| Mês | Preço |
|---|---|
| Mar/26 | R$ 144.536,00 |
| Fev/26 | R$ 144.855,00 |
| Jan/26 | R$ 150.981,00 |
| Dez/25 | R$ 151.269,00 |
| Nov/25 | R$ 151.497,00 |
| Out/25 | R$ 151.862,00 |
| Set/25 | R$ 149.471,00 |
| Ago/25 | R$ 153.304,00 |
| Jul/25 | R$ 157.077,00 |
| Jun/25 | R$ 157.235,00 |
| Mai/25 | R$ 157.551,00 |
| Abr/25 | R$ 152.224,00 |
Guia da Tabela FIPE para o Ford Cargo 2622/2622 E 6×4 T 3-Eixos (die) — 2012
A Tabela FIPE representa uma referência importante para quem atua no mercado de seguros, compra e venda de caminhões usados, ou precisa de parâmetros técnicos e financeiros para avaliações. No Brasil, a Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (FIPE) consolidou um referencial mensal amplamente utilizado, que agrega dados de transações reais para estimar o preço médio de veículos usados por modelo, ano e configuração. Quando falamos de um conjunto específico como o Ford Cargo 2622/2622 E 6×4 T 3-Eixos a diesel, esse referencial ganha ainda mais relevância para seguradoras, avaliadores e corretores, pois ajuda a padronizar a comparação entre unidades com características parecidas.
O Ford Cargo, linha de caminhões de origem americana que teve uma forte presença no mercado brasileiro, permanece relevante para frotistas e seguradoras pela robustez de sua construção, disponibilidade de peças e capacidade de carga. O modelo 2622/2622 E 6×4 T 3-Eixos (die) de 2012 reúne atributos tão importantes quanto a configuração de tração, o tipo de motor e a carroceria. A FIPE, ao classificar esse conjunto, leva em conta a combinação entre ano, conservação, utilização prevista e a configuração específica de cada veículo. Por isso, gestores de frotas e corretores devem entender que os valores da tabela são referências, não garantias, e que variações entre estados e condições de cada unidade costumam ser comuns.

Além disso, é fundamental interpretar os números da FIPE com base no estado de conservação do veículo. Uma unidade bem conservada, com revisões em dia e histórico de manutenção comprovado, tende a ficar mais próxima dos valores de referência de mercado, enquanto caminhões com sinais de desgaste expressivo, quilometragem elevada ou histórico de acidentes podem apresentar variação para baixo. A seguir, apresentamos uma visão detalhada sobre a ficha técnica, os fatores que influenciam a leitura da FIPE para essa configuração e as melhores práticas para avaliação de veículos usados neste segmento.
Ficha Técnica do Ford Cargo 2622 E 6×4 T (2012)
A leitura da ficha técnica ajuda a contextualizar por que determinadas variações aparecem na FIPE. Abaixo estão os itens que costumam compor a base de comparação para o Cargo 2622/2622 E 6×4 T 3-Eixos, especialmente para a versão de 2012, diesel, com eixo traseiro tracionando, e três eixos no total:
- Tipo de veículo: caminhão pesado, tração 6×4, com 3-eixos, cabine simples, motor a diesel.
- Motor e alimentação: diesel turboalimentado, 6 cilindros em linha, sistema de injeção eletrônica (comum-rail) para uso rodoviário/industrial, preparado para carga pesada.
- Transmissão: caixa de câmbio manual com várias velocidades, ajustada para atender ao torque elevado típico de caminhões de carga; configuração de marchas compatível com rotações de torque elevadas em trechos longos.
- Peso e capacidade: Peso Bruto Total (PBT) na faixa típica de caminhões pesados dessa configuração, com capacidade de carga compatível com a natureza de 3-eixos; as dimensões variam conforme caçamba, baú ou plataforma, bem como a cabine escolhida pela fábrica.
Importante observar que a ficha técnica pode sofrer variações conforme a configuração específica do veículo adquirido, incluindo opcionais, tipo de implemento e condições originais. A leitura precisa de cada item ajuda a compreender como diferentes combinações afetam o valor de referência na FIPE e, por consequência, a avaliação para seguros e negócios relacionados.
Como a FIPE calcula o valor da tabela e o que influencia
A metodologia da FIPE é baseada na média de transações reais ocorridas em concessionárias, lojas e plataformas de venda de veículos usados. O objetivo é oferecer uma referência estável para que compradores, vendedores e seguradoras tenham um ponto de partida comum ao discutir preços. No caso do Ford Cargo 2622/2622 E 6×4 T 3-Eixos (die) de 2012, a FIPE considera, entre outros fatores, a configuração de tração (6×4), o número de eixos, o tipo de implemento (caçamba, plataforma, baú), o estado estético e mecânico, a quilometragem e o histórico de uso do veículo.
Vale destacar que a FIPE não representa um preço fixo. O valor da tabela é uma referência que pode ser ajustada por variáveis locais, condições de mercado, disponibilidade de peças e serviços, além de flutuações sazonais. Por essa razão, profissionais de seguros costumam usar a FIPE como base inicial e complementar com avaliações técnicas, inspeções e comparações com unidades equivalentes para confirmar o valor final de risco ou indenização. Em operações de proteção de frota, esse alinhamento entre a referência FIPE, o estado real do
Influência da configuração 6×4 na leitura da Tabela FIPE para o Ford Cargo 2622/2622 (2012)
Elementos que modulam o valor de referência na prática
Apesar da FIPE manter uma base estável, as características específicas do Ford Cargo 2622/2622 E 6×4 T 3-Eixos 2p (die) 2012 podem influenciar a leitura de referência. A presença de diferentes implementos, como caçamba, baú ou plataforma, altera o peso efetivo, a ergonomia de uso e a depreciação esperada, refletindo em desvios quando comparada a unidades com configurações distintas. Essa leitura segmentada ajuda compradores institucionais e gestores de frota a reconhecer o impacto de cada opção de implementação no valor de referência.
- Tipo de implemento e capacidade de carga efetiva
- Estado de conservação externa e interna
- Configuração de cabine, número de portas e itens de conforto
- Quilometragem e histórico de uso (frete, regiões de operação)
- Condição da transmissão e do motor, bem como alterações mecânicas
- Histórico de manutenção, revisões e sinistros
- Condições de mercado regional, disponibilidade de peças e mão de obra
O método FIPE observa transações reais para compor a referência, porém reconhece que o ajuste final depende de fatores locais e de situação de mercado. Variações na configuração podem provocar ajustes proporcionais na depreciação estimada e, por consequência, no valor de reposição ou indenização quando aplicado a seguros. Isso significa que uma comparação direta entre ordens de venda com características diferentes deve considerar esses desvios.
Na prática, profissionais de seguros costumam usar a FIPE como base inicial e complementar com inspeções técnicas, documentação fotográfica e comparação com unidades equivalentes para confirmar o valor de risco ou de indenização do modelo em questão. A leitura segmentada por implemento, estado de conservação e histórico de uso oferece suporte para decisões de aquisição, venda e gestão de frotas.
Para gestão de custos e negociações com seguradoras, entender como as variações de configuração impactam a referência FIPE facilita planejamento de renovação de ativos, orçamento de manutenção e estratégias de seguro. Se você busca orientação especializada sobre como interpretar a FIPE para o seu caminhão Ford Cargo, a GT Seguros pode oferecer consultoria personalizada, alinhando a leitura da tabela com o estado real do seu veículo e as necessidades da sua frota.
