metros, altura útil compatível com o tipo de carga e o chassi
Tanque de combustível (estimado): 300 a 500 litros, conforme a configuração de longas viagens versus uso urbano
Tipo de suspensão: Primariamente suspensões robustas para suportar peso e irregularidades de solo, com amortecimento adequado às condições de transporte de carga
Sistema de freios: tambor ou disco nas rodas dianteiras, com assistente de frenagem adequado para caminhões; versões modernas costumam incluir sistemas adicionais de controle de frenagem conforme a idade do veículo
Equipamentos adicionais (variáveis): sistema de comunicação, pontos de amarração de carga, indicativos de peso por eixo, iluminação externa suficiente para operação noturna e, em alguns casos, aprimoramentos de cabine para conforto do motorista
A marca Ford e a linha Cargo no Brasil
A Ford, reconhecida globalmente pela longevidade de suas linhas de veículos, tem no segmento de caminhões uma referência de robustez, durabilidade e rede de atendimento. A linha Cargo, no Brasil, tornou-se amplamente associada a operações logísticas que exigem confiabilidade em jornadas comerciais longas, com frota que opera em condições urbanas e rodoviárias. Um dos pilares desse conjunto é a capacidade de manter desempenho estável sob cargas significativas, um atributo valorizado por transportadoras que dependem de entregas previsíveis e de baixo retrabalho técnico. Mesmo diante de ciclos econômicos, a estabilidade de reposição de peças, aliados a uma rede de assistência técnica, contribuiu para a percepção de valor ao longo do tempo, dentro do portfólio de veículos usados disponíveis no mercado FIPE e nas companhias de seguro.
Do ponto de vista tecnológico, a linha Cargo refletia uma filosofia de engenharia voltada para facilidade de manutenção e disponibilidade de componentes, fatores que, para empresas que dependem de disponibilidade da frota, pesam no custo total de propriedade. Além disso, o ecossistema de peças de reposição e a presença de oficinas que conhecem essa família de caminhões tornam a avaliação de seguros mais previsível, pois facilita o processo de avaliação de sinistros, a elaboração de orçamentos de reparo e a reposição de partes de maneira ágil. Esses aspectos não apenas influenciam a experiência do usuário, mas também afetam, de forma direta, a percepção de risco por parte das seguradoras, quando constroem o contrato, definem franquias, limites de coberturas e cenários de indenização.
Como a configuração de 3 eixos e o diesel influenciam o uso prático e a proteção
Os caminhões com três eixos costumam atender operações que exigem maior capacidade de peso na caçamba, aliada a uma distribuição mais estável da carga. A presença de um segundo eixo traseiro movido aumenta a tração e a capacidade de transitar por vias com piso irregular ou com menor qualidade de infraestrutura. Em termos de consumo, motores diesel de caminhões dessa categoria exibem comportamento que depende bastante de regime de marcha, peso carregado, densidade da carga e condições de tráfego. Em geral, operações de longa distância mostram maior eficiência por tonelada transportada quando o veículo está próximo da sua faixa de carga útil, porém, a manutenção de sistemas como freios, suspensão e alimentação de combustível é fundamental para manter a performance esperada ao longo de toda a vida útil do veículo.
Para seguradoras e gestores de frota, entender a configuração de 3 eixos é essencial, porque o risco de danos na suspensão, nos eixos traseiros e no sistema de transmissão tende a influenciar o custo de reparo. Além disso, veículos com configurações de alto porte demandam avaliações de uso, perto da realidade, para determinar o valor segurado, as condições de manutenção e a prevenção de danos durante o transporte de cargas mais pesadas. Em termos de seguro, o valor de referência utilizado para indenização, bem como para a construção de o valor segurado, é fortemente influenciado pela Tabela FIPE, que, por sua vez, é sensível à idade do veículo, ao estado de conservação, ao histórico de manutenções e à demanda por essa configuração de caminhão no mercado de usados.
Impacto da FIPE na prática de seguro para veículos usados dessa categoria
A FIPE funciona como um referencial que traduz o valor de mercado de um bem ao longo do tempo. Para caminhões como o Cargo 2421 T, esse referencial ajuda as seguradoras a estabelecer duas frentes centrais: o valor de reposição ou indenização, no caso de sinistro, e o custo de substituição ou reparação de componentes críticos. Quando a FIPE aponta uma tendência de valorização ou de depreciação, os prêmios podem ser ajustados de forma a refletir o novo patamar de risco. Além disso, a idade do veículo, o histórico de uso (horas de operação, milhagem, tipos de carga transportada), o entorno de atuação (urbano, rodoviário, trechos de terra) e a qualidade da manutenção são elementos que, juntos, ajudam a formular uma cotação mais aderente à realidade da frota.
Para quem administra uma frota com modelos de três eixos, especialmente com motor a diesel, é comum que as seguradoras peçam informações sobre o histórico de sinistros e de manutenção, além de consultar o registro de inspeções técnicas e de conformidade com as normas de transporte. Esses dados ajudam a calibrar o prêmio com maior precisão. Em resumo, a FIPE atua como alicerce de
